26. outubro 2015 · Comentários desativados em Cê tá me entendendo? EP07 - Nudez e Pornografia · Categories: WebTV · Tags: , , ,

No episódio de hoje falaremos sobre uma das grandes afrontas à pureza e a castidade: a pornografia. Quais os seus males ao coração do homem e da mulher? Por que ver pornografia é tão viciante e como combater esse vício? Qual a relação entre a pornografia e a infidelidade nos relacionamentos?

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*”Cê tá me entendendo?” é uma série de programas sobre Teologia do Corpo, produzida pela Canção Nova Fortaleza para a internet.

24. julho 2015 · Comentários desativados em Cê tá me Entendendo? EP - 04 / A Pureza e a educação para o Amor · Categories: WebTV · Tags: , , ,

No 4º episódio da Série “Cê tá me entendendo?”, falamos um pouco sobre a Pureza. Qual a relação entre pureza e castidade e como a pureza nos ajuda na Educação para o Amor. Deusimar também nos falou da “Parábola do Bolo de Cenoura.” ;)
Confira:

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tudo aquilo q sois

Quando se fala em fé, espiritualidade, oração certamente nunca incluímos nessas dimensões o nosso corpo. Sempre pensamos nessas realidades como realidades espirituais, como realidades da nossa alma. Contudo, Paulo Apóstolo nos coloca aqui outra questão: tudo aquilo que nós somos, e nós pertencemos a três dimensões – espiritual, psicológica (ou da alma, animada) e corporal. Deus criou-nos nessas três dimensões e fez-nos participar dessas três dimensões.

Durante muito tempo, houve uma desconsideração com relação à temática do corpo, especialmente com relação a uma má interpretação de São Paulo, quando fala das obras da carne (cf. Gálatas 5, 18ss). Contudo, o que Paulo chama de “carne” não é o corpo, em sentido estrito, mas todas as más inclinações (e não só as eróticas, como alguns costumam pensar). Mas essas “obras da carne”, citadas por Paulo envolvem o homem em todas as suas dimensões – onde está meu corpo, está minha psicologia, está também meu espírito. Estou sempre e por completo em meu lugar. Veja, não existe um pecado que aconteça na carne, não mesmo. Todo pecado envolve o homem como um todo. Assim também, não existe uma graça espiritual que deixe o corpo de fora, não mesmo. A graça envolve o homem como um todo.

Nós fomos criados por Deus como sendo uma pessoa só, mas que se manifesta em três níveis (antropológico, isto é, do homem) diferentes, essa realidade fora criada por Deus e é assim porque Deus quis. Isso estava desde todo o sempre nos planos de Deus. Agora você deve estar se perguntando: “Mas os meus desejos? Minhas inclinações?”. Elas também foram queridas por Deus e mostram algo da vontade de Deus em nossas vidas. O que diferencia é qual a decisão que nós tomamos diante nossos desejos e vontade, inclinações e paixões. Quando o homem escolheu pelo pecado, houve certa “quebra de continuidade” entre aquilo que ele sabe ser certo e aquilo que ele deseja. É como se houve como que um divórcio entre inteligência e vontade. Por isso parecemos hoje querer coisas que sabemos ser erradas.

“Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?” (Romanos 7:18-24)

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tende em vós

“Tende em vós os mesmos sentimentos de Cristo.
Ele, estando na forma de Deus não usou de seu direito de ser tratado como um deus, mas se despojou, tomando a forma de um escravo. Tornando-se semelhante aos homens e reconhecido em seu aspecto como um homem, abaixou-se, tornando-se obediente até a morte, à morte sobre uma cruz.

Por isso Deus soberanamente o elevou e lhe conferiu o nome que está acima de todo nome, a fim de que ao nome de Jesus todo joelho se dobre nos céus, na terra e debaixo da terra, e que toda língua proclame que Jesus Cristo é o Senhor para a glória de Deus Pai” (Filipenses 2, 5-11)

Nessa passagem há algo que sinceramente nos deve mover o coração, nos conta mais profundamente quem Jesus realmente foi. Certamente, no nosso imaginário, muitas vezes temos a imagem de um Cristo-Senhor, acima de todas as coisas, muito mais poderoso do que tudo, um ser intocável, inalcançável (,etc.), e Ele verdadeiramente o é; contudo, como é essa soberania de Jesus? Como é seu poder? Como é sua força?

Muitas vezes nós tentamos pautar os atributos de Deus com nossas próprias medidas, nós queremos ter nosso próprio padrão de comparação, nossas próprias diretivas, em suma, nós não deixamos Deus ser Deus, não deixamos que Ele mesmo nos mostre, nos revele sua vontade de Amor. Nós vamos criando na nossa vida uma espiritualidade “ao nosso modo”, criamos um cristianismo que nos agrada, forjamos imagens de Cristo que nos convém, nós recortamos o Evangelho, só olhamos para as partes que nos confortam, que massageiam nossa vaidade, nossa ego. Vamos fazer um movimento, contrário, pode ser? Vamos convidar para que Deus mesmo mostre seu rosto a nós. Afinal, é Ele mesmo quem vem ao nosso encontro, como foi ao encontro de Abraão, mesmo quando Abraão não o buscava; como ele foi ao encontro de Moisés, mesmo quando Moisés tinha matado um soldado Egípcio; vamos deixar que Ele venha ao nosso encontro como foi ao encontro de Paulo, mesmo quando Paulo o perseguia.

