Recebi um longo e interessante comentário de uma garota, que diz ter 18 anos, e escreve sua defesa ao site Montfort. Pela maturidade com que esta garota escreve chego a duvidar que tenha somente 18 anos. De qualquer maneira, por uma questão de honestidade, posto para todos a reflexão de Gabriela:

DEUS contigo Pe. João!

A vossa bênção!

Meu nome é Gabriela e tenho 18 anos.

Gostaria de tratar sobre a questão Montfort com toda a caridade possível. Quero tratar deste assunto com amor para que possamos coversar de forma amistosa sobre tal assunto.

Primeiramente, quero dizer que quando eu comecei na Igreja (o que faz uns 3 anos) eu comecei um tanto desnorteada e algumas pessoas indicaram-me a RCC para que eu pudesse me firmar. Tudo bem, eu segui o conselho. Resumindo, através da RCC e Canção Nova eu me tornei a tradicionalista que sou hoje e como tradicionalista, busco defender a verdadeira Fé, e busco lutar para que se mantenha a tradição. Ora, isso é bíblico.

Eu não sou ninguém para falar nada Padre, pois sou só uma leiga e grande pecadora, sobretudo sou mulher e deveria manter-me em silêncio. Porém, se é lícito que se procure questionar algo que pode não estar certo, então não vou me omitir. Digo que vi com o passar do tempo que a RCC continha demasiados abusos. As missas-show é um deles. Digo, fiz parte da RCC, mas nunca me senti bem participando de uma missa assim. Imaginemos por que: ” há uma pessoa, cuja sua última esperança, está na Santa Missa e na Sagrada Comunhão. A pessoa perdeu a chance de meditar e participar piedosamente da Santa Missa porque a bateria, a guitarra e o piano não permitiram que ela pudesse encontrar-se com Jesus. Sem contar com os berros do vocalista do Ministério de música. Não seria, pois, conveniente, celebrar uma Missa como ela sempre foi celebrada? Com cantos lícitos à tal momento e uma Missa onde se obtém o devido respeito? Onde verdadeiramente Cristo é o centro? Certamente que há muitas pessoas que vão as missas-show para participarem piedosamente da Missa (se o conseguirem) mas nota-se que muitas vão em busca de novidades, mas a Missa é algo santo, assim como DEUS é santo, portanto, é imutável, não tem que haver novidades. A Palavra de DEUS é imutável. Tudo quanto foi ensinado é imutável. Mas hoje em dia parece que a imutabilidade de tudo que é sagrado foi deixada de lado, assim como os Sacrários. Vejo que até mesmo o Sacramento da Confissão perdeu a sua sacramentalidade e hoje mais se parece com uma consulta ao psicólogo.

Sou a favor do retorno da Tradição, por tudo quanto aprendi na Montfort, vi que a Tradição não deve ser mantida só porque é bonita, mas porque é uma verdade de Fé. É o verdadeiro catolicismo. E quando se mantém a verdade, tudo por consequência se torna belo.

Já cometi erros grandes nesta vida Padre, mas eles me ajudaram a crescer muito e hoje, repugnar o pecado, repugnar as heresias e ofensas contra a Igreja e contra Cristo.

Hoje se perdeu o sentido do que seria a Santa Missa. A Santa Missa não é somente de ação de graças, louvor, ou só comemoração do sacrífício. Já li um Padre dizendo que a Igreja de antigamente era “fria e retardada”. Já vi muitos dizendo que se necessita de uma Missa alegre, que a Igreja perderia muitos fiéis porque não entenderiam nada de latim, que é chato um Padre celebrando de costas para o povo, que a Igreja deve se modernizar, pois, a sociedade se moderniza e a Igreja acompanha. Isso tudo é absurdo!

1º Missa alegre: existe alegria maior que participar piedosamente da Santa Missa? Lembrando: 950. Cân. 3. Se alguém disser que o sacrifício da Missa é somente de louvor e ação de graças, ou mera comemoração do sacrifício consumado na cruz, mas que não é propiciatório, ou que só aproveita ao que comunga, e que não se deve oferecer pelos vivos e defuntos, pelos pecados, penas, satisfações e outras necessidades — seja excomungado [cfr. n° 940].
Concílio Ecumênico de Trento

2º A Igreja perderia muitos fiéis por não entenderem o latim: Ora, missal português-latim existe para isso.

3º É chato um Padre celebrando de costas para o povo: e muito mais lícito certamente. O Sacerdote deve estar voltado para DEUS. Ou acaso a Missa não passa de um teatro onde se cultua aos homens ao invés de DEUS? É o que vemos hoje. Infelizmente. Muitos sacerdotes não fazem nem questão de celebrar a Missa que temos hoje de modo mais conveniente.

4º A Igreja deve se modernizar, pois, a sociedade se moderniza e a Igreja acompanha: isso não tem lógica, pois a Igreja é a Igreja de Cristo, a verdadeira Igreja, Una, Santa, Católica e Apostólica, cuja Verdade lhe foi ensinada para que durasse até o final dos tempos. É tudo imutável. Cristo deixou de uma forma mas a maioria hoje mostra o contrário de tudo aquilo que ELE ensinou. O mundo, a sociedade, tudo se modernizou, mas nunca foi dito que a Igreja abandonasse suas Tadições para agradar aos homens com novidades.

Peço perdão se em algum momento faltei à caridade e à humildade. Dou graças à DEUS por ter-me feito conhecer a Montfort e o Prof. Orlando, pois, pude conhecer o verdadeiro catolicismo e a verdadeira Fé, assim como pude também conhecer melhor à Cristo e querer estar mais e mais junto DELE, sem apartar-me de Seu amor jamais.

Por hora é isso Padre João. Obrigada pelo espaço de poder estar comentando no seu blog. Obrigada por permitir-me defender a verdadeira Fé e a Montfort.

Atenciosamente,

Gabriela

85 Comentários

  1. Pingback: RCC Brasil

  2. samara araujo

    padre joaozinho…Bom dia!
    acesso o seu blog…agora…e confesso que nesta manha de sexta-feira…assusto-me com a postagem…com o comentário desta pessoa…e fiquei sem entender…por talvez desconhecer essa visão tradicionalista…q ela defende…pra ser sincera não conheço esse site(Montfort)nem tão pouco as suas defesas…
    e pelo que li acima…não concordo…
    porém,se possível,queria entender melhor sobre o assunto…
    sua benção….um bom final de semana…e que Deus possa continuar a iluminá-lo!
    obrigada!
    abraço fraterno!

  3. Elaine Mendes

    Gostei muito do comentário da Gabriela.

    Sou da Legião de Maria e tive um irmão legionário, um jovem de 25 anos que terminou a faculdade de sociologia e decidiu ser religioso. Ele ama o ritual antigo – missa em latim – e por isso se tornou monge num mosteiro lá em Nova Friburgo.

    Li alguns textos sobre o ritual antigo e realmente vejo beleza nele e por isso fiquei muito feliz pelo Papa Bento XVI permitir a missa em latim do ritual antigo. Fiquei interessada em participar de uma missa assim, porém com o missal em português pois não sei latim. Mas, a verdade é que segundo minha mãe, muitos achavam a missa em latim cansativa, pois não entendiam os orações ou então iam com muita fome, pois não se permitia comer nada antes da missa.

    Participo de missas carismáticas e tradicionais e me sinto bem em ambas. Acho que tudo parte da decisão pessoal de querer aproveitar bem o momento. Seja nas orações, músicas, homilia e principalmente a Eucaristia. Se há pessoas que gostam mais de missas carismáticas, missas tradicionais ou do ritual antigo, não há problema, pois ambas mantém o essencial: Eucaristia, o sacerdote, o ato penitencial, o ofertório e a ação de graças. Só acho que devemos ter mais cuidado na escolha das músicas, muitas vezes se escolhe músicas protestantes que não tem haver com o ritual. Confesso que não gosto quando tocam a música “Como o Zaqueu” na missa pois ela já está muito, vamos dizer, vulgarizada. Se canta em qualquer lugar, de qualquer jeito. Pode até cantar em grupos de oração, reunião, mas na missa acho que não é mais conveniente, pois não tem jeito, me lembro logo do Regis Danese, do Belo que também canta essa música e fico com muita dificuldade de aproveitar a beleza da música.

    Sua benção

  4. Rosario Frias

    Padre Joaozinho,

    É maravilhoso o depoimento desta jovem!
    A poucos dias participei, pela primeira vez, de um enconto de cura e libertação da RCC o qual não me identifiquei. Respeito a espiritualidade da RCC, mas não houve sintonia do meu coração com a forma com que foi conduzido o “repouso no espírito”.

    O Senhor poderia falar um pouco no seu blog sobre o “repouso no espírito”.

    Sua benção Padre!

    Rosario

  5. Concordo fielmente com a senhorita gabirela, tradição não é nada ruim e sim é uma forma de preservar… e sou a favor da preservação da fé

  6. Joel Xavier

    Reverendíssimo Padre João,

    Inicialmente peço sua benção.

    Tenho uma dívida de gratidão para com o senhor. Faz três anos que ouço no carro o CD do terço (aquele do Papa João Paulo II na capa) que o senhor produziu.

    Atribuo ao fato de rezar o terço as inúmeras pequenas e grandes graças conseguidas pelas mãos de Nossa Senhora.

    De modo que agradeço muito ao senhor por tudo isso.

    Tive participação bastante intensa na RCC durante quase dez anos. Até seminarista cheguei a ser.

    Conheci a Montfort faz três anos.

    Padre, foi através do Professor Orlando Fedeli e da Montfort que aprendi a conhecer e amar muito a Santa Igreja Católica.

    Muitas dúvidas e inquietações que tinha quando da minha participação na RCC (músicas sentimentais que me faziam sentir mal, busca do extraordinário – milagres, dúvidas sérias quanto a existência de Deus, necessidade contínua de experiência do sobrenatural, etc.), muitas dúvidas e inquietações foram totalmente sanadas pelo simples conhecimento da doutrina católica.

    Exemplo bem simples e contundente: todos sabem que na RCC se pratica o chamado “dom de línguas”. Pois bem, fiquei ao mesmo tempo impressionado e aliviado quando aprendi, no site Montfort, o que Santo Tomás de Aquino ensina a respeito desse “dom de línguas”. Para quem ainda não sabe, a explicação que o maior doutor da Igreja dá para esse dom não tem ABSOLUTAMENTE nada a ver com o que ensina e prega a Renovação Carismática. É triste e impressionante constatar que, relativamente ao “dom de línguas, a RCC apenas copia aquilo que já faziam os protestantes pentecostais.

    Várias vezes tive a oportunidade de assistir aulas do Professor Orlando Fedeli. A par da erudição e inteligência, sempre fiquei muito tocado ao ver o amor que ele demonstra ter para com a Igreja Católica.

    E o que falar da triste situação da Igreja no pós-Concílio? Quantos abusos, profanações, indiferenças, tibieza se podem ver entre leigos e, principalmente, entre os sacerdotes.

    Poderia citar muitos e muitos fatos tristes. Cito apenas um, emblemático.

    Há uma igreja aqui em Belo Horizonte que tem pintados em suas lixeiras os Sagrados Corações de Jesus e Maria… No tapete da entrada principal, onde todos limpam os pés sujos e empoeirados, estão estampados os Sagrados Corações…

    Fui conversar com o pároco (que é pessoa bastante conhecida e respeitada). Ele me ouviu atentamente, me deu uma explicação inacreditável e disse que as estampas todas continuariam onde estavam.

    Padre João, para finalizar, repito aquilo que já escreveu um comentarista deste blog. As pessoas que o criticam, fazem isso por Caridade.

    Todos os “tradicionalistas” tem imenso respeito pela sua condição indelével de Padre. Vejo competência e Caridade na Montfort ao apontar os erros que o senhor infelizmente pratica.

    Salve Maria!

    Joel.

  7. ”Pela maturidade com que esta garota escreve chego a duvidar que tenha somente 18 anos.”

    Ué Pe. João!

    Será que isso o surpreendeu por que a jovem não segue os jovens ”carismáticos” da Canção Nova?

    Será por que a jovem que defende a Montfort não segue a ingenuidade dos jovens ”carismáticos”?

    Por que é tão díficil acreditar que ela tenha dezoito anos?

    Será que o Reverendo está tão acostumado com os jovens birrentos da Canção Nova (sempre querendo se comportar até como crianças!) que quando aparece uma jovem de dezoito anos que (provavelmente) estuda os documentos da Santa Igreja; Sua História (não as fabricadas contra Ela); o catecismo; a Teologia;… isso surpreende o Reverendo!

  8. Padre João.

    Salve Maria.

    O sr. deduziu: ” pela maturidade que essa garota escreve chego a duvidar que tenha somente 18 anos”.

    Santa Teresa dos Andes – A Juanita – tinha apenas 19 anos quando se tornou santa.
    Uma grande santa.

    A maturidade de alguem nem sempre está atrelada a idade biológica.

    Tem pessoas com 38 anos e outras com 45 – e são sacerdotes – que tem a maturidade de uma criança.

    Em Jesus e Maria.

    Olegario.

  9. Ainda bem que Deus está para os birrentos,ingênuos e estudiosos…heheheheeheh
    aBRAO FRATERNO
    ANA VALESKA

  10. Padre João, DEUS convosco!

    A sua bênção!

    Primeiramente gostaria de agradecer mais uma vez pelo espaço concedido no seu blog para que todos de forma fraterna possam apresentar de forma caridosa aquilo que defendem.

    Mais uma vez gostaria de pedir perdão se em algum momento faltei à caridade e à humildade para com o senhor Reverendo.

    Gostaria apenas de esclarecer que sim, tenho 18 anos, completei no dia 09 de Agosto. Sou vocacionada Carmelita Descalça há dois anos e procuro sempre Padre defender tudo o quando deveria ser mantido, pois, isso é bíblico.

    Agora gostaria de tratar sobre a questão dos Sacrários. Hoje entramos em muitas igrejas e temos de ir em uma capelinha AO LADO para rezar diante do Santíssimo. Mas por que deixar os Sacrários ao lado? Não seria, pois, lícito manter os Sacrários nos centros das igrejas? Ora, Cristo é o centro, portanto não se deve deixa-Lo ao lado.

    Quero lembrar-lhe Padre, que as minhas postagens aqui não tem o intuito de prejudicar nada nem ninguém. Tenho muito respeito para com o senhor Reverendo e apenas me utilizo deste espaço para defender aquilo que a Igreja manteve por mais de 2000 anos. Ora, DEUS sabe que o que faço, o faço por amor à ELE e à Sua Igreja.

    Por hora é isso Padre, agradeço mais uma vez pelo espaço no seu blog e pela generosidade de haver postado meu comentário defendendo a Montfort.

    Gostaria de sugerir que o senhor postasse no seu blog algo falando sobre a questão dos Sacrários e sobre a RCC.

    Peço perdão se faltei à caridade e à humildade em algum momento.

    DEUS te abençõe hoje e sempre Padre!

    Atenciosamente,

    Gabriela

  11. Patricia-SP

    Olá Pe. Joãozinho.

    Muito bem escrito este post mas discordo desta jovem. Confeço que cresci no berço carismático e sempre me identifiquei com ele. Sei que há excessos em alguns casos mas isso tem a ver com a forma que cada um se adequa à fé e não necessariamente com o movimento RCC. Também sei que é preciso caminhar buscando sabedoria, dicernimento e maturidade para separar os exageros que acontecem que podem ocorrer tanto na RCC como em qualquer outro lugar. Mas isso é pessoal, é necessário dedicação e humildade para pedir em oração uma clareza do Espirito Santo.

    Vou citar um exemplo da qual já presenciei. Conheço movimentos que falam da presença de jesus , em uma pessoa em particular do grupo, durante as orações nos grupos de oração. São os chamados profetas (Destes ouço muito poucos, sendo Monsenhor Jonas Abbib um dele pela coerencia de vida e fé – Tanto é a verdade que sua obra hj tem o reconhecimento Pontifício). Aqui sou cautelosa e particularmente não gosto muito e confeço não dar muita enfaze.

    A situação que presenciei foi a seguinte: Um pedido de se ajoelhar diante deste profeta (nada ainda comprovado pela Santa Igreja) sendo que o mesmo não se ajoelhou ao revelar a aparição do Senhor. Na ora me veio á mente a imagem do Sacrário que fica em outro local do acontecido. Não gostei, fiquei confusa e em oração pedi dicernimento. Acredito no Espirito Santo que revela e ao abrir a bíblia (CNBB) saiu o Apocalipse 22(Epilogo) que revela o sonho de João. João ao ver que era o Anjo se ajoelha diante deste. Por sua vez, o Anjo responde: “Não faça isso! Eu sou servo como tu és servo e como teus irmãos, os profetas e aqueles que guardam as palavras deste livro. É a Deus que deves adorar.”

    A partir daqui, me posiciono frente à situação. Sei que o movimento é de Deus pois a presença de Jesus Eucaristico está alí mas onde há humanos sempre haverá erros. Porém Jesus nada tem a ver com isso! A minha fé a Ele não pode ser abalada por isso!

    É preciso mais que ter fé ou defenter quais são ou não são os locais certos onde Cristo está. Ao meu ver (como leiga) Ele está e estará onde Lhe aprouver mesmo que os humanos concordem ou discordem de opiniões.

    Cristo não depende de que eu ache, mas se manifesta quando, como e onde quizer. Haja visto que Ele não veio revestido de Glória mas sim como um humilde servo.

    É assim que caminho com minha fé. Sou RCC pois amo louvar a Deus em Espirito e em Verdade e na alegria dos irmãos.

    Abraço fraterno

    Patricia-SP

  12. Elaine Mendes

    Gostei da sugestão da Gabriela Padre Joãozinho, se possível, gostaria que o senhor falasse a respeito dos sacrários que não ficam mais no altar central.

    É para evitar o desrespeito? Porque já vi muitos não fazendo a genoflexão quando passa pela frente do santíssimo e realmente quando quero ficar em oração à sua frente, me desconcentro com o ministério de música que começa a repassar as músicas 15 minutos antes da celebração. Estando na capelinha eu teria mais privacidade com o meu Senhor. Na minha paróquia estamos contruindo a capelinha que ficará ao lado do altar.

    Sua benção.

  13. Antonio Carlos

    De fato, idade pouco significa para as Grandes Obras de Deus.

    Nunca é demais lembrar de Santa Inês, virgem e mártir aos 13 anos de idade.

    Gabriela, que Deus lhe ajude sempre a manter sua fé viva, sua esperança firme e sua caridade ardente.

  14. A Paz de Jesus,

    Se entendi bem o comentario da nossa irma Gabriela (texto muito bem elaborado por sinal), ela comecou na Igreja atraves da RCC.
    Entao viva a RCC que tem resgatado tantos jovens assim como a Gabriela para caminhar em direcao a uma vida Santa, sejam eles carismaticos ou tradicionalistas, afinal todos nos, Catolicos, Apostolicos, Romanos, temos um mesmo objetivo: um lugar no Ceu. Deus abencoe a todos.

    Wagner

  15. Contribuição Protestante na Nova Missa de Paulo VI
    PERGUNTA
    Nome: Fábio Luiz Dias Modesto
    Enviada em: 21/12/2005
    Local: Jaú – SP, Brasil
    Religião: Católica
    Escolaridade: Superior concluído

    ——————————————————————————–
    CARÍSSIMO PROFESSOR ORLANDO FEDELI,

    A PAZ DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO!

    É COM PRAZER QUE LHE ESCREVO MAIS UMA VEZ.

