{"id":3471,"date":"2007-09-24T20:17:49","date_gmt":"2007-09-24T17:17:49","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/2007\/09\/24\/reflexao-sobre-a-missa-em-latim\/"},"modified":"2007-09-24T20:17:49","modified_gmt":"2007-09-24T17:17:49","slug":"reflexao-sobre-a-missa-em-latim","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/2007\/09\/24\/reflexao-sobre-a-missa-em-latim\/","title":{"rendered":"Reflex\u00e3o sobre a Missa em latim"},"content":{"rendered":"<p><strong><font face=\"Times New Roman\">D. Jos\u00e9 Policarpo, Cardeal de Lisboa, \u00a0escreve aos padres sobre o Motu Pr\u00f3prio do Papa Bento XVI<\/font><\/strong><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a0O sacerdote n\u00e3o deve p\u00f4r o acento no seu poss\u00edvel gosto pessoal pela<br \/>\nLiturgia anterior \u00e0 Reforma Lit\u00fargica<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\"><\/p>\n<p><\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a0<\/font>\n<\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">Carta a todos os Presb\u00edteros que exercem o seu minist\u00e9rio no Patriarcado de Lisboa Caros Padres, <\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">1. Dirijo-me a v\u00f3s num momento da vida da Igreja, em que se exige particular discernimento pastoral: a publica\u00e7\u00e3o por Sua Santidade o Papa Bento XVI da Carta Apost\u00f3lica, dada sob a forma de &#8220;Motu Proprio&#8221;, &#8220;SummorumPontificum Cura&#8221;. O &#8220;Motu Proprio&#8221; regula o uso, na Liturgia, do &#8220;Missale Romanum&#8221;, na sua \u00faltima edi\u00e7\u00e3o de 1962, promulgada pelo Papa Jo\u00e3o XXIII,como forma extraordin\u00e1ria de celebra\u00e7\u00e3o da Liturgia cat\u00f3lica segundo o RitoRomano.&gt;&gt; Ao apresentar este &#8220;Motu Proprio&#8221;, o Santo Padre escreveu uma Carta aos Bispos de todo o mundo, cujo texto \u00e9 indispens\u00e1vel para a interpreta\u00e7\u00e3o eaplica\u00e7\u00e3o pastoral do referido &#8220;Motu Proprio&#8221;. Ambos os textos ser\u00e3o publicados no &#8220;Vida Cat\u00f3lica&#8221;. O Santo Padre reconhece que a not\u00edcia da publica\u00e7\u00e3o destas Normas provocou duas rea\u00e7\u00f5es: uma entusiasta aceita\u00e7\u00e3o e uma f\u00e9rrea oposi\u00e7\u00e3o. Espero que,entre n\u00f3s, nenhuma destas atitudes extremas prevale\u00e7a. Considero que as pessoas que desejam celebrar a Liturgia do Missal de 1962 s\u00e3o, entre n\u00f3s,uma minoria, embora perme\u00e1veis ao que se passa noutras Igrejas. \u00c9 mais plaus\u00edvel a rea\u00e7\u00e3o daqueles que sentem desgosto, pensando que se p\u00f4s em quest\u00e3o o Conc\u00edlio Vaticano II e o seu &#8220;ex libris&#8221; que \u00e9 a Reforma Lit\u00fargica. De fato, muitos de n\u00f3s vivemos com grande entusiasmo a Reforma Lit\u00fargica e o esp\u00edrito de &#8220;aggiornamento&#8221; proposto pelo Conc\u00edlio, e isso modelou a nossa forma de ser crist\u00e3o e imprimiu o rosto \u00e0s comunidades crist\u00e3s, que aprenderam a viver a Liturgia, n\u00e3o apenas como manifesta\u00e7\u00e3o da f\u00e9 pessoal, mas como express\u00e3o viva de um Povo que se reconhece como comunidade quando celebra a Sagrada Liturgia. Em esp\u00edrito de comunh\u00e3o com o Santo Padre, escutando-o e obedecendo-lhe, queremos p\u00f4r pastoralmente em pr\u00e1tica, com o discernimento que a sua aplica\u00e7\u00e3o a uma situa\u00e7\u00e3o concreta exige, a sua orienta\u00e7\u00e3o para toda a Igreja, percebendo as motiva\u00e7\u00f5es que o moveram e os objetivos que pretende alcan\u00e7ar. Apesar de o &#8220;Motu Proprio&#8221; dar uma grande autonomia de decis\u00e3o aos P\u00e1rocos e, em certos casos, a todos os Sacerdotes, o Bispo n\u00e3o deixa de ser, como o Santo Padre reconhece, citando a &#8220;Sacrossanctum Concilium&#8221;, n\u00ba 22, o moderador da Liturgia na pr\u00f3pria Diocese: &#8220;O governo da Liturgia depende unicamente da autoridade da Igreja: pertence \u00e0 S\u00e9 Apost\u00f3lica e, nas regras do direito, ao Bispo&#8221; (S.C., n\u00ba22). Na constru\u00e7\u00e3o da unidade da Igreja diocesana, a aplica\u00e7\u00e3o deste &#8220;Motu Proprio&#8221;, no respeito pela autoridade do Santo Padre, expressamente manifestada, ser\u00e1 definida pelo Bispo diocesano,com a colabora\u00e7\u00e3o do Departamento de Liturgia da Diocese. Os motivos e objectivos do Santo Padre.