{"id":6021,"date":"2008-04-16T14:17:27","date_gmt":"2008-04-16T11:17:27","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/2008\/04\/16\/sobre-a-morte-de-d-estevao\/"},"modified":"2008-04-16T14:17:27","modified_gmt":"2008-04-16T11:17:27","slug":"sobre-a-morte-de-d-estevao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/2008\/04\/16\/sobre-a-morte-de-d-estevao\/","title":{"rendered":"Sobre a morte de D. Estev\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Caros amigos e amigas,<\/p>\n<p>Realmente a morte de D. Estev\u00e3o, como muitos j\u00e1 expressaram neste blog, foi uma perda enorme para a Igreja\u00a0militante, mas, sem\u00a0d\u00favida uma alegria para a Igreja triunfante, ent\u00e3o, para toda a\u00a0Igreja. Agrade\u00e7o sensibilizado os\u00a0coment\u00e1rios de todos os que escreveram\u00a0neste blog. Que a vida e a morte deste Gigante da Igreja, qual um novo Santo Tom\u00e1s dos dias de hoje, nos estimule ainda mais a lutar pelo Reino de\u00a0Deus e pela Igreja que tanto D. Estev\u00e3o defendeu. Em\u00a0honra e homenagem a ele, trancrevo aqui no blog duas mat\u00e9rias\u00a0suas sobre a morte, que ele jamais temeu. Obrigado<\/p>\n<p>Prof. Felipe Aquino &#8211; <a href=\"http:\/\/www.cleofas.com.br\/\">www.cleofas.com.br<\/a><\/p>\n<p>Revista: \u201cPERGUNTE E RESPONDEREMOS\u201dD. Estev\u00e3o Bettencourt, osb.N\u00ba 354 \u2013 Ano 1991 \u2013 P\u00e1g. 481.\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>\u201c\u00d3 MORTE, SEREI A TUA MORTE!\u201d<\/strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 (Os 13, 14)\u00a0<\/p>\n<p><font face=\"Verdana\">O m\u00eas de novembro lembra aos homens em geral o inexor\u00e1vel fato da morte, que a muitos causa apreens\u00e3o. Ora nas Escrituras encontram-se palavras que reconfortam enormemente o crist\u00e3o:<\/font><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><font face=\"Verdana\">\u201cUma vez que os filhos t\u00eam em comum sangue e carne, por isso\u00a0 tamb\u00e9m o Filho participou da mesma condi\u00e7\u00e3o, a fim de destruir pela morte o dominador da morte, isto \u00e9, o diabo, e libertar os que passaram toda a vida em estado de servid\u00e3o, pelo temor da morte\u201d (Hb 2, 14s).<\/font><\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><font face=\"Verdana\">Este texto recorda, em primeiro lugar, que \u201cDeus n\u00e3o fez a morte nem se compraz com a morte dos viventes\u201d (Sb 1, 13): \u201ca morte entrou no mundo por inveja do diabo\u201d (Sb 2, 23).<\/font><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com efeito; diz-nos a f\u00e9 que a morte, violenta como \u00e9, decorrer do primeiro pecado, que Satan\u00e1s instigou (cf. Gn 2,3; Jo 8, 44).\u00a0<\/p>\n<p>A morte, em conseq\u00fc\u00eancia, suscita nos homens o medo ou o horror, medo de que falavam freq\u00fcentemente os fil\u00f3sofos antigos. Escrevia, por exemplo, S\u00eaneca a um amigo: \u201cLivra-te, antes do mais, do medo da morte; ela nos imp\u00f5e o primeiro de todos os jugos\u201d (Ep LXXX5).\u00a0<\/p>\n<p>Eis, por\u00e9m, que o pr\u00f3prio Deus quis redimir os homens do jugo e do temor da morte&#8230; E o fez de maneira muito s\u00e1bia: sim, houve por bem matar a morte mediante a morte ou matar a morte do g\u00eanero humano mediante a de Cristo; cumpriu assim a profecia de Os\u00e9ias: \u201c\u00d3 morte, serei a tua morte!\u201d (Os 13, 14).\u00a0<\/p>\n<p>E como se deu isto? \u2013 O Filho de Deus assumiu a natureza mortal e quis sofrer a morte, embora fosse inocente. A morte o abocanhou, a Ele que nada lhe devia; assim derrotou a morte, ressuscitando para a Vida. Ap\u00f3s Jesus Cristo todos os homens s\u00e3o chamados a venc\u00ea-la, passando para a plenitude da vida atrav\u00e9s do vale da morte.\u00a0<\/p>\n<p>Por isto Cristo \u00e9 chamado pelos medievais <strong>Mors Mortis, <\/strong>a Morte da Morte. \u00c9 Ele quem possui as chaves da morte e da regi\u00e3o dos mortos (cf. Ap 1,18) e tem o poder de arrebatar da morte os homens que ela ainda tenta devorar.\u00a0<\/p>\n<p>Estas verdades, pertencentes ao <strong>b\u00ea-a-b\u00e1 <\/strong>da f\u00e9 crist\u00e3, renovam o \u00e2nimo do crist\u00e3o; este, sendo criatura fr\u00e1gil, pode sentir o arrepio da morte. Todavia Cristo quis santificar ou transfigurar a morte, fazendo dela uma passagem para a Vida definitiva. Em conseq\u00fc\u00eancia, o grande mal j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 a morte, mas, sim, o pecado, pois s\u00f3 este pode afastar do Senhor da Vida o Homem, devotando-o \u00e0 perda do \u00fanico bem que n\u00e3o passa, ou seja, da comunh\u00e3o com Deus.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cOnde est\u00e1, \u00f3 morte, a tua vit\u00f3ria? Onde est\u00e1 o teu aguilh\u00e3o?\u201d (Os 13, 14).\u00a0<\/p>\n<p><strong>E.B.<\/strong>\u00a0\u00a0<\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Caros amigos e amigas, Realmente a morte de D. Estev\u00e3o, como muitos j\u00e1 expressaram neste blog, foi uma perda enorme para a Igreja\u00a0militante, mas, sem\u00a0d\u00favida uma alegria para a Igreja triunfante, ent\u00e3o, para toda a\u00a0Igreja. 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