{"id":5271,"date":"2008-02-19T13:59:50","date_gmt":"2008-02-19T10:59:50","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/2008\/02\/19\/em-defesa-da-vida-3\/"},"modified":"2008-02-19T14:01:54","modified_gmt":"2008-02-19T11:01:54","slug":"em-defesa-da-vida-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/2008\/02\/19\/em-defesa-da-vida-3\/","title":{"rendered":"Em Defesa da Vida"},"content":{"rendered":"<p><strong><font face=\"Times New Roman\">MANIFESTA\u00c7\u00c3O EM DEFESA DA VIDA DA MULHER COMO DOM DE DEUS<\/font><\/strong><strong><font face=\"Times New Roman\">\u00a0<\/font><\/strong><strong><\/strong><strong>Por: Maria Cristina Castilho de Andrade<\/strong><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Coordenadora da Pastoral da Mulher da<\/strong><strong>Diocese de Jundia\u00ed &#8211; SP<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong><\/strong><strong><\/strong><strong><\/strong><\/p>\n<p><strong><font face=\"Times New Roman\">\u201cESCOLHE, POIS, A VIDA!\u201d (Dt 30, 19)<\/font><\/strong><strong><font face=\"Times New Roman\">\u00a0<\/font><\/strong><strong> <\/strong><strong>Recebemos, em 19 de janeiro do corrente ano, e-mail da coordenadora nacional da Pastoral da Mulher Marginalizada &#8211; PMM, educadora Bernadete Aparecida Ferreira, convidando-nos a contribuir com a PMM, na constru\u00e7\u00e3o de um documento sobre o tema da Campanha da Fraternidade de 2008. Em anexo, veio um texto de autoria da coordenadora, com o t\u00edtulo: \u201cSOBRE SER CRIST\u00c3, MULHER, EDUCADORA PASTORAL E DEFENDER O DIREITO \u00c0 VIDA DAS MULHERES\u201d. Apesar de, no in\u00edcio, a autora do texto ressaltar que escreve em primeira pessoa, ao final identifica-se como a coordenadora nacional da PMM.<\/strong><strong>Consideramos, portanto, necess\u00e1ria uma manifesta\u00e7\u00e3o da Pastoral da Mulher da Diocese Jundia\u00ed, que atua h\u00e1 25 anos no submundo da prostitui\u00e7\u00e3o. Informamos que esta manifesta\u00e7\u00e3o foi aprovada por nosso Bispo Diocesano, DOM GIL ANT\u00d4NIO MOREIRA.<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong><\/strong><strong>1. A Pastoral, na Diocese de Jundia\u00ed, deixou de utilizar o adjetivo \u201cmarginalizada\u201d, a pedido das assistidas, em 1995, j\u00e1 que consideravam que o termo poderia dar a conota\u00e7\u00e3o de infratoras.<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong><font face=\"Arial\">2. Estranhamos a vis\u00e3o da educadora Bernadete, em rela\u00e7\u00e3o ao abortamento provocado, contr\u00e1ria ao que diz a Palavra de Deus e a Igreja, j\u00e1 que se encontra como coordenadora nacional da PMM junto \u00e0 CNBB. Um agente de pastoral, que n\u00e3o concorda ou interpreta de sua maneira o que diz a B\u00edblia e a Igreja, n\u00e3o atua em conformidade com a f\u00e9 que recebemos em nosso Batismo.<\/font><\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00c9 bom esclarecer que a Pastoral da Mulher, da Diocese de Jundia\u00ed, afastou-se dos encontros nacionais e estaduais, ap\u00f3s encontrar, nos mesmos, como palestrantes, as integrantes da ONG \u201cCat\u00f3licas pelo Direito de Decidir\u201d, que tamb\u00e9m se posicionam a favor da descrimina\u00e7\u00e3o do abortamento e de outras lutas, das quais discordamos.<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong><\/strong><strong>3. Ser cat\u00f3lico, de acordo com a publica\u00e7\u00e3o da CNBB \u2013 2 \u2013 Subs\u00eddios \u2013 \u201cSou Cat\u00f3lico. Vivo a minha F\u00e9\u201d \u2013 1.\u00aa edi\u00e7\u00e3o \u2013 2007, \u00e9: crer em Deus Pai, Filho e Esp\u00edrito Santo; alimentar a f\u00e9 na fonte da Revela\u00e7\u00e3o divina, atrav\u00e9s da Tradi\u00e7\u00e3o, da Sagrada Escritura e do Magist\u00e9rio da Igreja; aderir a Jesus Cristo e obedecer \u00e0 sua Palavra; viver a f\u00e9 como dom de Deus e tudo ofertar para o bem dos irm\u00e3os e irm\u00e3s.