{"id":15111,"date":"2014-12-22T00:05:22","date_gmt":"2014-12-22T02:05:22","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/?p=15111"},"modified":"2014-12-15T16:00:26","modified_gmt":"2014-12-15T18:00:26","slug":"uma-interessante-historia-de-natal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/2014\/12\/22\/uma-interessante-historia-de-natal\/","title":{"rendered":"Uma interessante hist\u00f3ria de Natal"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/files\/2013\/12\/panetone_001-113789-50ba0bf979f51.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-15112 alignleft\" style=\"margin: 5px\" src=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/files\/2013\/12\/panetone_001-113789-50ba0bf979f51-300x225.jpg\" alt=\"panetone_001-113789-50ba0bf979f51\" width=\"351\" height=\"263\" srcset=\"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/files\/2013\/12\/panetone_001-113789-50ba0bf979f51-300x225.jpg 300w, https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/files\/2013\/12\/panetone_001-113789-50ba0bf979f51.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 351px) 100vw, 351px\" \/><\/a>O Natal \u00e9 um momento t\u00e3o importante para o mundo todo, que todas as pessoas que acreditam, e at\u00e9 aquelas que n\u00e3o acreditam em Jesus Cristo, s\u00e3o contagiadas pelos s\u00edmbolos do Natal, pelo esp\u00edrito de solidariedade, pela vontade de querer fazer o bem. Muitas pessoas deixam se levar pelo consumismo, contudo outras, muito al\u00e9m de fazer compras, acabam deixando de comprar para si para presentear os outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Mais do que sair pelas ruas e ver a cidade iluminada, as \u00e1rvores enfeitadas, os sinos pendurados, velas acesas, pres\u00e9pios montados, estrelas, guirlandas, comidas t\u00edpicas e papais-no\u00e9is, \u00e9 preciso que entendamos o sentido de tudo isso que fazemos. Voc\u00ea j\u00e1 parou para pensar no sentido de cada \u201cenfeite de natal\u201d que tem em sua casa? Para tudo existe um motivo, uma raz\u00e3o, uma hist\u00f3ria; at\u00e9 para o Panetone.<!--moreContinue lendo...--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O site Gaudium Press, divulgou hoje (18 de dezembro de 2012) um artigo contando sobre uma lenda italiana \u00e0 respeito do panetone. Achamos muito interessante publicar aqui e compartilhar com voc\u00eas dessa bela hist\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cPanetone<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Era noite de Natal, em Mil\u00e3o, governada pelo Duque Ludovico Sforza, famoso por ter uma das mais requintadas cortes da \u00e9poca. Sobretudo sua cozinha era muito renomada. Desde a tarde, suas chamin\u00e9s exalavam perfumes maravilhosos, que estimulavam o apetite de toda a vizinhan\u00e7a. Desejando fazer uma ceia inesquec\u00edvel, o cozinheiro-mor decidira preparar uma sobremesa especial: um fabuloso doce cuja receita os venezianos haviam trazido do long\u00ednquo Oriente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Afanava-se o mestre na elabora\u00e7\u00e3o de sua obra-prima e, ao mesmo tempo, orientava e fiscalizava os demais cozinheiros que se dedicavam a aprontar os in\u00fameros pratos do lauto banquete. Na grande cozinha, todos estavam tomados pela caracter\u00edstica alegria do Natal italiano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Todos n\u00e3o\u2026 Isolado num canto, um jovem ajudante rec\u00e9m-chegado da Lombardia suspirava de saudades da casa paterna, recordando-se das festas natalinas realizadas nos lares camponeses de sua regi\u00e3o, pouco favorecidos de recursos econ\u00f4micos, mas ricos de vida familiar e amor ao maravilhoso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Levado por esses sentimentos nost\u00e1lgicos, resolveu ele preparar um p\u00e3o especial, como os que eram feitos por sua m\u00e3e na v\u00e9spera de Natal. N\u00e3o dispondo, por\u00e9m, de todos os ingredientes necess\u00e1rios, teve de contentar-se com as sobras do material utilizado pelo cozinheiro-mor na elabora\u00e7\u00e3o da misteriosa sobremesa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Qual seria o resultado? Nem ele mesmo sabia\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Uma vez iniciada a ceia de Natal, intensificou-se a