{"id":4941,"date":"2014-01-30T14:50:46","date_gmt":"2014-01-30T16:50:46","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/2008\/01\/22\/voce-sabe-o-que-e-a-doutrina-social-da-igreja\/"},"modified":"2014-01-30T14:49:01","modified_gmt":"2014-01-30T16:49:01","slug":"voce-sabe-o-que-e-a-doutrina-social-da-igreja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/2014\/01\/30\/voce-sabe-o-que-e-a-doutrina-social-da-igreja\/","title":{"rendered":"Voc\u00ea sabe o que \u00e9 a Doutrina social da Igreja?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\"><strong><a href=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/files\/2008\/01\/doutrina.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-15343 alignleft\" style=\"margin: 5px\" alt=\"doutrina\" src=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/files\/2008\/01\/doutrina-300x248.jpg\" width=\"307\" height=\"248\" \/><\/a><\/strong>A Igreja Cat\u00f3lica tem uma vis\u00e3o muito clara do mundo e de suas necessidades; e por isso oferece a solu\u00e7\u00e3o crist\u00e3 para os graves problemas da humanidade segundo a Luz do Evangelho de Jesus Cristo. Mas, infelizmente muitos cat\u00f3licos desconhecem esta Doutrina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ela afirma que: \u201cN\u00e3o cabe aos pastores da Igreja intervir diretamente na constru\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e na organiza\u00e7\u00e3o da vida social. Essa tarefa faz parte da voca\u00e7\u00e3o dos fi\u00e9is leigos, que agem por pr\u00f3pria iniciativa com seus concidad\u00e3os&#8230;\u00a0 Ter\u00e1 sempre em vista o bem comum e se conformar\u00e1 com a mensagem evang\u00e9lica e com a doutrina da Igreja. Cabe aos fi\u00e9is leigos &#8220;animar as realidades temporais com um zelo crist\u00e3o e comportar-se como artes\u00e3os da paz e da justi\u00e7a&#8221; (SRS 42). (CIC \u00a72442)<!--moreContinue lendo...--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As propostas da Igreja n\u00e3o s\u00e3o solu\u00e7\u00f5es ideol\u00f3gicas com \u00eanfase capitalista e nem comunista, mas crist\u00e3s, baseadas na dignidade da pessoa humana, filha de Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Para a Igreja o homem \u00e9 o autor, o centro e o fim de toda a vida econ\u00f4mica e social. \u201cO ponto decisivo da quest\u00e3o social \u00e9 que os bens criados por Deus para todos de fato cheguem a todos conforme a justi\u00e7a e com a ajuda da caridade. (CIC \u00a72459)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">De um lado a Igreja n\u00e3o aceita o lucro idolatrado como um Deus, que explora o ser humano como se fosse uma m\u00e1quina insens\u00edvel; e por outro lado condenou muitas vezes o marxismo que faz do Estado uma institui\u00e7\u00e3o todo-poderosa que elimina a liberdade dos filhos da na\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">De forma alguma a Igreja aceita a viol\u00eancia, a revolu\u00e7\u00e3o, o terrorismo e a guerrilha para resolver o problema social, e muito menos a luta de classes, o incitamento dos pobres contra os ricos. Todas essas pr\u00e1ticas s\u00e3o anti-evang\u00e9licas e n\u00e3o resolvem o problema social, ao contr\u00e1rio, o agravam.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A \u201cGaudium et Spes\u201d do Concilio Vaticano II diz que a Igreja emite um ju\u00edzo moral, em mat\u00e9ria econ\u00f4mica e social, \u201cquando o exigem os direitos fundamentais da pessoa ou a salva\u00e7\u00e3o das almas\u201d (GS 76,5). \u00c9 uma miss\u00e3o distinta da miss\u00e3o das autoridades pol\u00edticas. A Igreja se preocupa com o bem comum, e procura ensinar as atitudes justas na rela\u00e7\u00e3o com os bens terrenos e nas rela\u00e7\u00f5es s\u00f3cio-econ\u00f4micas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Por isso, desde Le\u00e3o XIII (1878-1903) com a \u201cEnc\u00edclica Rerum Novarum\u201d a Igreja tem se pronunciado sobre a quest\u00e3o social. A doutrina social da Igreja se desenvolveu desde o s\u00e9culo XIX com o encontro do Evangelho com a sociedade industrial que surgia, suas novas estruturas para a produ\u00e7\u00e3o de bens de consumo, sua nova concep\u00e7\u00e3o da sociedade, do Estado e da autoridade, suas novas formas de trabalho e de propriedade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">De um lado a Igreja ensina que \u201ctodo sistema segundo o qual as rela\u00e7\u00f5es sociais seriam inteiramente determinadas pelos fatores econ\u00f4micos \u00e9 contr\u00e1rio \u00e0 natureza da pessoa humana e de seus atos\u201d (CA, 24).