Como é que Cristo apresenta seu poder? É humilhando e maltratando? É mostrando-se como o mais poderoso, como aquele que tudo pode, como aquele que é “superior a todas as coisas”? Ou ele nos mostra outro caminho? A imagem que me lembro de Jesus não é daquele Deus poderoso que nasce nos castelos, que escolhe os melhores banquetes, que procura as melhores roupas, que procura os melhores lugares, os melhores amigos… Lembro que Jesus nasceu numa manjedoura, e não reclamou (mas escolheu esse lugar mesmo para nascer); certamente não usava a melhor marca de sua época, mesmo podendo, escolheu outro caminho. Não fez questão de ser reconhecido pelos homens, quando o aclamavam poderoso e forte, santo e justo mandava que eles se calassem, pois a humildade era seu imperativo.

Será que Cristo ficou chateado quando sua obra não foi reconhecida? Será que Cristo esperneou e fofocou só porque ninguém olhou para seu trabalho e elogiou? Não! Não! Ele não procurou agradar aos homens, mas revelou suas obras somente ao Pai, ele não fez questão de ser reconhecido e coroado como Rei, ser visto como um ser distante. Olhemos só para as companhias de Jesus: pescadores, mendigos, coxos, pobres, prostitutas, ladrões, hipócritas, mentirosos, medrosos, pessoas sem fé. Ele escolheu as periferias da existência humana.

E como nossos sentimentos estão longe dos sentimentos de Cristo… Olhamos para nossa vida. Olhamos para o Evangelho. Quão parecido eles são?

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vós sois templo

Cristo deixou claramente um legado na terra, uma proposta de amor e salvação para a humanidade. Ademais, apresentou um caminho, uma verdade e uma vida – que é Ele mesmo. Contudo, nos deixou uma opção em aberto: podemos seguir, ou não. Podemos traçar esse caminho ou não. Enfim, a escolha parece ser sempre nossa. Jesus não só nos mostra um caminho, mas traça, Ele próprio, um caminho antes de nós, para nos revelar o caminho.

Esse caminho traçado por Jesus é o caminho do amor, e tudo o que isso exigiu d’Ele, e tudo o que isso exige de nós. Olhemos bem, Jesus veio para terra para fazer a vontade do Pai, para realizar mais plenamente sua vontade – muita gente pensa que Jesus veio à terra para morrer e remir nossos pecados. Aqui é necessário dar um “salto” na nossa compreensão sobre a missão de Cristo na terra. A salvação da humanidade, por parte de Jesus Cristo, enquanto verdadeiramente humano e verdadeiramente divino, depende da realização perfeita da vontade do Pai. Isso não queria dizer necessariamente a morte de Jesus na Cruz, de um certo sentido. Na passagem de Hebreus vemos essa radicalidade da entrega de Jesus ao Pai – como uma entrega perfeita de si mesmo a Deus. Sendo Ele mesmo Deus, mas igualmente humano, entrega-se e conforma-se a vontade do Pai da maneira mais profunda e radical.

“Eis por que, ao entrar no mundo, Cristo diz: Não quiseste sacrifício nem oblação, mas me formaste um corpo. Holocaustos e sacrifícios pelo pecado não te agradam. Então eu disse: Eis que venho (porque é de mim que está escrito no rolo do livro), venho, ó Deus, para fazer a tua vontade. Disse primeiro: Tu não quiseste, tu não recebeste com agrado os sacrifícios nem as ofertas, nem os holocaustos, nem as vítimas pelo pecado (quer dizer, as imolações legais). Em seguida, ajuntou: Eis que venho para fazer a tua vontade. Assim, aboliu o antigo regime e estabeleceu uma nova economia.” (Hebreus 10, 5-9).

Jesus Cristo veio para fazer a vontade de Deus, não para realizar um sacrifício que simplesmente viesse a “salvar a humanidade”, num sentido abstrato. Não! Cristo foi muito além; Ele mostrou um caminho de salvação para a humanidade: fazer a vontade do Pai. A centralidade do Evangelho é Cristo que procura fazer a vontade do Pai.

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Há hoje um mito popular que vem adquirindo muita força nos últimos tempos. Ele tenta impor que a história da vida de Jesus, na verdade, não tem garantias históricas; que fora tudo uma invenção dos Apóstolos, que queriam ganhar poder, especialmente Paulo. Que Jesus, na verdade é um mito. Mas eu devo ser bem sincero, e não delongar tanto essa discussão, eu já assisti alguns desses vídeos que falam sobre isso e noto claramente a falta de sinceridade intelectual, ou de honestidade intelectual, e por misturarem várias informações falsas com informações verdadeiras – chegando a conclusões falsas, mas disfarçadas. Isso se chama de sofismas.

A historiografia cada vez mais vem mostrando a veracidade dos fatos da vida de Cristo, e ainda com várias discussões sobre o tema, uma coisa se tem certa: Cristo realmente existiu. Foi um fato histórico que aconteceu a muito tempo atrás, mais ou menos na data que fora relatada. Contudo, quem foi Cristo é uma pergunta de complexidade imensa. Pois as fontes históricas são bastante controversas. Ou seja, não se existe uma comprovação de “quem foi” Cristo, isso não quer dizer que nossa fé se baseie numa probabilidade. Não. Do contrário, temos indícios que Cristo foi realmente quem nós cremos que foi, ainda que não possamos ter uma comprovação científica (histórica).

Talvez, nesse momento você sinta um pouco sua fé abalada, não é? Deve estar se perguntando: será que eu creio numa loucura que não existiu? Será que eu creio num “Jesus” que não existiu de verdade? Como posso ter garantias, como posso ter certezas? Essa, sim, é uma questão chave.

(Continua após o salto.)

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