{"id":16542,"date":"2015-05-08T15:10:39","date_gmt":"2015-05-08T18:10:39","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/?p=16542"},"modified":"2015-05-08T15:10:39","modified_gmt":"2015-05-08T18:10:39","slug":"nao-nos-perturbemos-com-os-nossos-defeitos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/2015\/05\/08\/nao-nos-perturbemos-com-os-nossos-defeitos\/","title":{"rendered":"N\u00e3o nos perturbemos com os nossos defeitos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\"><strong><a href=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/files\/2015\/05\/1278989707767_f.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-medium wp-image-16543 alignleft\" src=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/files\/2015\/05\/1278989707767_f-225x300.jpg\" alt=\"1278989707767_f\" width=\"225\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/files\/2015\/05\/1278989707767_f-225x300.jpg 225w, https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/files\/2015\/05\/1278989707767_f-150x200.jpg 150w, https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/files\/2015\/05\/1278989707767_f.jpg 375w\" sizes=\"(max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/><\/a>1. Dois sinais do bom e do mau arrependimento<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cA tristeza que \u00e9 segundo Deus, afirma S\u00e3o Paulo, produz um arrependimento que leva \u00e0 salva\u00e7\u00e3o; ao passo que a tristeza do mundo produz a morte. (2Cor 7,10). A tristeza do arrependimento pode, pois, ser boa ou m\u00e1, conforme os efeitos que produz em n\u00f3s. Mas, em geral, produz mais efeitos maus que bons, porque os bons s\u00e3o apenas dois: a miseric\u00f3rdia \u2013 o pesar pelo mal dos outros \u2013 e a penitencia \u2013 a dor de ter ofendido a Deus -; ao passo que os maus s\u00e3o seis: medo, pregui\u00e7a, indigna\u00e7\u00e3o, ci\u00fame, inveja e impaci\u00eancia. Por isso diz o s\u00e1bio: A tristeza mata a muitos e nela n\u00e3o h\u00e1 utilidade alguma (Eclo 30,25), j\u00e1 que, para dois riachos de \u00e1guas l\u00edmpidas que nascem do manancial da tristeza, nascem seis de \u00e1guas polu\u00eddas\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00c9 por isso que o dem\u00f4nio faz grandes esfor\u00e7os para produzir em n\u00f3s essa m\u00e1 tristeza, e, a fim de desanimar e desesperar a alma, come\u00e7a a perturb\u00e1-la. N\u00e3o lhe custa muito sugerir pretextos para isso. Ora, n\u00e3o dever\u00edamos afligir-nos por ter ofendido a Majestade divina, ultrajado a Beleza infinita e ferido o cora\u00e7\u00e3o de Deus, o mais terno dos pais? \u201cCom certeza, responde S\u00e3o Francisco de Sales, devemos entristecer-nos, mas com um verdadeiro arrependimento, n\u00e3o com uma dor aflita, cheia de m\u00e1goa e indigna\u00e7\u00e3o. O verdadeiro arrependimento, como todo o sentimento inspirado pelo bom Esp\u00edrito, \u00e9 sempre calmo: O Senhor n\u00e3o est\u00e1 na perturba\u00e7\u00e3o (1Rs 19,11). Onde principiam a inquieta\u00e7\u00e3o e a perturba\u00e7\u00e3o, a tristeza m\u00e1 passa a ocupar o lugar da tristeza boa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cA m\u00e1 tristeza, insiste o nosso Santo, perturba a alma, inquieta, incute temores desmedidos, tira o gosto pela ora\u00e7\u00e3o, atordoa e fatiga o esp\u00edrito, impede de tirar proveito dos bons conselhos, de tomar resolu\u00e7\u00f5es, de formar ju\u00edzos, de ter coragem e abate as for\u00e7as. Numa palavra: \u00e9 como um inverno rigoroso que queima toda a formosura da terra e entorpece todos os animais, porque priva a alma de toda a suavidade, deixa-a paral\u00edtica, tornando-a tolhida e inibida de todas as suas faculdades\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>2. Sinais de uma