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Amei João Paulo II. Amei Bento XVI (continuo amando os dois!). E já amo Papa Francisco. Como já escrevi em outras oportunidades, não dá para compará-los. Cada um tem sua riqueza e seu estilo.

Tenho a graça de ser consagrada a Deus na Comunidade Canção Nova. Moro em Roma e, hoje, minha missão é, como jornalista, “seguir” o Papa Francisco. Como correspondente, envio para nossa TV as notícias relacionadas ao Santo Padre e a Cúria Romana.

Este pontificado, no entanto, é especial para mim. Acompanho-o desde o início e de perto. Estava aqui em Roma quando Bento XVI, com um gesto humilde e profético, renunciou ao ministério petrino. Me emocionei com suas últimas palavras como Sumo Pontífice e com sua partida para Castel Gandolfo (onde permaneceu dois meses). Ao lado de milhares de jornalistas vi a Sé Vacante. Além de ver, senti na pele aquelas horas de vazio. Rezei pelo futuro da Igreja, vivi a expectativa do conclave, da Praça de São Pedro vi a fumaça branca. Era uma entre milhares de pessoas que sob a chuva fina e o friozinho europeu, estava ansiosa para saber quem era o novo Sucessor de Pedro.

Vi o cardeal protodiácono, Jean-Louis Tauran dizer: “Habemus Papam”. Me emocionei novamente. E vi aquele homem vindo do fim do mundo se aproximar da sacada da Basílica Vaticana. O vi observando aquela multidão. Me comovi com sua humildade ao pedir que razássemos pro ele. Não imaginava o que estava por vir. Não imaginava as surpresas que Deus estava preparando para a Igreja e para o mundo.

Costumo dizer que, agora, os jornalistas (especialmente os vaticanistas que vivem em Roma!) não podem mais dormir! A cada dia surge uma novidade papal!

As surpresas, no entanto, não são “sobrenaturais”. Não vem de um super-herói e nem de um pop star. As novidades apresentadas pelo Papa Bergoglio não mudam a Doutrina e nem a Tradição da Igreja.

Aprendi que comunicar não é só informar, mas compartilhar o que vivemos. Tenho tentado fazer isso: partilhar com o mundo o que vejo de tão perto. Cada homilia, discurso e gesto de Papa Francisco me fazem sentir amada por Deus, mesmo com meus limites. Ver o Papa que beija os doentes, que anda de carro popular, que cumprimenta os guardas-suíços, os jornalistas (Viva!), que, literalmente, vai ao encontro dos mais necessitados, que vai para Capela todas as noites (mesmo que depois venha a cochilar diante de Jesus!) me fazem querer ser uma pessoa melhor e, ouso dizer, me fazem desejar ser santa.

Danusa

É difícil estar longe da minha família, de tantos amigos que amo e de meu país. Não tenho, no entanto, palavras para agradecer a Deus pela oportunidade de viver, neste tempo que é histórico, esta verdadeira missão na Cidade Eterna. Peço a Deus a graça de, através dos meios de comunicação, levar até você tudo isso com “verdade, bondade e beleza”, como Papa Francisco recomendou a mim e a meus colegas jornalistas.

E agora, te convido a rezar pelo Papa Francisco, como ele mesmo sempre pede! Que tal? Um ano de Pontificado. Parabéns Papa Francisco!

Danusa Rego
Missionária Canção Nova em Roma.

Papa Francisco e a Família Salesiana

Papa Francisco e Dom Bosco

A Congregação e a  Família Salesiana está próxima de receber a nova ‘face’ de Dom Bosco. O Reitor Mor Dom Pascual Chàvez termina seu sucessão, em seu coração a certeza do dever cumprido e como ele mesmo disse:LASCIO UNA CONGREGAZIONE IN BUONO STATO DI SALUTEDeixo uma congregação em boa saúde.

Quero partilhar com você o que Dom Pascual nos fala sobre o Papa Francisco e sua experiência com Dom Bosco.