atividade na cozinha, e o mestre cozinheiro esqueceu no forno o seu belo e misterioso doce\u2026 Enorme foi sua consterna\u00e7\u00e3o ao constatar que ele havia queimado. Seu dourado sonho de um grande sucesso estava transformado na dura realidade de um vexat\u00f3rio fracasso, pois, como preparar em t\u00e3o pouco tempo outra sobremesa especial? \u00c0 vista desse desastre, n\u00e3o conseguiu conter algumas l\u00e1grimas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Tomado de compaix\u00e3o, o jovem lombardo aproximou-se dele e lhe ofereceu os tr\u00eas grandes bolos que acabava de tirar do forno. Num piscar de olhos, o experiente cozinheiro notou a eleg\u00e2ncia de sua forma cil\u00edndrica e percebeu que seu delicioso perfume deveria corresponder a um requintado sabor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Quem estava \u00e0 mesa era o Duque Sforza com sua corte, ou seja, os mais exigentes comensais da It\u00e1lia. Por\u00e9m, n\u00e3o restava outra sa\u00edda sen\u00e3o correr o risco. Tomou, pois, a decis\u00e3o de servir como sobremesa aquela curiosa iguaria. Ele pr\u00f3prio se incumbiu de cort\u00e1-los caprichadamente em fatias e disp\u00f4-las de forma art\u00edstica em bandejas de prata.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/feedburner.google.com\/fb\/a\/mailverify?uri=ProfFelipeAquino\">Cadastre-se gr\u00e1tis e receba os meus artigos no seu e-mail<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Surpreenderam-se o Duque e seus convivas, ao verem aquele ex\u00f3tico bolo enfeitado por frutas cristalizadas e do qual se desprendia um convidativo perfume. Instintivamente, come\u00e7aram a aplaudir, e num instante seu requintado sabor lhes havia conquistado o paladar. Sucesso completo!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Duque mandou vir \u00e0 sua presen\u00e7a o autor daquela obra maravilhosa. Para surpresa de todos, n\u00e3o apareceu o afamado mestre, mas um t\u00edmido ajudante de cozinha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8211; Qual \u00e9 teu nome? \u2013 Eu me chamo Toni\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8211; Ora, ent\u00e3o este \u00e9 o Pane Toni! (o P\u00e3o do Toni).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Deste modo, o Duque Ludovico Sforza batizou aquele curioso p\u00e3o doce com o nome de Toni, seu criador. E determinou-lhe que preparasse outros iguais, em maior quantidade, no Natal do ano seguinte. Assim nasceu o panetone, por obra do acaso, ali\u00e1s, como tantas maravilhas da arte culin\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em pouco tempo, o \u201cP\u00e3o do Toni\u201d conquistou os lares italianos, e se espalhou pelo mundo inteiro, a ponto de ficar indissociavelmente ligado \u00e0s festas natalinas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(Revista Arautos do Evangelho, Dez\/2002, N. 12)\u201d<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Fonte: <a href=\"http:\/\/www.gaudiumpress.org\/content\/42747-Panetone\" target=\"_blank\">http:\/\/www.gaudiumpress.org\/content\/42747-Panetone<\/a><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Natal \u00e9 um momento t\u00e3o importante para o mundo todo, que todas as pessoas que acreditam, e at\u00e9 aquelas que n\u00e3o acreditam em Jesus Cristo, s\u00e3o contagiadas pelos s\u00edmbolos do Natal, pelo esp\u00edrito de solidariedade, pela vontade de querer&#8230; <a href=\"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/2014\/12\/22\/uma-interessante-historia-de-natal\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":29,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[9721],"tags":[145534,5061,11671,31,25048,36719],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15111"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/users\/29"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15111"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15111\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16245,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15111\/revisions\/16245"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15111"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15111"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15111"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}