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ela ensina que:<strong> <\/strong>\u201cuma teoria que faz do lucro a regra exclusiva e o fim \u00faltimo da atividade econ\u00f4mica \u00e9 moralmente inaceit\u00e1vel. O apetite desordenado pelo dinheiro n\u00e3o deixa de produzir seus efeitos perversos. Ele \u00e9 uma das causas dos numerosos conflitos que perturbam a ordem social\u201d (GS 63,3; LE 7; CA 35).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Por outro lado, o \u201cCatecismo da Igreja\u201d afirma que \u201cum sistema que \u201csacrifica os direitos fundamentais das pessoas e dos grupos \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o coletiva da produ\u00e7\u00e3o\u201d \u00e9 contr\u00e1rio \u00e0 dignidade do homem (GS 65). Toda pr\u00e1tica que reduz as pessoas a n\u00e3o serem mais que meros meios que t\u00eam em vista o lucro escraviza o homem, conduz \u00e0 idolatria do dinheiro e contribui para difundir o ate\u00edsmo. \u201d (CIC, \u00a72424)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><\/strong>\u201cA Igreja tem rejeitado as ideologias totalit\u00e1rias e at\u00e9ias associadas, nos tempos modernos, ao \u201ccomunismo\u201d ou ao \u201csocialismo\u201d. Al\u00e9m disso, na pr\u00e1tica do \u201ccapitalismo\u201d ela recusou o individualismo e o primado absoluto da lei do mercado sobre o trabalho humano (CA 10).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A regulamenta\u00e7\u00e3o da economia exclusivamente atrav\u00e9s do planejamento centralizado perverte na base os v\u00ednculos sociais; sua regulamenta\u00e7\u00e3o unicamente pela lei do mercado vai contra a justi\u00e7a social, \u201cpois h\u00e1 muitas necessidades humanas que n\u00e3o podem ser atendidas pelo mercado\u201d (CA 34). \u00c9 preciso preconizar uma regulamenta\u00e7\u00e3o racional do mercado e das iniciativas econ\u00f4micas, de acordo com uma justa hierarquia de valores e em vista do bem comum.\u201d (CIC \u00a72425)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Doutrina Social da Igreja: O que \u00c3\u00a9? -Programa 01\" width=\"600\" height=\"338\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/gPTEim0BVIM?feature=oembed&amp;rel=0\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Confira mais v\u00eddeos sobre Doutrina da Igreja: <a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/user\/editoracleofas\/videos?sort=dd\" target=\"_blank\">http:\/\/www.youtube.com\/user\/editoracleofas\/videos?sort=dd<\/a><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A Igreja valoriza sobretudo o trabalho. Ensina que o valor primordial do trabalho depende do pr\u00f3prio homem, que \u00e9 seu autor e destinat\u00e1rio. Por meio de seu trabalho, o homem participa da obra da Cria\u00e7\u00e3o. Unido a Jesus Cristo, o trabalho pode ser redentor.<strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Papa Jo\u00e3o Paulo II disse na\u00a0 \u201cCentesimus Annus\u201d, que: \u201cA atividade econ\u00f4mica, sobretudo a da economia de mercado, n\u00e3o pode desenvolver-se num vazio institucional, jur\u00eddico e pol\u00edtico. Ela sup\u00f5e que sejam asseguradas as garantias das liberdades individuais e da propriedade, sem esquecer uma moeda est\u00e1vel e servi\u00e7os p\u00fablicos eficazes. O dever essencial do Estado, no entanto, \u00e9 assegurar essas garantias, para que aqueles que trabalham possam gozar do fruto de seu trabalho e portanto sentir-se estimulados a realiz\u00e1-lo com efic\u00e1cia e honestidade&#8230; O Estado tem o dever de vigiar e conduzir a aplica\u00e7\u00e3o dos direitos humanos no setor econ\u00f4mico; nessa esfera, por\u00e9m, a primeira responsabilidade n\u00e3o cabe ao Estado mas \u00e0s institui\u00e7\u00f5es e aos diversos grupos e associa\u00e7\u00f5es que comp\u00f5em a sociedade\u201d (CA 48).