A vida dos Santos começa com sua morte.

Da profunda e difícil vida e da espiritualidade da Igreja maronita, sem olvidar os inumeráveis fieis que deram sua própria vida pela fé, existe um importante elenco de santos e beatos maronitas, sinal da participação desta Igreja particular na Igreja Universal. De São Maron como padroeiro da Igreja maronita e de São Yuhanna Maron já falamos anteriormente porque fazem parte integrante da historia da Igreja Maronita. Falaremos, em continuação dos Santos “modernos” que foram beatificados e canonizados segundo as normas modernas ou recentes exigidas para a canonização.

São Maron

São Marun – celebrado dia 9 de fevereiro

A Igreja Maronita deve seu nome a um importante mosteiro, São Marun, que recebeu o nome em homenagem ao anacoreta Marun (Maron). Infelizmente, temos poucas informações sobre a vida e as atividades de nosso eremita. O único relato que nos dá alguns pormenores vem-nos de Teodoreto, bispo de Cyr, morto no ano de 458, em sua obra HISTÓRIA RELIGIOSA, escrita por volta do ano de 440. Este grande historiador não nos informa sobre a data de nascimento ou de morte de São Marun. Todavia, graças a ele, sabemos que o monge Marun nasceu no século IV. Depois de renunciar ao mundo, levava, em seu eremitério, muitas vezes ao ar livre, vida ascética das mais austeras.

A vida monástica na Igreja não se constituiu da noite para o dia; tampouco foi obra de um só homem: A vida monástica existiu desde o começo da Igreja. No fundo, é seguir a Cristo e o esforço constante de viver o Evangelho da maneira mais perfeita. Por isso que a vida monástica é chamada de “caminho da perfeição cristã”. Assim, das origens do cristianismo até nossos dias, encontramos número considerável de monges, eremitas, ascetas, que procuram viver o Evangelho. O monge Marun era apaixonado por Cristo, e tomado de entusiasmo pela perfeição cristã. Para atingir este ideal, renunciou ao mundo e às suas cobiças, e embrenhou-se numa das montanhas da diocese de Cyr, onde habitou nas ruínas de um antigo templo pagão, transformando-o em lugar de oração e meditação. Nessas montanhas, levou vida monástica mais austera que a de seus confrades, monges da região. Sua reputação logo atraiu ao seu redor todos os que, igualmente entusiasmados pela perfeição cristã, procuravam um modelo e um guia espiritual experiente. Destarte, seus discípulos foram muito numerosos e sua escola ascética, das mais prósperas. Muitas pessoas o visitaram no seu eremitério, solicitando a cura tanto das doenças corporais, quanto espirituais, e foram atendidos.

São Marun morreu no início do século V, e ao que tudo indica, no ano 410. Depois de morrer, seu corpo foi objeto de disputa entre os habitantes de diversas cidades da região, vistos os milagres que fazia. Cada uma queria para si o corpo daquele santo solitário; por fim, os habitantes do lugar mais povoado e o mais forte tornaram para si o corpo; depositaram-no em um templo construído especialmente para ele, e dedicado à sua memória. O santuário não tardou em transformar-se em local de peregrinação para os fiéis vindas de todas as regiões. No ano de 452, o Imperador Marciano mandou construir, para os discípulos deste santo, os monges maronitas, um grande mosteiro. Este mosteiro de São Marun foi o berço da Igreja Maronita.

Como se formou a Igreja Maronita?
Depois do Concilio Ecumênico de Calcedônia que foi convocado em 451 e declarou que Nosso Senhor Jesus Cristo é, há um tempo, “Verdadeiro Deus e Verdadeiro Homem”, os monges maronitas se revelaram os mais fortes defensores desta verdadeira doutrina da Igreja. Neste momento, a importância do Mosteiro de São Marun foi se tornando cada vez maior, de modo que o seu superior logo tornou-se, num lapso relativamente curto, chefe da região ao mesmo tempo espiritual e temporal. Também a influência dos monges, discípulos de nosso Santo, sobre os fiéis, tornou-se tão grande que estes se aplicavam a imitar os monges no modo de rezar, trabalhar, comer, jejuar e repousar.