    A SITUAÇÃO É A SEGUINTE: ESTAVA EU NO “CHAT” DO SITE DA CANÇÃO NOVA, ONDE COSTUMO DEBATER COM OS FREQUENTADORES SOBRE OS MALEFÍCIOS DA RCC E AS HERESIAS QUE NELA SE PROPAGAM, QUANDO PASSEI A DIALOGAR COM UM TAL PADRE ZÉ. FIZ A ELE ALGUMAS PERGUNTAS, ENTRE ELAS SE A NOVA MISSA TERIA FACILITADO A SUA PROFANAÇÃO POR PARTE DE MUITOS PADRES, COM AS CHAMADAS MISSAS-SHOW, E SE ELE ACHAVA QUE TERIA SE APROXIMADO DE UM CULTO PROTESTANTE, UMA VEZ QUE ALGUNS PASTORES PROTESTANTES AJUDARAM A FAZER AS ALTERAÇÕES NA MISSA DE SEMPRE, CF. O SR. AFIRMA NO SEU SITE (Com efeito, desde a nova liturgia produzida por Monsenhor Bugnini, em 1969, e que contou com a colaboração de seis pastores protestantes, o Novus Ordo Missae, inclusive por sua ambigüidade, provocou uma verdadeira anarquia litúrgica, como o disse o Cardeal Ratzinger. Surgiram as Missas-Show, as Missas ecumênicas — até missas sincréticas católico-macumbeiras — as Missas carnavalescas, as Missas participadas, que, paradoxalmente, afugentaram os fiéis, e que indiretamente causaram um êxodo de católicos para as seitas protestantes. – Orlando Fedeli – “Montfort com Ecclesia de Eucharistia”
    MONTFORT Associação Cultural
    http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=ecclesia_eucaristia&lang=bra
    Online, 21/12/2005 às 11:03h)

    . O PADRE ME RESPONDEU QUE TERIA ESTUDADO TEOLOGIA EM ROMA POR MAIS DE CINCO ANOS, E QUE NUNCA HAVIA OUVIDO QUE PROTESTANTES TERIAM OPINADO NA ALTERAÇÃO DO MISSAL; FICOU INCLUSIVE ALTERADO, MANDANDO-ME, IRONICAMENTE, IR ESTUDAR MELHOR.

    VOU REPRODUZIR AQUI AS PALAVRAS DO PADRE: “Padre ze To. reservadamente fala para FABIO:
    As actas do Concílio, vc poderá encontrá-las numa boa biblioteca de teologia. Estão escritas em Latim, se não sabe latim, tem de pedir a ajuda de alguém que lhas traduza. Aí encontra todas as intervenções dos participantes nas sessões do concílio, o que cada um disse e propôs e as respectivas votações. E quando se falou da Liturgia na sessão donde saiu a Sacrossatum Concilium, não interveio nenhumprotestante. está a confundir a sessão. Os prtestantes intervieram quando se falou na sessão da relação da Igreja com o mundo e com os irmãos separados. Na sessão da Liturgia não intervieram nenhum protestante.”

    SEM PODER DECLINAR OS NOMES DOS PROTESTANTES, E POR TALVEZ TER CONFUNDIDO AS SITUAÇÕES, FIQUEI SEM ARFGUMENTOS PARA REPLICAR O PADRE, DE MODO QUE FIQUEI COM ESSA DÚVIDA ACERCA DA PARTICIPAÇÃO DOS PROTESTANTES NO CONCÍLIO VATICANO II E NA REFORMULAÇÃO DO NOVO MISSAL.

    DIANTE DISSO, SOLICITO A SUA AJUDA PARA DIRIMIR A MINHA DÚVIDA, ENVIANDO-ME UMA RESPOSTA SOBRE A QUESTÃO POSTA LOGO ACIMA.

    MUITO OBRIGADO.

    APROVEITO PARA DESEJAR-LHE UM FELIZ NATAL, COM AS BENÇÃOS DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, E COM A PAZ QUE O MUNDO NÃO PODE DAR!

    JAÚ, 21 DE DEZEMBRO DE 2005.

    RESPOSTA

    Muito prezado Fábio,
    salve Maria!

    Esse padre tentou enganá-lo. A elaboração da Nova Missa de Paulo VI foi feita em 1969, depois do Concílio Vaticano II, que terminou em 1965.
    Ele tentou também diminui-lo dizendo que as atas do Concílio são em latim e que você deveria pedir ajuda de quem sabe latim para lê-las.
    Veja abaixo a foto dos seis pastores protestantes que ajudaram na elaboração da Nova Missa com Paulo VI.
    Aproveito para lhe desejar um santo Natal.

    In Corde Jesu, semper,
    Orlando Fedeli
    —————————————————————–
    Ver foto no endereço:
    http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20051221112932&lang=bra
    Pastores protestantes George, Jasper, Shepherd, Künneth, Brand e Thurian com Paulo VI.

    ——————————————————————————–

    “OBSERVADORES” PROTESTANTES NA REFORMA LITÚRGICA – 1966

    (Pe. Annibale Bugnini – La Riforma Liturgica – pg. 204, Edizione Liturgiche – 1983 – Roma)

    “No dia 23 de agosto de 1966, a lista dos “Observadores”, aprovada pela Secretaria de Estado e pela Congregação da Doutrina da Fé, ficou assim composta:

    Indicados pela Comunidade Anglicana (1º de julho):

    1 – Rev. Ronald C. D. Jasper, presidente da Comissão litúrgica da Igreja Anglicana da Inglaterra.

    2 – Rev. Dr. Massey H. Shepherd Jr., professor «Church Divinity School of the Pacific», California –USA.

    O Conselho Mundial das Igrejas indicou (12 de agosto):

    3 – Prof. A. Raymond George, membro da Conferência Metodista, diretor do «Wesley College» de Headingley, Leeds, Inglaterra.

    A Federação Mundial Luterana indicou (12 de agosto):

    4 – Pastor Friedrick-Wilhelm Künneth, de Genebra, secretário da Comissão «for Worship and spiritual Life», substituído em 1968 por:

    5 – Rev. Eugene L. Brand, Metodista de N. York.

    Finalmente, a Comunidade de Taizé escolheu:

    6 – Pastor Max Thurian, vice-prior da Comunidade”.

  16. Concordo plenamente com a Gabriela no que se refere às “missas-show”.

    Em uma paróquia com três horários de missa dominical, pelo menos um em que a celebração fosse mais silenciosa e sem instrumentos barulhentos, seria uma opção para quem não gosta, atenção equipes de liturgia !

  17. Joel Xavier

    Joel perguntou: Padre, veja se compreendi bem o que o senhor pensa. Quando comungamos, recebemos espiritualmente o Corpo de Cristo, mas não o comemos. Se alguém não tem fé, ele só recebe pão, mas não recebe realmente o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Cristo. É isso que o senhor quer dizer?
    _______________________________

    RESPOSTA DE PE. JOÃOZINHO:
    “É lógico que suas palavras não coincidem com minha convicção de fé, enquanto cristão, católico e padre. Não procure colocar em minha boca palavras que eu jamais diria. A Eucaristia não é uma experiência meramente subjetiva. Estamos diante diante da presença objetiva, real, substancial de Cristo. Mas é claro que podemos suspeitar de alguns pseudo-tradicionalistas que fazem da Eucaristia um fetiche. No fundo isso é um materialismo disfarçado de ortodoxia. A raiz de todo fundamentalismo é o orgulho e idolaria. Certas posturas são idólatras, pois desvinculam completamente Pessoa, Igreja e Eucaristia”.

    _______________________________

    PADRE, O SENHOR NÃO RESPONDEU MINHAS PERGUNTAS!!

    Portanto, torno a repetí-las:

    Se um ateu comungar, ele recebe o Corpo, Sangue, Alma, e Divindade de Cristo, ou só recebe pão?

    Se um Católico que tem fé comunga, ele come o Corpo de Cristo, ou não?

    Responda- me por favor, Padre.

  18. Sta Terezinha… Doutora da Igreja… 24 anos!

  19. Sergio Souza

    Detesto o site MONFORT!

    Não tem nível de educação e respeito! Em nada lembra a postura de Jesus, parece muito mais com os fariseus, tamanha a arrogância e prepotência.

    Se referir ao padre Jonas como herege e livrecos, é extrema falta de ingnorância que beira a inveja absurda!

    O próprio Orlando diz:
    “Se constato que Padre Jonas, em seus livrecos, diz heresias, é obrigatório acusar essas heresias.Querer defender quem diz heresias só porque nos é simpático significa colocar sentimentos acima da verdade. O que é errado”

    Ora, questiono aos que amam o site da MONFORT. Se a Canção é herege, teria o Papa Bento XVI, ao conceder o RECONHECIMENTO PONTIFÍCIO, se aliado a HERESIA? Ou seja, seria o PAPA BENTO XVI um herege.

    Obs. ATÉ HOJE A MONFORT, QUE TEM RESPOSTA PARA TUDO, ESTÁ SEM RESPOSTA.

    Queridos, em suma, existem inúmeras formas de se amar a fé e a Igreja, certamente a forma incorreta é amá-la pregando ódio e levantando falsas acusações.

    Sergio

  20. RICARDO BECEKR MAÇANEIRO

    HÁ COISAS E COISAS.
    É VERDADE QUE EXISTE EXAGERPO EM MUITAS MISSAS POR AÍ.
    SEJAM ELAS “RENOVADAS”, DA “TERRA” E TAMBÉM DOS DITOS “TRADICIONALISTAS”.
    AS VEZES SOBRA INCENSO E FALTA BOM SENSO.
    COSTUMA-SE DIZER QUE QUASE TODOS ERRAM POR FALTA DE CONHECIMENTO. MUITOS ERRAM POR FALTA DE CONHECIMENTO E VONTADE DE APRENDER. PRINCIPALMENTE O GRANDE POVO.
    MAS VAMOS POR PARTE.
    EU ME CONSIDERO TRADICIONALISTA, E MUITOS DIZEM QUEW EU SOU. MAS O QUE É SER TRADICIONALISTA. NO MEU VER TRADICIONALISTA É AQUELE QUE DEFENDE A FÉ, TUDO O QUE ELA COMPORTA, SABER USAR AS COISAS BOAS DO PASSADO NO PRESENTE PENSANDO NO FUTURO.
    MAS NÃO SE PODE PARAR NO TEMPO.EM CADA ÉPOCA É NECESSÁRIO FAZER AS COISAS DE UM JEITO, DAÍ A IMPORTÂNCIA DE CONHECER A HISTÓRIA E SABER INTERPRETAR OS FATOS SABENDO COMO SE PENSAVA E AGIA, PARA NÃO COMETER ERROS USANDO A MENTALIDADE DE HOJE.
    NÃO ENTENDO PORQUÊ DESSAS DISCUSSÕES ACERCA, POR EXEMPLO DA MISSA NO RITO TRIDENTINO.
    DIZEM ALGUNS: É O CERTO, É MAIS SOLENE, É ISSO OU AQUILO.
    COMO SE SÓ O RITO TRIDENTINO FOSSE O CERTO, O “CATOLICAMNETE PURO”. AH É?
    ESQUECERAM COMO FORAM AS PRIMEIRAS MISSAS?
    NAS CASAS, EM LÍNGUA VERNÁCULA, ONDE TODOS PARTICIPAVAM E ENTENDIAM. PARA AQUELE TEMPO ERA O MELHOR.
    DEPOIS OS TEMPOS FORAM MUDANDO ATÉ QUE SE CHEGOU NUM TEMPO ONDE-INFELIZMENTE-ELITIZOU-SE A LITURGIA E SÓ O CLERO-QUANDO MUITO-A ENTENDIA.
    O POVO ERA ILETRADO, ERAM OUTROS TEMPOS.
    MAS O ESPÍRITO SANTO ILUMINOU JOÃO XXIII, E RENOVO-USE A LITURGIA. REAPROXIMOU0SE A LITURGIA DO POVO, PARA QUE O POVO A ENTENDESSE, PARTICIPASSE EM VEZ DE ASSISTÍ-LA E HOJE UM PUNHADO DE GENTE QUE NÃO É TRADICIONALISTA, MAS SIM RETÓGRADA E DESINFORMADA QUER QUE RETORNE ALGO QUE ESTÁ ULTRAPASSADO.
    A IGREJA PRECISA RENOVAR-SE CONSTANTEMENTE LEMBRAM?
    ELA PRECISA ADEQUAR A LITURGIA PARA CADA TEMPO.
    LÓGICO QUE A MISSA TRINDENTINA É BELÍSSIMA, MAS, UMA MISSA ATUAL TAMBÉM O PODE SER SE SOUBERMOS CELEBRÁ-LA DIGNAMENTE E COM TODA SOLENIDADE QUE DEUS MERECE.
    FAÇAMOS POIS QUE A LITURGIA SEJA CELEBRADA COKO DEUS MERECE, EM VEZ DE FICARMOS PERDENDO TEMPO COM O QUE JÁ FOI.
    FAÇAMOS QUE TODOS COMPREENDAM A LITURGIA.
    QUEIRAMOS CONHECIMENTO E EMBASAMENTO PARA SERMOS BONS CRISTÃOS.
    AH, ALGUÉM DISSE QUE A MISSA DEVE SER CELEBRADA DE COSTAS.
    GARANTO QUE NÃO ERA ASSIM QUE FAZIMA OS APÓSTOLOS, PRIMEIROS CELEBRANTES DA MISSA.
    QUEREM ISSO POS CAUSA DE CRISTO NO SACRÁRIO?
    MAS POR UM ACASO ELE NÃO ESTÁ SE FAZENDO PRESENTE NO ALTAR DURANTE A MISSA?
    SE ELE ESTÁ ALI, POR QUE VIRAR DE COSTAS?

    ESTUDEMOS, MAS ESTUDEMOS O QUE É CERTO
    RICARDO BECKER MAÇANEIRO
    21 ANOS

  21. Sr. Sérgio Souza, Salve Maria.

    O Reconhecimento Pontifício foi dado a CN por conta das normas dos seus estatutos.
    O Sr. acredita que nos estatutos da CN que foram enviados à Roma constam as famosas Missas-shows?
    O repouso no espírito?
    As palestras de oração em linguas do tal Ironi Spuldaro?
    Quem sabe o vídeo de Monsenhor Jonas Abib – no you tube – ensinando a clientela a orar em linguas?
    Temos tambem as profecias ( ou adivinhações?) da Sra. Salete Ferreira…

    Proponho algo ao sr:
    Recolha esse farto material da CN com todos os apetrechos citados e envie ao Papa.
    Veremos se ele aprova…

    Junte tambem uma fita do Rev. Padre Fábio de Melo cantando na missa um “axé” da Ivete Sangalo ( isso existe, acredite!!)

    Topas?

    Boa sorte!!!

    Olegario.

    Em tempo: Reconhecimento Pontifício não é prova de ortodoxia.

  22. Padre João, sua abenção.

    Como o senhor mesmo lê através da maioria dos comentários desta postagem, nós só queremos somente alertar a gravidade que o senhor provocou contra a Fé. Mas, por favor, padre, não nos entendamos mal como algo de encontro a sua pessoa. Porque esse erro comentido pelo senhor acontece do mais insignificante católico até a mais altas autoridades da Cúria Romana.

    Nós fazemos o que está no nosso alcançe, sem querer agradar os homens, sem bajular ninguém (São Pio X diz que é pecado grave isso, no seu catecismo), mas um compromisso com a Verdade, somente com a Igreja de Cristo acima de tudo. Isso que dá sentido a tudo.

    Padre, não quero me estender; mas veja, atráves de alguns comentaristas, que há algo realmente sério e precisa ser analisado criticamente. Alguns mais que os outros, mas sabem que há algo errado.

    Tomará a Deus, um dia, o senhor possa compreender que nós tentamos escrever apenas com poucas palavras de uma caixa de comentários: algo triste, esse assunto, da gravidade jamais vista até agora na história da Igreja…

    Sem mais,

    Araújo.

  23. Padre João, gostaria de lhe dar mais uma sugestão para o seu blog. Gostaria que o senhor falasse um pouco sobre o dom das línguas para que eu e meus irmãos pudéssemos bem compreender o que é exatamente e como isso se dá.

    Gostaria também que o senhor falasse sobre a seguinte Mensagem do Papa São Gregório Magno:

    Eis os sinais que acompanharão aqueles que terão acreditado: em meu nome, eles expulsarão os demônios, eles falarão em línguas novas, eles pegarão em serpentes, e se tiverem bebido algum veneno mortal, ele não lhes fará nenhum mal. Eles imporão suas mãos aos doentes e estes serão curados” (São Marcos, XVI,16).

    Será que, meus caros irmãos, pelo fato de que vós não fazeis nenhum destes milagres, é sinal de que vós não tendes nenhuma fé?
    Estes sinais foram necessários no começo da Igreja. Para que a Fé crescesse, era preciso nutri-la com milagres. Também nós, quando nós plantamos árvores, nós as regamos até que as vemos bem implantadas na terra. Uma vez que elas se enraizaram, cessamos de regá-las.
    Eis porque São Paulo dizia:”O dom das línguas é um milagre não para os fiéis, mas para os infiéis” (I Cor, XIV,22).

    Sobre esses sinais e esses poderes, temos nós que fazer observações mais precisas?
    A Santa Igreja, faz todo dia, espiritualmente, o que ela realizava então nos corpos, por meio dos Apóstolos. Porque, quando os seus padres, pela graça do exorcismo, impõem as mãos sobre os que crêem, e proibem aos espíritos malignos de habitar sua alma, faz outra coisa que expulsar os demônios?
    Todos esses fiéis que abandonam o linguajar mundano de sua vida passada, cantam os santos mistérios, proclamam com todas as suas forças os louvores e o poder de seu Criador, fazem eles outra coisa que falar em línguas novas?
    Aqueles que, por sua exortação ao bem, extraem do coração dos outros a maldade, agarram serpentes.
    Os que ouvem maus conselhos sem, de modo algum, se deixar arrastar por eles a agir mal, bebem uma bebida mortal, sem que ela lhes faça mal algum.
    Aqueles que todas a vezes que vêem seu próximo enfraquecer, para fazer o bem, e o ajudam com tudo o que podem, fortificam, pelo exemplo de suas ações, aqueles cuja vida vacila, que fazem eles senão impor suas mãos aos doentes, a fim de que recobrem a saúde?

    Estes milagres são tanto maiores pelo fato de serem espirituais, são tanto maiores porque repõem de pé, não os corpos, mas as almas.
    Também vós, irmãos caríssimos, realizais, com a ajuda de Deus, tais milagres, vós os realizais, se quiserdes.
    Pelos milagres exteriores não se pode obter a vida. Esses milagres corporais, por vezes, manifestam a santidade.Eles não criam a santidade.
    Os milagres espirituais agem na alma.Eles não manifestam uma vida virtuosa. Eles fazem vida virtuosa.
    Também os maus podem realizar aqueles milagres materiais. Mas os milagres espirituais só os bons podem fazê-los.
    É por isso que a Verdade diz, de certas pessoas:
    “Muitos me dirão, naquele dia: “Senhor, Senhor, não foi em teu nome que nós profetizamos, que nós expulsamos os demônios e que realizamos muitos prodígios? E Eu lhes direi:”Eu não vos conheço. Afastai-vos de Mim, vós que fazeis o mal” (São mateus VII, 22-23).