<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>4. O Catecismo da Igreja Cat\u00f3lica \u2013 Editoras Vozes, Paulinas, Loyola, Ave-Maria \u2013 1993, \u00e9 claro a respeito do Quinto Mandamento, em seu artigo 5\u00ba:<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong><\/strong><strong><em>N\u00e3o matar\u00e1s (Ex 20,13)<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Ouviste o que foi dito aos antigos: \u201cN\u00e3o matar\u00e1s. Aquele que matar ter\u00e1<\/em><\/strong><strong><em>de responder ao tribunal\u201d. Eu, por\u00e9m, vos digo: todo aquele que se enco-<\/em><\/strong><strong><em>lerizar contra seu irm\u00e3o ter\u00e1 que responder no tribunal (Mt 5, 21-22).<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><strong><em><strong><em>\u201cA vida humana \u00e9 sagrada porque desde a sua origem ela encerra a a\u00e7\u00e3o criadora de Deus, e permanece para sempre numa rela\u00e7\u00e3o especial com o Criador, seu \u00fanico fim. S\u00f3 Deus \u00e9 o dono da vida, do come\u00e7o ao fim; ningu\u00e9m em nenhuma circunst\u00e2ncia pode reivindicar para si o direito de destruir diretamente um ser humano inocente\u201d.<\/em><\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><\/em><\/strong><strong>A respeito do aborto encontramos:<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong><\/strong><strong><em>A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento da concep\u00e7\u00e3o. Desde o primeiro momento de sua exist\u00eancia, o ser humano deve ter reconhecidos os seus direitos de pessoa, entre os quais o direito inviol\u00e1vel de todo ser inocente \u00e0 vida. (2270)<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Antes mesmo de te formares no ventre materno eu te conheci; antes que<\/em><\/strong><strong><em>sa\u00edsses do seio, eu te consagrei (Jr 1, 5).<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><strong><em><strong><em>Meus ossos n\u00e3o te foram escondidos quando eu era feito, em segredo,<\/em><\/strong><strong><em>tecido na terra mais profunda (Sl 139,15).<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><\/em><\/strong><strong><em>A coopera\u00e7\u00e3o formal para um aborto constitui uma falta grave. A Igreja sanciona com uma pena can\u00f4nica de excomunh\u00e3o este delito contra a vida. (2272)<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><strong><em><strong><em>Visto que deve ser tratado como uma pessoa desde a concep\u00e7\u00e3o, o embri\u00e3o dever\u00e1 ser defendido em sua integridade, cuidado e curado, na medida do poss\u00edvel, como qualquer outro ser humano. (2274)<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><\/em><\/strong><strong><\/strong><strong>5. O risco de interpretar a Palavra de Deus e os Documentos da Igreja, de acordo com uma vis\u00e3o particular, poder\u00e1 incorrer ao v\u00edcio capital da soberba, em que o ser humano se coloca, acima ou no mesmo patamar de Deus, como detentor do poder de estabelecer o que \u00e9 o bem e o que \u00e9 o mal. E todos n\u00f3s n\u00e3o estamos libertos dessa tend\u00eancia.<\/strong><strong>A soberba se manifesta no dom\u00ednio \u2013 as coisas devem ser como eu quero -, no vitimismo, na m\u00e1goa e no julgamento. A soberba considera que o outro n\u00e3o sabe nada, \u00e9 desprez\u00edvel, atua de maneira torpe \u00e0s escondidas e o transforma em cad\u00e1ver em seu interior. O contr\u00e1rio da soberba \u00e9 a humildade. E a humildade \u00e9 a verdade sobre si mesmo e o outro. <\/strong><strong>Entrar na obedi\u00eancia, ao que ensina a Palavra de Deus, a Tradi\u00e7\u00e3o e o Magist\u00e9rio da Igreja, \u00e9 sinal de humildade. <\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Diz Maria no Magnificat:<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong><\/strong><strong><em>\u201cExerceu a for\u00e7a com Seu bra\u00e7o,<\/em><\/strong><strong><em>dispersou os que se elevavam no seu pr\u00f3prio conceito\u201d (Lc 1, 51).