Nesse Podcast eu trato do Pecado da Ira e suas consequências na vida humana, como também, apresento a virtude para enfrentá-lo. Se você deseja saber um pouco mais acerca desse pecado que expressa uma necessidade violenta de reação perante os sofrimentos, contrariedades e até injustiças da vida, acompanhe mais esta reflexão, que muito lhe ajudará nesse processo de enfrentamento das dificuldades interiores, que geram tais reações impulsivas. Quando tocamos nos conflitos interiores observando-os além das razões e conceitos que temos, na humildade, temos condições de viver a superação de tais conflitos, que mesmo não nomeados e identificados, existem e interferem poderosamente na nossa caminhada cotidiana. Mesmo que uma pessoa não chegue aos extremos de sua ira, devido a sua passividade, sofre com toda certeza em sua vida as consequências do seu rancor!

Que Deus na sua bondade te abençõe, concedendo-te a graça que pacifica o coração!

Pe. Eliano Luiz Gonçalves.

Vice Reitor do Seminário Diocesano Nossa Senhora Mãe dos Sacerdotes.

Se você deseja saber um pouco mais sobre o Pecado da Soberba, acompanhe mais esse podcast que irá favorecer você na luta contra esse pecado que se revela como uma espécie de idolatria , ou seja, um amor desordenado por si mesmo. Aquilo que é identificado na sua raiz mais profunda, torna-se um inimigo mais conhecido, e portanto, mais possível de ser combatido através da virtude. O verdadeiro cristão sempre deve ter a consciência, de que sem luta, não existe vitória. E que o homem forte é aquele que tem uma visão sadia, ou seja, realista, de si mesmo, de Deus e do mundo. Quem vive o esvaziamento, a exemplo de Nosso Senhor Jesus Cristo, reconhece sua verdade, o seu mistério, e torna-se assim, alguém capaz de anunciar o mistério de Deus.

Deus resiste aos soberbos e acolhe os humildades. Com Maria digamos nesse dia: “o Senhor viu a pequenez de sua serva, e fez em mim maravilhas, Santo é o seu Nome”. Quando eu celebro o que sou de verdade, minha identidade entoa o canto novo que Deus na sua predileção canta em mim. Assim foi com Maria Santíssima, e pode também ser com você. Deixe que na humildade, Deus entoe um canto novo através de você, em você.

E com Santo Agostinho, reconheçamos que só sabe cantar o canto novo, o homem novo. E que o Espírito Santo tem uma obra a realizar através daqueles que nasceram da água e do espírito, ou seja, dos homens novos. Seja uma pessoa nova, Deus chama, e dá a sua graça, aos que estão dispostos. A pessoa humilde é formada no dinamismo do perder em Deus: “se o grão de Trigo que cai na terra não morre, ele permanece apenas um grão de trigo, só e infértil, sem fecundidade, estéril. Agora, se o grão de trigo morre, ele vira espiga, multiplica, frutifica abundantemente”.

Que Deus te abençõe e te faça manso e humilde de coração, como Jesus!

Pe. Eliano Luiz Gonçalves.

Vice Reitor do Seminário Diocesano Nossa Senhora Mãe dos Sacerdotes.

Você sabe o que são votos íntimos? E como superá-los na sua vida? Através desse Podcast você terá condições de entender melhor o que é um voto íntimo e suas consequências, pois, quando saímos da falta de conhecimento, temos condições de crescer no Projeto de Vida e Salvação que Deus tem para cada filho seu. O sol da justiça divina, ou seja, a luz da verdade precisa brilhar na nossa vida para dissipar as trevas do erro e dos maus sentimentos. É preciso constatar com isso, que toda pessoa que vive presa no passado, não consegue dar os passos necessários para o novo de Deus.

Enquanto o passado não é resolvido no interior, o seu presente, e consequentemente o seu futuro, nunca serão expressão de uma liberdade em Deus. E por que motivo, a liberdade não é possível, nessa escravidão ao passado? Pelo simples fato de que o ser humano não foi criado para viver esse determinismo, quando algo não deixa de ser passado em nós, ou seja, passa a ser uma ferida permanente e presente, o saborear do presente da vida fica impossibilitado e muitas vezes, inexistente, não acontecendo na intensidade e na liberdade que lhe são próprias.

