{"id":2241,"date":"2007-07-10T21:51:27","date_gmt":"2007-07-10T18:51:27","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/2007\/07\/10\/a-unica-igreja-de-cristo\/"},"modified":"2007-07-10T21:51:27","modified_gmt":"2007-07-10T18:51:27","slug":"a-unica-igreja-de-cristo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/2007\/07\/10\/a-unica-igreja-de-cristo\/","title":{"rendered":"A \u00fanica Igreja de Cristo"},"content":{"rendered":"<p><span>CONGREGA\u00c7\u00c3O PARA A DOUTRINA DA F\u00c9<\/span><\/p>\n<p><strong><span>RESPOSTAS A QUEST\u00d5ES RELATIVAS A ALGUNS ASPECTOS<br \/>\nDA DOUTRINA SOBRE A IGREJA<\/span><\/strong>\n<\/p>\n<p><strong><span>\u00a0<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/span><\/strong><\/p>\n<p><span>\u00c9 de todos conhecida a import\u00e2ncia que teve o Conc\u00edlio Vaticano II para um conhecimento mais profundo da eclesiologia cat\u00f3lica, quer com a Constitui\u00e7\u00e3o dogm\u00e1tica <em>Lumen gentium<\/em> quer com os Decretos sobre o Ecumenismo (<em>Unitatis redintegratio<\/em>) e sobre as Igrejas Orientais (<em>Orientalium Ecclesiarum<\/em>). Muito oportunamente, tamb\u00e9m os Sumos Pont\u00edfices acharam por bem aprofundar a quest\u00e3o, atendendo sobretudo \u00e0 sua aplica\u00e7\u00e3o concreta: assim, Paulo VI com a Carta enc\u00edclica <em>Ecclesiam suam<\/em> (1964) e Jo\u00e3o Paulo II com a Carta enc\u00edclica <em>Ut unum sint<\/em> (1995).<\/span><\/p>\n<p><span>O sucessivo trabalho dos te\u00f3logos, tendente a ilustrar com maior profundidade os m\u00faltiplos aspectos da eclesiosologia, levou \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de uma vasta literatura na mat\u00e9ria. Mas, se o tema se revelou deveras fecundo, foi tamb\u00e9m necess\u00e1rio proceder a algumas chamadas de aten\u00e7\u00e3o e esclarecimentos, como aconteceu com a Declara\u00e7\u00e3o <em>Mysterium Ecclesiae<\/em> (1973), a Carta aos Bispos da Igreja Cat\u00f3lica <em>Communionis notio<\/em> (1992) e a Declara\u00e7\u00e3o <em>Dominus Iesus<\/em> (2000), todas elas promulgadas pela Congrega\u00e7\u00e3o para a Doutrina da F\u00e9.<\/span><\/p>\n<p><span>A complexidade estrutural do tema, bem como a novidade de muitas afirma\u00e7\u00f5es, continuam a alimentar a reflex\u00e3o teol\u00f3gica, nem sempre imune de desvios geradores de d\u00favidas, a que esta Congrega\u00e7\u00e3o tem prestado sol\u00edcita aten\u00e7\u00e3o. Da\u00ed que, tendo presente a doutrina \u00edntegra e global sobre a Igreja, entendeu ela dar com clareza a genu\u00edna interpreta\u00e7\u00e3o de algumas afirma\u00e7\u00f5es eclesiol\u00f3gicas do Magist\u00e9rio, por forma a que o correto debate teol\u00f3gico n\u00e3o seja induzido em erro, por motivos de ambig\u00fcidade.<\/span><\/p>\n<p><span>\u00a0<\/span><\/p>\n<p><strong><span>RESPOSTAS \u00c0S QUEST\u00d5ES<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span>Primeira quest\u00e3o: Ter\u00e1 o Conc\u00edlio Ecum\u00e9nico Vaticano II modificado a precedente doutrina sobre a Igreja?<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span>Resposta<\/span><\/strong><span>: O Conc\u00edlio Ecum\u00e9nico Vaticano II n\u00e3o quis modificar essa doutrina nem se deve afirmar que a tenha mudado; apenas quis desenvolv\u00ea-la, aprofund\u00e1-la e exp\u00f4-la com maior fecundidade.