    Não desejeis, ó irmãos caríssimos, fazer os milagres que podem ser comuns também aos réprobos,, mas desejai esses milagres da caridade e do amor fraterno dos quais acabamos de falar: eles são tanto mais seguros pelo fato de que são escondidos, e porque acharão, junto a Deus, uma recompensa tanto mais bela quanto eles dão menor glória diante dos homens”(São Gregório Magno, Papa, Sermões sobre o Evangelho, Livro II, Les éditions du Cerf, Paris, 2008, volume II, pp. 205 a 209).

    Agradeceria se concedesse tais esclarecimentos.

    Obrigada, DEUS te abençõe!

  24. Gostaria de expor aqui a questão das Missas que temos hoje. Elas são válidas? Sim, pois senão há muito teriam sido proibidas. Mas certamente é importante que se celebre as Missas que temos hoje de forma lícita e respeitosa. Quem aqui já viu a Missa que passa no canal EWTN?

    AH, ALGUÉM DISSE QUE A MISSA DEVE SER CELEBRADA DE COSTAS
    QUEREM ISSO POS CAUSA DE CRISTO NO SACRÁRIO?
    MAS POR UM ACASO ELE NÃO ESTÁ SE FAZENDO PRESENTE NO ALTAR DURANTE A MISSA?
    SE ELE ESTÁ ALI, POR QUE VIRAR DE COSTAS?

    Seria conveniente celebrar a Missa de costas para também se evitar abusos como o culto ao homem, que é o que vemos hoje. Mas se houver uma Missa como se tem hoje com o devido respeito, adoração e reverência à Jesus Cristo como fazem na Missa do canal católico EWTN seria sim muito mais lícito do que as missas-show que vemos hoje em quase todas as paróquias. Se vê que há muita busca de novidades na Missa, quando não se deve buscar novidades, pois, Missa é Missa. Na Missa nova certamente que Cristo está ali presente, porém como eu já disse e torno à dizer, a Missa deve ser celebrada com o devido respeito, adoração e reverência à Jesus Cristo, o Santíssimo Sacramento do Altar.

    Este é o meu ponto de vista que acabo de expor aqui.

    Obrigada ao Padre João e aos irmãos.

    DEUS convosco!

  25. Ora meu Caro Sergio Souza, os apostatas são os membros da Canção Nova… Os verdadeiros inimigos do Catolicismo são os progressistas e modernistas, não os tradicionalistas… são os progressistas da rcc e CN que celebram missas sacrilegas (veja bem, que de forma eu estou criticano o mistério, mas apenas a forma debochada como esses movimentos o celebram)

    Sao os progressistas da RCC e CN que debocham da lei de Deus, que debocham e escarnecem dos carismas (veja vc que sao varios carismas) mas só vemos um na CN, talves pq seja mais fácil simular o bla bla bla do que os outros carismas..

    Sao os progressistas da RCC e CN que mais debocham da atividade sacerdotal, reduzingo sua imensa dignidade a coisas como fazer shows, vender discos, ser animador de acampamentos e boates de cristos, participar de cruzeiros maritimos, escrever livros de auto ajuda, etc

    Sao os progressistas da RCC e CN que negam o evangelho de Cristo, reduzindo toda a doutrina catolica a somente algumas poucas verdades reveladas, que quando expostas, são expostas de forma tão inadequada, que acaba gerando confusao… isso qdo eles, por pura ignorancia ou malicia nao propagam heresias…

    Sao esses tais meu caro, que sao os verdadeiros inimigos do estreito caminho da salvação.

    Sao cegos e guias de cegos… verdadeiros inimigos da Igreja, que apenas tem comunhao com o papa da boca para fora, pq sendo o papa o sucessor de Pedro, supremo pastor instituido por Cristo para pastorear suas ovelhas, Cristo jamais teria aprovado tais práticas desses tais movimentos, surgidos de seitas pentecostais…

    Ora, meu caro, a CN é um vento de doutrina, que hj surgiu, atingiu seu auge, mas que amanha, se dissipará e nao mais existirá… só a Igreja Católica durará até o final dos tempos…

    e as práticas estranhas desses movimentos sao anti-catolicas….

    Veja:

    Silenciamiento del Evangelio y apostasía. Tratando en este blog de la reforma de las Iglesias locales descristianizadas, he ido señalando en varios posts, a modo de ejemplo, las consecuencias nefastas de ciertos silenciamientos crónicos: sobre salvación o condenación (8-9), pudor (10-12), predicación de la conversión en las misiones (13), adulterio (14-15), demonio y exorcismos (16-18), vida cristiana como batalla contra el diablo y victoria total de Cristo en la parusía (19-20). Pero como esos ejemplos considerados, podrían señalarse cien más, y en muchos casos se referirían a verdades de fe de aún mayor importancia. Ahora bien, es evidente que una verdad de la fe silenciada en forma absoluta durante largo tiempo equivale a una negación de la misma. Y que por tanto la causa principal de la apostasía creciente entre los cristianos es precisamente el silenciamiento de muchas verdades fundamentales del Evangelio.

    Fonte: José María Iraburu, em infocatolica.com

    _________________

    “Ahora bien, es evidente que una verdad de la fe silenciada en forma absoluta durante largo tiempo equivale a una negación de la misma. Y que por tanto la causa principal de la apostasía creciente entre los cristianos es precisamente el silenciamiento de muchas verdades fundamentales del Evangelio.”

    Eles, como todos hereges e modernistas, omitem a palavra de Deus revelada, apelando assim para uma pregação mais emocional, mais branda e menos católica, nao com o inuito de converter a pessoa à fé católica, mas com o intuito próprio de trazer essa pessoa aos referidos movimentos heréticos ao qual eles pertencem, fazendo com que essa pessoa entre em contato com um sentimento interior, o que sao pio x chama de intuição do coração, que seria a própria fé… fazendo tal lavagem cerebral nessas pessoas, qualquer argumentos racional que os outros apresentam contra tais movimentos caem por terra.

    Pq como tal fiel convertido pela RCC e CN vão aceitar criticas a tais movimentos, criticas justas e bem fundadas, levando em conta o patrimonio de verdades e a teologia moral, se foram esses tais movimentos que o colocou em contato com uma experiencia intima com Deus e Jesus?

    Fica impossivel… e assim a maquina admnistrativa dessas seitas propseram, com venda de livrecos – qdo nao hereticos, mas de uma pobreza literaria e doutrinal tao grande, que chega s ser desonesto… com vendas de cds de padres cantores, shows, acampamentos, contribuiçoes dos fieis (alem da oferta ja feita nas missas), cruzeiros maritimos, etc…

    Sao cegos… cegos guia de cegos…
    com uma visao totalmente antropocentrica, como se o homem fosse o principio e fim de tudo, mas preocupados em aparecerem em programas de televisao de moral duvidosas para recrutarem mais “jovens” para suas critotecas e missas shows, do que condenarem o erro e pregarem a verdade…

  26. corrigindo:

    veja bem, que de forma alguma eu estou criticando o mistério, mas apenas a forma debochada como esses movimentos o celebram

  27. Alysson Neves

    Eu estou aqui pra dizer que se a RCC age com profanações ao ritual da igreja, a Monfort desrespeita a propria Bíblia com o modo com tratam os outros fiéis da igreja.
    Desde que conheço a RCC é que vi que existem pessoas que tem amor ao próximo de verdade.O que me incomoda nos tradicionalistas é a falta de respeito para com os outros cristãos.O site Monfort é exemplo disso.
    Deus quer misericórdia e não sacrificios.O tal de Orlando e o seu site ensinam tantos católicos a se detestarem e isso fere o maior mandamento de Jesus,pode se dizer o único,O AMOR.
    Precisamos deixar o Espírito santo agir em nossas vidas, caso contrário vamos continuar sufocando o amor de Deus dentro de nós.

    O Orlando Fedeli deveria ler mais a Sagrada Escritura.Quase sai da Igreja por causa da falta de amor dos tradicionalistas.Até agora a única pessoa que defende a Monfort que é sensata é essa garota,a Gabriela.

    A igreja só está ainda cheia de fiéis graças a RCC que Deus enviou para este mundo de cristãos tão intolerantes e sem amor.

    Peço a todos que comentam neste blog defendendo a Monfort que revejam suas atitudes de cristãos e parem de desrespeitar o sacerdote de Deus que é o padre Joãozinho.

  28. A MISSA NOVA

    Padre Pio e a Missa Nova
    Um aspecto pouco conhecido da sua santidade:

    A sua recusa clara e nítida da reforma litúrgica e do “aggiornamento” do Concílio Vaticano II

    [Por ocasião da recente canonização do Padre Pio, publicamos a seguir um extrato do artigo do frei João, capuchinho de Morgon, França (artigo publicado na Carta aos amigos de São Francisco, nº 17, de 2 de fevereiro de 1999)]:

    Modelo de respeito e de submissão a seus superiores eclesiásticos e religiosos, em particular por ocasião das perseguições contra ele próprio, o Padre Pio de Pietrelcina não podia ficar mudo ante um desafio nefasto à Igreja.

    Antes mesmo do fim do concílio, em fevereiro de 1965,anunciaram-lhe que seria preciso em breve celebrar a missa segundo um novo rito “ad experimentum”, em língua vulgar, e elaborado por uma comissão litúrgica conciliar para responder às aspirações do homem moderno.

    Antes mesmo de ter o seu texto sob os olhos, escreveu imediatamente a Paulo VI, pedindo-lhe fosse dispensado dessa experiência litúrgica e pudesse continuar a celebrar a Missa de São Pio V.

    Tendo-se o cardeal Bacci deslocado para lhe levar estaautorização, Padre Pio deixou escapar esta queixa para o enviado do Papa: “O Concilio, por piedade, acabai com ele depressa!”

    No mesmo ano, na euforia conciliar que prometia uma “nova primavera”para a Igreja e para o mundo, confiava a um de seus filhos espirituais: “Rezemos nesta época de trevas. Façamos penitência pelos eleitos.”E sobretudo por aquele que deve ser o supremo pastor da Igreja católica: toda a sua vida ele “se imolará” pelo Papa reinante, cuja fotografia figurará sempre entre as raras imagens da sua cela.

    Quão significativas outras cenas: estas reações em face do “aggiornamento” que as ordens religiosas assimilaram no dia seguinte ao Vaticano II (citações extraídas duma obra munida de Imprimatur):

    “O Padre Geral (dos franciscanos) veio de Roma antes do capítulo especial para as constituições, em 1966, para pedir ao Padre Pio orações e bênçãos. Encontrou o Padre Pio no corredor do convento: ‘Padre, vim para vos recomendar o capítulo especial para as novas constituições…’ Apenas ouviu “capítulo especial”, Padre Pio fez um gesto violento e gritou: ‘Não são senão parlapatices e ruínas!’— ‘Mas que quereis, Padre? As novas gerações… os jovens evoluem à sua maneira… há novas exigências…’ — ‘É o cérebro e o coração que faltam, eis tudo, a inteligência e o amor’.”

    Em seguida avançou para a sua cela, deu meia-volta, e apontou o dedo dizendo: “Não nos desnaturemos, não nos desnaturemos! Quando Deus nos julgar, São Francisco não nos reconhecerá como filhos!”

    Um ano depois, a mesma cena para o “aggiornamento” dos capuchinhos: “Um dia, confrades discutiam com o Padre Definidor Geral sobre a Ordem, quando o Padre Pio, tomando uma atitude espantosa, se pôs a gritar ao mesmo tempo que fixava o olhar longe: “Mas que estais prestes a fazer em Roma? Que combinais vós? Quereis mesmo mudar a Regra de São Francisco!”

    E o Definidor diz: “Padre, propõem-se estas mudanças, porque os jovens nada querem saber da tonsura, do hábito, dos pés descalços…” — “Expulsai-os! Expulsai-os! Mas quê? São eles que vão fazer um favor a São Francisco ao tomar o hábito e ao seguir o seu modo de vida, ou é antes São Francisco que lhes faz um grande dom?”

    Se se considera que o Padre Pio foi um verdadeiro alter Christus, que toda a sua pessoa, corpo e alma, foi tão perfeitamente conforme quanto possível à de Jesus Cristo, esta recusa nítida das inovações da Missa e do “aggiornamento” deve ser para nós uma lição que reter.

    É também notável que o Bom Deus tenha querido lembrar-se dele, seu fiel servidor, pouco tempo antes da imposição implacável das reformas do Concílio no seio da Igreja e da ordem capuchinha. E que Katarina Tangari, uma das suas filhas espirituais mais privilegiadas, tenha apoiado tão admiravelmente os padres de Ecône até à sua morte, um ano após as sagrações episcopais.

    E Padre Pio ainda era menos complacente em face da ordem — ou antes da desordem — social e política: “confusão de idéias e reino dos ladrões” (em1966). Profetizou que os comunistas chegariam ao poder “por surpresa, sem desfechar golpe… Nós nos daremos conta disso da noite para o dia”.Chegou a precisar até, a Monsenhor Piccinelli, que a bandeira vermelha flutuaria sobre o Vaticano, “mas isso passará”.

    Ainda aqui a sua conclusão coincide com a da Rainha dos Profetas: “Mas por fim o meu Coração Imaculado triunfará!” Como? Pela onipotência divina, certamente, mas provocada pelas duas grandes forças do homem: a oração e a penitência.

    Foi a grande lição que Nossa Senhora nos quis lembrar com insistência, em Fátima, no princípio deste século: Deus quer salvar o mundo pela devoção ao Coração Imaculado de Maria, e não há nenhum problema, material ou espiritual, nacional ou internacional, que não possa ser resolvido pelo Santo Rosário e pelos sacrifícios. (Gentileza Paulete)

    ============================================================

    OBS. Como todos sabem o Padre Pio, cuja memória celebramos hoje – 23 de setembro – foi um dos homens mais fantásticos que jamais pisou neste planeta. A bem da verdade, se tivesse que escolher não tenho dúvida em colocá-lo entre os 10 maiores de fato e de direito.

    Este texto acima mostra seu desespero quanto ao Concilio Vaticano II, inteiro, não somente em partes, e tendo a vista a santidade e a clarividência deste grande Santo, não precisamos sequer tomar em mãos e ler qualquer documento conciliar, para dizer que, ao invés de darem início à uma nova primavera na Igreja a levaram, na verdade, ao começo do Calvário. Foi o concílio vaticano II que soprou a fumaça de satanás para dentro da Igreja.

    Padre PIo sempre foi contra a Missa atual, que de fato conseguiu banalizar o mistério da Cruz, e em muitos casos realmente voltar a crucificar Cristo. E até na Missa os seus inimigos o perseguiam, com ódio brutal e insano.

    A profecia dele de que os comunistas colocarão sua bandeira no topo da Basílica de São Pedro é certamente corroborada com muitas outras, mas como ele disse: será por pouco tempo. E por tudo o que sei e sinto, será por tão pouco tempo que os soldados que fizerem isso, não chegarão em casa para comemorar. Vem antes deles hegarem o dilúvio de fogo, da santa, justa e fulminante ira de Deus. Nem Rússia, nem China, nem Maomé terão tempo de celebrar seu feito.

    Frei Pio viu também as tramas dentro do Vaticano, que culminariam com entrega do trono de Pedro aos inimigos da Igreja, aqui mais uma vez, por um curto tempo. Como está dito no Apocalipse, subitamente um sopro vindo de Deus ressuscitará a Igreja, porque ela é indestrutível, Jesus nos prometeu isso.

    A grande imitação de Frei Pio que podemos seguir hoje é nunca criticar os nossos padres, apenas rezar por eles. Sua atitude neste sentido conseguiu que todos os seus inimigos do clero conseguissem a salvação, um dele foi habitante da torre. E a nossa atitude também levará a salvar muitos sacerdotes.

    De fato a Mãezinha já nos disse que sim, um dos lugares mais elevados do Céu é destinado aos sacerdotes, mas tem lugar mais alto ainda, qualquer pessoa que salve um deles da perdição eterna. Lembro que muitos dos padres que hoje são causa maior da ruína da Igreja, um pouco adiante darão a vida por ela, e não serão poucos, pois satanás os odeia.

    Até mesmo dentre os cardeias de Roma, alguns dos que abriram as portas dela ao inferno, haverá mártires que serão lavados e purificados no próprio sangue. Será esta forma, o martírio de sangue, que os salvará. Infelizmente nem todos se irão salvar, porque, pelo menos um deles tem seu selo fixado nas Escrituras como réprobo eterno, falo daquele que se declarar antipapa. Nem a oração salva este!

    Fonte: http://www.ultimasmisericordias.com.br/Pagina/2477/A-MISSA-NOVA

  29. Pe. João, gostaria que o Reverendo colocasse no seu blog uma parte especial para mostrar as heresis nefastas dos protestantes e sua herença gnóstica.
    Os fiéis católicos tem que estar bem preparados para combater os hereges protestantes e não se deixarem enganar com as doutrinas de homens que eles criaram.

  30. IGOR EDINEI PEDROZO

    POsto aqui para reflexão de todos a carta de Wagner Zucchi sobre a Montfort – Encontei no site http://www.veritatis.com.br. O autor da carta já foi da referida associação.

    Carta de Wagner Zucchi sobre a Montfort

    Não sei como o senhor me conheceu, mas suas informações são exatas: fui da TFP de 1974 a 1982 e da Montfort desde a fundação desta associação até 2002, quando me afastei devido a graves problemas doutrinários e morais desta associação.

    Eles não são mais católicos que o próprio catolicismo, se me permite discordar. Eles estão lentamente e, em muitos casos, inconscientemente, deixando de ser católicos, criando uma igreja autocéfala. Eles ainda se dizem submissos à Hierarquia da Igreja, mas repare como eles escolhem nos documentos da Igreja aquilo que lhes convém aceitar e obedecer.

    Assim, por exemplo, no Motu Próprio do Papa Bento XVI eles aceitam e até se rejubilam pelo retorno de Missa Tradicional (o que de fato é uma coisa ótima), mas recusam a aceitar que não haja nada de errado com a Missa de Paulo VI, como é dito no mesmo documento. Eles aceitam a criação do Instituto Bom Pastor (IBP) só porque por um raciocínio sofístico pretendem que a criação desse instituto seja um reconhecimento de que há erros no próprio texto do Concílio Vaticano II. Por outro lado, quando o Papa diz que não há outro modo de ser católico a não ser aceitando o Concílio Vaticano II, eles fingem que não é com eles.

    Assim de escolha em escolha, a Montfort dá os primeiros passos no caminho de todos os hereges. Não por coincidência, a palavra “herege” significa etimologicamente “escolha”. Lutero dizia, no seu tempo, que a Igreja tinha se corrompido, apontava os escândalos do Papa e da Cúria Romana – muitas vezes verdadeiros – como prova disso; citava Santo Agostinho para mostrar como a Igreja tinha “adulterado” a doutrina da graça – de fato, essa questão foi muito discutida depois de Santo Agostinho; dizia que a doutrina do purgatório era uma invenção medieval – a palavra “purgatório” só começou a ser usada no século XII. Como remédio para as “deturpações” da Igreja Romana , ele recomendava um retorno às Escrituras na forma do “livre exame”. Essas Escrituras, naturalmente interpretadas pelos “bons pastores” seriam a própria voz do Espírito Santo para os cristãos.

    Mutatis mutandis é exatamente o que faz a Montfort. Não é pródiga nos seus artigos e nas suas reuniões a arte de difamação do clero? Já leu o senhor as absurdas acusações que o Prof. Fedeli faz a Pio XII no seu estudo sobre o Movimento Litúrgico? E nas reuniões, já lhe falaram da Madre Pasqualina? Sabe o senhor a quem se refere o epíteto “Johnny Walker”? E não diz o site da Montfort que a doutrina do Concílio Vaticano II é “gnose” mal disfarçada? Não se corrompeu o Santo Sacrifício com o gnóstico rito do maçônico Mons. Bugnini? E qual é a solução, para a Montfort? Manter-se fiel à “Tradição”, virar as costas ao Magistério da Igreja, quando este se afasta da “doutrina de sempre”. Não é exatamente o mesmo esquema de Lutero?