<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><\/strong><strong><em><strong>Encontramos no Evangelho de S\u00e3o Mateus a respeito da obedi\u00eancia \u00e0 Lei:<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><\/em><\/strong><strong><\/strong><strong><em>N\u00e3o penseis que vim revogar a Lei e os Profetas. N\u00e3o vim revog\u00e1-los, mas dar-lhes pleno cumprimento, porque em verdade vos digo que at\u00e9 que passem o c\u00e9u e a terra, n\u00e3o ser\u00e1 omitido nem um s\u00f3 i, uma s\u00f3 v\u00edrgula da Lei, sem que tudo seja realizado.<\/em><\/strong><strong><em>Aquele, portanto, que violar um s\u00f3 desses menores mandamentos e ensinar os homens a fazerem o mesmo, ser\u00e1 chamado o menor no Reino dos C\u00e9us. Aquele, por\u00e9m, que os praticar e os ensinar, esse ser\u00e1 chamado grande no Reino dos C\u00e9us (Mt 5, 17-19).<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Ensina Santo Tom\u00e1s a respeito da amizade com Deus:<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong><\/strong><strong><em>\u201cInconceb\u00edvel \u00e9 a caridade sem a obedi\u00eancia&#8230; E isto porque a amizade faz quererem ou n\u00e3o quererem os amigos as mesmas coisas.\u201d (ST, 2-2, 104,3)<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>6. O Catecismo da Igreja Cat\u00f3lica, em seu Artigo 2.\u00ba, a respeito do segundo mandamento: \u201cN\u00e3o pronunciar\u00e1s em v\u00e3o o nome do Senhor teu Deus!\u201d (Ex 20,7; Dt 5,11), diz que:<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong> <\/strong><strong><em><font face=\"Arial\">O segundo mandamento pro\u00edbe o abuso do nome de Deus, isto \u00e9, todo uso inconveniente do nome de Deus, de Jesus Cristo, da Virgem Maria e de todos os santos.\u201d (2146)<\/font><\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>E diz mais:<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong><\/strong><strong><em>\u201cA proibi\u00e7\u00e3o da blasf\u00eamia se estende \u00e0s palavras contra a Igreja de Cristo, os santos, as coisas sagradas. \u00c9 tamb\u00e9m blafesmo recorrer ao nome de Deus para encobrir pr\u00e1ticas criminosas, reduzir povos \u00e0 servid\u00e3o, torturar ou matar. O abuso do nome de Deus para cometer um crime provoca a rejei\u00e7\u00e3o da religi\u00e3o\u201d.(2148)<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><\/strong><strong><em><strong>7. Ser agente, em cargo de coordena\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o, de uma Pastoral da Igreja Cat\u00f3lica Apost\u00f3lica Romana ou autodenominar-se cat\u00f3lica e n\u00e3o se posicionar em comunh\u00e3o com a Igreja consideramos que \u00e9 incoer\u00eancia, estelionato e blasf\u00eamia.<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><\/em><\/strong><strong>8. Voltando ao Subs\u00eddio: \u201cSou Cat\u00f3lico. Vivo a minha F\u00e9\u201d, na introdu\u00e7\u00e3o, item 2: <\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong><\/strong><strong><em>\u201cA Tradi\u00e7\u00e3o e o Magist\u00e9rio da Igreja nos apresentam o elenco dos Livros Sagrados aceitos, e nos ajudam na interpreta\u00e7\u00e3o aut\u00eantica deles. Al\u00e9m disso, o Magist\u00e9rio da Igreja, assistido pelo Esp\u00edrito Santo, nos orienta, de modo seguro, na viv\u00eancia de nossa f\u00e9, na alegria da esperan\u00e7a e da caridade. Ajuda-nos a compreender que a nossa f\u00e9 n\u00e3o \u00e9 simplesmente subjetiva ou individual\u201d.<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><\/strong><strong><em><strong>9. N\u00f3s, assistidas, agentes da Pastoral da Mulher, diretoria da Associa\u00e7\u00e3o \u201cMaria de Magdala\u201d e volunt\u00e1rios da entidade amamos e respeitamos o Papa, nossos Bispos, Sacerdotes e Di\u00e1conos. Acreditamos que a Igreja Cat\u00f3lica Apost\u00f3lica Romana foi fundada por Jesus Cristo e que \u00e9 ela a comunidade em que o Ressuscitado est\u00e1 presente:<\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><\/em><\/strong><strong><em>\u201cEis que estou convosco todos os dias, at\u00e9 o fim dos tempos\u201d (Mt 28, 20b).