A Chave para vivermos bem neste mundo

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A chave para vivermos bem neste mundo é o conhecimento da Identidade de Jesus, e esta está diretamente ligada a Seu nome.A chave para vivermos bem neste mundo

Jesus, mesmo sendo totalmente Outro, se fez homem e se esvaziou totalmente de si para o bem da humanidade. Ele reabriu ao homem atual o acesso a Deus[1]. Sendo Ele mesmo Deus, Ele sai do Pai, faz-se carne e ao voltar ao Pai eleva consigo a humanidade, assumindo-a para sempre[2]. Vamos fazer isso conhecendo um pouco melhor as formas com que Ele é chamado nas Escrituras Sagradas.

O nome de Jesus, “Deus salva”[3], em hebraico, já exprime sua identidade e missão. Cristo vem da tradução grega do termo hebraico “Messias”, que quer dizer “Ungido”. Só leva o nome próprio de Jesus porque este leva à perfeição a missão divina que significa[4]. Na versão grega dos livros do Antigo Testamento, o nome inefável com o qual Deus se revelou a Moisés (Ex 3, 14), Iahweh, é traduzido por “Kyrios” [“Senhor”][5]. A novidade do Novo Testamento é que ao se atribuir a Jesus o título de Senhor (I Cor 2, 8), Ele é reconhecido como o próprio Deus. Jesus Cristo Senhor, estas três palavras expressam de maneira profunda a identidade e a missão do Cristo neste mundo.

A Constituição Pastoral Gaudium et Spes sobre a Igreja no mundo atual faz as seguintes perguntas:

Que é o homem? Qual o sentido da dor, do mal, e da morte, que, apesar do enorme progresso alcançado, continuam a existir? Para que servem essas vitórias, ganhas a tão grande preço? Que pode o homem dar à sociedade, e que coisas pode dela receber? Que há para além desta vida terrena? (cf. N. 10).

Neste mesmo parágrafo nos é afirmado que a Igreja crê que a chave, o centro e o fim de toda a história humana se encontram em seu Senhor e Mestre. A chave para vivermos neste mundo e nos entendermos como pessoa é o próprio Cristo, Jesus Cristo, o Senhor, com tudo aquilo que o seu nome manifesta. Ele é a imagem do Deus invisível (Col 1, 15). Ele se fez carne para ser o nosso modelo de santidade[6] (CIC. n.459).

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[1] Cf. VerbumDomini, n. 02.

[2] Cf. Verbum Domini, n. 90.

[3] Cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 430.

[4] Cf. Ibid., n. 436.

[5] Cf. Ibid, n. 446.

[6] Cf. Ibid, n. 459.

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