    Faltou apenas um elemento: os “bons pastores”. Alguém precisa dizer qual é a “doutrina de sempre”, como aplicá-la à situação atual, como separar o joio do trigo nos documentos pontifícios. Terá já a Montfort um “bom Pastor” nesta tarefa? Certamente não tardará a encontrá-lo.

    “Há um caminho que parece reto, mas conduz ao fundo do abismo”, diz o livro dos Provérbios. Esse é o “sendero” da Montfort.

    Mas porque tantas pessoas são atraídas pela Montfort? Uma pessoa a eles ligada me disse num e-mail: “A Montfort é um feudo”. Obviamente não se trata do sentido etimológico da palavra: uma possessão territorial, nem do sentido de “panela” em que hoje o termo é usado. A expressão designa uma relação entre pessoas: na Montfort existe um suserano e existem vassalos. Ao entrar no movimento a pessoa entrega ao líder sua inteligência, sua fidelidade, seu tempo. Ela deve aceitar os oblíquos raciocínios e as malsãs calúnias do Prof. Fedeli, mesmo percebendo que há algo de torto em tudo isso. Em troca o neófito ganha formação para entender o mundo atual e a proteção da Graça de Deus.

    Obviamente é uma troca injusta: o Prof. Fedeli faz uma apropriação indébita da graça. Numa reunião ele chegou a dizer que todas as graças para os membros da Montfort vêm através dele. Também não se diz que só existe a Graça de Deus dentro da Montfort, mas na prática quem sai da associação se corrompe. É claro que existem muitos pecados – e de todos os tipos – dentro da Montfort e muitas virtudes fora (também há virtudes dentro da Montfort e pecados fora) porque as barbacãs da Montfort não são limítrofes da Graça de Deus e nem obstáculo à ação do demônio. Para manter essa ilusão de segurança no feudo é preciso criar falsas prescrições morais que só num grupo fechado podem ser praticadas: começa com a proibição da calça comprida para as mulheres e o senhor não imagina onde vai parar.

    A respeito das promessas da Montfort vale bem o antigo provérbio: “nem tudo o que reluz é ouro”.

    Já vai grande essa mensagem, por isso termino com minha opinião, como o senhor pediu. Mantenha-se bem fiel à Igreja Católica e ao seu Magistério, que vem do Concílio de Jerusalém até os dias de hoje e, como Nosso Senhor prometeu, durará até o fim do mundo. Reze muito, tenha um bom confessor e seja assíduo aos sacramentos. Jamais falte à Missa, qualquer que seja o rito, desde que aprovado pela Igreja. Na medida do seu tempo procure estudar as Encíclicas recentes, de João Paulo II e de Bento XVI e encontrará aí tesouros de sabedoria e de formação espiritual. Tenha uma imensa confiança em Nossa Senhora.

    Quanto à Montfort, basta lembrar o verso de Dante: “non ragioniam di lor, ma guarda e passa”.

    Recomendo-me às suas orações.

    Atenciosamente,

    Para citar este artigo:

    ZUCCHI, Eng Wagner. Apostolado Veritatis Splendor: Carta de Wagner Zucchi sobre a Montfort. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/4609. Desde 3/12/2007

  31. Alexandre Antunes

    Prezado Olegário,

    Teu argumento sobre o tal “Reconhecimento Pontifício” é excelente
    (Olegário agosto 21st, 2009 at 17:42).

    Eu DUVIDO que o “modus operandi” da Canção Nova está no tal estatuto. Certamente é um documento burocrático que NÃO DESCREVE “repousos no Espírito”, nem o senhor Ironi Spuldaro “DETERMINANDO para Deus, isso… DETERMINA AQUILO… TOMA POSSE DISSO, TOMA POSSE DAQUILO…”.
    Por favor, gostaria muito de ver esse tal vídeo do Fábio de Melo cantando na missa um axé.kkkkkkk É cômico.

    Abraço.

  32. Alexandre Antunes

    Nossa, que legal!!!
    O pessoal do site “VANITATIS” está postando opiniões no Blog! Que legal!!! Esse pessoal (do VANITATIS) está em cima do muro… ora é “ortodoxo”, ora é “carismático”… Que legal! Tudo isso para aparecer na Escola da Fé (de vez em quando) com o Prof. Felipe Aquino… Que bonito!

  33. Pe. Joãozinho, a sua Benção. Sou jovem, assim como a gabriela, e, como o senhor mesmo deve saber, no que se diz respeito a liturgia a RCC, de um modo geral, está longe de ser referência.
    .
    “Oração” em línguas, dança, agitação? Ora, isso é um ABSURDO!!!
    .
    Essas desculpas falaciosas de que a Igreja precisa se renovar, que temos que atrair os jovens, temos ue acabar com as “missas-velório”, São incabíveis! Eu tenho um trabalho apologético na internet, com o Apostolado Shemá, e eu sei como é difícil catequizar uma pessoa que já está ou ja passou pelas “missas Carismáticas”. Ora, custa a RCC ser fiel a liturgia?

    Um dia eu ouvi um dos poucos “Carismáticos” (Todo Católico é carismático, da mesma forma que todos são tradicionais) dizer: “Se o sacrifício da Santa Missa não segura uma pessoa na Igreja, não vai ser uma musiquinha diferente que vai conseguir”.
    .
    Isso sim é amor a Igreja, isso sim é ortodoxia, isso sim é fé.
    .
    Que todos um dia cheguem a esse conscentimento.
    .
    Abraço Fraterno
    .
    Júnior Pereira: http://www.apostoladoshema.com

  34. Revmo. Padre João,
    salve Maria!

    Da-me sua benção!

    Estão de baixo nivel e tendenciosos os posts deste seu blog. Peço correção, se necessário for, daquilo que eu escrever aqui.

    O sr. sabe muito bem o porque se iniciou este debate padre. Foi por causa das afirmaçoes feitas no livro do Padre Fabio e depois pela tentativa de defesa que o sr., padre João, fez das afirmações do livro, naquele programa, junto com o Pe. Fabio. Isto o sr. sabe bem padre, não sabe?

    Normalmente em debates se argumenta. Normalmente, em debates sérios e honestos, uma das partes está errada. A parte errada deveria reconhecer seu erro, normalmente. Não se vê isso neste debate. Há alguma desmoralização em reconhecer o erro ou há virtude? Não se reconhece o erro e ainda se quer maquia-lo. Não há nada de virtuoso nem em não reconhecer o erro e nem em maquiar o erro.

    Os artigos postados na Montfort são bem verdadeiros.

    O sr. tentou, tentou e não consegui refutar os artigos. Seja mais sincero. Reconheça publicamente o erro e sairá vitorioso, para maior gloria de Deus.

    Padre o senhor percebe que neste debate esta havendo um certo “sentimento” da parte do “Veritatis Splendor”? Há sim, o sr. deve saber sim… Repare bem em alguns comentarios no seu blog padre. Cartas como a do sr. Wagner Zucchi não é correr do assunto, pela tangente? Esta carta do sr. Wagner Zucchi, nas partes mais importantes, eu mesmo posso mostrar para o sr., padre João, alguns equivocos. Vai ver, se tiver olhos para isso.

    O sr. Wagner Zucchi afirma que que a Montfort recusa “aceitar que não haja nada de errado com a Missa de Paulo VI”. Não só a Montfor recusa aceitar. Veja neste link, do site oficial do Clero: http://www.clerus.org/clerus/d…..Babel.html um Dossie. Vai entender um pouco do assunto, padre João. Inclusive vai ter a oportunidade de ler lá o Prefácio do livro La réforme liturgique em question, de Klaus Gamber, Editions Sainte-Madeleine. O Prefáfio é de um homem que hoje representa Cristo na terra. Penso que o sr. vai, se ainda não conhece, gostar do documento. Claro que não vou abarrota-lo de artigos ou pronunciamentos de autoridades católicas sobre este assunto. Este Dossie acima é bem resumido e esta publicado no site do Clero e foi publicado no Pontificado de Bento XVI que o sr. diz que esta em comunhão.

    A proposito, padre João, o sr. já mudou as palavras da consagração do vinho, conforme orientação da Santa Sé?
    Se mudou lhe parabenizo, se não lembre-se na sua proxima Missa.
    Foi o Papa quem mandou.

    Quanto ao IBP (Instituto do Bom Pastor) ele foi sim criado com a finalidade também de ajudar a dar uma autentica interpretação aos documentos do Vaticano II. Com critica construtiva. Basta agora saber o que eles, do IBP, ensinam sobre este Concilio. Certo? Padre, se o sr. conhecer tais ensinamentos dos membros do IBP saberá que lá eles também concluem que no Vaticano II pode haver erros ou no minimo ambiguidades onde não poderia ter. Logo é no minimo equivocado o que se afirma na carta do sr. Wagner Zucchi. Sabe qual o “raciocínio sofístico” da Montfort? É aquele lógico de que se não pode criticar, por exemplo, a Imaculada Conceição é por que é infalivel e se pode-se criticar o Vaticano II, como o IBP pode e faz, é por que não é infalivel. Estão errados em tirar esta conclusão lógica padre? Se uma coisa é criticavel, mesmo que construtivamente, é por que esta coisa pode ter erros. E quanto a aceitação do Vaticano II? O sr. Wagner Zucchi induz a todos que a Montfort não aceita o Vaticano II. O que é aceitar o Vaticano II? O Vaticano II é um fato. Ele existiu de verdade e não a como não aceitar isto. Não há como também não aceitar aquilo que esta em seus documentos comforme a Igreja sempre ensinou, conforme a Tradição católica. Más se existe uma possibilidade de haver erros no dito Concilio claro que ninguem esta obrigado a aceitar seus erros. Veja como esta o debate sério sobre o Vaticano II no artigo A crise conciliar vista da Basílica Vaticana no seguinte link: http://www.santamariadasvitori…..ardini.doc . Não sejamos cegos ao meio dia.

    Bem, as outras coisas do sr. Wagner Zucchi não vou tratar devido serem secundarias e para não alongar mais ainda esta carta que já vai bem longa para um blog. Minha intençao era mostrar a má intenção do “Veritatis” ou a má formação.

    Agora padre, sem Falsitatis, voltemos ao assunto que aos poucos esta prestes a sumir se o senhor continuar a escapar pela tangente como tem feito ultimamente. O senhor agiu mau ou não em defender o erro que esta escrito no livro do Pe. Fabio? O senhor fez mau ou não em misturar presensa real com as outras presenças? O senhor deveria mesmo ter repetido palavras do Santo Padre sem citar a fonte, como se fossem do senhor? O senhor não pensa que houve um erro em citar Santo Agostinho e o Papa Bento XVI como se eles defendesse o mesmo erro que o senhor defendera? Não pensa o senhor que errou também ou ao menos se confundiu todo falando no seu blog sobre Metafisica? Queira esclarecer toda esta confusão padre. Deus lhe retribuirá. Queira responder estas questoes padre. Seja sincero. Não busque sua defesa pessoal que é menor que a defesa da verdade. Vou pedir pelo senhor a Nossa Senhora no terço.

    Willian

  35. Boa noite, pe. João Carlos
    Não é necessário que se retorne à missa em latim para que esta não seja banalizada.
    A razão de alguns abusos não é apenas de determinados movimentos,mas principalmente do povo.
    A paróquia que frequento,a missa não é tradicional nem “show-missa”.
    É uma missa maravilhosa,século XXI,obviamente,mas não foram poucas as vezes em que tive de pedir a algumas pessoas que parassem de falar,pois estavam incomodando,logo, não era o ministério de música que causava “barulho”.
    Apenas conhecer o que significa o rito,acreditar na fé que professa e respeitar Jesus basta para que a missa seja celebrada
    como deve ser.
    Inicialmente, penso que as pessoas deveriam fazer um Curso de Liturgia a fim de entender as partes que compõem uma missa.
    Infelizmente,a maioria desconhece as razões,o porquê de irmos continuamente à missa,em que passagem bíblica foi baseada(segundo uma obra lida teria sido os discípulos de emaús),o significado de cada parte litúrgica,entrada, ato de misericórdia,as leituras e o evangelho,a saudação final(alguns nem esperam a bênção do padre).
    Não basta ficarmos em silêncio e não nos compromissarmos com o rito,sairmos da mesma forma que entramos e isto pode acontecer tanto em “show-missa” quanto na tradicional e nesta que frequento,aliás, celebrada como determina a igreja.
    O que significa ir à missa?
    Celebrar o sacrifício de Cristo na cruz?Louvar a Deus? Encontrar Jesus? Arrepender-me dos erros cometidos? Escutar e meditar a Palavra?Participar piedosamente em espírito e verdade e não só piedosamente? Receber o Eucaristia e comprometer-me com os ensinamentos Daquele que recebemos(Amar os humildes,combater as injustiças, visitar os enfermos,os doentes, participar dos movimentos da igreja e dos sacramentos)enquanto aguardamos a sua Volta? Principalmente, o primeiro mandamento “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”?
    Sim.Isso tudo.E para isso não é necessário que o padre fique de costas para estar voltado para Deus, “ONDE DOIS OU MAIS ESTIVEREM REUNIDOS EM MEU NOME…”.Sem falar, no ato de consagração,ápice da presença de Deus.Cultua-se Deus não apenas em gestos,ficando de costas, mas em espírito e verdade,só Ele vê o coração.
    A Verdade é imutável,ou seja,a Palavra de Deus e a liturgia da
    missa,hinos inadequados,barulho do ministério de música,conversa das pessoas durante a missa, não significa que A Verdade tornou-se mutável, apenas erros por falta de desconhecimento e respeito para com Deus.
    Não basta irmos à missa em que todos fiquem em silêncio e saiamos mais vazio do que entramos.Deus quer o nosso respeito, quer ser o Centro em nossas vidas, na igreja e principalmente na nossa vida diária.
    Sabe o que lembrei? Daquela passagem bíblica onde um judeu piedosamente rezava e apontava para o que estava ao lado agradecendo a Deus por não ser tão pecador quanto aquele.E o “pagão” diante de Deus assumia suas culpas e pedia perdão. Qual foi a resposta de Jesus?
    Os excessos existem e podem ser corrigidos, penso que já melhorou bastante e acredito que o consenso chegará.
    O que é mais curioso, enquanto a amiga acima retornou à igreja devido aos tradicionalistas, eu fiquei mais de vinte anos afastada por causa deles, muita teoria e pouca prática, liam a bíblia,mas não colocavam os ensinamentos de Deus em prática e como diz São Paulo “A FÉ SEM OBRAS É MORTA”.
    Concluindo,para mim a verdadeira fé e a Verdade está em Deus e nas orientações da igreja,do passado e do presente,afinal o ano em que vivemos 2009.Logo, o que se deve fazer é seguir a Liturgia que a igreja manda nos dias atuais.Os excessos? As autoridades eclesiais foram ordenadas e escolhidas para combatê-los.
    Um santo abraço.

  36. IGOR EDINEI PEDROZO

    Caro Alexandre Antunes,

    Gostaria esclarecer que não sou da “veritatis”, apenas postei uma carta elaborada por ex-integrante da Associação Cultural Montfort que encontrei no site http://www.veritatis.com.br. Tudo isso para reflexão dos leitores do blog. Não foi ninguém diretamente ligado ao “Veritatis” que postou a carta de Wagner Zucchi.

    Assim sendo, não é correto afirmar que “O pessoal do site “VANITATIS” está postando opiniões no Blog” para “aparecer na Escola da Fé (de vez em quando) com o Prof. Felipe Aquino… Que bonito!”

    Minha postagem tem um objetivo exclusivamente reflexivo.

    saudações

  37. Prezado Alexandre Antunes
    Salve Maria.

    Quando me disseram tal fato do Rev. Padre Fábio de Melo cantar na missa um “axé”, com o SS exposto, obviamente desconfiei.
    Pensei com meus botões: Ele não ousaria tanto…
    Pois ele ousou.
    E cantou.
    O You Tube não mente.

    O que a Ivete Sangalo sensualmente ofereceu a um homem, ele, Rev. Padre Fábio ofertou a Deus.

    Hoje compreendo melhor aquela dinâmica animada desse triste sacerdote, pois para ele, Nosso Senhor não está de fato presente na hóstia consagrada. E sendo assim, tudo pode.

    Não é lindo isso minha gente…!!?

    Santo Cura D’Arns, rogai por nós.

    Olegário.

  38. Padre Joãozinho,

    A sua benção!

    Gabriela, assim como muitas pessoas que conheço – eu, por exemplo -, entrou na RCC e se afastou dela. A minha entrada na Igreja também foi pela RCC, mas hoje não sou tão próximo dela como era antes. Os aspectos ressaltados por ela – principalmente a questão da missa-show – são importantes.

    Não acho que o Concílio Vaticano II representou uma ruptura com a história da Igreja; foi ele antes uma profunda renovação da Igreja. Mas que tipo de renovação? Aquela que São Pio X tinha como lema: “Restaurar todas as coisas em Cristo”. Os abusos litúrgicos que encontramos em algumas missas e até mesmo o modernismo pregado por alguns não é consequência do Novo Pentecostes que a Igreja experimentou no Concílio, mas sim da má interpretação do Vaticano II.

    Por isso o Papa Bento XVI condenou tão veementemente a hermenêutica de ruptura, pregada – no Brasil, por exemplo – pela Montfort (no caso do tradicionalismo) e pela TL (no caso do modernismo).

    Acho que a RCC deveria se preocupar mais com essa questão litúrgica. Seria bom para que ela crescesse mais dentro da Igreja.

    Bom, são essas as minhas simples reflexões sobre a discussão.

    Ah, e parabéns pelo blog, padre!

    Pedindo humildemente a sua benção, me despeço.

    Salve Maria Santíssima!

  39. Gabriela. A Paz.

    Gostaria que lesse esse artigo retirado do discurso do papa João Paulo II sobre o Rito Paulo VI: http://www.apostoladoshema.com/2009/05/liturgia-e-sua-renovacao-no-vaticano-ii.html
    .
    o Rito Paulo VI, se for contar pelos elementos contidos, ele é tão tradicional, quanto o Rito Pio V. Se quizer podemos debater nesse post sobre o assunto.

    Abraço fraterno!

  40. Alexandre Antunes

    Saudações caro Igor Edinei Pedrozo,

    Agradeço tua postagem de caráter exclusivamente “reflexivo”. Leia e reflita também a postagem do sr. Willian (agosto 21st, 2009 at 20:30) a qual está muito interessante.
    O sr Willian postou algumas verdades, e não “falsitatis”, nem “vanitatis”.

    Sem mais,
    Alexandre

  41. Alexandre Antunes

    Saudações caro Igor Edinei Pedrozo,

    Agradeço tua postagem de caráter exclusivamente “reflexivo”. Leia e reflita também a postagem do sr. Willian (agosto 21st, 2009 at 20:30) a qual está muito interessante.
    O sr Willian postou algumas verdades, e não “falsitatis”, nem “vanitatis”.

    Sem mais,
    Alexandre

  42. Alexandre Antunes

    Hummm “que bonito!” Temos “moderadores” no blog do Dr. Padre Joãozinho.
    Alexandre Antunes
    agosto 21st, 2009 at 21:20
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  43. Padre, queria tirar uma dúvida.