<\/span><\/p>\n<p><span>Foi quanto Jo\u00e3o XXIII claramente afirmou no in\u00edcio do Conc\u00edlio[1]. Paulo VI repetiu-o[2] e assim se exprimiu no acto de promulga\u00e7\u00e3o da Constitui\u00e7\u00e3o <em>Lumen gentium<\/em>: &#8220;N\u00e3o pode haver melhor coment\u00e1rio para esta promulga\u00e7\u00e3o do que afirmar que, com ela, a doutrina transmitida n\u00e3o se modifica minimamente. O que Cristo quer, tamb\u00e9m n\u00f3s o queremos. O que era, manteve-se. O que a Igreja ensinou durante s\u00e9culos, tamb\u00e9m n\u00f3s o ensinamos. S\u00f3 que o que antes era percept\u00edvel apenas a n\u00edvel de vida, agora tamb\u00e9m se exprime claramente a n\u00edvel de doutrina; o que at\u00e9 agora era objecto de reflex\u00e3o, de debate e, em parte, at\u00e9 de controv\u00e9rsia, agora tem uma formula\u00e7\u00e3o doutrinal segura&#8221;[3]. Tamb\u00e9m os Bispos repetidamente manifestaram e seguiram essa mesma inten\u00e7\u00e3o[4].<\/span><\/p>\n<p><strong><span>Segunda quest\u00e3o: Como deve entender-se a afirma\u00e7\u00e3o de que a Igreja de Cristo subsiste na Igreja cat\u00f3lica?<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span>Resposta<\/span><\/strong><span>: Cristo &#8220;constituiu sobre a terra&#8221; uma \u00fanica Igreja e instituiu-a como &#8220;grupo vis\u00edvel e comunidade espiritual&#8221;[5], que desde a sua origem e no curso da hist\u00f3ria sempre existe e existir\u00e1, e na qual s\u00f3 permaneceram e permanecer\u00e3o todos os elementos por Ele institu\u00eddos[6]. &#8220;Esta \u00e9 a \u00fanica Igreja de Cristo, que no S\u00edmbolo professamos como sendo una, santa, cat\u00f3lica e apost\u00f3lica [\u2026]. Esta Igreja, como sociedade constitu\u00edda e organizada neste mundo, subsiste na Igreja Cat\u00f3lica, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunh\u00e3o com ele&#8221;[7].<\/span><\/p>\n<p><span>Na Constitui\u00e7\u00e3o dogm\u00e1tica <em>Lumen gentium<\/em> 8, subsist\u00eancia \u00e9 esta perene continuidade hist\u00f3rica e a perman\u00eancia de todos os elementos institu\u00eddos por Cristo na Igreja cat\u00f3lica[8], na qual concretamente se encontra a Igreja de Cristo sobre esta terra.<\/span><\/p>\n<p><span>Enquanto, segundo a doutrina cat\u00f3lica, \u00e9 correcto afirmar que, nas Igrejas e nas comunidades eclesiais ainda n\u00e3o em plena comunh\u00e3o com a Igreja cat\u00f3lica, a Igreja de Cristo \u00e9 presente e operante atrav\u00e9s dos elementos de santifica\u00e7\u00e3o e de verdade nelas existentes[9], j\u00e1 a palavra &#8220;subsiste&#8221; s\u00f3 pode ser atribu\u00edda exclusivamente \u00e0 \u00fanica Igreja cat\u00f3lica, uma vez que precisamente se refere \u00e0 nota da unidade professada nos s\u00edmbolos da f\u00e9 (Creio\u2026 na Igreja &#8220;una&#8221;), subsistindo esta Igreja &#8220;una&#8221; na Igreja cat\u00f3lica[10].<\/span><\/p>\n<p><strong><span>Terceira quest\u00e3o: Porque se usa a express\u00e3o &#8220;<em>subsiste na<\/em>&#8220;, e n\u00e3o simplesmente a forma verbal &#8220;<em>\u00e9<\/em>&#8220;<\/span><\/strong><span>?