<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a0<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a02. Antes de mais, o bem dos fi\u00e9is, daqueles que desejam a celebra\u00e7\u00e3o segundo o Missal de 1962, porque procuram a\u00ed a dimens\u00e3o sagrada do mist\u00e9rio da Eucaristia, que tamb\u00e9m podem encontrar na celebra\u00e7\u00e3o segundo o Missal de Paulo VI, que devem em qualquer hip\u00f3tese aceitar, porque continua a ser, para toda a Igreja, a forma normal de celebrar a Liturgia. O Santo Padre afirma mesmo que, vencidos os exageros de uma criatividade lit\u00fargica mal concebida, \u00e9 ocasi\u00e3o de imprimir nesta forma normal de celebrar a Missa toda a sua dimens\u00e3o sagrada. Diz Bento XVI na Carta aos Bispos: &#8220;Na celebra\u00e7\u00e3o da Missa segundo o Missal de Paulo VI, poder-se-\u00e1 manifestar, de maneira mais intensa do que frequentemente tem acontecido at\u00e9 agora, aquela sacralidade que atrai muitos para o uso antigo.&#8221; celebrando &#8220;com grande rever\u00eancia, em conformidade com as rubricas; isto torna vis\u00edvel a riqueza espiritual e a profundidade teol\u00f3gica deste Missal&#8221;.- O &#8220;bem dos fi\u00e9is&#8221; \u00e9, pois, o \u00fanico motivo que pode levar os P\u00e1rocos a usar o Missal de 1962, pelo que um P\u00e1roco n\u00e3o pode impor \u00e0 Par\u00f3quia o Missal de 1962 apenas motivado pela sua perspectiva pessoal. &#8211; O &#8220;bem dos fi\u00e9is&#8221; sup\u00f5e discernimento: quantos s\u00e3o os fi\u00e9is, quais os motivos que os levam a pedir essa Liturgia; que forma\u00e7\u00e3o crist\u00e3 e lit\u00fargica possuem. De fato o Santo Padre afirma: &#8220;O uso do Missal antigo pressup\u00f5e um certo grau de forma\u00e7\u00e3o lit\u00fargica e o conhecimento da l\u00edngua latina; e quer uma quer outro n\u00e3o \u00e9 muito freq\u00fcente encontr\u00e1-los&#8221;. Que ningu\u00e9m se precipite nem facilite, na certeza de que encontraremos de modo justo, uma resposta para os fi\u00e9is que o pedirem, obedecendo aos crit\u00e9rios enunciados pelo Santo Padre, que n\u00e3o contemplam motivos como o simples gosto pelo antigo, o ser diferente, ou a forma de reagir a imperfei\u00e7\u00f5es na forma atual de celebrar a Liturgia.<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a0<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a03. Um outro objetivo do Santo Padre \u00e9 salvaguardar a unidade da Igreja.&#8221;Trata-se de chegar a uma reconcilia\u00e7\u00e3o interna no seio da Igreja&#8221;[1]. Na hist\u00f3ria da Igreja, mais do que uma vez, as grandes reformas originaram divis\u00f5es com grupos de crist\u00e3os que n\u00e3o as aceitaram. Foi o caso dos &#8220;velhos cat\u00f3licos&#8221;, a seguir ao Conc\u00edlio Vaticano I, e o do cisma de Mons. Lefebvre, a seguir ao Conc\u00edlio Vaticano II. Bento XVI confessa que a primeira abertura ao uso do Missal de 1962, feita por Jo\u00e3o Paulo II no &#8220;Motu Proprio&#8221; Ecclesia Dei, foi motivada pela crise lefebriana e dirigia-se \u00e0 Fraternidade S. PioX. O seu &#8220;Motu Proprio&#8221; dirige-se n\u00e3o apenas aos seguidores de Mons.Lefebvre, mas a outros crist\u00e3os, mesmo jovens que, pensa o Santo Padre, se sentem atra\u00eddos por essa Liturgia. O horizonte de an\u00e1lise do Santo Padre \u00e9 a Igreja toda. Mas esta preocupa\u00e7\u00e3o por salvaguardar a unidade da Igreja tem, nos dois documentos do Papa, outras concretiza\u00e7\u00f5es a que devemos dar grande relevo pastoral: antes de mais, o Missal de Paulo VI \u00e9 a forma normal, para toda a Igreja, de celebrar a Liturgia. Diz o Santo Padre que, &#8220;obviamente, para viver em plena