    Sobre a oração em línguas, em I Coríntios 14.6-7 nos é dito o seguinte: “Suponhamos, irmãos, que eu fosse ter convosco falando em línguas, de que vos aproveitaria, se minha palavra não vos desse revelação, nem ciência, nem profecia ou doutrina? É o que se dá com os instrumentos de música, por exemplo a flauta ou a harpa: senão produzirem sons distintos, como se poderá reconhecer a música tocada?”

    Nesta passagem, estaria, pois, sendo falado sobre a interpretação do que os fiéis falam quando oram em línguas?

    E nesta passagem?

    I Coríntios 14.26-28

    “Em suma, que dizer, irmãos? Quando vos reunis, quem dentre vós tem um cântico, um ensinamento, uma revelação, um discurso em línguas, uma interpretação a fazer- que isto se faça de modo a edificar. Se há quem fala em línguas, não falem senão dois ou três, quando muito, e cada um por sua vez, e haja alguém que interprete. Se não houver intérprete, fiquem calados na reunião, e falem consigo mesmos e com Deus.”

    Esta passagem também se refere à interpretação do que os fiéis falam quando oram em línguas? E fala também de quantia de pessoas que falam de modo que haja ordem?

    Gostaria que o senhor me esclarecesse para o meu melhor entendimento.

    DEUS te abençõe!

  44. Revmo. Padre João,
    Salve Maria!

    Veja que a heresia continua a contaminar por ai, com o titulo “Jesus presente entre nós”:

    “Programa de 23/Julho/2009. Neste vídeo Padre Fábio de Melo, juntamente com Pe. Joãozinho, falam sobre a presença de Jesus, destacando que não é apenas no pão e no vinho consagrados que encontramos Sua presença real, mas também no irmão, na Palavra, e na comunidade, lembrando da frase de Jesus: “Onde dois ou mais estiverem reunidos, ali eu estarei”. Pe. Joãozinho destaca que a presença de Jesus na Eucaristia não é carnal, ou seja, o pão e vinho não se transformam em carne e sangue humanos; a matéria permanece a mesma, o que muda é a essência, a substância. Muitas pessoas só conseguem sentir esta presença se for materialmente, precisam tocar, olhar, etc., mas não podemos nos limitar à estas formas de união com Cristo, que são maravilhosas, mas não são as únicas. ” ( http://direcaoespiritual.blogspot.com/search?updated-max=2009-08-15T21%3A50%3A00-03%3A00&max-results=5 )

    Padre, por caridade, retrate-se.

  45. Pedro Ribeiro

    Padre João, paz e bem!

    Gostaria de perguntar à Gabriela o que pensar deste depoimento dos próprios tradicionalistas sobre o Professor Orlando Fedeli. Achei muito interessante para compreender a figura deste homem que gosta de julgar a todo o mundo:

    Orlando Fedeli, um sofista.

    – A multiplicação dos sofismas e das citações transformadas impressiona. Sem nenhum escrúpulo cita o seu adversário e modifica depois uma ou mais palavras adulterando totalmente o pensamento do autor.

    – O mesmo jogo é feito também ao nível das idéias. Uma idéia está enunciada mediante uma citação. Mas, depois, está idéia está levada em um outro contexto onde perde força ou se entende totalmente diferentemente. É o caso com o tema do estado de necessidade ou da jurisdição de suplência. O. Fedeli faz crer falsamente que Dom Tissier na sua carta escrita se apóia em primeiro lugar sobre o cânone 144 quando na realidade é o 1752. O cân. 144 está citado para confirmar a conclusão alcançada, caso alguém tenha dúvida sobre ela (ter ou não ter a jurisdição para um caso dado).

    – O. Fedeli dá a pensar que cita e que segue o raciocínio do seu adversário para criticá-lo, mas cita uma vez e multiplica os raciocínios baseados sobre reformulações do raciocínio inicial. As suas reformulações alteram o pensamento inicial e servem de base à crítica. Ao final, chega a conclusões aparentes que não tem nada a ver com o raciocínio inicial.

    – Não tendo então nenhuma lógica ou raciocínio completo verdadeiro, a única maneira de convencer o leitor será de impressioná-lo constantemente, com repetições de idéias fortes e emocionantes (deixa bem claro, pretende emitir sentenças com os mesmos poderes da Rota, se atribui, usurpa…etc…), e com afirmações absolutas tão falsas como enganadoras que deixam o leitor tímido (se ele afirma isto tão solenemente não pode ser absolutamente falso! Pensará o leitor).

    – Mas o que inquieta sobremaneira ao final destas reflexões é descobrir ali um trabalho fundado sobre a mentira e a ocultação da verdade. Quem lê a carta de Dom Tissier de Mallerais e o texto de O. Fedeli, quem compartilha ou não o raciocínio deste Bispo, observa que a seqüência lógica dos argumentos é totalmente modificada e ocultada por O. Fedeli.

    – Inquieta muito mais ainda os erros gravíssimos encontrados em matéria de Fé e de doutrina e a mínima preocupação para a defesa da Fé. Abraça sem escrúpulos teses modernistas, afirma e difunde erros gravíssimos e dá essa bebida envenenada ao seu leitor.

    Finalmente então, o que nós surpreendeu é que tivemos que escrever e corrigir muitas coisas só para que o leitor saiba o que diz verdadeiramente a Fraternidade Sacerdotal São Pio X sobre o assunto.

    Com um texto sofístico, o primeiro trabalho consiste em evidenciar os enganos, restabelecer a verdade e voltar a enunciar as verdadeiras premissas e proposições. Só depois pode começar a explicar e argumentar. Daí o tamanho deste trabalho.

    Mas ao menos pudemos já observar que estas correções e observações que fizemos permitem descobrir ao mesmo tempo uma doutrina desconhecida de muitos e fornecem respostas a perguntas conexas ao tema.

    Também permitem descobrir uma das fontes mais ricas do verdadeiro espírito da Igreja, as encíclicas dos Papas, onde encontramos o seu ensino constante, e cheio dos melhores argumentos e comentários.

    Por fim, acrescentemos que se Deus fundou a Igreja hierárquica, desgraças acontecem sempre aos que se outorgam uma missão que não lhes compete na Igreja. Quando Deus dá uma missão, promete e dá também as graças e os meios para cumpri-la. Mas a quem se inventa uma missão na Igreja, Deus não promete nenhuma das graças que necessitará tal missão.

    No seu site da Internet, o professor O. Fedeli pede ajudas econômicas para o que ele mesmo chama o apostolado da Associação Cultural Montfort (“CONTRIBUA COM A MONTFORT – Você também pode participar de nosso apostolado”), mas já que, segundo ele, “o pretenso “estado de necessidade dos fiéis” alegado pela Fraternidade São Pio X, nos parece inexistente.”, deve, antes, pedir as autorizações ao Bispo diocesano para tal missão. Caso contrário, usurpa conscientemente o poder espiritual da Igreja Católica e não recebe de Deus nenhuma das graças que necessitaria para cumpri-la.

    O sofista pode esconder muitas coisas aos homens, mas nunca salva a má doutrina!

    Neste trabalho descobrimos um O. Fedeli, condenando sem piedade o inocente, mas tolerante e liberal ao máximo e além do máximo com ele mesmo. Só ele tem dispensas e exceções, os outros têm sempre obrigações estritas. Por ser um perigo para a salvação das almas, Nosso Senhor não hesitou em denunciar publicamente a hipocrisia dos fariseus. …“Atam cargas pesadas e impossíveis de levar, e as põem sobre os ombros dos outros homens, mas nem com um dedo as querem mover.” Mateus XXIII,4…

    http://www.fsspx-brasil.com.br/page%2005-6ed-acautelai-vos-dos-homens_secao07.htm

  46. Antônio Pessotti

    Caro Pe. João, que a Paz esteja contigo.
    Não sou tão jovem, nem tão velho, nem mais inteligente, nem menos desatento.
    Sou um observador e católico, praticante e errante, no sentido da prática católica e, dos pecados que caio, mas, com a Graça, levanto.
    Sou formado em Música (Canto), dirijo um Coro Gregoriano (Schola Cantorum Sancte Michael Archangele; http://www.scsma.blogspot.com). Já fui catequista, membro de diversas pastorais paroquiais, diocesanas e de regionais da CNBB. Já vi muito discurso em busca de “poder” clerical por parte de pessoas do estado laico, leigos, e discurso tanto modernista quanto tradicionalista, mas com os mesmos viéses da busca por “poder”, não reta doutrina, fidelidade à Igreja, mas à sua “igreja”, o seu “grupo”, “patota”.
    Se me permite, comentarei os tópicos levantados pela Gabriela, com quem “teclo” também…
    * 1º Missa alegre: existe alegria maior que participar piedosamente da Santa Missa? Lembrando: 950. Cân. 3. Se alguém disser que o sacrifício da Missa é somente de louvor e ação de graças, ou mera comemoração do sacrifício consumado na cruz, mas que não é propiciatório, ou que só aproveita ao que comunga, e que não se deve oferecer pelos vivos e defuntos, pelos pecados, penas, satisfações e outras necessidades — seja excomungado [cfr. n° 940].
    Concílio Ecumênico de Trento
    – Há quem tenha participado da missa no Mosteiro de São Bento em São Paulo. Bom, em todas as vezes que fui lá, sempre vi pessoas de todos os níveis socioculturais participando, cantando de cor as partes fixas da missa (Ato Penitencial, Hino de Louvor, Profissão de Fé, Santo, Pai Nosso, Cordeiro) e mesmo no Ofício Divino / Liturgia das Horas, já vi esse mesmo povo cantar o Pai Nosso, o Magnificat e a Antifona Mariana final, tudo isso em latim. Logo, a justificativa dada para o não uso do latim só se sustenta se não houver ensino, que deve partir das autoridades responsáveis por essa missão. São os catequistas? Coitados, nem sempre tem até mesmo fé no que ensinam… Muitos só estão fazendo número, ou, pior, pretender um “cargo clerical”, uma função para se ocupar dentro da igreja, não a função de formar almas para a Igreja.
    * 2º A Igreja perderia muitos fiéis por não entenderem o latim: Ora, missal português-latim existe para isso.
    – O missal bilíngue ajuda, mas a formação é ainda mais imprescindível. O que seria das igrejas que usam o rito bizantino se não houvesse a catequese, o ensino do grego como língua litúrgica, dentro de casa? Ora, não existiria mais. No entanto, ainda existe e é bem viva. Da mesma forma ocorre com o rito maronita, e tantos outros que usam suas linguas litúrgicas ditas “fossilizadas”. Há que se pensar nisso, pois o latim começou a ser considerado “língua morta” pelos Iluministas, os mesmos que usavam o latim em seu tempo para propagar as idéias filosóficas que fizeram crescer o pensamento humano, os mesmos que também combatiam a Igreja. Eles, e todos os “bons estrategistas”, sabem que, ao se minimizar a cultura de um povo, este se torna fácil de se manipular. O que falta mesmo é formação do clero, dos pastores, para conduzirem melhor suas ovelhas.
    * 3º É chato um Padre celebrando de costas para o povo: e muito mais lícito certamente. O Sacerdote deve estar voltado para DEUS. Ou acaso a Missa não passa de um teatro onde se cultua aos homens ao invés de DEUS? É o que vemos hoje. Infelizmente. Muitos sacerdotes não fazem nem questão de celebrar a Missa que temos hoje de modo mais conveniente.
    – A saber, na liturgia bizantina isso é ainda mantido, e a Divina Liturgia não se torna mais ou menos “chata” por isso, pelo contrário, mantém sua beleza, desde que se faça o devido esforço para entendê-la. Logo, há que se formar as pessoas na Liturgia para melhor compreender, participar e, principalmente, amar. “Ninguém ama o que não conhece”, já dizia um certo Aurélio Augusto…
    * 4º A Igreja deve se modernizar, pois, a sociedade se moderniza e a Igreja acompanha: isso não tem lógica, pois a Igreja é a Igreja de Cristo, a verdadeira Igreja, Una, Santa, Católica e Apostólica, cuja Verdade lhe foi ensinada para que durasse até o final dos tempos. É tudo imutável. Cristo deixou de uma forma mas a maioria hoje mostra o contrário de tudo aquilo que ELE ensinou. O mundo, a sociedade, tudo se modernizou, mas nunca foi dito que a Igreja abandonasse suas Tadições para agradar aos homens com novidades.
    – A Igreja muda? Uma coisa é “mudar”, outra, se transformar, atualizar a práxis dinâmica da Palavra de Deus. Se lembramos do que está nos evangelhos: pobres vocês vão sempre encontrar… Mas nem por isso devemos virar as costas ao apelo de ajuda do próximo, das suas necessidades; deveríamos ensiná-lo a pescar… Muito menos cruzar os braços diante da balbúrdia litúrgica que muitas vezes testemunhamos nas missas. Missa é palavra de origem latina, se não estou enganado… Ite missa est, e a missão se faz. Parodiando Guilherme Arantes, “agora é brincar de viver”. Após a participação na missa é que o “jogo” começa, é que a nossa “missão” começa a fazer sentido mesmo, pois o próprio Filho nos deu a força. Louvar a Deus ultrapassa o momento da Missa. Ela é o centro da vida do cristão católico, sem dúvida. Mas, quantos sabem o que é e vivem a dimensão plena dessa ação de graças (eucaristia)? Quantos sabem que as Horas deveriam ser também parte da vida do cristão católico? Bom, acho que se a dúvida paira, falta informação, falta formação. Escolas da Fé não são palanques para “iniciados”, muito menos para “candidatos”, mas momento em que se aprende sobre a Igreja. Me lembro do tempo da catequese, quando pouco se falava da vida dos santos, da história da Igreja, da liturgia e sua formação, desde os primórdios da Igreja até hoje. E creio que isso ainda continua… infelizmente.

  47. ATUALIZEI MEU COMENTARIO!!!

    Revmo. Padre João,
    salve Maria!

    Da-me sua benção!

    Estão de baixo nivel e tendenciosos os posts do seu blog.

    Peço correção, se necessário for, daquilo que eu escrever aqui.

    O sr. sabe muito bem o porque se iniciou este debate. Foi por causa das afirmaçoes feitas no livro do Padre Fabio e depois pela tentativa de defesa que o sr., padre João, fez das afirmações do livro, naquele programa, junto com o Pe. Fabio. Isto o sr. sabe bem, não sabe?

    Normalmente em debates se argumenta. Normalmente, em debates sérios e honestos, uma das partes está errada. A parte errada deveria reconhecer seu erro, normalmente. Não se vê isso neste debate. Há alguma desmoralização em reconhecer o erro ou há virtude? O senhor não reconhece o erro e ainda quer maquia-lo. Não há nada de virtuoso nem em não reconhecer o erro e nem em maquiar o erro.

    Os artigos da Montfort são bem verdadeiros, tanto que o sr. tentou, tentou, e não consegui refutar os artigos. Seja mais sincero padre, reconheça publicamente o erro e sairá vitorioso, para maior gloria de Deus.

    Cartas como a do sr. Wagner Zucchi não é correr do debate, pela tangente? Esta carta do sr. Wagner Zucchi, nas partes mais importantes, eu mesmo posso mostrar para o sr., padre João, alguns equivocos. Vai ver, se tiver olhos para isso.

    O sr. Wagner Zucchi afirma que a Montfort recusa “aceitar que não haja nada de errado com a Missa de Paulo VI”. Não só a Montfor recusa aceitar. Veja neste link, do site oficial do Clero, um interessante dossie: http://www.clerus.org/clerus/d…..Babel.html . Vai entender um pouco do assunto, padre João. Inclusive vai ter a oportunidade de ler lá o Prefácio do livro La réforme liturgique em question, de Klaus Gamber, Editions Sainte-Madeleine. O Prefácio é de um homem que hoje representa Cristo na terra. Penso que vai, se ainda não conhece, gostar do documento. Claro que não vou, mesmo havendo muitos, abarrota-lo de artigos ou pronunciamentos de autoridades católicas sobre este assunto. Este Dossie acima é bem resumido e está no site do Clero. Este documento “bomba” foi publicado no Pontificado de Bento XVI, o Papa que o senhor diz estar em comunhão. O Papa de batina e que dá a carne de Deus na boca dos fiéis de joelhos.

    Quanto ao IBP (Instituto Bom Pastor) ele foi criado com a finalidade também de ajudar a dar uma autentica interpretação aos documentos do Vaticano II. Com critica construtiva. Basta agora saber o que eles, do IBP, ensinam sobre este Concilio. Certo? Padre, se conhecer tais ensinamentos dos membros do IBP saberá que lá eles também concluem que no Vaticano II pode haver erros ou no minimo ambiguidades onde não poderia ter. Logo é no minimo equivocado o que se afirma na carta do sr. Wagner Zucchi. Sabe qual o “raciocínio sofístico” da Montfort? É aquele lógico de que se não pode criticar, por exemplo, a Imaculada Conceição significa que é infalivel e se pode criticar o Vaticano II, como o IBP pode e faz, significa que não é infalivel. Estão errados em tirar esta conclusão lógica padre? Se uma coisa é criticavel, mesmo que construtivamente, é por que esta coisa pode ter erros. E quanto a aceitação do Vaticano II? O sr. Wagner Zucchi induz a todos que a Montfort não aceita o Vaticano II. O que é aceitar o Vaticano II? O Vaticano II é um fato. Ele existiu de verdade e não a como não aceitar isto. Não há como também não aceitar aquilo que esta em seus documentos comforme a Igreja sempre ensinou, conforme a Tradição católica. Más se existe uma possibilidade de haver erros no dito Concilio claro que ninguem esta obrigado a aceitar seus erros. Veja como esta o debate sério sobre o Vaticano II no artigo “A crise conciliar vista da Basílica Vaticana” no seguinte link: http://www.santamariadasvitori…..ardini.doc .

    Não sejamos cegos ao meio dia.

    Bem, as outras coisas do sr. Wagner Zucchi não vou tratar devido serem secundarias.

    Agora padre, sem falsitatis, voltemos ao assunto que aos poucos esta prestes a sumir se o senhor continuar a escapar como tem feito ultimamente. O senhor agiu mau ou não em defender o erro que esta escrito no livro do Pe. Fabio? O senhor fez mau ou não em misturar presensa real com as outras presenças? O senhor deveria mesmo ter repetido palavras do Santo Padre sem citar a fonte, como se fossem do senhor? O senhor não pensa que houve um erro em citar Santo Agostinho e o Papa Bento XVI como se eles defendesse o mesmo erro que o senhor defendera? Não pensa o senhor que errou também ou ao menos se confundiu todo falando no seu blog sobre Metafisica? Queira esclarecer toda esta confusão padre. Deus lhe retribuirá. Queira responder estas questoes padre. Seja sincero. Não busque sua defesa pessoal que é menor que a defesa da verdade.

    Vou, com a graça de Deus, sempre pedir pelo senhor a Nossa Senhora no santo terço.

    Willian

  48. Revmo. Padre João,
    salve Maria!

    Sua benção!

    Acabei de observar o comentario que fiz e percebi que os links que coloquei, para mostrar o “DOSSIÊ LITURGIA UMA BABEL PROGRAMADA” no site da Congregação para o Clero e “A crise conciliar vista da Basílica Vaticana” no site da Capela Santa Maria das Vitórias, estão falhando. Permita-me tentar novamente disponibiliza-los.

    DOSSIÊ LITURGIA UMA BABEL PROGRAMADA:

    http://www.clerus.org/clerus/dati/2007-11/23-13/DossieLitUmaBabel.html

    A crise conciliar vista da Basílica Vaticana:

    http://www.santamariadasvitorias.com.br/documentos/livro_de_mons_gherardini.doc

  49. Olá Padre João, queridos irmãos e irmãs.

    DEUS convosco!