<\/span><\/p>\n<p><strong><span>Resposta<\/span><\/strong><span>: O uso desta express\u00e3o, que indica a plena identidade da Igreja de Cristo com a Igreja cat\u00f3lica, n\u00e3o altera a doutrina sobre Igreja; encontra, todavia, a sua raz\u00e3o de verdade no facto de exprimir mais claramente como, fora do seu corpo, se encontram &#8220;diversos elementos de santifica\u00e7\u00e3o e de verdade&#8221;, &#8220;que, sendo dons pr\u00f3prios da Igreja de Cristo, impelem para a unidade cat\u00f3lica&#8221;[11].<\/span><\/p>\n<p><span>&#8220;Por isso, as pr\u00f3prias Igrejas e Comunidades separadas, embora pensemos que t\u00eam faltas, n\u00e3o se pode dizer que n\u00e3o tenham peso ou sejam vazias de significado no mist\u00e9rio da salva\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que o Esp\u00edrito se n\u00e3o recusa a servir-se delas como de instrumentos de salva\u00e7\u00e3o, cujo valor deriva da mesma plenitude da gra\u00e7a e da verdade que foi confiada \u00e0 Igreja cat\u00f3lica&#8221;[12].<\/span><\/p>\n<p><strong><span>Quarta quest\u00e3o: Porque \u00e9 que o Conc\u00edlio Ecum\u00e9nico Vaticano II d\u00e1 o nome de &#8220;Igrejas&#8221; \u00e0s Igrejas orientais separadas da plena comunh\u00e3o com a Igreja cat\u00f3lica?<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span>Resposta<\/span><\/strong><span>: O Conc\u00edlio quis aceitar o uso tradicional do nome. &#8220;Como estas Igrejas, embora separadas, t\u00eam verdadeiros sacramentos e sobretudo, em virtude da sucess\u00e3o apost\u00f3lica, o Sacerd\u00f3cio e a Eucaristia, por meio dos quais continuam ainda unidas a n\u00f3s por estreit\u00edssimos v\u00ednculos&#8221;[13], merecem o t\u00edtulo de &#8220;Igrejas particulares ou locais&#8221;[14] , e s\u00e3o chamadas Igrejas irm\u00e3s das Igrejas particulares cat\u00f3licas[15].<\/span><\/p>\n<p><span>&#8220;Por isso, pela celebra\u00e7\u00e3o da Eucaristia do Senhor em cada uma destas Igrejas, a Igreja de Deus \u00e9 edificada e cresce&#8221;[16]. Como por\u00e9m a comunh\u00e3o com a Igreja cat\u00f3lica, cuja Cabe\u00e7a vis\u00edvel \u00e9 o Bispo de Roma e Sucessor de Pedro, n\u00e3o \u00e9 um complemento extr\u00ednseco qualquer da Igreja particular, mas um dos seus princ\u00edpios constitutivos internos, a condi\u00e7\u00e3o de Igreja particular, de que gozam essas venerandas Comunidades crist\u00e3s, \u00e9 de certo modo lacunosa[17].<\/span><\/p>\n<p><span>Por outro lado, a plenitude da catolicidade pr\u00f3pria da Igreja, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunh\u00e3o com ele, encontra na divis\u00e3o dos crist\u00e3os um obst\u00e1culo \u00e0 sua realiza\u00e7\u00e3o plena na hist\u00f3ria[18].<\/span><\/p>\n<p><strong><span>Quinta quest\u00e3o: Por que raz\u00e3o os textos do Conc\u00edlio e do subsequente Magist\u00e9rio n\u00e3o atribuem o t\u00edtulo de &#8220;Igreja&#8221; \u00e0s comunidades crist\u00e3s nascidas da Reforma do s\u00e9culo XVI?<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span>Resposta<\/span><\/strong><span>: Porque, segundo a doutrina cat\u00f3lica, tais comunidades n\u00e3o t\u00eam a sucess\u00e3o apost\u00f3lica no sacramento da Ordem e, por isso, est\u00e3o privadas de um elemento essencial constitutivo da Igreja. Ditas comunidades eclesiais que, sobretudo pela falta do sacerd\u00f3cio sacramental, n\u00e3o conservam a genu\u00edna e \u00edntegra subst\u00e2ncia do Mist\u00e9rio eucar\u00edstico[19], n\u00e3o podem, segundo a doutrina cat\u00f3lica, ser chamadas &#8220;Igrejas&#8221; em sentido pr\u00f3prio[20].