{"id":18671,"date":"2018-02-23T11:23:24","date_gmt":"2018-02-23T14:23:24","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/?p=18671"},"modified":"2018-02-23T11:23:24","modified_gmt":"2018-02-23T14:23:24","slug":"o-martirio-de-sao-policarpo-%e2%80%a0155-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/2018\/02\/23\/o-martirio-de-sao-policarpo-%e2%80%a0155-2\/","title":{"rendered":"O Mart\u00edrio de S\u00e3o Policarpo (\u2020155)"},"content":{"rendered":"<p><em><strong><a href=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/files\/2018\/02\/10320saopolicarpo.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-18672 alignleft\" src=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/files\/2018\/02\/10320saopolicarpo-214x300.jpg\" alt=\"\" width=\"214\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/files\/2018\/02\/10320saopolicarpo-214x300.jpg 214w, https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/files\/2018\/02\/10320saopolicarpo.jpg 230w\" sizes=\"(max-width: 214px) 100vw, 214px\" \/><\/a>Meio s\u00e9culo depois do mart\u00edrio de Santo In\u00e1cio de Antioquia, foi a vez do seu amigo S\u00e3o Policarpo (\u2020155), bispo de Esmirna, na \u00c1sia Menor, hoje Turquia, experimentar o mesmo sacrif\u00edcio no tempo de Antonino Pio. Foi disc\u00edpulo de S\u00e3o Jo\u00e3o em \u00c9feso, cidade pr\u00f3xima de Esmirna, e martirizado aos oitenta e seis anos. Seu mart\u00edrio ficou muito bem documentado na carta que a comunidade de Esmirna enviou aos irm\u00e3os da Fr\u00edgia a pedido destes.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Vejamos a narra\u00e7\u00e3o do seu mart\u00edrio por seus contempor\u00e2neos. No ano 155 doze crist\u00e3os de Esmirna foram presos e julgados. Apenas um n\u00e3o deu prova de f\u00e9 admir\u00e1vel. Um deles, em pleno interrogat\u00f3rio chegou a bater no proc\u00f4nsul. A multid\u00e3o enfurecida pediu a morte de todos, especialmente a de Policarpo. Vejamos o relato da Carta circular da igreja de Esmirna:<!--more--><\/p>\n<p>\u201cA Igreja de Deus, estabelecida em Esmirna, \u00e0 Igreja de Deus estabelecida em Filom\u00e9lia e a todas as comunidades da Igreja santa e universal, onde quer que esteja: a miseric\u00f3rdia, a paz e a caridade de Deus Pai, de Jesus Cristo Nosso Senhor, superabundem em v\u00f3s. Escrevemo-vos, irm\u00e3os, a respeito dos m\u00e1rtires e do bem-aventurado Policarpo, cujo mart\u00edrio foi, por assim dizer, o selo final, que p\u00f4s termo \u00e0 persegui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por isso o povo, espantado diante do hero\u00edsmo dos crist\u00e3os, dessa ra\u00e7a que ama a Deus e \u00e9 amada por ele, gritou: \u201cAbaixo os ateus! [ateus aqui seriam os crist\u00e3os]. Tragam Policarpo!\u201d.<\/p>\n<p>Um apenas, chamado Quinto, fr\u00edgio e recentemente chegado da Fr\u00edgia, ao ver as feras, acovardou-se. Esse, justamente, tinha desafiado espontaneamente o poder p\u00fablico e incitado outros a fazerem o mesmo. Mas n\u00e3o resistiu \u00e0s inst\u00e2ncias repetidas do proc\u00f4nsul, fez juramento e ofereceu. Eis por que, irm\u00e3os, n\u00e3o louvamos os que se entregam espontaneamente a si mesmo; de mais a mais n\u00e3o \u00e9 isso que ensina o Evangelho.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/loja.cleofas.com.br\/colecao-historia-da-igreja-idade-antiga\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-62959 alignright\" src=\"http:\/\/cleofas.