    Padre, a vossa bênção!

    Junior Pereira, lhe agradeço pelo artigo que postou, achei muito interessante. Obrigada por compartilhar, DEUS abençõe.

    Pedro Ribeiro, achei muito interessante isso que você postou, obrigad por compartilhar, DEUS abençõe.

    Penso que o Professor Orlando Fedeli é um verdadeiro defensor da verdadeira Fé Católica.

    Quanto à Missa, se não é possível celebrar a Tridentina, ao menos que a Missa Nova seja celebrada de forma mais conveniente e lícita, sem abusos e sem show, que seja verdadeiramente uma Santa Missa.

    Em relação ao Padre João, não vim aqui para ofende-lo, senão para simplesmente lhe expor minha visão de forma caridosa e amistosa.

    Lembrando também o que disse Frei Pedro de Alcântara quando Santa Teresa de Ávila, muito aflita, havia lhe dito que pecou: “Vou contar-lhe um segredo irmã. Todos nós pecamos e seguiremos assim até o fim.”

    Obrigada Padre João pelo espaço emseu blog e obrigado aos irmãos e irmãs pelos comentários.

    DEUS abençõe!

    Pax et Bonvm!

  50. Boa noite, pe. Joãozinho
    Não concordo com a amiga acima. O defensor da verdadeira fé católica não reepreenderia publicamente sacerdotes e leigos que tenham cometido “algum equívoco” de forma caluniosa,debochada,
    irônica com o intuito da desmoralização.
    Isso não é ser defensor de fé,sou o dono da verdade,somente eu tenho razão,escolho a doutrina católica que mais me convém e quem não me segue, está errado, não faz parte, pratica heresias.
    Lembremos “Todo pecado e toda blasfêmia serão perdoados aos homens,mas a blasfêmia contra o Espírito Santo não lhes será perdoada…”(Consiste em atribuir,por maldade,ao espírito do mal, obras boas devidas manifestadamente à ação do Espírito Santo).

  51. Gabriela você postou muito bem:

    ” Quanto à Missa, se não é possível celebrar a Tridentina, ao menos que a Missa Nova seja celebrada de forma mais conveniente e lícita, sem abusos e sem show, que seja verdadeiramente uma Santa Missa. ”

    Tomara Deus que venha logo as correções para a Missa com a revisão da 3º edição do missal da missa nova , para acabar de vez com o antropocentrismo. Se realmente vier as correções para essa missa nova, acabariam com os abusos, mas porque não se celebra de vez no rito de São Pio V? É algo de se pensar no é mesmo? Quem sabe mais para frente ( Isso é mais do que provável, o motu próprio é só o começo ) só exista a missa nesse rito……

    Um link interessante da Missa e o comentário de José Alberto Santos Costas:

    http://www.salvemaliturgia.com/2009/07/missa-tridentina-nao-e-missa-nova.html

    Bia, os pecados contra o Espírito Santo são cinco:

    http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20050629135740&lang=bra

    Bia temos que defender a fé, não é mesmo? Olha esse link:

    http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20041012153415&lang=bra

  52. Bom dia,padre
    Irei discordar da jovem de 18 anos,ela afirma que a “Nova Missa”
    seja celebrada de forma mais conveniente e LÍCITA.
    O que quis dizer com lícita?Então, quem não celebra a missa tridentina pratica atos ilícitos?
    Minha filha, cuidado com as palavras,quem prentende seguir uma vida consagrada deve ser mais tolerante e amoroso como Jesus,deixar o julgamento para Ele.
    Desculpe-me, mas a falsa humildade é mais nefasta que o você considera como “missa-show”.

  53. Revmo. Padre João,
    salve Maria!

    Sua benção!

    Padre, ao senhor e também aos outros(e foram muitos), inclusive a Sra. Bia, que comentaram sobre a forma de combater o erro mostro a doutrina católica sobre o assunto, e peço para que rezem mais a Nossa Senhora e estudem sempre a doutrina CATÓLICA, aquela Tradicional, dos santos e dos Papas.

    A explicação que vão ter a oportunidade de ler vem do blog “Textos Católicos” que tirou do livro “O Liberalismo é Pecado” de D. Felix.

    Vejam:

    ““Capítulo XXIII

    SE É CONVENIENTE AO COMBATER O ERRO COMBATER E DESAUTORIZAR A PERSONALIDADE DO QUE O SUSTENTA E PROPALA

    Dir-se-á porém: “Conceda-se isso com respeito às doutrinas em abstrato. Mas será conveniente ao combater o erro, por maior que o seja, cevar-se e encarniçar-se contra a personalidade do que o sustenta?”

    Responderemos que muitas vezes sim, é conveniente e não só conveniente, mas até indispensável, e meritório diante de Deus e da sociedade. E ainda que bem pudesse deduzir-se esta afirmação do que anteriormente havemos exposto, queremos, todavia, tratá-la aqui ex professo, pois é grande a sua importância.

    Com efeito, não é pouco freqüente a acusação que se faz ao apologista católico de ocupar-se sempre das pessoas, e quando se lança em rosto a um dos nossos o atacar uma pessoa, parece aos liberais e aos contaminados de Liberalismo que já não há mais que dizer para condená-lo.

    E, não obstante, não têm razão; não, não a têm. As idéias más hão de ser combatidas e desautorizadas; é preciso torná-las aborrecidas, desprezíveis e detestáveis à multidão, a essa que intentam embair e seduzir. Mas quer o acaso que as idéias não se sustentem por si mesmas no ar, nem por si mesmas fazem todo o dano à sociedade. São como as flechas ou balas, que a ninguém iriam ferir, se não houvesse quem as disparasse com o arco ou com a espingarda.

    Ao atirador se devem, pois, dirigir primariamente os tiros do que deseje destruir a sua mortal pontaria; e qualquer outro modo de fazer a guerra será tão liberal como queiram, porém, não terá sentido comum. Soldados com armas de envenenados projéteis são os autores e propagandistas de doutrinas heréticas; suas armas são o livro, o jornal, o discurso público, a influência pessoal.

    Não basta, pois, desviar-se para evitar o tiro, não; o principal e mais eficaz é deixar inabilitado o atirador. Assim, convém desautorizar e desacreditar o seu livro, periódico, ou discurso; e não só isso, senão desautorizar e desacreditar em alguns casos a pessoa. Sim, a pessoa, porque é este o elemento principal do combate, como o artilheiro é o elemento principal da artilharia, e não a bomba, a pólvora ou o canhão.

    Pode-se, pois, em certos casos, trazer a publico suas infâmias, ridicularizar seus costumes, cobrir de ignomínia o seu nome e apelido. Sim, senhor; e pode-se fazer em prosa ou em verso, a sério ou brincando, em gravuras e por todas as artes e processos que no futuro possam inventar-se.

    Somente se deve ter em conta que não se ponha a mentira ao serviço da justiça. Isso não; ninguém neste ponto se afaste um só ápice da verdade, porém, dentro dos limites desta, recorde-se aquele dito de Cretineau-Joly: – A verdade é a única caridade permitida à história; e poderia acrescentar: À defesa religiosa e social.

    Os mesmos Santos Padres, que temos citado, provam esta tese. Até os títulos de suas obras dizem claramente que, ao combater as heresias, o primeiro tiro procuravam dirigi-lo contra os heresiarcas. Quase todos os títulos das obras de Santo Agostinho se dirigem ao nome do autor da heresia: Contra Fortunatum manichaeum; Adversus Adamancium; Contra Felicem; Contra Secundinum; Quis fuerit Petilianus; De gestis Pelagii; Quis furiet Julianus, etc. De sorte que quase toda polêmica do grande Agostinho foi pessoal, agressiva, biográfica, por assim dizer, tanto como doutrinal; corpo a corpo com o herege, como contra a heresia. E assim poderíamos dizer de todos os Santos Padres.

    Onde foi, pois, o Liberalismo buscar a novidade de que ao combater os erros se deve prescindir das pessoas e até animá-las e acariciá-las? Firmem-se no que ensina neste ponto a tradição cristã, e deixem-nos a nós, os ultramontanos, defender a fé como se defendeu sempre a Igreja de Deus. Penetre, pois, a espada do polemista católico, fira e vá direto ao coração, que esta é a única maneira real e eficaz de combater!”.

    (O Liberalismo é Pecado, de D. Felix Sardá y Salvani, 1949. Ed. Companhia Editora Nacional, pp. 89-91).”

    http://textoscatolicos.wordpress.com/2009/08/21/o-combate-contra-os-hereges/

  54. Roberto, DEUS convosco!

    Gostaria de te mostrar uma coisa:

    Cardeal Joseph Ratzinger: “creio que a longo prazo a Igreja romana deva ter de novo um só rito romano”.
    Ratzinger.it

    Ao Dr. Heinz-Lothar Barth, 23 de junho de 2003:

    Caro Doutor Barth,

    Agradeço-lhe cordialmente pela sua carta do dia 6 de abril, a qual só agora encontrei tempo para responder. O senhor me pede que me esforce por uma mais ampla disponibilidade do rito romano antigo.

    De fato,o senhor sabe que não sou surdo a tal pedido. Enquanto, meu trabalho a favor dessa causa é bem conhecido. Quanto à questão de se a Santa Sé «readmitirá o antigo rito por toda parte e sem restrições», como o senhor deseja e ouviu murmurar, não se pode responder simplesmente ou dar confirmação sem alguma dificuldade. É ainda grande demais a aversão de muitos católicos, insinuada neles há muitos anos, contra a liturgia tradicional que com desprezo chamam «pré conciliar». E dever-se-iam fazer as contas com a considerável resistência por parte de muitos Bispos contra una readmissão geral.

    Todavia, bem diversamente seria pensar em uma readmissão limitada. O próprio pedido para a antiga liturgia é limitado. Sei que o seu valor, naturalmente, não depende da quantidade de pedidos com relação às oposições, mas, não obstante, a questão do número de sacerdotes e leigos interessados desempenha um certo papel. Além disso, uma tal medida, apenas 30 anos da reforma litúrgica de Paulo VI, pode ser efetivada somente de modo gradual. Qualquer pressa seguramente não seria uma coisa boa.

    Entretanto, creio que a longo prazo a Igreja romana deve ter de novo um só rito romano. A existência de dois ritos oficiais para os Bispos e para os padres, na prática, é difícil de «gerir». O rito romano do futuro deveria ser um só, celebrado em latim ou em vernáculo, mas completamente na tradição do rito que foi transmitido do passado. Esse rito poderia assumir algum elemento novo que se verificou válido, como as novas festas, alguns novos prefácios da Missa, um amplo lecionário – mais escolhido do que antes, mas não excessivo -, uma «oratio fidelium», isto é, uma ladainha fixa de intercessões que se segue aos Oremus antes do ofertório, onde primeiro tinha a sua colocação.

    Caro Doutor Barth, se o senhor se empenhar em trabalhar pela causa da liturgia desta maneira, certamente não se achará sozinho e preparará «a opinião pública eclesial» para eventuais medidas a favor de um amplo uso dos livros litúrgicos de outrora. Todavia, é preciso prestar atenção para não despertar expectativas por demais elevadas ou maximalistas entre os fiéis tradicionais.

    Aproveito a oportunidade para qgradecê-lo pelo seu apreciável empenho pela liturgia da Igreja romana em seus livros e em suas lições, ainda que cá e lá desejasse eu ainda mais caridade e compreensão para com o magistério do Papa e dos Bispos. Possa a semente semeada pelo senhor germinar e dar muito fruto pela renovada vida da Igreja cuja «fonte e cume», na verdade, a liturgia é, e deve permanecer, o seu verdadeiro coração.

    Com prazer, lhe concedo a bênção que o senhor pediu.

    Joseph, Cardeal Ratzinger

    Fonte: http://www.ratzinger.us/modules.php?name=News&file=article&sid=238

    Peguei isso no site da Montfort. Vou te passar o link.

    http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=ratzinger-barth&lang=bra

    Aqui está.

    Fiquem com DEUS!

  55. Cardeal Castrillón Hoyos: “O Santo Padre quer que a Missa de São Pio V se converta em uma forma normal nas paróquias”
    Felipe Alanís – Monterrey,
    Creer en Mexico
    Hoje, vamos nos inteirando de algumas coisas sumamente positivas. Primeiro, o anúncio do Video Tutorial da Forma Extraordinária do Rito Romano elaborado pela Fraternidade Sacerdotal São Pedro e pela cadeia americana de televisão EWTN.
    Além de ter uma excelente produção, dirigida pelo ainda Diácono Justin Nolan FSSP (que se ordenará sacerdote dia 30 de Maio), não cessaremos de agradecer que o tenham realizado com áudios em Inglês e também em Espanhol, com a voz do também jovem e recém ordenado P. Roberto Cano FSSP e o trabalho de tradução em conjunto com o Padre Diácono Romo FSSP e o seminarista José Cepeda. Los cortos los pueden ver en la página oficial http://www.fsspdvd.com y “casi en exclusiva” aquí en Creer en México.

    Nossos mais sentidos agradecimentos a esses jovens sacerdotes da FSSP e a EWTN por essa inestimável ajuda que sem dúvida terá uma repercussão muito importante na difusão da Missa de São Pio V no mundo de língua hispânica.

    Além disso, são de muito interesse as palavras que o Cardeal Castrillón ofereceu como introdução a tal vídeo. Esperemos que o que aqui foi comentado seja parte do aguardado Esclarecimento sobre o Motu Proprio Summorum Pontificum.

    Agora segue-se uma tradução exclusiva (e nada profissional) da mensagem do Cardeal Castrillón com meus destaques em negrito:

    “De muitas partes da Igreja chega a pergunta: Que é o Motu Próprio Summorum Pontificum? Que quer conseguir o Papa ao promulgar espontaneamente, de sua própria vontade essa lei universal que é o Motu próprio Summorum Pontificum?
    A Igreja por mais de mil anos celebrou o rito chamado Missa de São Pio V. Esse rito trouxe unidade à fé chegou a ser a forma única pela qual a Igreja adorava a Deus, repetindo, no altar, de um modo incruento o Sacrifício da Cruz. Nossa fé católica ensina que a Santa Missa é o sacrifício da cruz.

    O antigo rito mantém o silêncio sagrado, a contemplação e ainda mais, ao mesmo tempo torna presente o Senhor Jesus numa rica expressão litúrgica como o triunfador sobre a morte e o pecado. É por isso que o Santo Padre oferece não de forma obrigatória, mas ainda assim oferece a toda a Igreja esse tesouro do rito anterior para que a Igreja seja Santificada assim. E toda essa riqueza litúrgica, toda essa riqueza espiritual e todas as orações tão bem preservadas por séculos, tudo isso é oferecido para todos como um presente. Não é um presente para os assim chamados tradicionalistas, não, mas é um presente para toda a Igreja católica, e porque é um presente oferecido livremente que o Santo Padre fez, ele o fez para todos por meio da maravilhosa estrutura da Igreja, que são as paróquias, os sacerdotes e os capelães e as capelas onde a eucaristia é celebrada, e eles, pela vontade do Vigário de Cristo, devem aceitar as petições e requerimentos dos fiéis que querem essa Missa e a devem oferecer a eles, e mesmo que essa Missa não seja especificamente solicitada ou pedida, eles devem torná-la acessível para que todos tenham acesso a este tesouro da antiga liturgia da Igreja. Este é o principal objetivo do Motu Proprio, a riqueza espiritual e teológica.

    O Santo Padre quer que essa forma da Missa se converta numa forma normal nas paróquias e que desse modo as comunidades jovens se familiarizem também com esse rito.

    Estou muito contente por ver este programa que foi criado para instruir os sacerdotes, e não só os sacerdotes, mas também os fiéis, que por tanto tempo conheciam somente o novo rito; para que se familiarizem com essa forma do Rito Romano.

    Este vídeo foi criado para preparar os sacerdotes para que possam celebrar num modo digno, Santo, com piedade e com amor num modo de acordo com seus requerimentos particulares.
    Portanto esta iniciativa é bem vinda e eu, como Presidente da Pontifícia Comissão Ecclesia Dei em Roma, com os cardeais que são membros, os assessores e o pessoal cujo trabalho é dedicado a esse programa. Obrigado Madre Angélica e a todos os que ajudaram este projeto pelos esforços que estão fazendo para assistir aos sacerdotes a oferecer mais dignamente para todos na Igreja Católica este tesouro do Rito anterior. Obrigado.

    Assim sendo, a mensagem é bem clara. Esperemos que se possa difundir e se tornar oficial para que logo vejamos em cada paróquia essa forma extraordinária. Em algum fórum li, faz tempo, um participante que dizia esperar que essa forma de Missa se tornasse tão extraordinária como são hoje os ministros extraordinários da comunhão, ou seja, não menos que 6 ou 7 por paróquia… Excelente feito.

    Muito obrigado por este vídeo.

    Fonte: http://www.montfort.org.br/index.php?secao=imprensa&subsecao=igreja&artigo=20080502&lang=bra

    A Santa Missa é para todos!

    Dominus Vobiscum!

  56. Eu nada entendo de Liturgia e compreendo as colocações de quem não gosta das missas shows, ou missas mais alegres, no dizer de alguns, da Renovação Carismática.
    Agora, voltando ao comentário de Gabriela, puxa vida, não concordo com mais nada.
    Primeiro, de onde foi que ela tirou essa idéia de que sobretudo é mulher e deveria se manter em silêncio?
    Tudo bem, a ordenação de mulheres não é permitida, mas Santa Teresa D’Ávila está aí como Doutora da Igreja para mostrar que as mulheres podem emitir opinião, sim. E isso para citar somente uma delas.
    Essa ladainha do tradicionalismo, para mim, é incompreensível.
    Qual a data de corte do tradicionalismo? É tradicional até quando? Ou a partir de quando? Volta-se ao partilhar do pão (pão, não hóstia, como hoje) dos primeiros cristãos, nos tempos dos Atos dos Apóstolos? Ou a antes da obrigatoriedade do celibato para os padres? O tradicionalismo (não a tradição, favor não confundir) se espelha nos padres do Deserto ou na Idade Média? Em São Francisco de Assis ou em São Tomás de Aquino?
    Essa questão da imutabilidade é outro ponto completamente equivocado. O que é imutável é a verdade da mensagem de Cristo, não o tempo no qual a Igreja se insere. Catolicismo não é anacronismo. A Igreja se insere no tempo, até o fim dos tempos. É por isso que não precisamos vestir as mesmas roupinhas dos contemporâneos de Jesus. Aliás, se fôssemos seguir essa regrinha da imutabilidade, por que estaríamos a usar a internet para nos comunicar? Se tudo é imutável(erro semelhante ao de tudo é relativo), por que haveríamos de usar os novos meios de comunicação? Não teríamos que simplesmente pregar em praças públicas e mandar cartas?
    Ops, a invenção da imprensa popularizou os livros… Será que teríamos de usar os livrinhos escritos com bicos de pena? Serão os vídeos do Vaticano postados no Youtube um pecado? Afinal, a Igreja é imutável, segundo o argumento do comentário, não é?
    Não deixa de ser curioso que se esteja discutindo o SITE do Montfort e, ao mesmo tempo, defendo a imutabilidade de tudo. Que ironia!!!!!
    A impressão que tenho, leiga e ignorante que sou em questões teológicas, é de que se está a discutir qual o melhor carisma. Se cada um dos carismas das novas congregações ou se os da antiga, como se não houvesse espaço para todos.
    Claro, a Missa é sagrada. Algumas pessoas exageram. Talvez haja afronta mesmo à Liturgia (não sei ao certo, porque não entendo de Liturgia), mas a beleza dos ritos anteriores não significa a feiúra dos ritos atuais.
    Aliás, os ritos antigos nunca foram abolidos.
    E o Papa Bento XVI começa a lembrar a beleza desses ritos, do canto gregoriano, da contemplação, da Lectio Divina etc.
    Penso que há espaço para todos (sem entrar na polêmica do caráter eventualmente cismático das colocações do Monfort. Aliás, como está chato esse blog, com tantas discussões sobre o Monfort e como é que eu tenho coragem de ainda incentivar esse assunto, postando esse longo comentário?).