<\/span><\/p>\n<p><em><span>O Santo Padre Bento XVI, na Audi\u00eancia concedida ao abaixo-assinado Cardeal Prefeito da Congrega\u00e7\u00e3o para a Doutrina da F\u00e9, ratificou e confirmou estas Respostas, decididas na Sess\u00e3o ordin\u00e1ria desta Congrega\u00e7\u00e3o, mandando que sejam publicadas.<\/span><\/em><span><\/span><\/p>\n<p><em><span>Roma, Sede da Congrega\u00e7\u00e3o para a Doutrina da F\u00e9, 29 de Junho de 2007, Solenidade dos Ap\u00f3stolos S\u00e3o Pedro e S\u00e3o Paulo<\/span><\/em><span>.<\/span><\/p>\n<p><strong><span>William Cardeal Levada<em><br \/>\n<\/em><\/span><\/strong><em><span>Prefeito<\/span><\/em><span><\/span><\/p>\n<p><strong><span>Angelo Amato, SDB,<em><br \/>\n<\/em><\/span><\/strong><span>Arcebispo tit. de Sila<br \/>\n<em>Secret\u00e1rio<\/em><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" align=\"center\"><span>  <\/p>\n<hr align=\"center\" size=\"2\" width=\"100%\" \/>  <\/span><\/p>\n<p><strong><span>Notas<\/span><\/strong><span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span>[1] JO\u00c3O XXIII, <em>Alocu\u00e7\u00e3o<\/em> de 11 de Outubro de 1962: &#8220;\u2026 o Conc\u00edlio \u2026 quer transmitir uma doutrina cat\u00f3lica \u00edntegra e imut\u00e1vel, n\u00e3o distorcida\u2026Imp\u00f5e-se todavia que, nos dias de hoje, a doutrina crist\u00e3, na sua inteireza e sem mutila\u00e7\u00f5es, seja por todos acolhida com novo entusiasmo e com serena e pac\u00edfica ades\u00e3o \u2026\u00c9 necess\u00e1rio que, como todos os sinceros promotores da realidade crist\u00e3, cat\u00f3lica e apost\u00f3lica veementemente desejam, a mesma doutrina seja conhecida de forma cada vez mais ampla e profunda\u2026 \u00c9 necess\u00e1rio que essa doutrina, certa e imut\u00e1vel, a que \u00e9 devido fiel obs\u00e9quio, seja estudada e exposta em sintonia com as exig\u00eancias do nosso tempo. Uma coisa \u00e9 o pr\u00f3prio <em>depositum fidei<\/em>, ou seja, as verdades contidas na nossa veneranda tradi\u00e7\u00e3o, e uma outra \u00e9 o modo como s\u00e3o enunciadas, sempre por\u00e9m com os mesmos significado e sentido&#8221;:<em> AAS<\/em> 54 [1962] 791.792. <\/span><\/p>\n<p><span>[2] Cf. PAULO VI, <em>Alocu\u00e7\u00e3o<\/em> de 29 de Setembro de 1963: <em>AAS<\/em> 55 [1963] 847-852.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span>[3] PAULO VI, <em>Alocu\u00e7\u00e3o<\/em> de 21 de Novembro de 1964: <em>AAS<\/em> 55 [1964] 1009-1010. <\/span><\/p>\n<p><span>[4] O Conc\u00edlio quis exprimir a identidade da Igreja de Cristo com a Igreja Cat\u00f3lica. \u00c9 o que se encontra nos debates sobre o Decreto <em>Unitatis redintegratio<\/em>. O Esquema do Decreto foi apresentado em Aula a 23 de Setembro de 1964 com uma <em>Relatio<\/em> (Act Syn III\/II 296-344). O Secretariado para a Unidade dos Crist\u00e3os respondia a 10 de Novembro de 1964 aos <em>modos<\/em> que os Bispos entretanto haviam enviado (Act Syn III\/VII 11-49). Desta <em>Expensio modorum<\/em> reproduzem-se quatro textos relativos \u00e0 primeira resposta.