{"id":7772,"date":"2009-07-07T14:41:05","date_gmt":"2009-07-07T11:41:05","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/?p=7772"},"modified":"2009-07-07T14:41:05","modified_gmt":"2009-07-07T11:41:05","slug":"o-bebe-de-proveta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/2009\/07\/07\/o-bebe-de-proveta\/","title":{"rendered":"O BEB\u00ca  DE  PROVETA"},"content":{"rendered":"<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">A revista \u201cPergunte e Responderemos\u201d (Ed. Lumen Christi), na sua edi\u00e7\u00e3o de mar\u00e7o de 1993, trouxe um artigo sobre o processo que impressionou as cortes judici\u00e1rias norte americanas, envolvendo o casal J\u00fanior Davis e Mary. Mary n\u00e3o conseguia engravidar, ent\u00e3o o casal tentou a fecunda\u00e7\u00e3o \u201cin<span>\u00a0 <\/span>vitro\u201d. <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">Nove \u00f3vulos de Mary foram fecundados em proveta com o s\u00eamen do marido. Dois dos \u00f3vulos fecundados foram implantados no \u00fatero de Mary, mas n\u00e3o sobreviveram. Os outros sete foram congelados para implanta\u00e7\u00e3o futura.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">Aconteceu que pouco depois desta \u00faltima tentativa de ter filhos, o casal David &#8211; Mary pediu o div\u00f3rcio. Surgiu ent\u00e3o a quest\u00e3o: de quem seria a posse dos embri\u00f5es congelados? O advogado de Mary defendia que cada um dos embri\u00f5es \u00e9 um ser humano e que devia ser confiado \u00e0 tutela da genitora, ao passo que o advogado de Davis afirmava que se tratava de apenas um pr\u00e9-embri\u00e3o ou de uma \u201ccoisa\u201d, que pertencia ao pai.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">Para solucionar a quest\u00e3o o <strong>Dr. J\u00e9r\u00f4me Lejeune<\/strong>, descobridor da <strong>S\u00edndrome de Down<\/strong> (\u201cmongolismo\u201d), <span>\u00a0<\/span>geneticista franc\u00eas de fama mundial, falecido no in\u00edcio de 1995, foi chamado da Fran\u00e7a aos Estados Unidos para oferecer suas informa\u00e7\u00f5es ao juiz. Era uma tarefa sem precedentes na hist\u00f3ria da humanidade!<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">Em Maryville, o Dr. Lejeune reafirmou sua tese de que <strong>\u201co embri\u00e3o \u00e9 um ser humano, independentemente da sua idade; n\u00e3o \u00e9 um \u201cbem\u201d ou alguma coisa que possa ser tratada como um objeto sem vida\u201d.<\/strong> Portanto, os sete embri\u00f5es deveriam ser entregues a um curador que tutelasse os seus direitos humanos, enquanto n\u00e3o fossem implantados no seio de uma mulher. <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">O juiz seguiu o parecer do geneticista e nomeou procurador dos embri\u00f5es o Chefe do Laborat\u00f3rio que os tinha congelado. Os embri\u00f5es deveriam ser entregues \u00e0 sua m\u00e3e, a Sra Mary, visto n\u00e3o serem objetos de propriedade, considerando-se que a vida humana tem seu in\u00edcio no momento da fecunda\u00e7\u00e3o. Foi a c\u00e9lebre decis\u00e3o do juiz de Maryville.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">Este caso traz de volta a quest\u00e3o: a que momento tem in\u00edcio a vida humana? Logo no encontro do \u00f3vulo com o espermatoz\u00f3ide, como sempre defendeu a Igreja? Esta quest\u00e3o, passou agora a ser tamb\u00e9m uma quest\u00e3o jur\u00eddica. Os embri\u00f5es congelados do casal divorciado s\u00e3o simples \u201ccoisas\u201d, ou deveriam ser reconhecidos como seres humanos vivos?