  57. joão malfacini neto

    este ano aqui em betim mg fiquei muito Indignado com o padre joão celebrando a missa com um violão na mão.parecia mais um show que uma missa.o povo ia ao delirio, ele tocando um violão ao meio de uma missa.padre deve lembrar do que eu estou falando foi num retiro aqui em betim no rebanhão do senhor.nunca que imaginei que o senhor ia fazer uma coisa dessa.na missa o senhor padre que foi o centro das atenções ,não foi jesus cristo,deu para percerbe muito bem .o senhor fazendo o seu próprio show na missa.só tenho que dizer que foi Lastimável o que o senho fez com a santa missa, na quele dia.
    http://www.clarionherald.org/pdfs/2009/08_08_09/header/page02.pdf

    Tradução: Fabiano Rollim

    O Arcebispo Malcolm Ranjith (Ex-) Secretário da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, recentemente proferiu uma palestra na Gateway Liturgical Conference em St. Louis. Ele tocou na questão central que precisamos enfrentar se quisermos realizar a visão expressa na Constituição sobre a Sagrada Liturgia do Concílio Vaticano II: a arte de celebrar a Sagrada Liturgia.

    Primeiro, ajuda-nos reconhecer que o termo arte geralmente se refere a habilidades criativas que contribuem com a beleza. Entretanto, da forma como isso se aplica à Sagrada Liturgia, as habilidades humanas são subordinadas à realidade divina que está acontecendo. Quando o foco é no humano, separado do divino, a celebração da Liturgia sofre.

    Não deve haver qualquer tensão entre a arte de celebrar e a plena, ativa e frutuosa participação de todos os fiéis. Infelizmente, no primeiro estágio de implementação da Constituição sobre a Sagrada Liturgia do Concílio Vaticano II, uma grande ênfase foi dada no aspecto externo da participação do povo. Como resultado, o foco na plena participação pendeu mais na direção do envolvimento de ministros leigos na Liturgia do que nas disposições interiores requeridas para fazer a participação mais frutuosa. Na Sagrada Liturgia é Cristo quem age. O que é incrivelmente importante é que nós somos interiormente unidos a Ele na oferta sacrifical que Ele fez uma vez historicamente e que é re-presentada na celebração sacramental da Liturgia. O Senhor é o artista. A nossa parte é estar unidos a Ele.

    Logo, a arte de celebrar bem não é apenas questão de executar uma série de ações reunidas em uma unidade harmoniosa, mas uma comunhão profundamente interior com Cristo e sua ação auto-sacrifical e salvífica. Isto significa que o sacerdote precisa entrar em uma atitude profundamente reverente, totalmente concentrada e humilde, de fé e oração. Seu senso de temor tem que ser tangível. Seu desejo de viver o que está celebrando tem que ser reconhecido em sua vida.

    Mais ainda, a Sagrada Liturgia é uma ação que foi confiada à Igreja. O celebrante não é dono da Liturgia. Ela não é sua para que possa alterá-la. A Liturgia é um presente, um tesouro, a ser respeitada e recebida com senso de reverência e protegida contra uma secularização inapropriada.

    O próprio Cristo é o principal celebrante. O Papa Bento XVI, na Exortação Apostólica Pós-Sinodal Sacramentum Caritatis (N.23), afirma esta verdade vigorosamente: “É necessário que os sacerdotes tenham consciência de que, em todo o seu ministério, nunca devem colocar em primeiro plano a sua pessoa nem as suas opiniões, mas Jesus Cristo. Contradiz a identidade sacerdotal toda tentativa de se colocarem a si mesmos como protagonistas da ação litúrgica. Aqui, mais do que nunca, o sacerdote é servo e deve continuamente empenhar-se por ser sinal que, como dócil instrumento nas mãos de Cristo, aponta para ele. Isso exprime-se de modo particular na humildade com que o sacerdote conduz a ação litúrgica, obedecendo ao rito, aderindo ao mesmo com o coração e a mente, evitando tudo o que possa dar a sensação de um seu inoportuno protagonismo”.

    Um dos grandes riscos ao celebrar a Missa voltado para o povo é que o sacerdote será tentado a atrair a atenção para si mesmo. Somos todos humanos. Mas o centro da ação é Cristo. A forma como falamos e agimos tem que atrair a atenção para esta verdade. Logo, um senso de temor e mistério deve perpassar a celebração com o silêncio apropriado e num espírito de oração. O que fazemos é Liturgia Divina. É eclesial em sua forma. Não deve estar sujeita a ajustes pessoais. É por isso que a correta arte de celebrar envolve aderência fiel às normas litúrgicas em toda a sua riqueza.

    O Santo Cura D´Ars certa vez escreveu: “Todas as boas obras juntas não se igualam ao valor do sacrifício da Missa, porque elas são boas obras de homens, e a santa Missa é a obra de Deus. O martírio não é nada em comparação a isso; ele é o sacrifício que o homem faz de sua vida a Deus; a Missa é o sacrifício que Deus faz ao homem de seu Corpo e seu Sangue”.

    Deus nos conceda a todos nós que somos sacerdotes a graça de realizar e cumprir este papel maravilhoso de tal forma que verdadeiramente propiciemos a “plena, ativa e frutuosa participação de todos os fiéis”.

  58. Gabriela !!!!

    Salve Maria.

    Aqui em São Paulo no Mosteiro de São Bento é celebrado sempre a Missa Tridentina. Aconteceu uma coisa interessante, pois já estou há um pouco mais de um ano ASSISTINDO essa Missa e vejo muitos vindo de vários lugares, só para conhecer a Missa nesse rito. Ontem teve um grupo que ficou sem saber as horas de ajoelhar, de ficar em pé, de sentar, mas saíram maravilhados por terem ASSISTIDO a Missa nesse rito.
    Que bom que tem muitas pessoas interessadas em conhecer o que tem como Tradição dentro da Igreja imutável de Cristo.

    Veja essa gripe suína, que não era ela para ficar como notícia o tempo todo na mídia. Primeiro foi um problema grande na economia, depois a gripe suína, tirando o foco para as pessoas não perceberem a real intenção do ( aqui eu uso um termo que está na Montfort ) EL Patrone. Vários bancos sendo comprados por outros e o mundo não percebe…. a real intenção do El Patrone. Essa mídia não tem jeito mesmo…não é a toa que a liberdade de imprensa foi condenada na Mirari Vos.
    Como bem disse o Prof. em uma das aulas que todo mundo gosta e admira ver o fogo, mas esse mesmo grupo ( ex:+ ou – 5, 10 pessoas ) vendo uma lâmpada acesa numa sala durante várias horas não tem nenhum sentido. É por isso que no Sílabo diz como erro:

    80º O Pontífice Romano pode e deve conciliar-se e transigir com o progresso, com o Liberalismo e com a Civilização moderna.

    http://www.montfort.org.br/index.php?secao=documentos&subsecao=enciclicas&artigo=mirarivos&lang=bra
    —— ——
    http://www.montfort.org.br/index.php?secao=documentos&subsecao=enciclicas&artigo=silabo&lang=bra

    Ana: Olha aqui nesse link, você como tantos outros poderá compreender um pouco do modernismo, da modernidade, do progresso e como isso influencia em nossa vida, e porque alguns papas foram tão firmes em combater, e fiquem todos com Deus e com a proteção da Sempre Virgem Maria, nossa Mãe e Mãe de Deus :

    http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=ave_crux_spes_unica&lang=bra

  59. Olá Ana, DEUS convosco!

    Primeiro, de onde foi que ela tirou essa idéia de que sobretudo é mulher e deveria se manter em silêncio?
    Tudo bem, a ordenação de mulheres não é permitida, mas Santa Teresa D’Ávila está aí como Doutora da Igreja para mostrar que as mulheres podem emitir opinião, sim. E isso para citar somente uma delas.

    Isso eu disse por uma questão de respeito e submissão (não quero ser mais que ninguém, longe disso), pois, como está na Bíblia, o homem é a glória de DEUS e a mulher é a glória do homem. Portanto, em sinal de respeito e ainda mostrando minha submissão eu disse que como mulher deveria manter-me em silêncio. Sem contar que eu sou só uma menina leiga e ele é um homem formado já e sobretudo, é SACERDOTE.

    Aliás, se fôssemos seguir essa regrinha da imutabilidade, por que estaríamos a usar a internet para nos comunicar? Se tudo é imutável(erro semelhante ao de tudo é relativo), por que haveríamos de usar os novos meios de comunicação? Não teríamos que simplesmente pregar em praças públicas e mandar cartas?

    Me refiria à imutabilidade de tudo que é divino, de tudo o quando a Igreja manteve por mais de 2000 anos. Não tem nada haver com Internet, me refiria à imutabilidade de tudo quanto sempre foi ensinado e mantido.

    Aliás, os ritos antigos nunca foram abolidos.

    Abolidos não foram, pois, houve quem ainda celebrasse no rito antigo, mas por isso a FSSPX foi excomungada, por manter a celebração do rito antigo. O Papa Bento XVI fez o levantamento das excomunhões e depois publicou o Motu Proprio para justamente permitir que as Missas no Rito antigo pudessem ser celebradas novamente.

    E o Papa Bento XVI começa a lembrar a beleza desses ritos, do canto gregoriano, da contemplação, da Lectio Divina etc.

    Graças à DEUS!

    Fique na Paz de Jesus!

  60. Roberto, DEUS convosco!

    Pois é, eu também tenho muita vontade de ir no mosteiro de São Bento assistir à Missa Tridentina.

    E creio que, no caso onde há de se colocar a Missa Tridentina em outras paróquias por exemplos, seria interessante antes obter uma orientação do Sacerdote, para ajudar na melhor compreensão daquilo que se está participando. E com o tempo, quem assiste à Missa Tridentina acaba se familiarizando. É uma questão de orientação e de tempo.

    Fique na Paz!

  61. Fabio Ullmann

    Pe. Joaozinho;

    Estou certo de que Pe. Dehon concordaria mais com a tradição do que com o relativismo e modernismo que experimentamos nos dias de hoje.
    Me pergunto se um dia verei o Papa pulando e levantando os braços no que chamam de “louvor”, ai tenho a resposta. Aliás, enquanto muitos o criticam por ser conservador, dou graças a Deus por tê-lo nos enviado para manter a tradição.

    Já saí no meio de missas de padres RCC por não aturar suas micagens. Há que se ter cuidado e limites na aplicação dos cantos e teatros na liturgia da santa missa, que inclusive são dispensáveis.

    Peço que Deus o ilumine para saber o limite entre modernizar e transviar.

  62. “Pela maturidade com que esta garota escreve chego a duvidar que tenha somente 18 anos.”

    O sr. ainda não viu nada.
    Não sou da Montfort, apesar de simpatizar com o prof. Orlando.
    Mas uma coisa é certa: na Montfort, Pe., não seria de espantar se o sr. encontrasse algum menino ou menina de 16 anos ou menos ensinando Fé a alguns padres da rcc ou da tl. Sei porque já fui 3x lá e o que observei é que o pessoal leva a Fé a sério.
    Agora, na rcc e/ou tl bastante infestada nas paróquias… Enquanto ficarmos a ver os jovens (e adultos!!!) na CN mais parecerem “macaquinhos de circo” ou “cachorrinhos adestrados” onde vale a pena pular, deitar, fingir de morto, rolar ou mostrar os 3 dedinhos, então é sinal que o ensino na Igreja está muito mal. E é triste.
    Para ser um BOM católico complexo é muito difícil, não é dado a todos. Da mesma forma que não é dado a todos ser um São Bento, um Pe. Pio, um Santo Afonso Maria de Ligório, um São Tomás de Aquino, etc.
    Mas para ser um BOM católico na simplicidade e na sua essencialidade; então, todos com esforços podemos alcançar. Não está nos céus e nem no fundo do mar, apesar das lutas. E como?
    Nada que um bom catecismo de São Pio X não resolva!
    Um livro pequeno, simples, de perguntas e respostas. Bastante instrutivo.
    Basta apenas lê-lo com sinceridade e sem distorcer as palavras tentando moldá-lo ao que vemos hoje nas bagunças encontradas nas paróquias e já está de GRANDE tamanho.
    Aliás, não seria de duvidar se após um estudo do referido catecismo, se realmente houver honestidade intelectual nos fiéis, se não seria de se perguntar se os padres começariam a andar na linha por parte das cobranças dos fiéis em ver tamanha discrepância com o que a Igreja ensina e o que é exibido atualmente.
    Mas…
    Por quê será que não existe tal catecismo sendo ensinado na Igreja hoje?

    Vinicius

  63. Sergio Souza

    Querido padre Joãozinho…

    É dito acima: “Agora, na rcc e/ou tl bastante infestada nas paróquias… Enquanto ficarmos a ver os jovens (e adultos!!!) na CN mais parecerem “macaquinhos de circo” ou “cachorrinhos adestrados” onde vale a pena pular, deitar, fingir de morto, rolar ou mostrar os 3 dedinhos, então é sinal que o ensino na Igreja está muito mal. E é triste”.

    Acreditei que depois daquele e-mail em que o senhor foi moralmente ofendido por um tal de “LEITE” esses tipos de comentários dos sectários montfortianos estariam banidos.

    Eu como sócio mantededor dessa VERDADEIRA OBRA DE DEUS EM PLENA COMUNHÃO COM OS BISPOS DA IGREJA, mais uma vez me sinto ofendido em ver que a MINHA CONTRIBUIÇÃO está servindo para que um adorador de fedeli venha a minha casa e novamente ofenda a Canção Nova!

    Depois do e-mail que o senhor recebeu e da GRAVE ACUSAÇÃO, SEM PROVAS, QUE A CANÇÃO NOVA recebeu de ter forjado seu estatuto e ter enganado o Papa, acreditei que isso tinha acabado!

    Eu só queria lembrar a pobre Gabriela que parece que levou uma bela lavagem cerebral do seguinte: Minha filha, levar a sério a fé, é ser, EM PRIMEIRO LUGAR, humilde de coração, como Jesus nos exortou. Só pessoas humildes de coração, como o Monsenhor Jonas e o Padre Joãozinho, por exemplo, continuam servindo a Igreja em obediência aos Bispos e ao Papa.

    Infelizmente, Gabriela, o fazerem sua cabeça na montfort, você se desconectou dos VERDADEIROS PASTORES DA IGREJA, A QUEM JESUS CONFIOU O SEU GOVERNO, e preferiu aderir e depositar a sua fé em fedeli, numa idolatria desvairada. E quem é esse fedeli? Qual Bispo lhe dá sustentação? É um zé ninguém, filho do seu coisa nenhuma!

    É como já repeti por várias vezes aqui e serve para você de 18 aninhos e tão novinha e tão perdidinha e sem noção de fé:

    Mt 15,14 – “Deixai-os. São cegos e guias de cegos. Ora, se um cego conduz a outro, tombarão ambos na mesma vala”.

    Pois é Gabriela, vejo que quem está adestrada aqui é você, indo para mesma vala que se deus fedeli.

    Em Jesus, espero que tenha sido a última ofensa a Canção Nova NO SEU BLOG! A Canção Nova é uma Obra que vive da Providência Divina e onde se trabalha muito para se fechar uma campanha que serve inclusive para sustentar esse blog.

    É um caso a se pensar em dar-se um livre espaço a essa raça de víboras tradicionalistas, que em nada ACRESCENTAM NA EVANGELIZAÇÃO DE NOSSO POVO.

  64. Sua benção Padre,

    Chego atrasado neste assunto, mas antes tarde do que nunca.

    Como meu amigo acima também sou Jovem e participo do Apostolado Shemá e já vivenciei os dois extremos, assim como a Gabriela, e para ser sincero ambos apresentam erros mantendo-se na ponta da navalha.
    A RCC pode acaba levando muitos a uma interpretação Sola Scriptura da bíblia e as visões particulares podem confundir com o protestantismo, Já do lado pseudotradicionalista vemos o Senhor Fedeli beirando o sedevacantismo com a condenação do CVII e logicamente de seus idealizadores.
    Aderir a um lado por enxergar os erros do outro lado nada resolve. É preciso aprender com a Igreja a enxergar a ortodoxia e não se deixar levar facilmente e cegamente por vozes barulhentas.

  65. Sergio Souza

    Ótima colocação do Leonardo…

    Acho que o debate de idéias é válido. A argumentação e a pesquisa em textos da Sagrada Escritura, Catecismo e discursos dos Bispos da Igreja, são valiosíssimos para sustentarmos as nossas argumentações, porém, insisto que nenhum tradicionalista se deva valer desse espaço para ofender a Canção Nova com falsas acusações, que não são provadas ou com palavras de baixo nível. Espaço esse que é mantido às custas de muito trabalho de seus missionários e em muitas vezes de seus sócios contribuintes.

    Repito, aqueles tradicionalistas que o queiram assim proceder, que utilizem o site da Montfort, lá é o espaço “adequado” para isso. Tenho certeza que Fedeli não se oporia, muito pelo contrário, ficaria até feliz pelo aumento do número de acessos de seus filhos espirituais, e que ao aparecerem aqui, ironicamente, acabam engrossando o expressivo número de acessos do portal cancaonova.com, a quem tantos eles odeiam.

    Ou santos ou nada!

  66. Diogo S. Marques

    Em primeiro lugar, não existe Missa tradicionalista e nem Missa carismática. Existe Missa Tridentina (também conhecida como Missa de Sempre) e a Nova Missa (também chamada Missa Nova de Paulo VI).
    A palavra de Deus diz que devemos observar tudo e filtrar o que é bom. Ora, o que presencio aqui são os defensores de Fedeli e os defensores de Monsenhor Jonas Abib. Eu sou sócio da Canção Nova, conheço a obra. Entretanto, antes de tudo, sou católico apóstólico romano. Devo reconhecer que existem inúmeros erros da RCC quanto aos usos dos carismas, profanação dos sacramentos etc. Mas também vejo o quanto Deus é misericordioso com o seu povo. Muitos são os testemunhos de mudança de vida. Há que se analisar isso!
    Porém, confesso que sou um assíduo leitor do site Montfort. É lá que aprendo, de verdade sobre a Igreja Católica. Considero pouco caridoso o tratamento que os “Fedelistas” têm para os “CançaoNovistas” e vice-versa.
    Prefiro ficar mesmo é com a opinião do prof.: Alessandro Lima da Veritatis Splendor acerca da RCC: É preciso que a Igreja acolha a RCC e a oriente em relação aos erros, em respeito às pessoas de boa vontade que a ela pertencem, mas erram por ignorância.

  67. Sergio Souza

    É preciso que os tradicionalistas se coloquem sob a bênção da Igreja do Senhor e não como marginais sectários…

  68. Sergio Souza

    Diz um fedelino: “É lá (montfort) que eu aprendo a verdade da Igreja Católica”

    Será que a Montfort é o caminho, a verdade e a vida? Será que fedeli tem mais autoridade espiritual para ensinar a verdade que um Bispo ou o próprio Papa?