No século VII, no momento em que o mosteiro de São Marun gozava dessa proeminência e testemunhava grande influência, os árabes invadiram o Oriente Médio. Resultou que a Sé patriarcal da Igreja oficial de Antioquia ficou desocupada por quase um século, pois o patriarca se refugiou em Constantinopla, e vaga durante quase quarenta anos. Foi neste período, consideravelmente perturbado pelos acontecimentos, e enquanto a Igreja oficial de Antioquia ‘encontrava-se sem um chefe, que o poderoso mosteiro de São Marun, tendo jurisdição sobre a população das vizinhanças do convento, declarou-se independente, e formou uma verdadeira Igreja, à testa da qual encontramos, no século VIII, um patriarca: “Patriarca de Antioquia e de todo o Oriente”. Até agora, a Igreja Maronita é considerada “comunidade monástica”.

A Igreja de Antioquia foi fundada por São Pedro, chefe dos Apóstolos, antes de ir a Roma. Por isso, só o patriarca maronita tem a prerrogativa de acrescentar a seu nome o de “Pedro”, em honra de São Pedro que foi o primeiro patriarca de Antioquia. Esta Igreja Antioquia tem a honra de ter como língua litúrgica o aramaico, a língua falada por Jesus Cristo, como tem a honra de ter sido a única Igreja Oriental que ficou sempre Católica Apostólica Romana, ligada ao Papa.

Em 423, após o litoral fenício-libanês ter sido cristianizado pelos Apóstolos, depois da ressurreição de Nosso Senhor, a montanha libanesa, que ficou até esta data pagã, foi evangelizada pelo discípulo de São Marun, o monge Abraão de Cyr, que foi nomeado pelos historiadores “Apóstolo do Líbano”. Batizou o povo desta região; e podemos dizer que a montanha libanesa, a partir desta data, foi cristianizada e, mesmo, “maronitizada”. É bem verdade que o Líbano, terra e povo, existia bem antes da chegada dos maronitas. Mas o Líbano atual, território e povo, não existiria, se os maronitas não estivessem lá. Pos isso que se diz muitas vezes, e com justiça, que “O Líbano e a Maronidade são duas realidades gêmeas”.
Isto demonstra o insistente apego dos maronitas pelas montanhas libanesas e a resistência tenaz que testemunharam ao longo dos séculos para defender o Líbano, seu país e a fortaleza de sua fé, sua identidade, e sua liberdade. O centro desta Igreja está no Líbano onde fica a Residência do Patriarcado Maronita. Nesta TERRA SANTA libanesa nasceram nossos santos CHARBEL, RAFQA e NIMATULLAH. Os três foram buscar sua espiritualidade na tradição monástica da Igreja Maronita e foram formados na Ordem Libanesa Maronita que encarnou esta espiritualidade.

Oração para São Marun

Ó Deus, que suscitastes São Marun e fizestes dele um modelo de virtudes, concedei-nos, pela sua intercessão: compreender a nossa vocação cristã para uma vida de fé inabalável, de esperança firme e de amor perfeito; seguir pelo caminho da perfeição cristã e salvação; e chegar, por uma vida de oração e contemplação, às alegrias de Vosso Reino. Por Nosso Jesus Cristo Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo! Amém. Pai Nosso…Ave Maria…Glória…
São Marun, rogai por nós!

Santa Rafka Elrayes

Nasceu em 28 de junho de 1832, na pequena cidade de Himlaya, a 30 quilômetros de Beirute, numa família maronita. Aos sete anos, perdeu a sua mãe, o que deixou nela um grande vazio. Ainda adolescente não hesitou em se tornar empregada domestica para ajudar a sua família. Aos 14 anos de idade começou a sentir a vocação para a vida religiosa. Aos 21 anos abraçou a vida religiosa no Convento de Mariamat, em Bikfaya. De 1856 até 1871, desempenhou-se como professora e educadora, sendo bem querida por seus alunos e solicitada pelas famílias que depositavam nela toda a sua confiança.

No ano 1860, Rafqa viveu as sangrentas matanças dos Cristãos na Montanha Libanesa. Isto foi para ela uma cruel experiência dos sofrimentos humanos.

