{"id":7537,"date":"2008-11-27T15:28:08","date_gmt":"2008-11-27T12:28:08","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/2008\/11\/27\/quando-se-deve-ministrar-a-uncao-dos-enfermos\/"},"modified":"2012-04-26T15:06:19","modified_gmt":"2012-04-26T18:06:19","slug":"quando-se-deve-ministrar-a-uncao-dos-enfermos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/2008\/11\/27\/quando-se-deve-ministrar-a-uncao-dos-enfermos\/","title":{"rendered":"Quando se deve ministrar a Un\u00e7\u00e3o dos Enfermos?"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/files\/2008\/11\/socarlosborromeu_quadro_d-schidonealinari_thumb.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-10134\" style=\"margin: 5px\" src=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/files\/2008\/11\/socarlosborromeu_quadro_d-schidonealinari_thumb-213x300.png\" alt=\"\" width=\"213\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/files\/2008\/11\/socarlosborromeu_quadro_d-schidonealinari_thumb-213x300.png 213w, https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/files\/2008\/11\/socarlosborromeu_quadro_d-schidonealinari_thumb.png 352w\" sizes=\"(max-width: 213px) 100vw, 213px\" \/><\/a>A constitui\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica \u201cSacramuncionem infirmorum\u201d, de 30 de novembro de 1972, seguindo o Conc\u00edlio Vaticano II (cf. SC 73), estabeleceu que doravante, no rito romano, se observe o seguinte:<\/p>\n<p>\u201cO sacramento da Un\u00e7\u00e3o dos Enfermos \u00e9 conferido \u00e0s pessoas acometidas de doen\u00e7as perigosas, ungindo-as na fronte e nas m\u00e3os com \u00f3leo devidamente consagrado \u2013 \u00f3leo de oliveira ou outro \u00f3leo extra\u00eddo de plantas -, dizendo uma s\u00f3 vez: \u201cPor esta santa un\u00e7\u00e3o e por sua pi\u00edssima miseric\u00f3rdia, o Senhor venha em teu aux\u00edlio com a gra\u00e7a do Esp\u00edrito Santo, para que, liberto de teus pecados, Ele te salve e, em sua bondade, alivie teus sofrimentos\u201d (CDC, c\u00e2n. 847, 1)\u201d.<!--moreContinue lendo...--><\/p>\n<p>O Catecismo da Igreja ensina que: \u201cO sacramento da Un\u00e7\u00e3o dos enfermos tem a finalidade de conferir uma gra\u00e7a especial ao crist\u00e3o que est\u00e1 passando pelas dificuldades inerentes ao estado de enfermidade grave ou de velhice\u201d (\u00a71527). E que \u201co tempo oportuno para receber a sagrada un\u00e7\u00e3o \u00e9 certamente aquele em que o fiel come\u00e7a a encontrar-se em perigo de morte devido \u00e0 doen\u00e7a ou \u00e0 velhice\u201d (\u00a71528). \u201cCada vez que um crist\u00e3o cair gravemente enfermo, pode receber a sagrada un\u00e7\u00e3o. Da mesma for\u00e7a, pode receb\u00ea-la novamente se a doen\u00e7a se agravar\u201d (\u00a71529).<\/p>\n<p>Os di\u00e1conos n\u00e3o podem ministrar a Un\u00e7\u00e3o dos Enfermos; apenas os sacerdotes (Bispos e presb\u00edteros). O essencial da celebra\u00e7\u00e3o deste Sacramento consiste na un\u00e7\u00e3o da fronte e das m\u00e3os do doente (no rito romano) ou de outras partes do corpo (no Oriente), un\u00e7\u00e3o acompanhada da ora\u00e7\u00e3o lit\u00fargica do presb\u00edtero celebrante, que pede a gra\u00e7a especial deste Sacramento.<\/p>\n<p>A Constitui\u00e7\u00e3o \u201cSacrosantum Concilum\u201d sobre a liturgia, do Conc\u00edlio Vaticano II, ensina que: \u201cAl\u00e9m dos ritos separados da Un\u00e7\u00e3o dos Enfermos e do Vi\u00e1tico [Eucaristia], fa\u00e7a-se um rito conjunto pelo qual se administre a un\u00e7\u00e3o ao enfermo depois da Confiss\u00e3o e antes da recep\u00e7\u00e3o do Vi\u00e1tico\u201d (SC, 74).<\/p>\n<p>\u201cO n\u00famero de Un\u00e7\u00f5es se acomode \u00e0s circunst\u00e2ncias. As ora\u00e7\u00f5es que acompanham a cerim\u00f4nia de Un\u00e7\u00e3o dos Enfermos sejam revistas a fim de corresponderem \u00e0s v\u00e1rias condi\u00e7\u00f5es dos enfermos que recebem este Sacramento\u201d (SC, 75).         O Sacramento da Un\u00e7\u00e3o dos Enfermos pode ser recebida mais de uma vez se necess\u00e1rio; se por acaso um doente grave que recebeu a Un\u00e7\u00e3o recuperar a sa\u00fade, pode, em caso de recair novamente em doen\u00e7a grave, receber de novo este Sacramento. Mesmo durante a mesma enfermidade grave, este Sacramento pode ser repetido se a doen\u00e7a se agravar. \u00c9 tamb\u00e9m permitido que se receba a Un\u00e7\u00e3o dos Enfermos antes de uma cirurgia de alto risco, ou no caso de uma pessoa de idade avan\u00e7ada que vai ser operada, devido \u00e0  idade avan\u00e7ada e fragilidade.<\/p>\n<p>O Catecismo da Igreja relembra que: \u201c\u00c9 dever dos pastores instruir os fi\u00e9is sobre os benef\u00edcios deste Sacramento. Que os fi\u00e9is incentivem os doentes a chamar o sacerdote para receberem este Sacramento. Que os doentes se preparem para receb\u00ea-lo com boas disposi\u00e7\u00f5es, com a ajuda de seu pastor e de toda a comunidade eclesial, que \u00e9 convidada a cercar de modo especial os doentes com suas ora\u00e7\u00f5es e aten\u00e7\u00f5es fraternas\u201d (\u00a71516).<\/p>\n<p>N\u00e3o se deve deixar que um doente grave venha a falecer sem receber a Un\u00e7\u00e3o dos Enfermos; muitas vezes isto acontece porque a fam\u00edlia se descuida de cuidar espiritualmente do enfermo ou porque fica com medo de assust\u00e1-lo; o sacerdote saber\u00e1 preparar o doente psicologicamente para receber o Sacramento em paz.<\/p>\n<p><strong>Prof. Felipe Aquino \u2013 <a href=\"www.cleofas.com.br\" target=\"_blank\">www.cleofas.com.br<\/a><\/strong><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A constitui\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica \u201cSacramuncionem infirmorum\u201d, de 30 de novembro de 1972, seguindo o Conc\u00edlio Vaticano II (cf. 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