comunh\u00e3o, tamb\u00e9m os sacerdotes das Comunidades aderentes ao uso antigo n\u00e3o podem, em linha de princ\u00edpio, excluir a celebra\u00e7\u00e3o segundo os novos livros. De fato, n\u00e3o seria coerente com o reconhecimento do valor e da santidade do novo rito a exclus\u00e3o total do mesmo&#8221;; por outro lado, quando o P\u00e1roco acha que deve acolher o desejo de um grupo de fi\u00e9is da sua Par\u00f3quia de celebrar pelo Missal de 1962, &#8220;tenha em conta que o bem destes fi\u00e9is seja harmonicamente coordenado com o bem pastoral de toda a Par\u00f3quia, sob orienta\u00e7\u00e3o do Bispo nos termos do c. 392, evitando divis\u00f5es e promovendo a unidade de toda a Igreja&#8221; (art.\u00ba 5 \u00a71 do Motu Proprio). Isto quer dizer que tem de se avaliar o significado dessa abertura na harmonia de toda a comunidade. Papel dos Sacerdotes na aplica\u00e7\u00e3o destas Normas.<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a0<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a04. Porque \u00e9 o sacerdote quem preside \u00e0 Eucaristia e aos Sacramentos, o bom discernimento pastoral dos sacerdotes \u00e9 muito importante para uma aplica\u00e7\u00e3o positiva e equilibrada destas Normas. Como j\u00e1 ficou dito, o sacerdote n\u00e3o deve p\u00f4r o acento no seu poss\u00edvel gosto pessoal pela Liturgia anterior \u00e0 Reforma Lit\u00fargica, mas no bem dosfi\u00e9is e de toda a comunidade a que preside. O seu gosto pessoal s\u00f3 poder\u00e1 ter lugar na missa privada, &#8220;sine populo&#8221; (art.\u00ba 2\u00ba). Estas celebra\u00e7\u00f5es n\u00e3o podem ser aquelas que s\u00e3o anunciadas ao Povo de Deus, como programa normal da Par\u00f3quia. Essas &#8220;missas privadas&#8221; n\u00e3o devem ser anunciadas. A possibilidade de outros fi\u00e9is assistirem a elas, como est\u00e1 previsto no art.\u00ba4\u00ba do &#8220;Motu Proprio&#8221;, n\u00e3o pode entender-se como divulga\u00e7\u00e3o p\u00fablica das mesmas. Quanto \u00e0s celebra\u00e7\u00f5es p\u00fablicas para os fi\u00e9is que as pedirem, dada a n\u00e3o prem\u00eancia do fen\u00f4meno entre n\u00f3s, que ningu\u00e9m se precipite a conceder essas celebra\u00e7\u00f5es, sem um discernimento pr\u00e9vio, de prefer\u00eancia feito em presbit\u00e9rio e em di\u00e1logo com o Bispo. Estejam os P\u00e1rocos particularmente atentos para se certificarem que os sacerdotes que se apresentam para celebrar segundo o rito antigo, mesmo na missa &#8220;sine populo&#8221;, s\u00e3o id\u00f4neos e n\u00e3o impedidos pelo Direito (cf. Art.\u00ba 5\u00ba\u00a74).<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a0<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a05. Os P\u00e1rocos devem cuidar, particularmente, da qualidade e profundidade lit\u00fargica dessas celebra\u00e7\u00f5es. O rito antigo, j\u00e1 muito distante da pr\u00e1tica da Igreja, se n\u00e3o \u00e9 celebrado com dignidade lit\u00fargica, pode transformar-se em elemento desagregador do crescimento das comunidades. Neste aspecto tenham-se em conta, sobretudo os seguintes pontos:<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a0<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a05.1. O uso da l\u00edngua latina. \u00c9 claro na Carta do Santo Padre aos Bispos que o seu uso sup\u00f5e o conhecimento da l\u00edngua latina. Infelizmente muitos sacerdotes da nossa Diocese j\u00e1 n\u00e3o sabem o latim. Esses sacerdotes devem considerar-se n\u00e3o id\u00f4neos para presidir \u00e0 Missa segundo o Missal de 1962. Se as circunst\u00e2ncias pastorais o aconselharem, devem procurar-se sacerdotes que o possam fazer dignamente.<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a0<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a05.2. A m\u00fasica. Os textos do Missal de 1962 est\u00e3o musicados<br \/>\nem gregoriano. A possibilidade de os cantar, com o m\u00ednimo de qualidade, deve ser condi\u00e7\u00e3o para permitir missas comunit\u00e1rias nesse rito.