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A Igreja ensina que os <em>respons\u00e1veis pelas empresas<\/em> t\u00eam perante a sociedade a responsabilidade econ\u00f4mica e ecol\u00f3gica pelas suas opera\u00e7\u00f5es (CA 37). Eles \u201ct\u00eam o dever de considerar o bem das pessoas e n\u00e3o apenas o aumento dos lucros. Entretanto, estes s\u00e3o necess\u00e1rios, pois permitem realizar os investimentos que garantem o futuro das empresas, garantindo o emprego\u201d. (CIC ,\u00a72432)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sobre o sal\u00e1rio justo a Igreja ensina que ele \u00e9 o fruto leg\u00edtimo do trabalho, e que recus\u00e1-lo ou ret\u00ea-lo pode constituir uma grave injusti\u00e7a (cf. Lv 19,3; Dt 24,14-15; Tg 5,4). Para se determinar o sal\u00e1rio justo \u00e9 preciso levar em conta ao mesmo tempo as necessidades e as contribui\u00e7\u00f5es de cada um.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cLevando-se em considera\u00e7\u00e3o as fun\u00e7\u00f5es e a produtividade, a situa\u00e7\u00e3o da empresa e o bem comum, remunera\u00e7\u00e3o do trabalho deve garantir ao homem e aos seus familiares os recursos necess\u00e1rios a uma vida digna no plano material, social, cultural e espiritual\u201d (GS 67,2). \u201cO acordo das partes n\u00e3o \u00e9 suficiente para justificar moralmente o montante do sal\u00e1rio\u201d. (CIC \u00a72434)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A Igreja tamb\u00e9m fala sobre a greve; e diz que ela \u00e9 moralmente leg\u00edtima \u201cquando se apresenta como um recurso inevit\u00e1vel, e mesmo necess\u00e1rio, em vista de um benef\u00edcio proporcionado. Torna-se moralmente inaceit\u00e1vel quando \u00e9 acompanhada de viol\u00eancias ou ainda quando se lhe atribuem objetivos n\u00e3o diretamente ligados \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de trabalho ou contr\u00e1rios ao bem comum.\u201d (CIC \u00a72435)\u00a0\u201c\u00c9 injusto n\u00e3o pagar aos organismos de seguridade social as cotas estipuladas pelas autoridades leg\u00edtimas\u201d. (CIC \u00a72436)\u00a0No plano internacional, a Igreja ensina que a desigualdade dos recursos e dos meios econ\u00f4micos \u00e9 t\u00e3o grande que provoca entre as na\u00e7\u00f5es um verdadeiro &#8220;fosso&#8221; (SRS 14). \u201cDe um lado, est\u00e3o os que det\u00eam e desenvolvem os meios de crescimento e, de outro, os que acumulam as d\u00edvidas\u201d. (CIC \u00a72437)\u00a0A Igreja entende que diversas causas, de natureza religiosa, pol\u00edtica, econ\u00f4mica e financeira, conferem hoje \u201c\u00e0 quest\u00e3o social uma dimens\u00e3o mundial&#8221; (SRS 9), e que a solidariedade \u00e9 necess\u00e1ria entre as na\u00e7\u00f5es cujas pol\u00edticas j\u00e1 s\u00e3o interdependentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Antes de falecer o Papa Jo\u00e3o Paulo segundo pedia ao mundo, insistentemente, uma \u201cglobaliza\u00e7\u00e3o da solidariedade\u201d. Ela \u00e9 ainda mais indispens\u00e1vel quando se toma preciso deter &#8220;os mecanismos perversos&#8221; que impedem o desenvolvimento dos pa\u00edses menos avan\u00e7ados (SRS,17).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A Igreja afirma que \u201c\u00e9 urgente substituir os sistemas financeiros abusivos e mesmo usur\u00e1rios\u201d (CA, 35), as rela\u00e7\u00f5es comerciais in\u00edquas entre as na\u00e7\u00f5es e a corrida armamentista por um esfor\u00e7o comum no sentido de mobilizar os recursos e objetivos de desenvolvimento moral, cultural e econ\u00f4mico, &#8220;redefinindo as prioridades e as escalas de valores&#8221; (CA, 28)\u201d. (CIC \u00a72438)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As na\u00e7\u00f5es ricas s\u00e3o chamadas pela Igreja a assumir a responsabilidade moral de ajudar as na\u00e7\u00f5es pobre as