<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">O debate entre o <strong>Dr. Lejeune<\/strong> e o advogado do marido de Mary foi muito interessante. O advogado lhe pergunta: <strong><\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><strong><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">\u201cQue \u00e9 um embri\u00e3o, do ponto de vista \u00e9tico, filos\u00f3fico e legal? Em seus estudos, o Sr. chegou \u00e0 convic\u00e7\u00e3o muito firme de que o embri\u00e3o recente ou simplesmente embri\u00e3o \u00e9 um ser humano como o Sr. o descreveu ?\u201d<\/span><\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">Ao que o Dr. Lejeune respondeu-lhe: <strong><\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><strong><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">\u201cSim. N\u00e3o conhe\u00e7o um cientista que tenha chegado \u00e0 opini\u00e3o de que se trata de um bem m\u00f3vel. Nunca ouvi um dos meus colegas (nossas opini\u00f5es divergem em muitos pontos), nunca ouvi um deles dizer a mim ou a outros que um embri\u00e3o congelado era propriedade de algu\u00e9m, que podia ser vendido, que podia ser liquidado como um bem qualquer. Nunca, nunca ouvi isso\u201d.<\/span><\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">Em outro instante o geneticista afirma :<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\">\u201cO que define um ser humano \u00e9 o fato de ser membro da nossa esp\u00e9cie . Assim, quer seja extremamente jovem (um embri\u00e3o), quer seja mais idoso, ele n\u00e3o muda de uma esp\u00e9cie para outra. Ele \u00e9 da nossa estirpe. Isto \u00e9 uma defini\u00e7\u00e3o. Diria, muito precisamente, que tenho o mesmo respeito \u00e0 pessoa humana, qualquer que seja o n\u00famero de quilos que pese, ou o grau de diferencia\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas\u201d.<\/span><\/strong><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">O Dr. J\u00e9r\u00f4me Lejeune escreveu um livro sobre esta quest\u00e3o de Maryville, o qual nos levam a tr\u00eas importantes conclus\u00f5es: 1- o ser humano, segundo o geneticista, se define como um \u00f3vulo fecundado que traz em si todo o patrim\u00f4nio gen\u00e9tico da esp\u00e9cie humana; 2 &#8211; a idade n\u00e3o interfere na defini\u00e7\u00e3o do ser humano; tenha horas apenas, tenha dias, meses ou anos, \u00e9 um ser humano; e, 3 &#8211; nenhum homem de ci\u00eancia em nossos dias, segundo o geneticista, sustenta a tese de que um embri\u00e3o congelado possa ser propriedade de algu\u00e9m como um bem m\u00f3vel.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">O que mais me impressionou em tudo isto foram as palavras de Mary Davis ao juiz, pedindo-lhe que, se a justi\u00e7a lhe recusasse o direito de desenvolver a vida dos embri\u00f5es, ela pediria que &#8220;ao menos a vida n\u00e3o lhes fosse retirada&#8230;&#8221; Disse que preferiria ver seus filhos educados por outra mulher, a v\u00ea-los abandonados na geladeira.<strong> (Um homem \u00e9 um homem , PR n\u00b0 326, pgs. 98 a 104).<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">\u00c9 clara a posi\u00e7\u00e3o da Igreja Cat\u00f3lica sobre isto. A<span>\u00a0 <\/span><strong>Donum Vitae,<\/strong> da <strong>Congrega\u00e7\u00e3o para a Doutrina da F\u00e9 <\/strong>diz:<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">\u201cAs t\u00e9cnicas que provocam uma dissocia\u00e7\u00e3o do parentesco, pela interven\u00e7\u00e3o de uma pessoa estranha ao casal (doa\u00e7\u00e3o de esperma ou de \u00f3vulo, empr\u00e9stimo de \u00fatero), s\u00e3o gravemente desonestas. Essas t\u00e9cnicas (insemina\u00e7\u00e3o e fecunda\u00e7\u00e3o heter\u00f3geneas) lesam<span>\u00a0 <\/span>o direito da crian\u00e7a de nascer de um pai e uma m\u00e3e conhecidos dela e ligados entre si pelo<span>\u00a0 <\/span>casamento. Elas traem o direito exclusivo de se tornar pai e m\u00e3e somente um atrav\u00e9s do outro\u201d (intr. 2).