A nossa Vida de Oração é o motor da nossa vida em Deus. Não é possivel ter uma vida de oração sem que sejamos disciplinados.

Primeiramente é importante termos sempre presente que, tal como em vários domínios da nossa vida, o sentimento não pode condicionar as nossas acções, precisamos vencer as nossas vontades.
Pelo pecado original o nosso eu sempre vai querer o bem estar, o prazer, o gozo, mas é de extrema importância que aprendamos a dominar as nossas vontades. Assim acontece também com a oração. Por vezes não vamos ter vontade de rezar, mas nesses momentos precisamos da força, da determinação, da DISCIPLINA.

Os grandes Santos eram disciplinados e nada se alcança sem a força de vontade. Como diz São Paulo na 1 carta ao Coríntios no cap 9, versículo 25: “O atleta corre, trabalha, submete o seu corpo a duras provas para alcançar um prêmio, nós porém precisamos de correr para alcançar uma coroa incurruptível”, isto é, o Céu.

E este é o maior prêmio, aquele que devemos desejar, sermos dignos de merecer o céu. E para isso a melhor forma de nos preparamos é trazendo esse céu para a terra, fazendo da nossa vida um céu. Mas como?
Santa Teresa de Ávila, a grande reformadora do Carmelo, diz que, “a oração é um trato de amizade”, Santo Agostinho suspirava dizendo quão “tarde te amei…”, aonde estes, e tantos outros santos aprenderam a conhecer o Senhor?

Na vida de oração, porque, quanto mais conhecemos o Senhor mais desejo temos de conhecé-Lo. E quanto mais amamos o Senhor mais o nosso coração anseia por amá-lo e por estar com Ele! E quando o amamos tudo a nossa volta se torna insignificante diante do Amor de Deus.
Assim as coisas, os trabalhos, as pessoas não são mais o nosso centro das atenções, mas sim o Senhor que nos ensinará a ser, a fazer, a ter as coisas sem precisar de as possuir, isto é, a viver em hamonia com tudo e todos os que nos rodeiam, isto é viver aqui na terra em preparação para viver no céu.

Quando o Monsenhor Jonas começou os “Maranathás“, ele ensinava os jovens a ler a Bíblia todos os dias e ali ter um ponto de encontro com o Senhor, até que um dia surgiu uma divisa diante da sede que eles tinham de conhecer o Senhor, diziam: “Sem Bíblia sem cama, ou, sem Bíblia sem café!”, na verdade aqueles jovens perceberam que era tão vital o encontro deles com o Senhor na palavra, tanto como é vital o dormir.
Convido você a fazer a experiência de conhecer o Senhor, coloque metas na sua vida de oração, participe da Santa Missa o máximo que você puder, leia bons livros, sobretudo a vida dos santos onde você vai encontrar exemplos que vão te ajudar nesta caminhada até o céu!

Maria do Rosario

 

 

 

Maria do Rosário

Comunidade Canção Nova

Missão França

Sans-titre-1
” No plano de Deus Criador e Redentor a família descobre não só a sua «identidade», o que «é», mas também a sua «missão», o que ela pode e deve «fazer». As tarefas, que a família é chamada por Deus a desenvolver na história, brotam do seu próprio ser e representam o seu desenvolvimento dinâmico e existencial. Cada família descobre e encontra em si mesma o apelo inextinguível, que ao mesmo tempo define a sua dignidade e a sua responsabilidade: família, «torna-te aquilo que és»!

O amor entre o homem e a mulher no matrimónio e, de forma derivada e ampla, o amor entre os membros da mesma família – entre pais e filhos, entre irmãos e irmãs, entre parentes e familiares – é animado e impelido por um dinamismo interior e incessante, que conduz a família a uma comunhão sempre mais profunda e intensa, fundamento e alma da comunidade conjugal e familiar.

O caminho dos cônjuges será portanto facilitado se, na estima da doutrina da Igreja e na confiança na graça de Cristo, ajudados e acompanhados pelos pastores e pela inteira comunidade eclesial, descobrirem e experimentarem o valor da libertação e da promoção do amor autêntico, que o Evangelho oferece e o mandamento do Senhor propõe. ” (Trecho EXORTAÇÃO APOSTÓLICA FAMILIARIS CONSORTIO JOAO PAULO II ) 

#CNFrance em missão!

FBpt

Capa-pao

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

#CNFrance em missão!

