Paulo VI: Um Papa em em meio à tempestade

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O Papa Paulo VI em sua preparação para a meditação da Via Crucis escrevera o seguinte:

“Todos que abraçam essa Via Crucis, na preparação da Páscoa, possam experimentar aquela comoção e a alegria viva de saber-se imensamente, imerecidamente amados. Este é o Mistério da Cruz.”

Palavras que podem ser muito bem aplicadas à vida dele e a de cada um de nós, o filme a seguir nos ajuda a melhor entender esta realidade. Deus abençoe você.

@edisoncn

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A relação com Deus é uma necessidade

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No livro O sal da terra, lançado no Brasil no ano de 1997, o então cardeal Joseph Ratzinger foi colocado diante da seguinte A relação com Deus é uma necessidadequestão pelo entrevistador:

“Não é extremamente fatigante ter de lidar com Deus todos os dias? Uma pessoa não se cansa, não se entendia?”

A resposta dele foi a seguinte: More

Procurar Deus

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Para garantir nossa liberdade Deus corre o risco de que não creiamos n’EleProcurar Deus

Deus nos criou livres, por esse motivo, em cada um de nós está presente à capacidade de não crer. Essa capacidade Deus nos garante ao não se mostrar inteiramente a nós. Se ele se mostrasse totalmente nossa única opção seria crer, assim não seríamos livres.

É pela fé que o encontramos, é pela fé que nos aproximamos d’Ele.

Para ensinar o homem a amar, Deus primeiro o deixa livre. Liberdade e amor estão interligados, para haver amor precisa haver liberdade, para haver liberdade também precisa haver amor, e isso Ele faz conosco.

Ele nos faz livres porque nos ama e porque nos ama corre o risco de nos ver fazer opções incorretas. More

Vem Senhor! Vem

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Vem Senhor! Vem“Mas o Senhor virá, Ele não tardará”, é a afirmação da música “Que santidade de vida”. Essa música é um convite à vigilância, à busca da santidade a cada dia. Santidade que precisa ser o projeto da vida de cada um de nós.

O Monsenhor Jonas Abib nos convida a viver o “ou santos ou nada”. Essa frase é uma afirmação de que o projeto de nossa vida deve ser sempre a santidade: “ou santos, ou santos”. O que nos guia do caminho de santidade é a vigilância. More

O Demônio na visão de um santo homem

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O demônio, um tigre de papelO Demônio na visão de um santo homem

Hoje quero partilhar com você um trecho que expressa a visão que Santo Antão tem do Demônio. Confira:

As célebres diabruras que ilustram a vida de Antão não impedem de modo algum de fazer um julgamento sereno e absolutamente tranquilizador sobre a falta de poder dos demônios:

“Devemos desprezar totalmente o diabo, ele e seus demônios. O inimigo com seus cachorros tem tanto artifícios; mas nós, tendo aprendendo sua fraqueza, podemos desprezá-lo. dessa maneira, pois, não amoleçamos em espírito; não reflitamos em nossa alma sobre suas astúcias; não nos aterrorizamos a nós mesmos, pensando: Contanto que o demônio não venha me abater; contanto que não surja bruscamente e não aterrorize! Não pensemos de modo nenhum em tais coisas; não nos aflijamos como se fôssemos perecer. Animemo-nos, antes, continuemos a nos regozijar por estarmos salvos. E meditemos, em nossa alma, que o Senhor está conosco, que os fez fugir, derrotados. Reflitamos, coloquemos bem em nosso coração que, estando o Senhor conosco, os inimigos nada fazem, pois, quando vêm, procuram saber como nos encontramos, e adaptar sua sedução conforme os pensamentos que encontram em nós… More

O Espírito sopra onde quer

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O Espírito sopra onde quer

Nesta Solenidade de Pentecostes quero reforçar nossa reflexão com as palavras do Papa Bento XVI antes da oração do Regina Caeli do dia 21 de Maio de 2007. Com esta reflexão quero chamar a atenção à ênfase do Espírito que sopra onde quer.

Cinquenta dias depois da Páscoa, o Espírito Santo desceu sobre a comunidade dos discípulos “assíduos e concordes na oração” reunidos “com Maria, a mãe de Jesus” e com os doze Apóstolos (At 1, 14; 2, 1). Segundo Bento XVI, pode-se dizer que a Igreja teve o seu solene início com a descida do Espírito Santo.