<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><strong><em><strong><\/strong><\/p>\n<p><\/em><\/strong><strong>10. A respeito de duas cita\u00e7\u00f5es do Evangelho: uma de S\u00e3o Mateus: 21, 31-32, e outra de S\u00e3o Jo\u00e3o: 8,1-11. Em S\u00e3o Mateus, Jesus diz: \u201cEm verdade vos digo que os publicanos e as prostitutas est\u00e3o vos precedendo no Reino de Deus. Pois Jo\u00e3o veio a v\u00f3s, num caminho de justi\u00e7a, e n\u00e3o crestes nele.<em> Os publicanos e as prostitutas creram nele<\/em>\u201d. N\u00e3o afirma que preceder\u00e3o por serem prostituas, mas sim porque creram em Jo\u00e3o Batista e quem cr\u00ea age de acordo com sua f\u00e9. Sabe-se muito bem que Jo\u00e3o Batista pregava a convers\u00e3o para receber o Salvador. E quanto ao encontro de Jesus com a mulher ad\u00faltera, no Evangelho de S\u00e3o Jo\u00e3o, Ele n\u00e3o se det\u00e9m no: \u201cQuem dentre v\u00f3s estiver sem pecado, seja o primeiro a lhe atirar uma pedra!\u201d Finaliza o Seu encontro, com a mulher ad\u00faltera, falando: <em>\u201cNem eu te condeno. Vai, e de agora em diante n\u00e3o peques mais\u201d.<\/em><\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong><\/strong><strong>11. A coloca\u00e7\u00e3o seguinte, pela coordenadora nacional da PMM, dentre outras: \u201cA decis\u00e3o de abortar o que seria o broto de uma nova vida\u201d \u00e9 incoerente na vis\u00e3o da Palavra de Deus e da Igreja. J\u00e1 \u00e9 uma nova vida. Com 12 semanas, por exemplo, a crian\u00e7a possui as impress\u00f5es digitais que estar\u00e3o em seus documentos de identidade. O Dr. Dr\u00e1uzio Varella, em seu artigo \u201cA fonte maligna da juventude\u201d, publicado em diversos \u00f3rg\u00e3os de imprensa em novembro de 2007, afirma: \u201cNa c\u00e9lula-ovo que deu origem a cada pessoa, reuniram-se os 30 mil genes da esp\u00e9cie humana: metade chegou com o espermatoz\u00f3ide e a outra os aguardava no \u00f3vulo\u201d. Um ser humano, portanto, apenas com apar\u00eancia f\u00edsica diferente do que ser\u00e1.<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>12. Sem d\u00favida o n\u00e3o querer um filho ou o estupro n\u00e3o s\u00e3o as express\u00f5es da vontade de Deus, mas a nova vida \u00e9. Se h\u00e1 vida, por a\u00ed passou Deus, o Deus Criador.<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong><\/strong><strong>13. Discordamos, tamb\u00e9m, da defesa do abortamento pelas causas estruturais. Nada justifica tirar a vida de um ser indefeso. Se assim for, dever\u00e3o ser, por exemplo, latroc\u00ednios, cometidos por pessoas em situa\u00e7\u00e3o de pobreza, encarados com naturalidade, defendidos e legitimados.<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong><font face=\"Arial\">14. Deduzir que quem trabalha com mulheres deve defend\u00ea-las somente, em toda e em qualquer circunst\u00e2ncia, est\u00e1 em desarmonia com o Deus da Revela\u00e7\u00e3o. O Senhor busca todos os Seus filhos e a Palavra \u00e9 clara a esse respeito: vai ao encontro de mulheres e homens, doentes, peregrinos, famintos, sedentos, encarcerados, cobradores de impostos, pag\u00e3os etc. Temos experimentado essa realidade no submundo. Nele convivem prostitu\u00eddas, ex-prostitu\u00eddas, garotos de programa, egressos e foragidos do sistema penitenci\u00e1rio, travestis, menores infratores, traficantes, oprimidos, opressores. E o Senhor quer ser anunciado a todos. Temos plena convic\u00e7\u00e3o disso! O Senhor Deus n\u00e3o exclui. A mulher n\u00e3o tem mais e nem menos valor do que o pequenino que cresce em seu corpo.<\/font><\/strong><\/p>\n<p><strong>15. Incoerente, dentro do plano de amor de Deus, a coloca\u00e7\u00e3o de que a mulher, ap\u00f3s consultar sua consci\u00eancia, decide pelo abortamento \u201ccom uma \u00e9tica guiada pela necessidade de vida pela generosidade\u201d. Generosidade \u00e9 disposi\u00e7\u00e3o para a bondade. Destruir uma vida humana, dentro ou fora do \u00fatero materno, independentemente do motivo, jamais ser\u00e1 um ato de bondade.