 

 

 

 

 

 

“Mestre, trabalhamos a noite inteira e não pegamos nada. Mas pela tua palavra, lançarei as redes.” Lucas 5,5

Muitas vezes cansada, ou fadigada diante de tantas coisas que vai ocupando o lugar de Deus na minha vida, digo para Jesus o que Simão falou para Ele quando passaram a noite inteira no mar e não pegaram nada: “Mestre, trabalhamos a noite inteira e não pegamos nada. Mas pela tua palavra, lançarei as redes.”

Talvez o sentimento que brotou no coração de Simão foi: como trabalhamos tanto para nada? Perdemos a noite toda? Deixamos de dormi, de ficar em casa, para nada?

E agora o Senhor nos pede: “Avança mais para o fundo, e ali lançai vossas redes para a pesca.” Simão, poderia não ter obedecido a voz do seu mestre, e ter ficado apenas com a experiência de não ter conseguido nada naquela noite, mas diante da palavra de ordem do Senhor para eles, lançaram as redes, tocado em um milagre.

Compreendo, que se hoje, não for uma mulher íntima de Deus, vou parar nas situações que me levará a ser desobediente a voz do Senhor. Pois, quantas vezes, me sentir casada, ou até mesmo, desmotivada a continuar a dar passos porque não enxergava o que Deus pedia a mim. Hoje sei, que o Senhor me fala a não ter medo de me lançar a onde Ele me quer, as provações viram, mas a escolha de querer o querer Dele será minha. Muitas vozes, vai querer me confundir dizendo: Qual o motivo de ter deixado tudo? O que você vai ganhar com isso? Deixou tantos sonhos, projetos, para que? Situações, que vai querer me afastar do plano de Deus na minha vida, do projeto original do Senhor para mim.

Em uma fase da minha caminhada disse ao Senhor: Mestre, estou a um bom tempo nesta caminhada, mas parece que não toco em nada, no que realmente queres de mim.

Diante dessa palavra, comecei a entender mais ainda o que o Senhor quer, que eu seja obediente a sua voz, pois pela obediência tocarei naquilo que o Senhor tem a fazer na minha vida e através de mim as pessoas que Ele me confia, pois, quando Deus chama Ele nos dá a capacidade de viver as pegadas dEle, isso quer dizer, que não estarei sozinha, mas que Ele vai estar comigo, mesmo quando tudo pareça sem jeito, ou sem explicação.

O que acontece no decorrer da nossa caminhada, é que muitas e muitas vezes, vamos tirando o foco, das prioridades, do sim que um dia dei para abraçar uma vida em Deus. A minha vida de oração precisa trazer frutos, precisa me levar sempre a avançar para onde Deus pede. Senhor, não quero frustrar os teus devalsígnios para minha vida, antes vem em socorro as minhas fragilidades, pois quero o teu querer.

Maria Valdilene

Comunidade Canção Nova

Missão São José do Rio Preto

Lourdes, em 1858,  a família  Soubirous financeiramente arruinada, e não tendo mais como viver na casa onde habitavam encontraram refúgio no calabouço, uma antiga prisão. No 11 de fevereiro de 1858,  Bernadette, sua irmã Toinette e sua amiga Jeanne Abadie, partem a procurar lenha. Elas vão para “o lugar onde o canal se junta ao Gave”. Elas chegam na Gruta de Massabielle. Toinette e Jeanne atravessam a água gelada do canal. Bernadette, por causa de sua asma crônica, não está disposta a fazê-lo. Em seguida, ela “ouviu um som como uma rajada de vento”, mas “nenhum movimento de árvores”. Olhando para cima, ela viu, nas fendas das rochas, uma menina, cercada de luz, que olhou para ela e sorriu. Esta é a primeira aparição de Nossa Senhora. 

Ao decorrer das aparições, no qual Bernadete permanecia rezando o terço, no término Nossa Senhora desaparecia, até que na terceira aparição, em 18 de fevereiro, escutou pela primeira vez a voz daquela Dama, ao querer entregar-lhe um papel para que escrevesse seu nome  Ela lhe respondeu que não era preciso escrever, apenas pediu-lhe que voltasse naquela gruta.