<\/span><\/p>\n<p><span>A) [In Nr. 1 (Prooemium) Schema <em>Decreti<\/em>: Act Syn III\/II 296, 3-6]<\/span><\/p>\n<p><span>&#8220;Pag. 5, lin. 3-6: Videtur etiam Ecclesiam catholicam inter illas Communiones comprehendi, quod falsum esset.<\/span><\/p>\n<p><span>R(espondetur): Hic tantum factum, prout ab omnibus conspicitur, describendum est. Postea clare affirmatur solam Ecclesiam catholicam esse veram Ecclesiam Christi&#8221; (Act Syn III\/VII 12).<\/span><\/p>\n<p><span>B) [In Caput I in genere: Act Syn III\/II 297-301]<\/span><\/p>\n<p><em><span>&#8220;4 \u2013 Expressius dicatur unam solam esse veram Ecclesiam Christi; hanc esse Catholicam Apostolicam Romanam; omnes debere inquirere, ut eam cognoscant et ingrediantur ad salutem obtinendam\u2026<\/span><\/em><\/p>\n<p><em><span>R(espondetur): In toto textu sufficienter effertur, quod postulatur. Ex altera parte non est tacendum etiam in aliis communitatibus christianis inveniri veritates revelatas et elementa ecclesialia&#8221;<\/span><\/em><span> (Act Syn III\/VII 15). <\/span><span>Cf. tamb\u00e9m <em>ibidem<\/em> n. 5.<\/span><\/p>\n<p><span>C) [In Caput I in genere: Act Syn III\/II 296s]<\/span><\/p>\n<p><em><span>&#8220;5 \u2013 Clarius dicendum esset veram Ecclesiam esse solam Ecclesiam catholicam romanam\u2026<\/span><\/em><\/p>\n<p><em><span>R(espondetur): Textus supponit doctrinam in constitutione \u2018De Ecclesia\u2019 expositam, ut pag. 5, lin. 24-25 affirmatur<\/span><\/em><span> <em>(<\/em>Act Syn III\/VII 15<em>)<\/em>. Portanto, a comiss\u00e3o que deveria pronunciar-se sobre as emendas ao Decreto <em>Unitatis redintegratio<\/em> exprime claramente a identidade da Igreja de Cristo e da Igreja cat\u00f3lica e a sua unicidade, considerando ter essa doutrina fundamento na Constitui\u00e7\u00e3o dogm\u00e1tica <em>Lumen gentium<\/em>.<\/span><\/p>\n<p><span>D) [In Nr 2 Schema <em>Decreti<\/em>: Act Syn III\/II 297s]<\/span><\/p>\n<p><em><span>&#8220;Pag 6, lin. I-24: Clarius exprimatur unicitas Ecclesiae. Non sufficit inculcare, ut in textu fit, unitatem Ecclesiae.<\/span><\/em><\/p>\n<p><em><span>R(espondetur): a) Ex toto textu clare apparet identificatio Ecclesiae Christi cum Ecclesia Catholica, quamvis, ut opportet, efferantur elementa ecclesialia aliarum communitatum&#8221;.<\/span><\/em><\/p>\n<p><em><span>&#8220;Pag. 7, lin. 5: Ecclesia a successoribus Apostolorum cum Petri successore capite gubernata (cf. novum textum ad pag. 6, lin. 33-34) explicite dicitur \u2018unicus Dei grex\u2019 et lin. 13 \u2018una et unica Dei Ecclesia\u2019&#8221;<\/span><\/em><span> (Act Syn III\/VII).<\/span><\/p>\n<p><span>Estas duas express\u00f5es encontram-se na <em>Unitatis redintegratio<\/em> 2.5 e 3.1.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span>[5] Cf. CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Const. dogm. <em>Lumen gentium<\/em>, 8.1. <\/span><\/p>\n<p><span>[6] Cf. CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Decr. <em>Unitatis redintegratio<\/em>, 3.2, 3.4, 3.5, 4.6.<\/span><\/p>\n<p><span>[7] CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Const. dogm. <em>Lumen gentium<\/em>, 8.2.