<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong><\/strong><strong>16. Encontramos, al\u00e9m disso, no texto, a justificativa e a costumeira gritaria dos aborteiros: \u201cSua capacidade de decis\u00e3o e direito sobre o pr\u00f3prio corpo e a vida precisam ser respeitados tamb\u00e9m\u201d, como se a crian\u00e7a, que habita o seio materno, n\u00e3o tivesse id\u00eantico direito sobre seu corpo, conforme costuma afirmar e reafirmar Dom Gil Ant\u00f4nio, nosso Bispo. \u00c9 necess\u00e1rio repetir e insistir: o beb\u00ea no \u00fatero materno n\u00e3o \u00e9 ap\u00eandice da m\u00e3e, mas sim um novo ser humano. Cabe, neste item, um questionamento feito pelo Desembargador Jos\u00e9 Renato Nalini, do \u00d3rg\u00e3o Especial do Tribunal de Justi\u00e7a de S\u00e3o Paulo e colaborador da Associa\u00e7\u00e3o \u201cMaria de Magdala\u201d: \u201cPor que a mulher deteria a titularidade da vida alheia, gerada numa comunh\u00e3o de outras duas vidas, a da crian\u00e7a e a do pai?\u201d<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>17.Consideramos infelizes o julgamento e a condena\u00e7\u00e3o expl\u00edcita: \u201cEntre essa montanha de filhos n\u00e3o assumidos, com certeza, h\u00e1 tamb\u00e9m os filhos clandestinos dos homens de carne e osso que s\u00e3o pilares que sustentam a Igreja Hier\u00e1rquica real e simb\u00f3lica\u201d. <\/strong><strong>S\u00e3o exce\u00e7\u00f5es os Sacerdotes que n\u00e3o assumem a sua voca\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m eles, quando arrependidos, t\u00eam o direito ao perd\u00e3o de Deus. Por que n\u00e3o citar os filhos n\u00e3o assumidos de outros segmentos? <\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong><\/strong><strong>18. Abominamos as raz\u00f5es enumeradas no texto da educadora Bernadete em favor da descrimina\u00e7\u00e3o do aborto no Brasil, que nos parecem elaboradas em perfeita sintonia com os documentos de 2005 do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade: \u201cAten\u00e7\u00e3o Humanizada ao Abortamento \u2013 Caderno 4\u201d, \u201cPreven\u00e7\u00e3o e Tratamento dos Agravos Resultantes da Viol\u00eancia Sexual contra Mulheres e Adolescentes \u2013 Caderno 6\u201d e \u201cAspectos Jur\u00eddicos do Atendimento \u00e0s V\u00edtimas de Viol\u00eancia Sexual \u2013 Caderno 7\u201d. Comp\u00f5em, as \u201craz\u00f5es\u201d e os documentos, um manifesto em favor da cultura da morte, dos quais discordamos.<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>19. A Pastoral da Mulher da Diocese de Jundia\u00ed, que atua junto \u00e0s prostitu\u00eddas e ex-prostitu\u00eddas, desde 1982, constatou que 78% das assistidas ca\u00edram nas malhas da prostitui\u00e7\u00e3o devido \u00e0 viol\u00eancia sexual infanto-juvenil e as demais tiveram como grande causa a mis\u00e9ria ligada \u00e0 promiscuidade e\/ou a troca do corpo pela droga.<\/strong><strong>Entendemos que, devido a essa situa\u00e7\u00e3o, poucas tiveram acesso \u00e0 escola e condi\u00e7\u00f5es de inserir-se no mercado de trabalho. Somos solid\u00e1rios a elas e nos comovemos com tantas hist\u00f3rias de destrui\u00e7\u00e3o.<\/strong><strong>Tal realidade, entretanto, n\u00e3o nos d\u00e1 o direito de omitir, em situa\u00e7\u00f5es diversas, o pecado individual, encobrindo-o com o social. Os dois ferem a dignidade humana. A mulher prostitu\u00edda tem o direito de conhecer a verdade e de ser ajudada a assumi-la diante da proposta de Deus. A verdade \u00e9 \u00fanica, o que podemos \u00e9 usar estrat\u00e9gias diferentes para proclam\u00e1-la, a fim de que as pessoas n\u00e3o se afastem, mas sim experimentem a miseric\u00f3rdia de Deus, Pai do filho pr\u00f3digo; do bom Pastor que sai em busca da ovelha perdida.<\/strong><strong>N\u00e3o podemos, por conseguinte, no assunto abordado, deixar de mostrar \u00e0s mulheres que o abortamento \u00e9 um homic\u00eddio. Sem d\u00favida, apresentamos, tamb\u00e9m, a elas, o Senhor da Miseric\u00f3rdia, que perdoa os que se arrependem e embala, em seu Reino, os pequeninos e as pequeninas que foram brutalmente arrancados do seio materno.