<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">O <strong>Catecismo da Igreja<\/strong> afirma: <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">\u201cPraticadas<span>\u00a0 <\/span>entre<span>\u00a0 <\/span>casal,<span>\u00a0 <\/span>essas<span>\u00a0 <\/span>t\u00e9cnicas (insemina\u00e7\u00e3o e fecunda\u00e7\u00e3o artificiais hom\u00f3logas) s\u00e3o talvez menos<span>\u00a0 <\/span>claras<span>\u00a0 <\/span>a<span>\u00a0 <\/span>um ju\u00edzo<span>\u00a0 <\/span>imediato, mas<span>\u00a0 <\/span>continuam<span>\u00a0 <\/span>moralmente inaceit\u00e1veis. Dissociam o ato sexual do ato procriador. O ato fundante da exist\u00eancia<span>\u00a0 <\/span>dos filhos<span>\u00a0 <\/span>j\u00e1<span>\u00a0 <\/span>n\u00e3o<span>\u00a0 <\/span>\u00e9<span>\u00a0 <\/span>um<span>\u00a0 <\/span>ato pelo qual duas pessoas se doam uma \u00e0 outra, mas um ato que remete a vida e a identidade do embri\u00e3o para o poder dos m\u00e9dicos<span>\u00a0 <\/span>e bi\u00f3logos, e instaura um dom\u00ednio<span>\u00a0 <\/span>da t\u00e9cnica sobre a origem e a destina\u00e7\u00e3o da pessoa humana.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Corpodotexto\" style=\"margin: 0.05pt\"><span style=\"font-size: 14pt;color: windowtext\"><span style=\"font-family: Arial\">A procria\u00e7\u00e3o \u00e9 moralmente privada de sua perfei\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria quando n\u00e3o \u00e9<span>\u00a0 <\/span>querida<span>\u00a0 <\/span>como<span>\u00a0 <\/span>o<span>\u00a0 <\/span>fruto<span>\u00a0 <\/span>do<span>\u00a0 <\/span>ato<span>\u00a0 <\/span>conjugal, isto \u00e9, do gesto espec\u00edfico da uni\u00e3o dos esposos&#8230; Somente o respeito ao v\u00ednculo que existe entre os significados do ato conjugal<span>\u00a0 <\/span>e<span>\u00a0 <\/span>o<span>\u00a0 <\/span>respeito<span>\u00a0 <\/span>pela<span>\u00a0 <\/span>unidade<span>\u00a0 <\/span>do ser humano permite uma procria\u00e7\u00e3o de acordo com a dignidade da pessoa humana\u201d(DV,2,4; CIC,2376-2377).<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\"><span style=\"font-size: 14pt;font-family: Arial\">O caso deste casal franc\u00eas e os ensinamentos da Igreja<span>\u00a0 <\/span>mostram as raz\u00f5es pelas quais a vida n\u00e3o pode estar sujeita \u00e0s manipula\u00e7\u00f5es dos m\u00e9dicos e dos cient\u00edstas. A vida \u00e9 sagrada&#8221;,<span>\u00a0 <\/span>\u00e9 obra<span>\u00a0 <\/span>de Deus, e portanto, s\u00f3 Ele pode dispor dela como desejar.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin: 0cm 0cm 0pt\"><span style=\"font-size: 14pt;font-family: Arial\">\u00a0<\/span><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A revista \u201cPergunte e Responderemos\u201d (Ed. Lumen Christi), na sua edi\u00e7\u00e3o de mar\u00e7o de 1993, trouxe um artigo sobre o processo que impressionou as cortes judici\u00e1rias norte americanas, envolvendo o casal J\u00fanior Davis e Mary. Mary n\u00e3o conseguia engravidar, ent\u00e3o&#8230;<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":29,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[50],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7772"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/users\/29"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7772"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7772\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7774,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7772\/revisions\/7774"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7772"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7772"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/felipeaquino\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7772"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}