Um Papa que, em sua história pessoal, teve muitos contatos com Don Bosco e sua espiritualidade, graças a encontros com pessoas, lugares e circunstâncias. Papa Francis nasceu em 17 de dezembro de 1936, em Buenos Aires e foi batizado na noite de Natal na Basílica de Maria cristãos de Almagro, já na época confiada aos Salesianos. Para batizá-lo foi um missionário italiano, pai de Henry Pozzoli, muito ligado ao ramo familiar materno Sivori, da família do futuro Papa. Don Pozzoli também foi o primeiro pai espiritual e o acompanhou na maturação da vocação sacerdotal, para que quando você se tornar Cardeal Bergoglio escreveu dele que seu “serviço da igreja e exemplo de consagração religiosa” tinham uma “forte influência” na sua vida.

Papa Francisco enriqueceu sua experiência entre os Salesianos quando ele estudou por um ano no Instituto salesiano “Wilfrid Barón em Ramos Mejía. E provavelmente é por causa desses conhecidos que Papa Francesco ganhou a devoção profunda e bem conhecida, a Maria dos cristãos, a quem ele constantemente elogiado a cada 24 meses. De devoção religiosa a que, por assim dizer, “Associação” de San Lorenzo de Almagro: mesmo desportivamente Bergoglio e Salesianos reunir, desde que o time argentino foi fundado por don Lorenzo Massa, SDB e carrega as cores de Auxiliadora.

O Papa era tão pequeno, um grande fã, muitas vezes foi ao estádio com o pai para assistir o jogo da equipe e lembre-se sempre com prazer a vitória do campeonato de 1946 e a formação da época. Agora que o San Lorenzo graduou-se campeão do campeonato argentino – último domingo, 15 de dezembro – os comentaristas estão indecisos sobre interpretações: o St. Lawrence estava fazendo um presente de aniversário para o Papa ou o Papa com sua animação levou a equipe a um título da liga que não chegou a partir de 2007?

Por outro lado, mesmo a Congregação e Família Salesiana tem por natureza uma particular devoção à figura do Papa; na verdade Dom Bosco oferecido para jovens, seus filhos, amigos e associados a uma proposta de espiritualidade que girava em torno de três grandes grupos: a centralidade da Eucaristia, filial devoção a Maria e a fidelidade ao Papa e ao Magistério.

A Família Canção Nova e a Congregação Salesiana  está com o coração agradecido pela dedicação, amor, dinamismos e jovialidade do Dom Pascual que durante 12 anos verdadeiramente foi a fisionomia, a ‘face’ de Dom Bosco para a Família Salesiana no Brasil e no mundo. Breve notícia do novo ‘rosto’ de Dom Bosco para um novo tempo na Igreja e na Evangelização e na vida dos filhos de Dom Bosco que estão a caminho do seu Bicentenário.

Por, Simone Souza

Conhecer e Viver a Espiritualidade de Dom Bosco-  Estréia 2014.

Salesianos de Dom Bosco em Fortaleza

Dom Lustosa, Bispo Santo e Sábio.

 

Festa da Cátedra de São Pedro

Festa da Cátedra de São Pedro

Saiba mais sobre o Consistório Extraordinário

“E vós, quem dizei que eu sou?” São Pedro,em nome dos apóstolos, pode assim afirmar: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. Jesus então lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi nem a carne, nem o sangue que te revelou isso, mas meu Pai que está no céus, e eu te declaro: Tu és Pedro e sobre essa pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; eu te darei a chave dos céus tudo que será ligado na terra serás ligado no céu e tudo que desligares na terra, serás desligado nos céus”. Mateus 6