<\/strong><strong>As mulheres, que provocaram um abortamento, s\u00e3o convidadas, no sil\u00eancio, a conversar com Deus e a dizer de seu arrependimento pelo aborto e de seu amor pelo filho ou filha que n\u00e3o permitiram que viesse \u00e0 luz. Eles n\u00e3o desapareceram. Vivem no Senhor, como qualquer pessoa que se encontra na Eternidade.<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong><\/strong><strong>20. Verificamos, ao longo dos 25 anos de an\u00fancio do Evangelho \u00e0s exclu\u00eddas, que foram poucas as que aderiram a um abortamento em sua hist\u00f3ria de prostitui\u00e7\u00e3o. Uma delas, para nossa alegria, recentemente, informou que, ap\u00f3s cinco anos da Pastoral da Mulher na Diocese, portanto j\u00e1 no final de 1987, o abortamento, em meio a elas, \u201ccaiu de moda\u201d. At\u00e9 mesmo parteiras ou curiosas, que as procuravam para oferecer os \u201cservi\u00e7os\u201d, deixaram de vir, j\u00e1 que o compromisso com a vida do nascituro se tornou prioridade.<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>21. A Pastoral da Mulher da Diocese de Jundia\u00ed, para a reconstru\u00e7\u00e3o da prostitu\u00edda e ex-prostitu\u00edda, oferece, em primeiro lugar, reuni\u00f5es semanais de evangeliza\u00e7\u00e3o na Catedral Nossa Senhora do Desterro e atividades diversas e cursos na Associa\u00e7\u00e3o \u201cMaria de Magdala\u201d, pela Pastoral fundada, e, para os filhos e\/ou netos, acompanhamento escolar e aulas de inform\u00e1tica. As atividades visam o empoderamento da mulher e de seus filhos.<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong><\/strong><strong>22. As assistidas, prostitu\u00eddas e ex-prostitu\u00eddas, da Pastoral da Mulher, em reuni\u00e3o no \u00faltimo dia 13 de fevereiro, na sala azul da Catedral Nossa Senhora do Desterro, tendo como tema o texto que nos foi enviado pela pedagoga Bernadete e o tema da Campanha da Fraternidade, admitiram que:<\/strong>\u00d8\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <strong>O abortamento \u00e9 realmente um crime e, como crime, deve haver uma condena\u00e7\u00e3o e uma pena para quem o comete, colabora ou incentiva;<\/strong>\u00d8\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <strong>Ningu\u00e9m tem o direito de matar, principalmente um ser indefeso. Consideram que \u00e9 o mais torpe dos crimes;<\/strong>\u00d8\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <strong>O homem deve ser mais cobrado sobre sua responsabilidade na gravidez e penalizado tamb\u00e9m, em caso de abortamento, por incentivo ou omiss\u00e3o dele;<\/strong>\u00d8\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <strong>Para impedir um abortamento, o mais importante \u00e9 o acolhimento, uma \u201cboa palavra\u201d e a ora\u00e7\u00e3o;<\/strong>\u00d8\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <strong>Seria importante a Igreja manter um servi\u00e7o de orienta\u00e7\u00e3o para emprego e ado\u00e7\u00e3o;<\/strong>\u00d8\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <strong>Na falta de emprego, a mulher deveria ser mais bem informada sobre onde conseguir pelo menos o leite para os filhos;<\/strong>\u00d8\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <strong>Para a mulher em desespero, por uma gravidez indesejada, devido \u00e0 situa\u00e7\u00e3o financeira prec\u00e1ria para criar o filho, poderia existir a possibilidade de ado\u00e7\u00e3o \u00e0 dist\u00e2ncia, pelo menos parcial, da crian\u00e7a;<\/strong>\u00d8\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <strong>O trabalho da Pastoral da Mulher \u00e9 a \u201cboa palavra\u201d para que prostitu\u00eddas e ex-prostitu\u00eddas levem a gravidez at\u00e9 o fim.<\/strong><strong>Todas elas t\u00eam consci\u00eancia de que, a partir da fecunda\u00e7\u00e3o, existe em seu seio uma nova criatura.<\/strong><strong>Foram muito fortes os testemunhos delas em favor da vida, a partir da experi\u00eancia de mant\u00ea-la, independentemente das in\u00fameras dificuldades.