Em 1871, foi dissolvido o Instituto Religioso Mariamat. Rafqa (Rebeca) entrou logo na Ordem Libanesa Maronita feminina, no mosteiro de Mar Semaan Elqarn. Seu grande ideal era assumir com Jesus Cristo todas as etapas de Calvário. Um domingo do Rosário (1º domingo do mês) de 1885, Rafqa, inspirada, elevou a Deus essa oração: Por que meu Deus não me visitas com alguma enfermidade! Por acaso me hás abandonado!”

Deus aceitou essa oblação de amor incondicional que Rafqa fazia de sua saúde. Pouco tempo depois, sentiu violentas dores de cabeça e nos olhos. Uma operação do olho direito foi considerada necessária. A cirurgia praticada por uma Mao inexperiente provocou a perda completa do olho direito e a infecção do olho esquerdo que também rapidamente se perdeu.

A partir daí, Rafqa passou por provações acima das forças humanas. Ficou cega e com os ossos desarticulados. Era transportada para a igreja, envolta num lençol. Seu ardente desejo de participar nos sofrimentos do Salvador se realizou, e ela conseguiu transformar suas continuas provas em uma alegria angelical, manifestando um sorriso permanente, enquanto seu corpo, débil e enfraquecido, se apagava lentamente, oferecendo assim, seus sofrimentos em comunhão com Jesus pela redenção da humanidade.

Em 1897, foi transferida para o mosteiro de são José de Jrabta, na região de Batrun, onde ficou paralítica, cravada em seu leito, enquanto balbuciava sem cessar: Em comunhão com vosso sofrimento, ô Jesus. Assim foi a vida da irmã Rafqa: desde a infância até a morte, um continuo martírio, carregando a Cruz de Cristo com paciência, alegria e entrega total à vontade de Deus.

Em 23 de março de 1914, Rafqa entregou sua alma a Deus dizendo : “Jesus, Maria, José, lhes dou meu coração e meu espírito, tomem posse de minha alma”.Ela se apagou no leito como uma pedra imóvel, no mesmo momento altar e holocausto. A vida crucificada de Rafca nos revela o segredo do sofrimento redentor, provoca em nós “loucuras” de generosidade e nos situa sempre mais perto de Deus e do homem.

A irmã Rafqa foi beatificada em 17 de novembro de 1985, pelo Papa João Paulo II, e canonizada em 10 de agosto do ano 2001, pelo mesmo Papa. A sua festa litúrgica celebra-se no dia 23 de março, dia de seu falecimento.

Francisco, Abdulmoti e Rafael, três mártires da família maronita Massabki chamados mártires de Damasco, porque foram martirizados em Damasco junto com 8 franciscanos, no dia 10 de julho 1860. No dia 10 de outubro 1926 foram beatificados. Comemoramos sua festa no mesmo dia que seu martírio, 10 de julho.

Os 350 mártires, monges maronitas, foram martirizados em Síria no ano 517, por aqueles cristãos que não admitiam o Concilio de Calcedônia . Celebramos sua festa no dia 31 de julho.

São Naamtalla Kassab

De Hardin, nasceu em 1808, na aldeia de Hardin, no Norte da Montanha Libanesa, numa família profundamente cristã maronita. No batismo recebeu o nome de Youssef. Em 1828, ele entrou num mosteiro da Ordem Libanesa Maronita e tomou o nome de “Naemtallah” que significa ”g Graça de Deus.” Recebeu o habito monacal e fez profissão solene no dia 14 de novembro de 1835. Escolhido diretor dos seminaristas da Ordem, e professor de Teologia moral, como foi nomeado três vezes Assistente geral da Ordem. Ele cumpriu muitas atividades missionárias e apostólicas. Cumpriu os votos religiosos de maneira perfeita, com Fé, humildade e abnegação.

Morreu no dia 14 de dezembro de 1858. Foi beatificado no dia 10 de maio de 1998, pelo papa João Paulo II, e foi canonizado no dia 16 de maio de 2004, pelo mesmo Papa. A sua festa litúrgica celebra-se no dia 14 de dezembro, data de seu falecimento.