alma que se perturba ap\u00f3s suas quedas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Muitas almas h\u00e3o de reconhecer nestes sintomas a perturba\u00e7\u00e3o em que se deixaram envolver ap\u00f3s as suas faltas e os estragos que essa perturba\u00e7\u00e3o lhes causou. Tinham come\u00e7ado a levar a s\u00e9rio a vida espiritual e seguiam resolutamente os passos do Mestre no caminho do dever, pelo rude caminho do Calv\u00e1rio. Mas eis que sobrev\u00e9m uma queda e, com ela, eis a perturba\u00e7\u00e3o! A alma levanta-se sob o amparo do arrependimento e da absolvi\u00e7\u00e3o sacramental, que tudo vem reparar. Mas nem por isso sossega. Olha, examina ansiosamente, conta as feridas mal cicatrizadas, sonda-as com receio e acaba infectando-as ainda mais por querer cur\u00e1-las com despeito e impaci\u00eancia, \u201cporque n\u00e3o h\u00e1 nada que sirva mais para manter os nossos defeitos do que a inquietude e a pressa em querer expurg\u00e1-los\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Enquanto isso, o passo vai afrouxando. J\u00e1 n\u00e3o se corre; anda-se a custo. Arrasta-se, descontente de si e quase que do pr\u00f3prio Deus, perde-se a confian\u00e7a na ora\u00e7\u00e3o e aproxima-se dos sacramentos com receio. At\u00e9 que, afinal, uma circunst\u00e2ncia especial, uma confiss\u00e3o excepcionalmente bem feito ou um retiro, restitui a esta alma, por um certo per\u00edodo, o fervor que tivera a princ\u00edpio. Mas, passado algum tempo ap\u00f3s essa renova\u00e7\u00e3o, se a alma n\u00e3o elimina essa intranquilidade, uma nova queda, ou simplesmente a lembran\u00e7a das faltas passadas, provocar\u00e1 nela um surto de redobrada melancolia; e, ent\u00e3o, ao inv\u00e9s da rapidez com que se corria, voltar\u00e1 ao passo lento e cansado \u2013 e queria Deus que, \u00e0 for\u00e7a de hesita\u00e7\u00f5es e delongas, n\u00e3o termine por cair numa in\u00e9rcia quase irrepar\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Pobres almas, quem veio paralisar assim os vossos esfor\u00e7os? Corr\u00edeis tanto! Quem vos fez parar? (Gl 5,7) pergunta o Ap\u00f3stolo. \u201cA perturba\u00e7\u00e3o\u201d, responde S\u00e3o Francisco de Sales: \u201cSe n\u00e3o vos tiv\u00e9sseis inquietado na primeira vez que trope\u00e7astes, mas tiv\u00e9sseis calma, tomando suavemente o cora\u00e7\u00e3o nas m\u00e3os, n\u00e3o ter\u00edeis ca\u00eddo uma segunda vez.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>3. Paci\u00eancia com as nossas imperfei\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Por isso o bom Santo multiplicava os seus conselhos, desejoso de comunicar aos outros \u201ca paz t\u00e3o desejada que \u00e9 a mais querida, fiel e perp\u00e9tua h\u00f3spede do cora\u00e7\u00e3o\u201d, e por isso recomendava insistentemente a serenidade e a paci\u00eancia, primeiramente para com n\u00f3s mesmos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cN\u00e3o nos perturbemos \u00e0 vista das nossas imperfei\u00e7\u00f5es! Livremo-nos das precipita\u00e7\u00f5es e dos desassossegos, pois n\u00e3o h\u00e1 nada que mais no atrapalhe o passo no caminho da perfei\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cO que fazem os p\u00e1ssaros e outros animais quando ficam presos a uma rede? Debatem-se desordenadamente no esfor\u00e7o de se libertarem, e assim s\u00f3 conseguem embara\u00e7ar-se cada vez mias&#8230; N\u00e3o \u00e9 perdendo a serenidade de esp\u00edrito que conseguiremos desfazer-nos dos la\u00e7os que nos armam algumas imperfei\u00e7\u00f5es; ao contr\u00e1rio, dessa forma mais nos embara\u00e7amos nelas\u201d.<a href=\"http:\/\/loja.cleofas.com.br\/a-arte-de-aproveitar-as-proprias-falhas.html\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"  wp-image-45770 alignright\" src=\"http:\/\/cleofas.