Prezados em Cristo.

Quem vos escreve é Dom João Wilk, bispo diocesano de Anápolis. Normalmente
não tenho costume de responder às cartas e e-mails anônimos, insultos de
qualquer espécie, provocações de quem que seja. Neste caso, sinto obrigação
de dizer alguma coisa e levá-la ao conhecimento dos estão ao alcance…

Não é do meu conhecimento um evento de que trata o e-mail. O Sr. Orlando não
é autorizado de proferir nenhuma palestra de caráter religioso-católico na
Diocese de Anápolis. Aliás, é expressamente proibido. Assim também qualquer
um que queira tomar a iniciativa de convidá-lo. A disciplina eclesiástica é
clara: só com a permissão do bispo diocesano alguém pode exercer ministério
ou magistério numa diocese.

O convite para o evento cita a carta do Pe. Franz Hoerl, escrita em 2005 e
publicada até hoje no site da Associação Montfort, mantida por Sr. Orlando
Fedeli. A carta, caluniosa e difamatória, segue a regra de alguém já famoso:
minta, minta, sempre fica alguma coisa. Esta carta já me proporcionou muitos
e-mails de insultos de freqüentadores do site do Sr. Orlando Fedeli. O Pe.
Franz inventa, distorce, tira do contexto, manipula e eleva à máxima
potência os fatos e as palavras, pretendendo atribui-los a minha pessoa.
Que cabeça fértil em criar maldades! Se impõe a pergunta: ele é certo de
cabeça?

Pois bem, esta carta, publicada pelo Sr. Orlando, sem conferir se o conteúdo
corresponde à verdade (e pensar que ele é professor de história na
universidade de São Paulo! Que história, então ele ensina?!) está na origem
de uma série de inverdades que se abalam sobre a minha pessoa, sobre a
Diocese e sobre os padres de Anápolis. É lamentável!

O Sr. Orlando é bem conhecido nos círculos “tradicionalistas”. Mesmo lá, as
impressões não são positivas a seu respeito. Houve tempo em que os padres da
Administração Apostólica de Campos ajudavam a Associação Montfort.
Desistiram, pois viram que as coisas não eram corretas.

Para o seu conhecimento, confira o link http://www.veritatis.com.br/article/4609/ .
Aqui não faço nenhuma avaliação. Conheça você e conclua.
Pense: Jesus Cristo quis a Igreja como comunidade de amor e de verdade. O que assistimos é um triste espetáculo de desamor, ódio, distorção da verdade da Igreja pelo orgulho pessoal, manipulação do ensinamento e da pessoa dos próprios Papas. É assim que os Papas querem e ensinam?

Quanto a mim, sou transparente nas minhas posições de cristão e de bispo.
Sou da “linha” de Igreja, do Concílio Vaticano II. E não serão insinuações
nem do Pe. Franz, nem de qualquer outro que me farão mudar a minha
fidelidade a Jesus e ao seu Evangelho, à Igreja e aos Papas, ao Colégio
Episcopal. Como franciscano, exatamente como franciscano (!), aprendi o amor
e a fidelidade simples e total à Igreja: “Sempre súditos e obedientes, aos
pés da Santa Mãe Igreja!”

Rezemos e sejamos vigilantes.

Em anexo envio-lhes alguns textos que podem ajudar a compreender o contexto
de toda esta problemática. Não deixem de ler.
Na reta e singela solicitude em seguir o ensinamento oficial e comum da
Igreja, sem distorções, nem interpretações pessoais ou forçadas e
tendenciosas.

No amor a Deus e à sua Igreja. No cumprimento da missão que a Igreja me
confiou, os saúdo em Jesus, Senhor da Paz!

+ Dom João Wilk, bispo de Anápolis – GO

http://www.diocesedeanapolis.o…..E7%E3o.php

38 Comentários

  1. Pingback: RCC Brasil

  2. http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=fidelidade_liturgia&lang=bra

    Fidelidade à Liturgia de Sempre

    Recebemos de um leitor o importante documento abaixo transcrito. Ele é um respeitoso pedido de diálogo e de esclarecimento feito por sacerdotes de Anápolis ao seu novo Bispo que, ao mesmo tempo que defende o famoso diálogo com outras religiões, não dialoga com seus próprios padres diocesanos, impondo-lhes concepções litúrgicas contrárias às disposições da Sé Apostólica, inclusive aos últimos documentos do Papa João Paulo II sobre a Eucaristia e a Liturgia.

    No momento em que o Papa Bento XVI procura, na linha de João Paulo II, combater os abusos existentes na Missa, a corajosa, fiel e respeitosa atitude dos Padres de Anápolis é sumamente louvável, pois que, sem deixar de respeitar a autoridade episcopal, pedem diálogo e esclarecimentos, para se manterem fiéis ao Magistério Supremo da Igreja contra novidades e “invenções” impostas pelo Bispo local.

    É com admiração por sacerdotes fiéis à autoridade papal que damos aos nossos leitores a possibilidade de conhecer este documento, que aliás tem sido divulgado por outras fontes na Internet.

    MAGISTÉRIO EM DIÁLOGO

    INTRODUÇÃO

    Na sua homilia de Posse, Dom Frei João Wilk declarou ter por linha a “fidelidade ao atual Magistério da Igreja”. Ele apela a depor as armas e promove o diálogo ecumênico e inter-religioso.