<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>23. Entendemos que \u00e9 essencial mostrar a vida como um dom de Deus e com abertura para as realidades eternas: a vida que vem de Deus e deve se conduzir para Ele.<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong><\/strong><strong>24. Ressaltamos algumas considera\u00e7\u00f5es do Texto-Base da Campanha da Fraternidade deste ano, para iluminar o agir em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 defesa da vida, junto a todos os segmentos:<\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u201cDessa forma, os ainda n\u00e3o nascidos, os doentes, os idosos, os miser\u00e1veis, os famintos, os analfabetos, os marginalizados e os exclu\u00eddos em geral perdem seu valor intr\u00ednseco. Constr\u00f3i-se uma cultura da morte e da exclus\u00e3o, que amplia e vai atingindo a todos os desfavorecidos, pois todos eles parecem cada vez mais descart\u00e1veis na sociedade\u201d (40).<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><strong><em><strong><em>\u201c\u00c9 necess\u00e1rio chegar ao cora\u00e7\u00e3o do drama vivido pelo homem contempor\u00e2neo: o eclipse do sentido de Deus e do homem, t\u00edpico de um contexto social e cultural dominado pelo secularismo que com seus tent\u00e1culos invasivos, n\u00e3o deixa de p\u00f4r \u00e0 prova as pr\u00f3prias comunidades crist\u00e3s. (&#8230;) \u00c9 no \u00edntimo da consci\u00eancia moral que consuma o eclipse do sentido de Deus e do homem. (&#8230;) Mas, em certo sentido, \u00e9 posta em quest\u00e3o tamb\u00e9m a \u2018consci\u00eancia moral\u2019 da sociedade: esta \u00e9, de algum modo, respons\u00e1vel, n\u00e3o s\u00f3 porque tolera ou favorece comportamentos contr\u00e1rios \u00e0 vida, mas tamb\u00e9m porque alimenta a \u2018cultura da morte\u2019, chegando a criar e consolidar verdadeiras e pr\u00f3prias \u2018estruturas do pecado\u2019 contra a vida\u201d (128).<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><\/em><\/strong><strong><em>\u201cO caminho para a realiza\u00e7\u00e3o de nossa liberdade n\u00e3o passa por definirmos, por n\u00f3s mesmos, o que \u00e9 bom e o que \u00e9 mau, mas sim em aderir ao caminho do bem que, por obra de Deus, est\u00e1 inscrito em nossa pr\u00f3pria natureza\u201d (162).<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><strong><em> <\/em><\/strong><strong><em>\u201cN\u00e3o h\u00e1 como admitir o aborto em \u2018alguns casos\u2019. N\u00e3o se pode aceitar a elimina\u00e7\u00e3o de uma pessoa inocente em nenhum caso\u201d (209).<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><strong><em><strong><em>\u201cTem-se de come\u00e7ar por renovar a cultura da vida no seio das pr\u00f3prias comunidades crist\u00e3s. Muitas vezes os crentes, mesmo at\u00e9 os que participam ativamente na vida eclesial, caem numa esp\u00e9cie de dissocia\u00e7\u00e3o entre a f\u00e9 crist\u00e3 e suas exig\u00eancias \u00e9ticas a prop\u00f3sito da vida, chegando assim ao subjetivismo moral e a certos comportamentos inaceit\u00e1veis\u201d (257).<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><\/em><\/strong><strong><em><font face=\"Arial\">\u201cAssistimos hoje a novos desafios que nos pedem ser voz dos que n\u00e3o t\u00eam voz. A crian\u00e7a que est\u00e1 crescendo no seio materno e as pessoas que se encontram no ocaso de suas vidas s\u00e3o exig\u00eancias de vida digna que grita ao c\u00e9u e que n\u00e3o pode deixar de nos estremecer. Diante da banaliza\u00e7\u00e3o da vida e de tantas formas de atentado contra a dignidade humana, somos chamados a nos preparar de todas as formas para agir em defesa da vida humana desde a fecunda\u00e7\u00e3o at\u00e9 sua morte natural\u201d (258).<\/font><\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u201cApoiar e acompanhar pastoralmente e com especial ternura e solidariedade as mulheres que decidiram n\u00e3o abortar, e acolher com miseric\u00f3rdia aquelas que abortaram, para ajud\u00e1-las a curar suas graves feridas e convid\u00e1-las a ser defensoras da vida\u201d (273).