São Charbel Maklouf

Nascido dia 8 de maio de 1828, em Beqahkafra, aldeia montanhosa, a 1600 metros de altitude no norte do Líbano, situada nas proximidades dos cedros milenares e de Becharre, cidade natal de Gibran. Era o quinto filho do casal Antoun Zarour Makhlouf e Brigida Alchidiac, foi batizado sob o nome de Youssef. Seu pai requisitado pelo exercito otomano para trabalhos forçados não tardou para morrer, quando Youssef tinha ainda três anos. Este cresceu num meio familiar profundamente religioso.

Órfão de pai, o pequeno Youssef freqüentava, em companhia de seus colegas, a escola paroquial de sua aldeia. Desde a sua primeira infância manifestou uma tendência muito pronunciada para o isolamento e a devoção. Abandonava seus camaradas e retirava-se para rezar numa gruta que foi denominada, a principio ironicamente, a gruta do Santo. Já adolescente rezava muito e pedia a Santíssima Virgem que o ajudasse para se tornar monge como seus dois tios maternos.

Em 1851, numa madrugada, sem avisar ninguém, nem se despediu de sua mãe, o jovem Youssef, com 23 anos de idade, se apresentou no mosteiro de Nossa Senhora de Mayfouk da Ordem Libanesa Maronita. Fez seu primeiro ano de noviciado neste mosteiro. Escolheu por nome religioso CHARBEL, em honra a São Charbel martirizado em 107 da era cristã. Seu segundo ano de noviciado aconteceu no mosteiro de São Marun de Annaya ( Montanha de Jbeil),

Em 1853 e aos 25 anos de idade ele fez a sua profissão monástica, ou seja , os votos solenes de obediência, castidade e pobreza. No mesmo ano foi enviado ao mosteiro de São Cipriano em Kfifan para completar seus estudos. Terminado o curso de filosofia e teologia, Charbel foi ordenado sacerdote a 23 de julho de 1859, em Bkerke, sede patriarcal maronita. Voltou, em seguida ao mosteiro de Annaya onde permaneceu 16 anos ,vivendo em comunidade, antes de retirar-se na ermida do mosteiro , dedicada a São Pedro e São Paulo .

No mosteiro praticou todas as virtudes cristãs humanas e monásticas. Na realidade, seus 16 anos de vida no mosteiro foram como uma introdução aos 23 anos de eremita, que são o ponto culminante de sua existência. Os testemunhos recolhidos mostram um São Charbel obediente com uma obediência quase lendária. Sua castidade era verdadeiramente angélica. Em sua pobreza alegre imitou os maiores santos da Igreja, pois sabia perfeitamente que ao despojar-se de tudo neste mundo era imensamente rico no Senhor. São Charbel foi sempre um homem de oração; permanecia longas horas ajoelhado em frente do Santíssimo Sacramento. Dividia seus dias entre os trabalhos braçais nas propriedades do convento e as preces e meditações. Em resumo, suas orações incessantes, seus jejuns prolongos, suas mortificações e sua união com Deus fizeram dele “ um anjo com forma humana”. Perdia-se em Deus como um rio se perde no mar.

No dia 16 de dezembro de 1898, o eremita Padre Charbel celebrava como de costume a Santa missa na capela da ermida quando de repente foi atacado de paralisia, no momento exato da Grande Elevação. A agonia durou 8 dias, após 23 anos de vida de eremita exemplar, São Charbel morreu no dia 24 de dezembro de 1898 na véspera de Natal, para nascer de novo no céu.

Após a morte, bem como durante a vida, padre Charbel foi considerado um santo. No dia de sua inumação, o superior do convento de São Maron de Annaya, Padre Tanios Almechemchany anotou no diário do mosteiro o seguinte: “ Hoje 24 de dezembro de 1898, faleceu na misericórdia do Senhor o Padre Charbel de Biqahkafra, eremita. .. Recebeu os últimos sacramentos e morreu aos 70 anos de idade. Foi sepultado no cemitério da comunidade. O que ele realizará após a morte dispensa maiores comentários sobre a santidade de sua vida”.