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/hist_igreja_antiga.png\" alt=\"hist_igreja_antiga\" width=\"200\" height=\"200\"\/><\/a>Policarpo, o mais admir\u00e1vel, longe de se perturbar ao receber esta not\u00edcia, quis permanecer na cidade. Muitos, entretanto, o persuadiram a retirar-se. E ele se retirou para uma pequena casa de campo, a pouca dist\u00e2ncia, onde permaneceu, com poucos amigos, nada fazendo sen\u00e3o rezar dia e noite por todos e por todas as igrejas conforme o seu h\u00e1bito.<\/p>\n<p>E quando rezava teve uma vis\u00e3o, tr\u00eas dias antes de ser preso. Viu seu travesseiro pegando fogo. Voltando-se para os que estavam com ele, disse-lhes: \u201cDevo ser queimado vivo\u201d.<\/p>\n<p>Policarpo, entretanto, mandou servir-lhes comida e bebida \u00e0 vontade e pediu-lhes apenas o prazo de uma hora para rezar livremente.<\/p>\n<p>Tendo eles consentido, Policarpo come\u00e7ou de p\u00e9 a sua ora\u00e7\u00e3o; a gra\u00e7a divina transbordava nele de tal maneira que pelo espa\u00e7o de duas horas n\u00e3o p\u00f4de interromp\u00ea-la.<\/p>\n<p>Todos os que ouviram se encheram de espanto e muitos se arrependeram de perseguir a um anci\u00e3o t\u00e3o cheio do amor de Deus.<\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:&nbsp;<\/strong><a href=\"http:\/\/cleofas.com.br\/martirio-de-sao-policarpo-156\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Mart\u00edrio de S\u00e3o Policarpo (+156)<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/cleofas.com.br\/por-que-sao-policarpo-foi-ordenado-bispo-de-esmirna\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Por que S\u00e3o Policarpo foi ordenado Bispo de Esmirna?<\/a><\/p>\n<p>Concluindo a ora\u00e7\u00e3o, na qual se lembrara de todos que havia conhecido, grandes e pequenos, nobres e humildes, e da Igreja Cat\u00f3lica de toda parte do mundo, chegou o momento da partida.<\/p>\n<p>Montando um jumento foi conduzido para a cidade, j\u00e1 na manh\u00e3 do grande s\u00e1bado. Vieram a seu encontro Herodes, o chefe de pol\u00edcia, e Niceto, seu pai, os quais o fizeram sentar-se consigo no carro e tentaram persuadi-lo: \u201cQue mal pode haver em dizer\u201d: \u201cC\u00e9sar \u00e9 Senhor, oferecer o sacrif\u00edcio, e dizer as coisas que o seguem, para salvar-se?\u201d A princ\u00edpio n\u00e3o respondeu, mas como insistissem, disse-lhes Policarpo:<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o teria o que me aconselhais!\u201d, perdida assim, a esperan\u00e7a de seduzi-lo, insultaram-no com palavras amea\u00e7adoras e jogaram-no do carro com tanta precipita\u00e7\u00e3o que feriu na queda a parte anterior da perna. Policarpo nem sequer voltou-se, mas prosseguiu alegremente o caminho para o est\u00e1dio depressa, como se nada houvesse sofrido. A\u00ed, reinava tal tumulto que ningu\u00e9m podia fazer-se ouvir.<\/p>\n<p>Quando ele entrou, foi ouvida uma voz do c\u00e9u, dizendo: \u201cCoragem, Policarpo, seja homem!\u201d, ningu\u00e9m viu quem falou, mas a voz foi ouvida pelos irm\u00e3os presentes. Foi levado \u00e0 presen\u00e7a do proc\u00f4nsul, que iniciou o interrogat\u00f3rio, perguntando se de fato era Policarpo. Recebida a resposta afirmativa tentou persuadi-lo a renegar a f\u00e9: \u201cRespeita a tua velhice\u201d. E seguiram-se os argumentos usuais, em tais circunst\u00e2ncias: \u201cJura pela sorte de C\u00e9sar, renega as tuas ideias e dize: \u201cMorte aos ateus!\u201d.