    Se isso não é HERESIA, oq ue será então?

  69. Sergio Souza

    Um “católico” diz: Sou sócio da Canção Nova, mas aprendo a verdade com a montfort”. Muito estranho!

    Muito curioso, não? Principalmente se pensarmos que a montfort devota seus trabalhos a levatar falsos testemunhos contra a Canção Nova. De que lado se está?

    Porque a pessoa adere a montfort que acusa a Canção Nova de heresia, logo ela concorda com essa acusação montfortiana, porque afirma que lá, na montfort, ela aprende a verdade. Mas ao mesmo tempo contribui com canção nova, ajudando a sustentar, segundo a montfort, um heresia. Muito confuso! É uma espécie de crise existencial!

    Seria algo semelhante de uma cristão, que se diz católico, participda missa pela manhã, mas a noite diz que aprende a verdade na Assembléia de Deus.

    Católico autêntico aprende a verdade dentro da Igreja Católica e não na montfor, tfp, e outras associações anti-católicas.

  70. Sergio Souza

    Padre Joãozinho,

    Po acaso encontrei posts de montfortianos em assuntos que para muito de nós pareciam já sepultados. Até porque na sua página inicial, parece em últimos COMENTÁRIOS, RECENTE POSTS e ÚLTIMAS POSTAGENS, os temas mais recentes para que possamos comentar.

    O problema é que percebo que alguns desses tyradicionalistas têm se aproveitado desse fato, para que na escuridão, como é de costume seus métodos de evangelização, postam seus tradicionais caluniosos e agressivos comentários, sem que tenhamos informações que foram postados, e em não se sabendo desses posts, terminam sem dar o direito de resposta as pessoas que se sintam ofendidas coma as injúrias contra o senhor e Canção Nova, por exemplo. Sugiro:

    1º) Ou se encerra a possibilidade de se postar comentários em assuntos como esses;

    2º) Ou quando for postado em assuntos já “antigos”, que tenhamos como saber que o foi postado.

    Mais uma vez lhe coloco. Não acho justo que a Canção Nova seja ofendida em sua casa, por esses tradicionalistas. Se é lícito que eles queiram ofender a Canção Nova, que o façam no site de fedelino.

  71. Diogo S. Marques

    Senhor, Sérgio Souza,
    Não sou um fedelino, sou Católico, e não “católico” como o senhor mencionou. Mas é lá (Montfort)que aprendo sobre a Igreja porque tem textos papais, explicações da Sagrada Escritura, documentos de Santos Doutores da Igreja, Concílios e etc. É importante lembrar que o senhor afirmou anteriormente que acha valiosíssimo as pessoas sustentarem suas argumentações com base nisso, é exatamente o que faço.
    Se o site Montfort devota seu trabalho a levantar falsos testemunhos contra a Canção Nova, o problema é todinho dos dois, não meu. Acho inclusive muito exageradas as opiniões uns dos outros e suas formas de tratamento seus ataques, por vezes pouco caridosos.
    Meu problema é quando protestantes e hereges atacam a Igreja Católica com falsos testemunhos e acusações.
    Em alguma parte do meu comentário se lê que eu aderi a Montfort? Não. Então o senhor tirou mais uma conclusão errada.
    O senhor então se espanta pelo fato de ser eu um leitor do Montfort e sócio da Canção Nova. Me pergunta de que lado eu estou (provavelmente Canção Nova ou Montfort). Bem, eu respondo: estou do lado da Verdade (Igreja Católica Apostólica Romana) doa a quem doer: seja Montfort, Canção Nova, Veritatis, RCC e outros. Nenhum deles são perfeitos, só Deus é perfeito.

  72. Sergio Souza

    Continua equivocado…

    Lugar de se aprender a VERDADE da Igreja não é à margem dela, assim, estaríamos legitimando o fato de um católico afirmar que é católico e aprende a verdade com um Silas Malafaia, por exemplo. Ou então estaríamos legitimando um católico que diga “sou católico” mas não tenho nada para aprender da Igreja, basta minhas aulinhas bíblicas na associação católicos sectários S.A. Complicado… Se Fedeli, segundo os montfortianos, é onde se aprende a verdade, então que se feche o vaticano, e todas as igrejas, mandam bispos e padres de volta para suas casas, decepemos Cristo da cabeça da Igreja, e que todos aceitem fedeli, como a nova cabeça da Igreja, não é irmão? É isso que vocês querem?

    É conflitante alguém que se diga: SOU SÓCIO DA CANÇÃO NOVA, e aprenda a “verdade” da montfort, que levanta injúrias sobre a canção nova dizendo que essa Obra de Deus, em comunhão com a Igreja, é herege. De que lado você está? Você aceita da montfort que a Canção Nova é herege, mas ajuda a sustentar essa obra? É do tipo… Não sei o que seguir!

    Repito: Lugar de se aprender a verdade sobre a Igreja, é dentro dela, e não se colocando contra ela como se fedeli fosse o caminho, a verdade e avida. Aliás o próprio fedeli se diz, que nele brilha a verdade da Igreja Católica. Convenhamos, só um cego não percebe tal heresia.

    Estamos orando por vocês

  73. Sergio Souza

    Padre Joãozinho,

    Po acaso encontrei posts de montfortianos em assuntos que para muito de nós pareciam já sepultados. Até porque na sua página inicial, parece em últimos COMENTÁRIOS, RECENTE POSTS e ÚLTIMAS POSTAGENS, os temas mais recentes para que possamos comentar.

    O problema é que percebo que alguns desses tyradicionalistas têm se aproveitado desse fato, para que na escuridão, como é de costume seus métodos de evangelização, postam seus tradicionais caluniosos e agressivos comentários, sem que tenhamos informações que foram postados, e em não se sabendo desses posts, terminam sem dar o direito de resposta as pessoas que se sintam ofendidas coma as injúrias contra o senhor e Canção Nova, por exemplo. Sugiro:

    1º) Ou se encerra a possibilidade de se postar comentários em assuntos como esses;

    2º) Ou quando for postado em assuntos já “antigos”, que tenhamos como saber que o foi postado.

    Mais uma vez lhe coloco. Não acho justo que a Canção Nova seja ofendida em sua casa, por esses tradicionalistas. Se é lícito que eles queiram ofender a Canção Nova, que o façam no site de fedelino.

  74. Sergio Souza

    A quem me chama de pouco caridoso, é o mesmo que bate palmas quando fedeli chama o monsenhor Jonas Abib de padreco! Nossa que demonstração de caridade!!!!!! (risos)

    Não entendo o jeito de defender a fé católica desse jeito. Leio falsos testemunhos em relação ao padre Joãozinho e ao Monsenhor Jonas e digo: “O problema é dos dois”. Ótimo jeito de amar um padre! Olha que demonstração de caridade!

    Já imaginou? Um jornalista afirma que o Papa é preconceituoso, retrógrado, facista e ditador, e eu como católico digo: problema do Papa, ele que responda ao jornalista. Será que isso é ser católico?

    Nossa que jeito mais horroroso de ser católico! Isso nada mais é que RELATIVISMO!

    Fico chocado com as coisas que leio neste blog!

    O que acho muito curioso nesses tradicionalistas enrustidos é que todos surgem como defensores árduos da montfort, e à medida que vai se debatendo e mostrando-os que a montfort não passa de uma seita, todos, sem exceção, surgem sempre dizendo: Não tenho nada a ver com a montfort. Bela saída!

    Deus vos abençoe!

  75. Aline Barbosa Cristiano

    Gostaria de saber quem é o moderador deste blog…seria o Sr. Sergio Souza? Pois acredito fielmente que estes tipos de discussões não trazem crescimento nenhum…para que está tentando buscar algum tipo de orientação divina. Pois não imagino o próprio Cristo discutindo com e seus e nem contra aqueles que não acreditam nele.
    Fala-se de ser caridoso, não ser caridoso….quem é que julga? Ou melhor quem é que pode julgar? Você ? Eu?

  76. Sergio Souza

    Fui citado pela sra. Aline Cristiano… Foi postado ontem, após o post do padre Joãozinho postado em 03/10/2009, acho que você não chegou a vê-lo.

    http://blog.cancaonova.com/padrejoaozinho/2009/10/03/blog-dentro-do-blog/#comment-184430

    Não sou o moderador desse blog como a senhora o deve saber! Até porque se o fosse, jamais publicaria comentário algum que chamasse o padre Joãozinho, Monsenhor Jonas, Canção Nova e RCC de hereges. Jamais! Portanto, jamais veríamos tais discussões! Mas isso não vem ao caso.

    Explico minha atitude de foma muito tranquila nesse link ao padre Joãozinho. Dê uma lida!

    http://blog.cancaonova.com/padrejoaozinho/2009/10/03/blog-dentro-do-blog/#comment-184430

    Não quero levantar polêmicas e acho que você está coberta de razão. E reconhecemos que as atitudes minhas e dos montfortianos foram altamente equivocadas.

    Porém, reforço! Se cada uma respeitar o seu espaço, pode ter a certeza que você jamais verá discussões infrutíferas como essas. Aqui é o espaço da Canção Nova, justamente para quem está alinhando com a evangelização dessa comunidade. Para quem discorda da Canção Nova, cada um é livre e procure o seu espaço!

    Mas acolho seu post! E agradeço a você de forma muito cordial! Muito bem colocado!

    Deus lhe abençoe!

  77. Gosto de ler o site do Montfort, mas não detesto a rcc, sou grata ao Espirito Santo por ter me resgatado por ela. Mas todo católico consciente sabe ver que há exageros e influencia protestante na rcc.
    Assim como a gabriela sou vocacionada do Carmelo Descalço, mas não tenho 18 anos, e sei o que ela diz: queremos servir a Igreja, e defender a Santa Missa, so que aqui cabe o discenimento pra não fecharmos a ação do Espirito Santo.
    Confesso que sonho ir a uma Missa no rito Tridentino e que não suporto o barulho que fazem alguns da rcc.
    Rogemos a Deus para pra dar discenimento aos da RCC e abertura ao Espirito Santo aos da Montfort. Só não nos esqueçamos somos todos CATOLICOS a serviços de DEUS e da sua SANTA IGREJA.Perseveremos Catolicos netes “tempos de guerra”.

  78. Sergio Souza

    No comentário da irmã Paula:

    Recentemente a Juliane Morigi, Coordenadora Nacional de Música e Artes da RCC pregou recentemente no Acampamento para Músicos e Artistas na Canção Nova.

    Muito bom se pudermos ouvir esa pregação, mas ela tocou em pontos da influência da música protestante dentro da Igreja. Ela colocou: “Chegou a nossa hora! É hora de assumirmos o nosso posto. Chegou a hora da música católica assumir seu papel”.

    E de fato há pessoas na RCC que cantam músicas protestantes. Há pessoas fora da RCC que cantam músicas protestantes. Há dentro e fora da RCC que acham as músicas do lado de lá, são mais “ungidas” que as nossas músicas católicas.

    Conheço católicos da RCC, e católicos que detestam a RCC, mas que juntos foram a gravação de um DVD de uma famosíssima banda “evangélica” aqui em Recife em 2008. Achavam a coisa mais normal do mundo afirmarem que lá estiveram. Vai entender?!

    A posição do Conselho Nacional da RCC, pela postura da sua coordenadora Nacional de Artes nesse acampamento, é ser totalmente contrária a essa influência protestante.

    Tive a oportunidade de presenciar um encontro para jovens, no qual, missionários da Canção Nova alertavam os presentes, sobre o objetivo dessa influência protestante nas músicas. Há um claro objetivo nessa divulgação através da mídia de artistas ‘evangélicos’.

    Lembro do padre Roberto Lettieri nos alertando: “Músicas protestantes não falam de Nossa Senhora e nem da Eucaristia”.

    Inclusive, já foi tema desse blog do padre Joãozinho o cantar músicas “evangélicas” em missas, e infelizmente há pessoas que as cantam.

    O que eu quero dizer é que a influência protestante dentro da Igreja Católica existe, e infelizmente não se resume a música, ou a um grupo isolado como a RCC, como se colocam. Ela também é marcante no modo de agir de muitos católicos que incitam a desobediência a padres e Bispos. E como existem pessoas assim em nossas paróquias. Nossa Senhora!

    Como você disse: Roguemos a Deus! Roguemos a Deus que essa influência Protestante seja banida de nosso meuio católico para que juntos sejamos católicos a serviço de Deus.

  79. Giovana A. Cunha

    Salve a Virgem Santíssima!

    Sua benção caríssimo Padre!

    Aprecio demais o site Montfort, e por mais que as palavras do Senhor Orlando Fedeli sejam impertinentes, no fundo a gente sabe que mentiras ele não está falando. Vou ser muito sincera, não aprecio ler ofensas a Sacerdotes, que muitas vezes acho ofensivas as palavras do senhor Orlando; porém também é muito desagradável ver o covil em que nossos sacerdotes estão se enfiando, tanta falta de piedade, tanta arrogância, tantos abusos, tantos sacrilégios, tantas desobediências a Santa Igreja (falo destas igrejinhas particulares), e em relação a RCC nem se fala é um horror, lamentável.

    O senhor padre também é um grande pensador, muitas vezes me encantei com suas palavras e só pelo fato de o senhor ser um filho predileto da Virgem Maria, um consagrado já devo ao senhor muito respeito, obediência e amor filial. Mas não posso deixar de expressão que pelo fato do senhor estar ligado à Canção Nova isto me causa certa estranheza. Pois eu me recuso a acreditar que o senhor não veja e não perceba os erros absurdos desta comunidade, erros que vão a nível nacional.

    Também não vou ficar enumerando os erros que menciono, já se tornou cansativo demais ver tantas pessoas defendendo estes erros que o senhor bem sabe ser abusos mesmo.

    Enfim, peço a Virgem Maria que o cubra com seu manto e sempre seja para o senhor o porto seguro em todos os momentos.

    Parabéns pelo Blog.

    Pax.

  80. querido padre joão o montfort é site razoalvel ,do senhor não posso flar nada mais do fabio de melo tem mostrado ser um herege ganhando 1.0000 de reais e imbolsando o mesmo.

  81. Concordo plenamente com o texto dessa garota, mostra q ela possui uma fe Catolica madura e conciente…sou leitor do site montfort e confesso que praticamente todas as minhas duvidas sobre a Igreja de Cristo me foram esclarecidas nas publicacoes desse site, inclusive me dando um entendimento muito mais amplo inclusive com relacao aos acontecimentos historicos que influenciaram a sociedade e a Igreja. Encaro esse site como um profundo catecismo, onde podemos conhecer muito a fe Crista, pois nao podemos amar o que nao conhecemos. Estou bem conciente agora com relacao a importancia de mantermos a tradicao da Igreja Catolica Apostolica Romana que mantem a mensagem de Cristo viva ate os dias de hoje por meio do Santo Padre, da Tradicao Apostolica e do Magisterio da Igreja. Com relacao a RCC, vejo inumeros erros doutrinarios relacionadas a fe Catolica na minha Paroquia por membros desse grupo. Tenho trabalhado firmemente para esclarecer essas pessoas, nao querendo criticar ninguem, ate porque sou leigo da Igreja e possuo poucos conhecimentos tambem, mas vejo erros extremamente graves…inclusive litugicamente falando…minha mae eh Catolica e tem muita fe, assim como a minha familia, um dia nao conseguiu permancer em uma missa carismatica que ocorreu no bairro, simplesmente porque ela disse que nao conseguiu rezar durante a missa, devido ao barulho excessivo…gritaria…inclusive ela ficou um pouco assustada com relacao as pessoas fazendo barulhos estranhos (supostamente falando em linguas)…eu apenas busco a verdadeira fe Catolica. A proposito tenho 25 anos e faz apenas 1 ano que voltei a frequentas a Igreja firmemente e realizando trabalhos em pastorais de crisma, musica e de jovens, e esse engajamento foi estimulado pelo conhecimento e estudo do verdadeiro Catolicismo.

  82. Olá, Graça e Paz.

    Existe um movimento X dentro da Santa Igreja, aprovado pela Santa Igreja, pelo nosso pastor. Tal movimento X, possui falhas humanas. O que fazer? Nos aproveitar desses defeitos, e centralizar a visão SOMENTE no que nos é ruim e jogar de lado o que esse movimento X tem de bom a nos oferecer, acabando por fim, encaminhando assim esse movimento ao seu término; Ou lutar para que ele realmente se purifique, com caridade corrigindo os erros, e se torne em si mas um membro cada vez mais sadio do Corpo da Igreja?
    Se nos fixarmos assim só no que é ruim, os comentários desse blog seriam bem menores, pois a maioria de nós ficaria preso somente nos erros de alguns membros da Igreja, e colocaria isso acima da fé em Cristo, deixando a Mãe Igreja.
    Perdão se minha falta de conhecimento e opnismo feriu a alguém, e até mesmo a Mãe Igreja.

  83. Rogério Amaral Silva

    A Daniela bem lembrou: “Sta Teresinha, Doutora da Igreja, com 24 anos”. Aliás, Padre João (esses diminutivos diminuem a seriedade do sacerdócio e da Igreja), Vossa Reverendíssima devia saber disto melhor do que qualquer fiel.

  84. Bonifacio F Vieira

    Com todo respeito que tenho aos irmãos da Renovação Carismática Católica, pois conheço muitos e posso dizer que são pessoas que procuram viver a sua fé de forma coerente. Uma coisa são as pessoas, outra bem diferente é o Movimento a qual pertencem. Como milhares, também fiz parte da RCC, até o dia em que li com meus próprios olhos a história da RCC, da forma como ela se originou. A Paty, uma das estudantes daquele final de semana foi foi muito clara quando escreveu que foi solicitado a eles lerem o livro dos Atos dos Apóstolos, bem como a obra de um protestante “A cruz e o punhal”. Depois aconteceu o que eles relataram e que todos já sabemos. Isso ainda foi pouco, pois o pior veio depois quando li o artigo escrito pelo próprio Reinaldo B. Reis na Revista Brasil Cristão Edição do mês de abril/2010 nº 153 pág. 29 que diz “uma reunião realizada no Centro Social Presidente Kennedy (dos jesuítas), em Campinas, Pe Haroldo participou com alguns líderes do TLC a moção que vem sentindo em seu coração de iniciar também aqui no Brasil um trabalho na linha da emergente expressão eclesial católico-pentecostal americana. E distribuiu entre os líderes alguns livros (todos protestantes!) sobre Pentecostes, Pessoa e operar do Espírito, batismo no Espírito Santo… e começa a introduzir esses temas nos encontros…” Depois destas palavras não será preciso dizer mais nada. É A PRÓPRIA RCC AFIRMANDO. AQUI NÃO HÁ NENHUMA INTRIGA CONTRA A RCC, APENAS A AFIRMAÇÃO DE QUE SUA ORIGEM PROTESTANTE É CONFIRMADA PELO REINALDO, um dos membros do diretório nacional. Ninguém poderá negar isso, pois ele mesmo escreveu, está na Revista…

    Um abraço!

  85. Alexandre A.

    Também defendo a Montfort, assim como uma frase que li:

    “A Igreja não deve se adaptar ao mundo, e sim o mundo se adaptar à Igreja…”

  86. Defendo a visão da Gabriela, mas também respeito a RCC.
    Só é triste constatar que nasceu em um movimento protestante.
    Não me sinto bem com oração em línguas, nem com repouso, nem com muita guitarra na Missa.
    Acho que o lugar da RCC é dentro do grupo de oração e encontros.

    A Paz de Jesus e o Amor de Maria

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