Em sua oitava aparição, 24 de fevereiro, como de costume,  Bernadette rezou o terço em êxtase, subiu de joelhos até o fundo da gruta, ao parar diante de Aparição, conversaram e Nossa Senhora pede-lhe que vá a fonte se lavar. Arrastando-se de joelhos até o rio Gave, Bernadette sente algo que a impede , então ela volta, agora de pé para o interior da gruta, abaixa-se e começa a cavar naquele chão. Naquele buraco feito, encheu-se de lama, no qual na quarta vez ela conseguiu beber da  água, e também lhe foi pedido que comesse a erva que crescera no fundo da gruta.

No dia 25 de março de 1858, dia da Anunciação de Nossa Senhora, Bernadette sentiu-se novamente impelida para ir à gruta. Chegado no local, depois de rezar o terço em êxtase, foi em direção à Aparição e conversaram, ao insistir para que dissesse seu nome, a Aparição diz: “EU SOU A IMACULADA CONCEIÇÃO” e, desaparece. 

Lourdes, a imagem da Gruta

Para não se esquecer das palavras, Bernadette repetiu-as muitas vezes, tropeçando nas letras que mal sabia pronunciar.

Ao contar para o abade, ele ficara perplexo e interiormente satisfeito, pois quatro anos antes, em 1854 o Papa Pio IX tinha proclamado solenemente o dogma da Imaculada Conceição de Maria, e agora a própria Virgem Maria, em pessoa, quis confirmar este dogma.

Na festa de Nossa Senhora do Carmo, 16 de julho, a menina Bernadete participa da missa e ao cair da tarde ela se sente impelida novamente a ir a gruta, vai por  um caminho que ninguém suspeitava, aproxima-se da cerca de tábuas que isolava a gruta, onde mais tarde vai relatar que ela não via o rio, nem as tábuas; “Parecia-me que entre mim e a Senhora, não havia mais distância que das outras vezes. Só via a Ela. Nunca a vi tão bela”, e essa foi sua despedida com Nossa Senhora.

Numa das aparições, Nossa Senhora pediu que construísse no lugar de sua aparição um templo com o intuito de acolher os fiéis, pedido que se tornou realidade em 1876 com o erguimento da atual Basílica de Lourdes, que, é um dos centros marianos mais frequentados por peregrinos no mundo e conhecido por curar os enfermos. lourdes Ali presencia-se um espetáculo de solidariedade incomparável, jovens voluntários de toda a Europa trabalham em Lourdes atendendo aos doentes que chegam a todo instante. Os doentes e enfermos são transportados em macas e cadeiras-de-roda até os locais das celebrações e também para os banhos nas piscinas de águas milagrosas.

eu

Edna Carvalho

Comunidade Canção Nova

Missão França

TEOLOGIA-DO-CORPO-2
João Paulo II desejou deixar à Igreja um instrumento claro para a reflexão e para a pastoral acerca do matrimónio e da família.

O Romano Pontífice afirma que “o corpo, de fato, e só ele, é capaz de tornar visível o que é invisível: o espiritual e o divino. Foi criado para transferir para a realidade visível do mundo o mistério oculto desde a eternidade em Deus e assim ser sinal d´Ele.”(19,4)[01] Esta é a intuição básica de toda sua teologia.

#CNFrance em missão!

CAPA-TOLOGIA-DO-CORPO-1

Ivana Costa, missionária da Comunidade Canção Nova em Toulon na França, fala sobre a Teologia do Corpo. Esta  é uma série de 129 catequeses do Papa João Paulo II onde ele medita o sentido da sexualidade humana, a dignidade do homem e o amor que se revela também através do corpo humano, criado a imagem e semelhança de Deus.

“o corpo, de fato, e só ele, é capaz de tornar visível o que é invisível: o espiritual e o divino. Foi criado para transferir para a realidade visível do mundo o mistério oculto desde a eternidade em Deus e assim ser sinal d´Ele.”(Catequese 19, § 4)

#CNFrance em missão!

Convidamos você para o próximo retiro de oração em Zurich. Nos dias 24 e 25 vamos renovar nossa experiência com Deus, nas orações, nas palestras, música, nos encontros com as pessoas, Deus tem uma obra nova para realizar em nossa vida !

modelo_fb

#CNFrance em missão!

De 7 a 10 de outubro, a Canção Nova estará em Lourdes para a peregrinação do Rosário. Você pode participar conosco recebendo meditações diárias e rezando o terço, ao vivo, direto da gruta das aparições!
Acompanhe pelo portal cancaonova.com e por nossas redes sociais : @cnfrance