O mês de junho, é fortemente marcado pelas datas festivas dos santos populares que tem grande destaque, na Igreja e no Brasil: Santo Antônio, São João e São Pedro.

Principalmente na região nordeste, esse mês é um tempo de festa, de muita alegria, partilha e comemorações. O povo nordestino é muito religioso e celebram as festividades da Igreja, mas além da fé e devoção nos santos reverenciados, somam a tudo isso, a época de colheita, que também está relacionada a fé. Costuma-se rezar a partir de 20 de janeiro, dia de São Sebastião para que até março na festa de São José caia água do céu e essa chuva seja sinal de que o ano vai ser “bom”, ou seja que vai haver “inverno” (mês de junho – de São João), significa que chovendo haverá plantação e consequentemente safra boa para “fartura”, já que a região normalmente sofre com a seca.

Alegria, animação, espontaneidade também são características próprias das pessoas no nordeste e nesse período do ano isso é bem perceptível nas apresentações de quadrilhas, embalados no ritmo do forró, ornamentação dos locais, muitas festas, comemorações em família, tradição como a de acender a fogueira e reunir as pessoas queridas.

Durante todo primeiro semestre do ano se preparam para a chegada do “São João” que não é somente no dia 24 de junho, mas o mês inteiro. A partir do dia 1º começam as festas, mas no dia de Santo Antônio, 13 de junho, isso se intensifica, começando as comemorações dos três santos padroeiros.

Há mudança na alimentação, ganhando espaço as comidas típicas de milho (que se colhe quando chove), mudança nas roupas, para os nordestinos trajes “matutos” ou “caipiras” como chama-se nas demais regiões do país. Mas a principal mudança e a grande alegria que deve invadir nosso coração nesse mês de junho, é exatamente a mudança interior, de vida, a exemplo desses grandes santos.

Antônio, com uma história de vida admirável, para ser impulso e motivação para cada um de nós, homem dedicado a palavra de Deus, desapegado dos bens materiais.

João, aquele que nasceu para anunciar a vinda de Jesus, o salvador. O único santo que a Igreja celebra a festa litúrgica do seu nascimento, além de Jesus Cristo. Por isso tamanha importância, antes de Deus se encarnar, a Palavra nos diz que “entre os nascidos de mulheres, não há maior profeta do que João Batista” (Mt.11,11). Que com sua vida também nos deu o grande exemplo de cristão “É necessário que ele cresça e que eu diminua” (Jo.3,30), vida sóbria e austera.

E por fim, os grandes apóstolos que se comemora dia 29 de junho, Pedro e Paulo. São Pedro que foi amigo de Jesus, esteve com Ele em todos os momentos, que não teve medo de errar e assumir suas fraquezas, mas de se levantar sempre porque o amor de Deus era sempre a motivação maior. Foi nosso primeiro papa, a quem o Senhor confiou nossa Igreja nos seus inícios.

Mais do que participar das festas juninas, em suas diversas comemorações, possamos nesse tempo fazer a experiência com o testemunho que esses santos tão falados nos deixaram e sejam histórias de vida conhecidas por nós.


Verônica Suênia, jornalista e missionária na Comunidade Canção Nova.

Brasil, que o nosso coração bata em compasso com o de Jesus!!


Jesus nos ama!!! Acorda povo! Jesus está aqui, e Ele é fiel e cumpre suas
promessas.

Você já conhece as promessas do Sagrado Coração de Jesus?
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ao Sagrado Coração de Jesus.


Mas, muito mais que esperar pelas promessas que é claro, serão cumpridas,
é amar, amar e amar.. Pois sem amor meu irmão, minha irmã, de nada vale
intenção alguma!
A grande mensagem do Coração de Jesus é essa: não há pecado que não
possa ser perdoado. Uma só gota do sangue de Jesus perdoaria todos os
pecados, mas Ele quis mostrar seu amor se entregando totalmente.
Como vamos descobrir experimentar o amor de Deus? Jesus quer apresentá-lo
a nós, então, amaremos sem medos. Não deixamos o pecado por medo,
deixamos o pecado por amor...
Infelizmente muito de nós fazemos de Deus um pronto-socorro, mas quando
está tudo bem nos esquecemos das orações, das novenas. 
Precisamos ser cristãos maduros, que mesmo na abundância não nos
esquecemos  de Deus, nosso relacionamento com Deus precisa ser de filhos,
não de escravos  ou de mercenário.
O coração de Jesus está sangrando por causa disto e nos pedindo: vamos
salvar essas almas”, “Dai-me almas”.  Não foi por acaso que Monsenhor
colocou o nome do projeto mais importante da Canção Nova, de
“Dai-me almas”, que é o grito do coração de Deus.
Só pararemos de trabalhar para o Senhor na hora da nossa morte. Vamos
satisfazer o Coração de Jesus, que tanto nos ama...”

Trecho extraído da pregação

A Devoção ao coração de Jesus’’

Por prof. Felipe Aquino

felipeaquino@cancaonova