Ele ainda ressalta que neste extraordinário acontecimento encontramos as notas fundamentais e qualificadoras da Igreja: More

Pentecostes, realização da Promessa

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Então, eu pedirei ao Pai, e ele dará a vocês outro Advogado, para que permaneça com vocês para sempre (Jo, 14, 16).Pentecostes, realização da Promessa

Estamos no Tempo Pascal, ápice da vivência cristã. Na Páscoa nós celebramos o Mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo. No Tempo Pascal temos visto a ação do Cristo Ressuscitado em meio aos Apóstolos, bem como a própria tomada de consciências destes e dos discípulos frente às aparições do Mestre. Logo após este Tempo temos Pentecostes, impulso dinâmico da missão evangelizadora da Igreja.

Mas o que é Pentecostes?

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Maria, caminho que leva a Cristo

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O Papa Paulo VI em 1964 escreveu a Encíclica Mense maio por ocasião do mês de mais, consagrado à Virgem Maria pela piedade popular. Desta Encíclica em que ele convocava todo povo Católico à oração e preces à Santíssima Virgem destaco o trecho em que ele apresenta Maria como o caminho que leva a Cristo:

Muito nos-agrada e consola este piedoso exercício, tão honroso para a Virgem e tão rico de frutos espirituais para o povo Maria, caminho que leva a Cristo cristão. Maria é sempre caminho que leva a Cristo. Nenhum encontro com ela pode deixar de ser encontro com o próprio Cristo. E que outra coisa significa o recurso contínuo, a Maria, senão procurar, entre os seus braços, nela, por ela e com ela, Cristo nosso Salvador, a quem os homens, no meio dos desvarios e dos perigos da terra, têm o dever e sentem constante necessidade de dirigir-se, como a porto de salvação e fonte transcendente de vida?[1]

Que alegria para nós termos como presença e auxílio em nossa caminhada cristã a Mãe do Senhor. More

São José, homem trabalhador

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São José, homem trabalhador

Neste dia 1º de maio a Igreja volta-se para a figura de São José Operário. De fato, a ação de São José, pai adotivo de Jesus, para transformar o mundo com seu trabalho baseava-se antes de tudo em sua obediência e docilidade a Deus, por esse motivo, ele é colocado pela Igreja como modelo para os cristãos de todos os tempos. São José transformava o mundo com seu trabalho porque se entendia transformado por Deus em sua docilidade e simplicidade na acolhida dos projetos de Deus para sua própria vida.São José, homem trabalhador

A Constituição Pastoral Gaudim et Spes[1] do Concílio Vaticano II, ao falar sobre a atividade humana no mundo, ou seja, o trabalho, destaca que o homem, por seu trabalho e inteligência, procurou sempre mais desenvolver a sua vida. Diz ainda que o homem, hoje em dia, ajudado pela ciência e pela técnica estendeu continuamente o seu domínio sobre quase toda a natureza, graças aos meios de intercâmbio de toda espécie entre as nações.

A Gaudium et Spes ainda destaca as seguintes questões:

Qual é o sentido e o valor desta atividade? Como todas as coisas devem ser usadas? Qual a finalidade desses esforços, sejam eles individuais ou coletivos?

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O que nos fere também pode nos curar

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O que hoje é veneno para nós, amanhã pode se transformar em antídoto.

Seremos pessoas melhores quando permitirmos que as cascas de nossas feridas sejam removidas. Essas cascas podem ser situações constrangedoras de encontrar pessoas que nos machucaram ou algo do tipo. Abrir-se a essas pessoas é uma maneira de permitir que nossas feridas sejam curadas. E como serão curadas? Serão curadas pelo perdão. Por estas situações de encontros constrangedores, mas de abertura, ao mesmo tempo, aprenderemos a melhor maneira de lidar, administrar e superar tais situações, bem como nos abriremos a perdoá-las.O que nos fere também pode nos curar

Nós somos curados pelo que nos fere. O que era veneno passar a ser antídoto, algo parecido com o que aconteceu no episódio das serpentes no deserto, confira: More

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