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/arte_de_aproveitar_menor.jpg\" alt=\"arte_de_aproveitar_menor\" width=\"123\" height=\"183\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201c\u00c9 preciso sofrer com paci\u00eancia a lentid\u00e3o com que nos vamos aperfei\u00e7oando e n\u00e3o deixar de fazer o quanto pudermos para progredir, sempre com boa vontade\u201d. \u201cAguardemos, pois, com paci\u00eancia o nosso progresso e, em vez de nos inquietarmos por termos feito t\u00e3o pouco no passado, procuremos com empenho fazer mais no futuro\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cN\u00e3o nos aflijamos por sempre nos vermos principiantes no exerc\u00edcio das virtudes, porque no \u2018Mosteiro da Vida Devota\u2019 cada um considera-se sempre novi\u00e7o e esfor\u00e7a-se ao longo de toda a vida por dar provas da sua humildade. O contr\u00e1rio disso, isto \u00e9, o sinal mais evidente de n\u00e3o somente ser um mau novi\u00e7o, mas at\u00e9 de merecer ser expulso e reprovado do \u2018Mosteiro\u2019, \u00e9 julgar-se e ter-se a si mesmo como professos. Pois, conforme a regra desta Ordem, n\u00e3o \u00e9 a solenidade dos votos, mas cumprimento deles que torna os novi\u00e7os professos; e os votos n\u00e3o se julgam cumprido enquanto houver alguma coisa a fazer para a observ\u00e2ncia deles. A obriga\u00e7\u00e3o de lutar por servir a Deus e de progredir no amor divino dura at\u00e9 a morte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cBem, algu\u00e9m me dir\u00e1, mas como posso n\u00e3o me afligir e n\u00e3o me entristecer se vejo que e por minha culpa que n\u00e3o avan\u00e7o no caminho da virtude? J\u00e1 o disse na Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Vida Devota e agora volto a diz\u00ea-lo de bom grado, porque nunca \u00e9 demais: \u00e9 justo entristecer-se pelos erros cometidos com um arrependimento que seja sereno, constante e tranquilo; por\u00e9m, com um arrependimento agitado, inquieto, desanimador, nunca\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>4. Serenidade por ocasi\u00e3o das quedas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">V\u00ea-se por estas cita\u00e7\u00f5es, e h\u00e1 de ver-se melhor ainda pelas que se seguem, que o santo Doutor n\u00e3o recomenda a serenidade e a paci\u00eancia consigo mesmo somente \u00e0s almas justas e inocentes, mas tamb\u00e9m \u2013 e sobretudo \u2013 \u00e0s que tiveram a infelicidade de cair em faltas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cSe vos suceder alguma vez perder a paci\u00eancia, n\u00e3o vos perturbeis, mas procurai tranquilizar-vos rapidamente e com serenidade\u201d. \u201cPreocupam-vos excessivamente os \u00edmpetos do amor-pr\u00f3prio, sem d\u00favida frequentes; mas estes nunca ser\u00e3o perigosos se, sem vos aborrecerdes pela sua importunidade e sem vos admirardes da sua frequ\u00eancia, disserdes tranquilamente: N\u00e3o! Caminhai com simplicidade, n\u00e3o estejais t\u00e3o ansiosa pelo sossego do esp\u00edrito, e assim o tereis com certeza\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cTende paci\u00eancia com todos, mas sobretudo convosco, isto \u00e9, n\u00e3o vos perturbeis por causa das vossas imperfei\u00e7\u00f5es, mas tende sempre a coragem de vos emendar delas. Gostaria muito que n\u00e3o cansais de recome\u00e7ar todos os dias, porque n\u00e3o h\u00e1 melhor meio de prosseguir bem na vida espiritual do que sempre recome\u00e7ando e n\u00e3o pensando nunca j\u00e1 ter feito muito.