  Acompanhe pela TV Canção Nova a transmissão 

  A nossa reflexão terá sempre presente a beleza da família e do matrimônio, a grandeza desta realidade humana tão simples e, ao mesmo tempo, rica, feita de alegrias e esperanças, de cansaços e sofrimentos, como toda a vida. Procuraremos aprofundar a teologia da família e a pastoral que devemos atuar nas condições atuais. Papa Francisco

papa

Uma das coisas que mais me fascina no catolicismo é a forma com que o Espírito Santo rege a Igreja. Lembro de uma pregação do Pe. Paulo Ricardo que ouvi chamada: “Bento XVI, o Papa certo para tempos incertos”. Podemos falar o mesmo do Papa Francisco: para momentos de frieza e distanciamento, Deus provê para nós um Pai cheio de fervor e pregando fortemente a “Cultura do Encontro”. Não se trata de desprezar a contribuição e santidade dos outros Papas, mas sim de engrandecer e reconhecer a ação de Deus e a sua palavra no momento atual. Também não devemos ficar apenas na superfície do elogio, mas essa admiração deve gerar em nós um questionamento e deve servir como referência para a nossa mudança pessoal.

Caímos ainda no erro de separar o Papa Francisco do homem de Deus Jorge Mario Bergoglio. Se, enquanto Papa, ele exala santidade em seus gestos e palavras, com certeza enquanto homem de Deus Mario Bergoglio também levava essa coerência. Lógico, sobre ele repousa o mistério da graça de estado e Deus o ampara fortemente por causa da sua “função”. Mas não é mágica! A caridade, o despojamento, a coragem e a ousadia que hoje nós vemos no nosso amado Papa são como rosas que estão desabrochando diante dos nossos olhos, mas que precisaram ser cultivadas e cuidadas muito antes até dele pensar em ser o sucessor de Pedro. Como se Deus colocasse sobre ele uma lupa e nós vemos agora de forma mais evidente aquilo que o jovem Bergoglio, filho de imigrantes italianos, levou anos e mais anos lutando para viver: a fidelidade sacerdotal, a paternidade do pastor, o carisma jesuíta, etc… No momento em que foi eleito, Francisco teve os holofotes virados para si, não para revelar o que não existia, mas para testemunhar uma coerência de vida buscada em uma longa caminhada.

Muitos (católicos até) ainda encaram o Papa Francisco com um certo romantismo e esquecem de que ele vem nos falando coisas muito sérias e duras. Em nenhum momento ele pretendeu e nem pretende ser adepto de um relativismo emocional, pelo contrário, em toda homilia e discurso nos convida a saírmos do comodismo e testemunhar o Evangelho. Não é a toa que nos disse (aqui no Brasil): “tenham a coragem de ir contra a corrente… façam escolhas definitivas… tenham a coragem de ser felizes…”
Nadar contra a corrente é nadar contra a corrente (como diria Mons Jonas). Quem já esteve em uma correnteza sabe o quanto é difícil nadar no sentido contrário. E sabe também que, se ficar parado, a força da corrente nos leva embora.

Tenhamos então a disposição para sermos fiéis aos pedidos do Santo Padre e saírmos da superfície, da aparência; Entremos no mistério do Deus que não nos deixou órfão. Temos um Pai nessa caminhada terrena rumo ao céu: Francisco.

“Tenham a coragem de ir contra a corrente…”

daniel

  

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”que os Salesianos tenham por finalidade especial apoiar a autoridade do Papa, onde quer que se encontrem, onde quer que trabalhem”.

Vivenciando o triênio para o Bicentenário de Dom Bosco a Família Salesiana foi levada por um modo envolvente conhecer e amar sua a História (2011-2012) , Pedagogia (2012-2013) e agora em (2014-2015) sua Espiritualidade ‘Conhecer e viver a Espiritualidade de Dom Bosco’.

Motivada pela história de vida durante o tempo que eu apresentei o programa ‘Caminhando com Dom Bosco’ na Rádio FM Dom Bosco de Fortaleza, nesse Ano Sacerdotal da Com. Canção Nova , senti no coração de presentear ao Monsenhor Jonas Abib continuando o estudo os Escritos Espirituais do ‘Pai e Mestre da Juventude’. No aniversário do Monsenhor ao falar pelo telefone com ele, disse que esse era o meu presente para ele e até agora ressoar em meu coração e ouvidos: ‘ Que lindo presente minha filha, quero ver os frutos’. Nossa gelei! Mas não tenho dúvida que foi um incentivo uma forma de dizer, que não pare em você, leve-os adiante. Primeiro fruto que peço a Deus é a fidelidade e dedicação para levar adiante e dizer como Dom Bosco que é ‘ para maior Glória de Deus e para a ‘Salvação das almas’.