<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a0<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a05.3. O vern\u00e1culo. As leituras em portugu\u00eas sup\u00f5em tradu\u00e7\u00f5es aprovadas pela Santa S\u00e9 (cf. Art.\u00ba 6\u00ba).<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a0<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a05.4. Os espa\u00e7os sagrados. Os nossos templos est\u00e3o orientados para a celebra\u00e7\u00e3o da Missa segundo o Missal de Paulo VI. Fica proibida qualquer tentativa de altera\u00e7\u00f5es dos espa\u00e7os, sobretudo do altar e do presbit\u00e9rio,por causa da possibilidade de celebrar o ritual de 1962, que ali\u00e1s j\u00e1 previa a celebra\u00e7\u00e3o &#8220;versus populum&#8221;. Princ\u00edpios basilares a ter em conta.<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a0<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a06. Os textos lit\u00fargicos emanados da Reforma Lit\u00fargica constituem a Liturgia normal da Igreja para todos. O uso de textos de antes da Reforma Lit\u00fargica, \u00e9 excepcional, motivado pelo &#8220;bem dos fi\u00e9is&#8221;, a discernir e analisar ponderadamente.<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a0<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a07. As celebra\u00e7\u00f5es, segundo esse rito, devem ser durante a semana. Nos Domingos e dias festivos, celebra-se a Liturgia normal. O Santo Padre abre a hip\u00f3tese, no caso dum grupo significativo de fi\u00e9is o aconselhar, de uma das celebra\u00e7\u00f5es paroquiais nos Domingos e dias festivos seguir o Missal de 1962. Na nossa Diocese, pe\u00e7o aos P\u00e1rocos que, por enquanto, n\u00e3o permitam essas celebra\u00e7\u00f5es dominicais, antes de uma an\u00e1lise profunda da situa\u00e7\u00e3o. Se chegarmos \u00e0 conclus\u00e3o que o &#8220;bem dos fi\u00e9is&#8221; o exige, encontraremos, em conjunto, formas de lhes garantir, ao Domingo e dias festivos, celebra\u00e7\u00f5es de grande qualidade segundo a Liturgia antiga.<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a0<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a08. Estejamos vigilantes para que esta abertura concedida pelo Santo Padre,tendo em conta o bem de toda a Igreja, n\u00e3o se transforme numa campanha em favor da Liturgia antiga. Isso seria contra a Reforma Lit\u00fargica e todo o esp\u00edrito do Conc\u00edlio Vaticano II, e ignoraria o car\u00e1ter extraordin\u00e1rio,claramente afirmado pelo Santo Padre, do uso do Missal de 1962.<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a0<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">9. Procuremos todos celebrar a Liturgia com qualidade, un\u00e7\u00e3o e sentido do Sagrado. Estas qualidades que aparecem a justificar os que procuram a Liturgia antiga, s\u00e3o ali\u00e1s valores da Reforma Lit\u00fargica, pois toda ela \u00e9 express\u00e3o, em assembl\u00e9ia orante, da f\u00e9 da Igreja.<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a0<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a0Conclus\u00e3o 10. Assino esta carta com data de 14 de Setembro, no dia em que entra emvigor a Carta Apost\u00f3lica do Santo Padre &#8220;Summorum Pontificum Cura&#8221;. Ela \u00e9 a express\u00e3o da nossa comunh\u00e3o obediente com o Santo Padre, mas tamb\u00e9m oassumir das nossas responsabilidades pastorais, como Pastor desta Igreja de Lisboa.<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a0<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a0Lisboa, 14 de Setembro de 2007, Festa da Exalta\u00e7\u00e3o da Santa Cruz &#8211; \u00a0D. Jos\u00e9 Policarpo, Cardeal-Patriarca<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a0<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a0[http:\/\/www.agencia.ecclesia.pt\/noticia_all.asp?noticiaid=50703&amp;seccaoid=9&amp;tipoid=1<\/font><\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\">\u00a0<\/font><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. 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