se desenvolverem. \u201c\u00c8 um dever de solidariedade e caridade; \u00e9 igualmente uma obriga\u00e7\u00e3o de justi\u00e7a, se o bem-estar das na\u00e7\u00f5es ricas prov\u00e9m de recursos naturais n\u00e3o foram eq\u00fcitativamente pagos\u201d. (CIC \u00a72439)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Al\u00e9m da ajuda direta\u00a0 \u00e0s na\u00e7\u00f5es mais pobres nas necessidades imediatas, extraordin\u00e1rias, causadas por cat\u00e1strofes naturais, epidemias etc., a Igreja ensina que \u00e9 necess\u00e1rio tamb\u00e9m \u201creformar as institui\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e financeiras internacionais, para que elas promovam melhor as rela\u00e7\u00f5es eq\u00fcitativas com os pa\u00edses menos desenvolvidos\u201d (SRS, 16).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201c\u00c9 preciso apoiar o esfor\u00e7o dos pa\u00edses pobres trabalhando para seu desenvolvimento e liberta\u00e7\u00e3o\u201d (CA, 26). E a Igreja alerta que esta doutrina deve ser aplicada de maneira muito especial no campo do trabalho agr\u00edcola. Os camponeses, sobretudo dos pa\u00edses menos desenvolvidos, constituem a grande massa dos pobres. (cf CIC \u00a72440)\u00a0Por outro lado a Igreja insiste que \u00e9 necess\u00e1rio \u201caumentar o senso de Deus e o conhecimento de si mesmo\u201d, pois ai esta a base de todo desenvolvimento completo da sociedade humana. Este desenvolvimento completo multiplica os bens materiais e os p\u00f5e a servi\u00e7o da pessoa e de sua liberdade. Diminui a mis\u00e9ria e a explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4micas. Faz crescer o respeito pelas; identidades culturais e a abertura para a transcend\u00eancia ( cf. SRS 32; CA51).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sobretudo a caridade \u00e9 o eixo da Doutrina Social da Igreja; ela nos pergunta: \u201cNa multid\u00e3o de seres humanos sem p\u00e3o, sem teto, sem terra, como n\u00e3o reconhecer L\u00e1zaro, mendigo faminto da par\u00e1bola? Como n\u00e3o ouvir Jesus, que diz: &#8220;Foi a mim que o deixastes de fazer&#8221; (Mt 25,45)?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Este breve resumo da Doutrina Social da Igreja mostra que ela nunca se omitiu diante do problema social que se agravou no mundo a partir do s\u00e9culo XIX com a revolu\u00e7\u00e3o industrial. Ao contr\u00e1rio, a Igreja tem uma proposta s\u00f3lida, que recentemente foi muito bem explanada no \u201cComp\u00eandio de Doutrina Social da Igreja\u201d, publicado em 2004 pelo Pontif\u00edcio Conselho de \u201cJusti\u00e7a e Paz\u201d da Santa S\u00e9. (Editora Paulinas, 2005)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Cabe aos cat\u00f3licos conhecerem esta Doutrina e a colocarem em pr\u00e1tica, rejeitando tudo que n\u00e3o se coaduna com ela, pois esta vem do Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Prof. Felipe Aquino<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas: RN &#8211; Carta Enc. Rerum Novarum (15 de Maio de 1891) de Le\u00e3o XIII, 1892.QA &#8211; Carta Enc. Quadragesimo Anno (15 de Maio de 1931): Papa Pio XI ,1931.MM &#8211; Carta Enc. Mater et Magistra (15 de Maio de 1961): Papa Jo\u00e3o XXIII, 1961.AO &#8211; Carta Apost. Octogesima Adveniens (14 de Maio de 1971) \u2013 Papa Paulo VI, 1971.PP &#8211; Carta Enc. Populorum Progressio (26 de Mar\u00e7o de 1967) \u2013 Papa Paulo VI, 1967.CIC \u2013 Catecismo da Igreja Cat\u00f3lica, Papa Jo\u00e3o Paulo II, 1992.GS \u2013 Gaudium et Spes \u2013 Concilio Vaticano II, 1965CS &#8211; Centesimus Annus, Carta Enc\u00edclica de Jo\u00e3o Paulo II, 1991LE &#8211; Laborem Exercens \u2013 Carta Enc\u00edclica de Jo\u00e3o Paulo II, (14 set 1981)SRS \u2013 Solicitudo Rei Socialis, 1987<\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Igreja Cat\u00f3lica tem uma vis\u00e3o muito clara do mundo e de suas necessidades; e por isso oferece a solu\u00e7\u00e3o crist\u00e3 para os graves problemas da humanidade segundo a Luz do Evangelho de Jesus Cristo. 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