Quem ama, mesmo que inconcientemente, mais a dor do passado, do que o presente, que em si mesmo já é alegria, dependendo do olhar que se tem da vida, nunca terá em sua história sentido de eternidade. Que a reflexão breve desse podcast te ajude a superar os seus desafios interiores, pois, o tempo de viver o dinamismo da mudança, amadurecimento e crescimento, é o hoje, seja decidido.

Que Deus te abênçõe!

Padre Eliano Luiz Gonçalves.

Vice Reitor do Seminário Diocesano Nossa Senhora Mãe dos Sacerdotes.

Deus quis dar um prazer sensível ao alimento, para que o homem, se alimentando daquilo que lhe parecia saboroso, mantivesse a vida. Da mesma maneira, o Senhor concedeu à humanidade a realização do prazer sexual, por meio do qual também a espécie humana se multiplica. É o prazer íntimo, permitido ao casal, unido pelo matrimônio, o qual se abre também à graça da procriação.

O pecado da luxúria vem desvirtuar aquilo que é belo, estabelecendo uma desordem, provocando a degradação de algo bom no que toca a dimensão sexual, fragilizando o indivíduo e levando-o ao vício.

A luxúria impossibilita o homem de viver a castidade no corpo, nos pensamentos e nas atitudes. É uma desordem que toma conta da pessoa na sua totalidade. Mas isso acontece de maneira lenta. A pessoa se mantém consumindo demoradamente produtos como vídeos, revistas, entre outros, os quais a levarão à realização de desejos perniciosos, provocados pelas fantasias.

Tal como a gestação, essas desordens acabam levando ao nascimento do pecado. A pessoa se concentra apenas no prazer impuro e se fecha inteiramente em função de realizar o prazer desmedido.

Esse mal também afeta muitos casados que, em consequência de um desvio provocado por esse prazer desmedido, faz do cônjuge um objeto. Dessa forma, conduzida pelo desejo, a pessoa presa aos prazeres grosseiros pouco se interessa por aquilo que a faz crescer.

Toda vez que se procura esse tipo de prazer maléfico se pratica o pecado mortal da luxúria, que levará a pessoa cada vez mais por caminhos mais e mais promíscuos, destruindo aquilo que lhe foi reservado de belo, saudável e bom.

Um jovem que tem como hábito ficar com várias meninas ao mesmo tempo, certamente terá dificuldade em manter a fidelidade a apenas uma mulher.

Os vícios impuros paralisam os gostos para tudo aquilo que é nobre. A amizade pura quase desaparece, pois quem vive o desequilíbrio se torna escravo das paixões.

Deus nos fez para o equilíbrio e para o bem, de modo que as desordens provocadas pelo pecado nos afastam do Senhor.

Jamais será possível conquistar a vitória sobre tais paixões se não nos empenharmos na fuga das ocasiões de pecado e buscarmos a convicção profunda para uma mudança de atitude. Se aspiramos alcançar o céu precisamos ter convicção para a superação de nossos pecados.

O prazer impuro nos leva aos níveis mais animalescos e irracionais. Se a justificativa de alguém para o pecado é dizer que “a carne é fraca”, então, não se pode colocar à prova a fraqueza da carne.

Nada é impossível para o coração orante, por isso, apoiados na graça, precisamos reconhecer que o prazer maléfico nos atrai; mas precisamos nos abrir também àquilo que Deus quer para nós.

Quem é consciente da própria fraqueza não se expõe ao perigo, pois quem ama o perigo nele perece.

Para vencer o pecado é preciso romper com as paixões provocadas pela ilusão, pela fantasia. A nossa fragilidade diante do pecado, muitas vezes, é resultado de uma decepção ou situações mal resolvidas.

Padre Eliano Luiz Gonçalves.

Vice Reitor do Seminário Diocesano Nossa Senhora Mãe dos Sacerdotes.