O corpo de São Charbel permaneceu intato durante muitos anos após sua morte e inclusive transpirava. Esse fenômeno de conservação e de transpiração do corpo, desafiando as leis da natureza, fascinou os médicos, os homens da ciência. Que um cadáver se conserve não é um fenômeno único, porem que os restos mortais se conservem flexíveis, tenros, transpirando incessantemente é um caso extraordinário e único no gênero. Esse foi o caso de nosso santo. Muitos milagres aconteceram com pessoas de varias nacionalidades e religiões que rezaram sobre o tumulo deste eremita.

O Padre Charbel foi beatificado no dia 5 de dezembro de 1965 pelo Papa Paulo VI. No dia 9 de outubro de 1977 , o mesmo Papa o canonizou, declarando-o santo do Líbano, santo para a Igreja Universal. Celebramos sua festa no terceiro Domingo de Julho. Mas no Brasil, na Argentina e em outros países, sua festa coincide com o dia de sua canonização, 9 de outubro.

O Beato Yaaqub Haddad

No Domingo 22 de junho de 2008 foi proclamado Beato, em Beirute, Yaaqub Haddad deGhazir, presbítero, da ordem dos frades menores capuchinhos, fundador da Congregação das irmãs franciscanas da Cruz no Líbano, falecido em 1954 aos 79 anos. A concelebração eucarística desta grande festividade foi presidida pelo Cardeal José Saraiva Martins, Prefeito da Congregação para as causas dos Santos.

A Beatificação de Abuna Yaaqub, unida à recordação dos santos Libaneses Charbel, Rafqa e Naamtallah Kassab de Hardin, evoca toda a verdade e beleza das palavras de João Paulo II quando dizia: “ A santidade é a via- mestra para os crentes do terceiro milênio”. As historias dos santos libaneses, às quais se acrescenta esta particular do novo Beato, narram sobre homens e mulheres que, obedecendo ao desígnio divino, muitas vezes tiveram que enfrentar provações e sofrimentos indescritíveis. Mas, como nos recordou o Papa Bento XVI: “ Cada forma de santidade, embora seguindo caminhos diferentes, passa sempre pela via da Cruz, a via da renuncia a si mesmo”.

A santidade não ignora e não evita a cruz, a renuncia, o dom de si. O Beato Abuna Yaaqub acreditou verdadeiramente, por isso ensinava: “ Não há céu sem cruz. Desejar o céu sem sofrimento, é como querer comprar mercadorias sem pagar”

O dom de um novo Beato à Igreja Libanesa é um sinal de esperança nas extraordinárias possibilidades deste amado país, de profundas raízes bíblicas. Abuna Yaaqub, que se une aos santos mártires do Vale Santo, e de São Charbel, Santa Rafqa, Santo Neemtallah, é para o Líbano e para os Libaneses um fascinante sinal de reconciliação e de paz, que vem à terra aos homens que Deus ama.

P.S: Pede-se aos que obtiverem graças, por intercessão dos Santos Maronitas, o favor de as comunicar ao Arcebispado Maronita do Brasil – Rua Tamandaré 355, Bairro Liberdade , São Paulo S.P.

Tel: 11 – 3208 2904 ou FAX: 11 – 3208 6536.

5 Comentários

  1. Ana Cesarina dos Reis

    Que bom que hoje assisti a missa em rito Marionita, assim pude estudar e pesquisar mais sobre religião. Obrigada.

  2. Teresa de Fátima Grassano Borges

    Após assistir Don Edgar, na Canção Nova, corrí e fui procurar os
    Santos Maronitas. Temos que divulgar mais a santidade que existe no Líbano, para salvar o mundo árabe .
    Obrigada, don Edgar

  3. Maria Angelica Nicolini

    Sao Maron, Santa Rafka, Sao Charbel e todos os santos maronitas, rogai por minha mae, rogai por nos!!!

  4. Assisto a Canção Nova, bem como admiro o Programa Memórias do Líbano. Felictaçoes e muita saúde à Dom Edgard Madi.

  5. Desde pequenina via a imagem e a devoção de meu avô paterno Youssef por São Charbel.
    Por isso mesmo continuo devota dele e tenho recebido muitas bênçãos e atenção aos meus
    pedidos. Um pessoa muito santa que merece a nossa fé em sua intercessão. Janete

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