Para iniciar o ano de 2014  transcrevi o ‘Programa de vida’ deixado por Dom Bosco em 1975 para seus filhos de Lanzo e agora como fruto abri um Fan page no Salesianidade onde iremos trilhar um caminho de conhecimento e experiência pessoal e atualizada do carisma Salesiano.
Por ocasião da Canonização do Beato João Paulo II a Com. Canção Nova em Roma  esteve na cidade onde nasceu e viveu o até então Carol Woytila e ao visitar na Capela de Nossa Senhora Auxiliadora em Cracóvia onde o futuro Santo confirmou a sua vocação para fazer a vontade de Deus, eles tiraram uma foto  que levou-me  a recordar as experiências de Dom Bosco com os Papas.

Dom Bosco em sua vida expressou grande amor e obediência ao Papa. Depois da Eucaristia e Nossa Senhora o Papa foi à pessoa quem ele ensinou a seus filhos ao apreço paternal, pois tinha via nele a presença do próprio Deus.
O convite do Papa Leão XIII para prosseguir com a construção da Basílica do Sagrado Coração de Jesus em Roma em 1887 levou o santo devoto do Sagrado Coração a  confirmar sua obediência e não medir esforços para atender o pedido. Dom Bosco estava idoso e quase forças, porém, não negou ajuda, nem mesmo sabendo que os seus filhos achava um loucura devido a crise financeira da época. (Naquela ocasião ele reuniu os Salesianos para um Capitulo onde ele já expressava sua preocupação e em ajudar a Igreja “conhecer, em determinado momento da história, a vontade de Deus para melhor servir à Igreja” – art. 146).

A visita do Papa Francisco a ‘paróquia romana’ construída por Dom Bosco me leva a crer que a Família Salesiana está correspondendo com o desejo do seu pai fundador.
Em seu escritos Dom Bosco deixou expresso o seu desejo para que os seu filhos continuasse perpetuando  Salesianismo.
“Tempos difíceis, Eminência… Passei tempos difíceis… Mas a autoridade do Papa… a autoridade do Papa! Disse-o aqui a Dom Cagliero, para dizer ao Santo Padre: que os Salesianos têm por finalidade especial apoiar a autoridade do Papa, onde quer que se encontrem, onde quer que trabalhem”.

Por, Simone Souza/CN

Dar ou não dar esmolas? O que é a caridade? Isso é bom ou ruim? Estamos simplesmente realimentando um sistema de injustiças? Como cristãos, qual a melhor atitude a se tomar? Certamente essa é uma das perguntas que você deve se fazer, ou pelo menos deveria! E tantos nos interpelam sobre isso, dizendo que o que fazemos é inútil, desprezível, que é errado, etc. Pretendo, por meio de texto simples e emblemáticos trabalhar sobre o assunto, para levar uma reflexão séria e pausada sobre o assunto. Pense: qual o valor das minhas ações, como elas compactuam com minha fé? Não dará para fazer isso somente por meio de um texto, então, publicaremos uma breve sequência para você ir lendo pausadamente e refletindo sobre o assunto. De modo algum pretendo dar um “ponto final”, mas fornecer elementos para entendimento mais claro sobre o assunto.
1. Fé e Obras.
O Santo Padre (Francisco) foi bem claro dizendo: um jovem que não protesta, não lhe é de seu agrado! Veja, quando fala sobre isso, não faz da Igreja simplesmente um movimento político (e partidário). Não! De modo algum. Deixa claro que a maneira como manifestamos nossa fé tem de transbordar em nossas atitudes, em nosso modo de agir. Ou seja, minha fé tem de se transformar em obras de maneira natural. Se não se transforma: existe algo de errado.
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