<\/p>\n<p>Policarpo ent\u00e3o, voltando-se para a multid\u00e3o do est\u00e1dio, fixando firmemente com um olhar severo aquela ral\u00e9 criminosa, elevou a m\u00e3o contra ela e disse, com os olhos voltados para o c\u00e9u: \u201cMorte aos ateus\u201d. Insistiu ainda o proc\u00f4nsul: \u201cFaze o juramento e eu te libertarei. Insulta ao Cristo\u201d. Respondeu Policarpo: \u201cH\u00e1 oitenta e seis anos que o sirvo e nunca me fez mal algum. Como poderia blasfemar meu Rei e Salvador?\u201d Como de novo insistisse, dizendo: \u201cJura pela sorte de C\u00e9sar\u201d, replicou Policarpo: \u201cSe esperas, em v\u00e3o, que v\u00e1 jurar pela sorte de C\u00e9sar, simulando ignorares quem sou, ouve o que te digo com franqueza: sou crist\u00e3o! Se, por acaso, quiseres aprender a doutrina do Cristianismo, concede-me o prazo de um dia e presta aten\u00e7\u00e3o!\u201d. Disse-lhe o proc\u00f4nsul: \u201cExperimenta persuadir o povo\u201d. Respondeu-lhe Policarpo: \u201cJulgo que diante de ti devo explicar-me, pois aprendemos a honrar devidamente os princ\u00edpios e as autoridades estabelecidas por Deus quando n\u00e3o s\u00e3o nocivas \u00e0 nossa f\u00e9. Quanto \u00e0quela gente, por\u00e9m, n\u00e3o a julgo digna de ouvir a minha justifica\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Nem com isso desistiu o proc\u00f4nsul: \u201cTenho feras\u201d, disse, \u201c\u00e0s quais te lan\u00e7arei, se n\u00e3o te converteres\u201d; \u201cfaze-as vir\u201d, respondeu Policarpo; \u201cimposs\u00edvel para n\u00f3s uma convers\u00e3o do melhor ao pior; o bem \u00e9 poder passar dos males \u00e0 justi\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p>De novo, o proc\u00f4nsul: \u201cSe n\u00e3o te convertes, se desprezas as feras, eu te farei consumir pelo fogo\u201d. Policarpo: \u201cAmea\u00e7as com o fogo que arde um momento e logo se apaga. N\u00e3o conheces o fogo do ju\u00edzo que h\u00e1 de vir e da pena eterna onde ser\u00e3o queimados os inimigos de Deus. Mas, que esperas ainda? D\u00e1 a senten\u00e7a que te apraz!\u201d. N\u00e3o somente o interrogat\u00f3rio n\u00e3o o perturbou, mas foi o proc\u00f4nsul quem perdeu a calma. Este mandou ent\u00e3o o arauto proclamar por tr\u00eas vezes no est\u00e1dio:<\/p>\n<p>\u201cPolicarpo acaba de confessar-se crist\u00e3o\u201d. Mal tinha anunciado, a multid\u00e3o de gentios e judeus de Esmirna prorrompeu em gritos furiosos e desenfreados: \u201cEis o mestre da \u00c1sia, o pai dos crist\u00e3os, o blasfemador dos nossos deuses, o que induz tantos outros a n\u00e3o mais honr\u00e1-los com sacrif\u00edcios e ora\u00e7\u00f5es\u201d. E assim gritando, exigiram do asiarca Filipe que lan\u00e7asse um le\u00e3o sobre Policarpo. Ele recusou-se, observando que isso era imposs\u00edvel, pois os combates de feras haviam sido proibidos. Ocorreu imediatamente outra ideia \u00e0 multid\u00e3o gritando, a uma s\u00f3 voz: \u201cQue Policarpo seja queimado vivo!\u201d.<\/p>\n<p>Com efeito, era preciso que se cumprisse a vis\u00e3o do travesseiro. Tinha visto em chamas, quando estava em ora\u00e7\u00e3o e voltando-se para os fi\u00e9is que o rodeavam dissera em tom prof\u00e9tico: \u201cDevo ser queimado vivo\u201d. Armada a fogueira, Policarpo despiu as suas vestes, desatou o cinto, tentou desamarrar as sand\u00e1lias, o que j\u00e1 n\u00e3o fazia, pois os fi\u00e9is sempre se apressavam em ajud\u00e1-lo, no desejo de tocar-lhe o corpo, no qual muito antes do mart\u00edrio j\u00e1 brilhava o esplendor da santidade de sua vida.