Como foram escritos os primeiros livros da Bíblia?

Os textos da Bíblia começaram a ser escritos desde os tempos anteriores a Moisés (1200 a.C.). Escrever era uma arte rara e cara, pois se escrevia em tábuas de madeira, papiro, pergaminho (couro de carneiro). Moisés foi o primeiro codificador das leis e tradições orais e escritas de Israel. Essas tradições foram crescendo aos poucos por outros escritores no decorrer dos séculos, sem que houvesse uma catalogação rigorosa das mesmas. Assim foi se formando a literatura sagrada de Israel. Até o século XVIII d.C., admitia-se que Moisés tinha escrito o Pentateuco (Gen, Ex, Lev, Nm, Dt); mas, nos últimos séculos, os estudos mais apurados mostraram que não deve ter sido Moisés o autor de toda esta obra. Continue lendo…

tumblr_ml257xSQpE1rbll7mo1_500A Igreja pode se negar a celebrar um matrimônio?

Há alguns dias foi noticiado que um pároco de Niterói, RJ, não aceitou celebrar o matrimônio de um casal, pois julgou haver um impedimento dirimente; isto é, algo que tornaria o matrimônio nulo. Algumas pessoas até se revoltaram e julgaram que a Igreja Católica foi cruel com o casal; mas não se trata disso.

Vamos esclarecer a questão, sem entrar no mérito da questão do caso de Niterói.   Continue lendo…

Antes de explicar o que são as indulgências, vamos mostrar que a Igreja ensina esta doutrina sem hesitação.

O Catecismo da Igreja (CIC)* afirma que: “Pelas indulgências, os fiéis podem obter para si mesmos e também para as almas do Purgatório, a remissão das penas temporais, sequelas dos pecados.” (§1498)
O Papa Paulo VI (1963-1978), na Constituição Apostólica Doutrina das Indulgências (DI), ensina com clareza toda a verdade sobre esta matéria. Continue lendo…

Quando o Papa João Paulo II aprovou o Catecismo da Igreja, entregou também a  Encíclica “Veritatis Splendor”, sobre algumas questões fundamentais do ensinamento moral da Igreja.

Na introdução, o Papa diz: “amadureceu em mim (…) uma Encíclica destinada a tratar mais amplamente e profundamente das questões relativas aos próprios  fundamentos da teologia moral “ (n.5).

E afirmou  aos Bispos do mundo inteiro que o objetivo “é o de preservar a ‘sã doutrina’ (2Tm 4,3), para  debelar aquela que constitui, sem dúvida, uma verdadeira crise, tão grave são as dificuldades que acarreta à vida moral dos fieis e à comunhão da Igreja” (n.5). Continue lendo…

“Perguntou-lhe então Pilatos: És, portanto, rei? Respondeu Jesus: Sim, eu sou rei. É para dar testemunho da verdade que nasci e vim ao mundo. Todo o que é da verdade ouve a minha voz” (João 18,37).

Jesus veio ao mundo para salvá-lo, ensinando a verdade de Deus que nos liberta e salva; por isso Ele é “sinal de contradição”. Quando seus pais o levaram para apresenta-lo no Templo de Jerusalém, o velho Simeão profetizou: “Eis que este menino está destinado a ser uma causa de queda e de soerguimento para muitos homens em Israel, e como um sinal de contradição, a fim de serem revelados os pensamentos de muitos corações” (Lc 2, 34-35). Continue lendo…