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cPodemos mortificar a carne, mas n\u00e3o t\u00e3o perfeitamente a ponto de n\u00e3o haver nenhuma rebeli\u00e3o. Nossa aten\u00e7\u00e3o ser\u00e1 frequentemente interrompida por distra\u00e7\u00f5es. Ser\u00e1, por isso, preciso se inquietar, perturbar e se afligir? Certamente n\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>5. Suportar os pr\u00f3prios defeitos com uma afli\u00e7\u00e3o tranquila e corajosa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cN\u00e3o vos aflijais nem vos admireis de sentir ainda vivas em vossas almas as imperfei\u00e7\u00f5es que me contastes; porque, ainda que seja necess\u00e1rio combate-las e detest\u00e1-las para que assim possais retific\u00e1-las, n\u00e3o \u00e9 bom que vos aflijais dessa forma t\u00e3o inquieta, mas sim que tenhais uma afli\u00e7\u00e3o corajosa e tranquila, que vos inspire um prop\u00f3sito firme e seguro de emenda\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201c\u00c9 preciso fugir do mal? Pois fujamos, mas calmamente e sem perturba\u00e7\u00f5es. Se assim n\u00e3o for pode acontecer que, fugindo, acabemos por cair e por dar ocasi\u00e3o ao inimigo&#8230; At\u00e9 na penit\u00eancia h\u00e1 de haver sossego e serenidade. Eis que a minha amar\u00edssima amargura est\u00e1 em paz, diz Isa\u00edas (Is 38,17)\u201d. \u201cS\u00f3 o pecado deve aborrecer e afligir; e mesmo ele, no extremo da sua amargura, ainda deveria fazer despontar uma santa e consoladora alegria\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cQuem vive em Deus nunca se entristece, a n\u00e3o ser por ter oferecido a Deus; mas a sua tristeza est\u00e1 alicer\u00e7ada numa profunda, tranquila e serena humildade e submiss\u00e3o, ap\u00f3s a qual se levanta pela bondade divina por uma doce e perfeita confian\u00e7a, sem pesar nem m\u00e1goa\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cEm suma palavra: n\u00e3o vos aborreceis ou, pelo menos, n\u00e3o vos perturbeis por vos terdes perturbado, n\u00e3o vos abaleis por vos terdes abalado, n\u00e3o vos inquieteis por vos terdes inquietado por causa desses impulsos inc\u00f4modos; mas retomai o dom\u00ednio do vosso cora\u00e7\u00e3o e colocai-o suavemente nas m\u00e3os de Nosso Senhor\u201d. \u201cDominais e refreais o quanto puderes o vosso cora\u00e7\u00e3o, at\u00e9 ficardes em paz com v\u00f3s mesmo, ainda que vos saibais miser\u00e1vel&#8230;\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cSempre que virdes o vosso cora\u00e7\u00e3o amargurado, limitai-vos simplesmente a apanh\u00e1-lo com a ponta dos dedos, n\u00e3o de punho fechado, bruscamente. \u00c9 necess\u00e1rio ter paci\u00eancia consigo mesmo e afagar o cora\u00e7\u00e3o, animando-o; e quando ele estiver muito inquieto, \u00e9 preciso segur\u00e1-lo como a um cavalo desembestado, firmemente, sem o deixar correr \u00e0 solta atr\u00e1s dos sentimentos\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cTomai muito cuidado para n\u00e3o perder a serenidade quando cometerdes alguma falta, mas humilhai-vos logo que poss\u00edvel na presen\u00e7a de Deus, e isto com uma humildade amorosa e doce, que vos conduza \u00e0 confian\u00e7a de recorrer imediatamente \u00e0 sua bondade, na certeza de que Ele vos ajudar\u00e1 a emendar-vos&#8230; Se vierdes a cair em algum pecado, seja qual for, perdi serenamente perd\u00e3o ao Senhor, dizendo-lhe que estais bem certos de que Ele vos ama muito e vos perdoar\u00e1. E isto fazei-o sempre com simplicidade e serenidade\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Trecho retirado do livro: A Arte de Aproveitar as Pr\u00f3prias Faltas, Joseph Tissot<\/strong><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1. Dois sinais do bom e do mau arrependimento \u201cA tristeza que \u00e9 segundo Deus, afirma S\u00e3o Paulo, produz um arrependimento que leva \u00e0 salva\u00e7\u00e3o; ao passo que a tristeza do mundo produz a morte. (2Cor 7,10). 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