Qual é o sentido da minha existência neste mundo?

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Talvez o melhor seja descobrir Quem é o sentido para minha existência neste mundo.Qual é o sentido da minha existência neste mundo?

Atualmente nos deparamos com imensos desafios, os homens e mulheres, em geral, são afetados por uma crise de sentido, poderíamos até mesmo dizer: uma crise de identidade. Já não conseguem mais dizer para si mesmos quem realmente são, e sozinhos não conseguem chegar a uma resposta sobre quem cada um é e sobre o que precisa ser feito e vivido neste mundo. E é neste ponto que entra a nossa reflexão:

Quem é o homem?
Qual o sentido de sua existência neste mundo?

São estas perguntas que faremos um esforço para compreender e responder neste artigo.

A experiência da existência humana é sempre um grande desafio, mas Cristo ao assumir a nossa humanidade nos elevou em dignidade, Ele é o novo Adão, na própria revelação do mistério do Pai e do seu amor, Ele revela o homem a si mesmo e descobre-lhe a sua vocação sublime,[1] que é estar enraizado no Verbo Encarnado. Nesse sentido, ser homem em sentido pleno é viver segundo o próprio Cristo.

O caminho da busca e compreensão da própria identidade está intimamente ligado à descoberta e ao encontro com a Pessoa de Cristo. Ele é o nosso modelo, somos realmente nós mesmos no processo de imitação das atitudes e gestos de Cristo, sobretudo no que diz respeito à sua relação com Deus e com as pessoas.

Sua relação com Deus era uma relação de Amor e Obediência à Sua vontade para ele. Sua relação com o próximo estava baseada no amor que dá a vida até morte:

Ninguém me tira a vida, eu a dou por própria vontade (Jo 10, 17).

Essa fala de Cristo revela tanto a sua obediência ao projeto de amor do Pai para os homens e o seu amor pelo próximo até a doação total de Si, bem como revela o sentido e o modo como o homem deve viver neste mundo.

A busca da nossa identidade própria em meio a todos os desafios encontrados no nosso cotidiano deve estar inteiramente ligada à Pessoa de Cristo. Ele revela cada um de nós a nós mesmos porque nos ama e quer o nosso bem.

Já somos filhos no Filho, uma vez que fomos batizados, mas ainda não se manifestou o que seremos. É a nossa caminhada na imitação de Cristo que nos leva a sermos cada vez mais semelhantes a Cristo.

Deus abençoe você.

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Referência


[1] Cf. Gaudium et Spes, n. 22.

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