<\/span><\/p>\n<p><span>[8] Cf. CONGREGA\u00c7\u00c3O PARA A DOUTRINA DA F\u00c9, Decl. <em>Mysterium Ecclesiae<\/em>, 1.1: <em>AAS<\/em> 65 [1973] 397; Decl. <em>Dominus Iesus<\/em>, 16.3: <em>AAS<\/em> 92 [2000-II] 757-758; <em>Notifica\u00e7\u00e3o sobre o livro do P. Leonardo Boff, OFM, &#8220;Igreja: carisma e poder&#8221;<\/em>: <em>AAS<\/em> 77 [1985] 758-759.<\/span><\/p>\n<p><span>[9] Cf. JO\u00c3O PAULO II, Carta enc. <em>Ut unum sint<\/em>, 11.3: <em>AAS<\/em> 87 [1995-II] 928.<\/span><\/p>\n<p><span>[10] Cf. CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Const. dogm. <em>Lumen gentium<\/em>, 8.2.<\/span><\/p>\n<p><span>[11] CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Const. dogm. <em>Lumen gentium<\/em>, 8.2.<\/span><\/p>\n<p><span>[12] CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Decr. <em>Unitatis redintegratio<\/em>, 3.4.<\/span><\/p>\n<p><span>[13] Cf. CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Decr. <em>Unitatis redintegratio<\/em>, 15.3; cf. CONGREGA\u00c7\u00c3O PARA A DOUTRINA DA F\u00c9, Carta <em>Communionis notio<\/em>, 17.2: <em>AAS<\/em> 85 [1993-II] 848.<\/span><\/p>\n<p><span>[14] Cf. CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Decr. <em>Unitatis redintegratio<\/em>, 14.1.<\/span><\/p>\n<p><span>[15] Cf. CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Decr. <em>Unitatis redintegratio<\/em>, 14.1; JO\u00c3O PAULO II, Carta enc. <em>Ut unum sint<\/em>, 56s: <em>AAS<\/em> 87 [1995-II] 954s.<\/span><\/p>\n<p><span>[16] CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Decr. <em>Unitatis redintegratio<\/em>, 15.1.<\/span><\/p>\n<p><span>[17] Cf. CONGREGA\u00c7\u00c3O PARA A DOUTRINA DA F\u00c9, Carta <em>Communionis notio<\/em>, 17.3: <em>AAS<\/em> 85 [1993-II] 849.<\/span><\/p>\n<p><span>[18] Cf. CONGREGA\u00c7\u00c3O PARA A DOUTRINA DA F\u00c9, Carta <em>Communionis notio<\/em>, 17.3: <em>AAS<\/em> 85 [1993-II] 849.<\/span><\/p>\n<p><span>[19] Cf. CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Decr. <em>Unitatis redintegratio<\/em>, 22.3.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span>[20] Cf. CONGREGA\u00c7\u00c3O PARA A DOUTRINA DA F\u00c9, Decl. <em>Dominus Iesus<\/em>, 17.2: <em>AAS<\/em> 92 [2000-II] 758. <\/span><\/p>\n<p><span>\u00a0<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span>\u00a0<\/span><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CONGREGA\u00c7\u00c3O PARA A DOUTRINA DA F\u00c9 RESPOSTAS A QUEST\u00d5ES RELATIVAS A ALGUNS ASPECTOS DA DOUTRINA SOBRE A IGREJA \u00a0 INTRODU\u00c7\u00c3O \u00c9 de todos conhecida a import\u00e2ncia que teve o Conc\u00edlio Vaticano II para um conhecimento mais profundo da eclesiologia cat\u00f3lica,&#8230;<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":29,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[32],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2241"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/users\/29"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2241"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2241\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14443,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2241\/revisions\/14443"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2241"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2241"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2241"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}