<\/em><\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong><\/strong><strong>25. Prosseguiremos em nosso trabalho baseado no que diz Jesus Cristo e em comunh\u00e3o com a Igreja:<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u201cSe permanecerdes na minha palavra, sereis verdadeiramente meus disc\u00edpulos e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertar\u00e1 (Jo 8, 31-32)\u201d.<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><strong><em><strong>Somos contr\u00e1rios \u00e0 busca de subterf\u00fagios que mascaram a realidade e n\u00e3o libertam as pessoas.<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><\/em><\/strong><strong>26. Nas pr\u00f3ximas reuni\u00f5es, durante o tempo da Quaresma, refletiremos, com as assistidas, sobre outras pessoas que possuem suas vidas agredidas como os encarcerados, crian\u00e7as com dificuldades de aprendizagem nas escolas p\u00fablicas, doentes e idosos que necessitam do sistema SUS, crian\u00e7as e adultos especiais, dependentes qu\u00edmicos etc.<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong> <\/strong><strong>Conclu\u00edmos, em nosso posicionamento em favor da vida temporal e eterna e radicalmente contra o aborto em qualquer situa\u00e7\u00e3o, com as palavras proclamadas veementemente por nosso Bispo DOM GIL ANT\u00d4NIO na Missa de Cinzas e de abertura da Campanha da Fraternidade deste ano:<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong><\/strong><strong><em>\u201cN\u00d3S CREMOS NA P\u00c1SCOA!\u201d<\/em><\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0N\u00f3s cremos no sepulcro vazio e desejamos ser testemunhas de Jesus Cristo, em favor da vida &#8211; da fecunda\u00e7\u00e3o \u00e0 morte natural -, at\u00e9 os confins da terra. <\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong> <\/strong><strong><em><font face=\"Arial\">\u201cN\u00f3s cremos na Igreja, una, santa, cat\u00f3lica e apost\u00f3lica. Professamos um s\u00f3 batismo para a remiss\u00e3o dos pecados. E esperamos a ressurrei\u00e7\u00e3o dos mortos e a vida do mundo que h\u00e1 de vir\u201d (Credo Niceno-Constantinopolitano).<\/font><\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><\/strong><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Em reconhecimento \u00e0 sacralidade da vida humana e \u00e0 dignidade da pessoa, em comunh\u00e3o com a Palavra, a Tradi\u00e7\u00e3o e o Magist\u00e9rio da Igreja, optamos pela vida, pela felicidade, pelo bem, pela b\u00ean\u00e7\u00e3o, andando nos caminhos de Deus e observando Seus mandamentos, estatutos e normas, em resposta \u00e0 proposta de Mois\u00e9s aos israelitas, antes do povo eleito entrar na Terra Prometida e que se encontra no Livro do Deuteron\u00f4mio, 30, 15-20.<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong><\/strong><strong><em><font face=\"Arial\">\u201cN\u00d3S CREMOS NA P\u00c1SCOA!\u201d<\/font><\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><\/strong><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>MANIFESTA\u00c7\u00c3O EM DEFESA DA VIDA DA MULHER COMO DOM DE DEUS\u00a0Por: Maria Cristina Castilho de Andrade\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Coordenadora da Pastoral da Mulher daDiocese de Jundia\u00ed &#8211; SP\u00a0 \u201cESCOLHE, POIS, A VIDA!\u201d (Dt 30, 19)\u00a0 Recebemos, em 19 de janeiro do corrente&#8230;<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":29,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[49],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5271"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/users\/29"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5271"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5271\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5271"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5271"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5271"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}