<\/p>\n<p>Rapidamente cercaram-no com as coisas trazidas para o fogo. Quando os algozes quiseram amarr\u00e1-lo, disse-lhes: \u201cDeixa-me livre. Quem me d\u00e1 for\u00e7as para suportar o fogo, dar-me-\u00e1 igualmente a de ficar nele im\u00f3vel sem necessitar deste vosso cuidado\u201d.<\/p>\n<p>\u201cSenhor, Deus onipotente, Pai de Jesus Cristo, teu Filho amado e bendito, pelo qual te conhecemos: Deus de toda a fam\u00edlia dos justos que vive na tua presen\u00e7a \u2013 eu te bendigo por me haveres julgado digno deste dia e desta hora, digno de participar no n\u00famero dos m\u00e1rtires, do c\u00e1lice do teu Cristo para a ressurrei\u00e7\u00e3o da vida eterna do corpo e da alma, na incorruptibilidade do Esp\u00edrito Santo! O fogo tomou uma forma de c\u00fapula, como a vela de um barco batido pelo vento e envolveu o corpo do m\u00e1rtir por todos os lados. Ele estava no meio, n\u00e3o como carne queimada, mas como um p\u00e3o que se assa ou como ouro ou para candentes, na fornalha. Sentimos ent\u00e3o um odor suave como o do incenso ou de outra ess\u00eancia preciosa.<\/p>\n<p><strong>Assista tamb\u00e9m:&nbsp;<\/strong><a href=\"http:\/\/cleofas.com.br\/voce-sabe-como-sao-policarpo-foi-martirizado\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Voc\u00ea sabe como S\u00e3o Policarpo foi martirizado?<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/loja.cleofas.com.br\/historia-da-igreja-idade-antiga\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-62929 alignright\" src=\"http:\/\/cleofas.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/historia_da_igreja.png\" alt=\"\" width=\"190\" height=\"190\"\/><\/a>Vendo, afinal que o fogo n\u00e3o conseguia consumir o corpo, os \u00edmpios mandaram o executor transpass\u00e1-lo com o punhal. E quando isto foi feito, saiu da ferida tal quantidade de sangue que apagou o fogo. Vendo o centuri\u00e3o a oposi\u00e7\u00e3o dos judeus, fez queimar publicamente o corpo, conforme o costume pag\u00e3o.<\/p>\n<p>Deste modo pudemos mais tarde recolher seus restos, mais preciosos do que pedras raras e mais valiosos do que ouro, para deposit\u00e1-los em lugar conveniente, onde todos, quando poss\u00edvel, nos reunimos com a ajuda do Senhor, para celebrar com alegria e j\u00fabilo o dia do seu nascimento pelo mart\u00edrio, em mem\u00f3ria dos que combateram antes de n\u00f3s, preparando-nos e fortificando-nos para as lutas futuras.<\/p>\n<p>O santo Policarpo sofreu o mart\u00edrio no dia dois do m\u00eas xanthicos [22 de fevereiro], s\u00e9timo dia antes das calendas de mar\u00e7o, num s\u00e1bado, \u00e0 hora oitava [2 horas da tarde]. Quem o prendeu foi Herodes, sob o pontificado de Filipe de Trales, sendo proc\u00f4nsul Est\u00e1cio Quadrado, no reinado eterno de Nosso Senhor Jesus Cristo, a quem sejam gl\u00f3ria, honra, majestade e o trono de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o. Am\u00e9m\u201d (Patrologia grega 5, 1029-1045).<\/p>\n<p><strong>Retirado do livro: &#8220;Hist\u00f3ria da Igreja &#8211; A Idade Antiga&#8221;. Prof. Felipe Aquino. Ed. Cl\u00e9ofas.<\/strong><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Meio s\u00e9culo depois do mart\u00edrio de Santo In\u00e1cio de Antioquia, foi a vez do seu amigo S\u00e3o Policarpo (\u2020155), bispo de Esmirna, na \u00c1sia Menor, hoje Turquia, experimentar o mesmo sacrif\u00edcio no tempo de Antonino Pio. 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