    Pois bem, nós, uma boa parte do presbitério de Anápolis, queremos um dialogo inter-hierárquico com o nosso Bispo. Sentimos falta de esclarecimentos. O nosso compromisso inquestionável, pois, é para com o Magistério da Igreja. E não podemos não reparar divergências significativas entre o que Dom Frei João Wilk faz e manda fazer, e entre o que o Magistério ensina, ordena ou proíbe, nos seus documentos.

    Pedimos, por conseguinte, que o Bispo Dom Frei João Wilk por seu múnus de ensinar, esclareça aos sacerdotes, diáconos e leigos da sua Diocese as bases da sua própria ação pastoral através de documentos válidos do Magistério, referente aos seguintes questionamentos:

    1) RITUAL INVENTADO

    No seu “Folheto Litúrgico da Crisma” redigido e imposto o seu uso obrigatório por ele mesmo, Dom Frei João Wilk apresenta um rito de “Entrada dos Símbolos Litúrgicos do Círio Pascal, da Bíblia e do Óleo de Oliveira”.

    No atual Ritual da Confirmação do Pontifical Romano (2.ª edição, 2003) não consta nada de tal procissão de símbolos litúrgicos. Ademais o cânon 846, manda seguir fielmente os livros litúrgicos e não permite acréscimo por própria iniciativa (veja também Instrução ‘Redemptionis Sacramentum’ N.º 31).

    Pedimos a Dom Frei João Wilk que nos indique as fontes do Magistério, que autorizam o Bispo diocesano para tal acréscimo de ritual.

    2) COMUNHÃO EM PÉ

    O mesmo folheto manda receber a Santa Comunhão “em fila e em pé”. Enquanto que, tanto a já referida introdução N.º 90, quanto o “Diretório da Liturgia” da CNBB para 2005, garantem ao fiel a “liberdade de receber a comunhão em pé ou de joelhos”.

    Pedimos a Dom Frei João Wilk o favor de nos apresentar uma prova objetiva que lhe permite tal restrição da liberdade do comungante.

    3)COMUNHÃO SÓ “ALIMENTO”

    No exercício do seu pastoreio, Dom Frei João Wilk ensinou: “A comunhão não deve ser recebida de joelhos. O momento da comunhão não é hora de adorar, mas de comer; o que significa que Jesus naquela altura, não está sendo apresentado como Deus, mas como alimento”.

    Uma documentação da Congregação para o Culto Divino (do ano 2002), citando o então Cardeal Ratzinger, agora Papa Bento XVI, diz: “A prática de receber a Santa Comunhão de joelhos tem a seu favor uma tradição multissecular e é um gesto particularmente expressivo de adoração, completamente apropriado na luz da verdadeira, real e substancial presença de Nosso Senhor Jesus Cristo, sob as espécies consagradas”.

    Pedimos a Dom Frei João Wilk, que nos apresente uma documentação teológica e litúrgica do Magistério, que apóie a sua própria posição de que a comunhão não pode ser recebida de joelhos, no gesto de adoração, e que o então Cardeal Ratzinger, por conseguinte, estava errado!

    4) MESA DE COMUNHÃO

    Dom Frei João Wilk não permite o uso de genuflexório para facilitar aos fiéis que o desejarem, receber a comunhão de joelhos. Nas igrejas de Vila Góis e de Jaraguá mandou até arrancar as mesas de Comunhão fixas.

    Receber a Comunhão de joelhos, nunca foi proibido pela Igreja; tampouco depois do Concílio Vaticano II. Portanto permanece também o costume do uso da mesa de Comunhão enquanto não tiver tido uma interdição expressa por parte da autoridade eclesiástica competente.

    Pedimos a Dom Frei João Wilk que nos mostre que ele esteja autorizado pelo Magistério de proibir o uso da mesa de Comunhão.

    5) CELEBRAÇÃO ‘VERSUS DEUM’

    Dom Frei João Wilk combate agressiva e obstinadamente a celebração ‘versus Deum’.

    O Magistério nunca proibiu esta direção de celebração. Pelo contrário, as normas litúrgicas do Missal Romano indicam a co-existência de ambas as possibilidades. Ademais como mostrou uma foto num livro publicado recentemente sobre o Papa João Paulo II, na capela particular dele, o Papa celebrava a missa sempre ‘versus Deum’, e é claro, também na presença de várias outras pessoas que assistiam à sua missa.

    Queremos ter apresentadas por Dom Frei João Wilk provas do Magistério, de por quê os sacerdotes que o desejam, não possam celebrar a missa ‘versus Deum’.

    6) TABERNÁCULO NO CENTRO

    No último retiro do clero, Dom Frei João Wilk fez questão de que o Sacrário com o Santíssimo Sacramento fosse posto ao lado, de tal maneira que nas suas Missas celebradas aí, ele mesmo ao aproximar-se do altar, não fazia nenhuma referência a Ele, e somente uma inclinação ao Crucifixo no centro.

    A Instrução ‘Redemptionis Sacramentum’, N.º 2l, explica, que conforme as normas litúrgicas, as celebrações devem ser adaptadas quanto às circunstancias pastorais correspondente à sensibilidade das pessoas.- Era, portanto evidentemente um desinteresse nos costumes litúrgicos e à sensibilidade do maior número dos padres da Diocese de Anápolis que celebram as missas com o Santíssimo no centro das suas igrejas.

    Além disso, os ‘Lineamenta’ para a XI Assembléia Ordinária do Sínodo dos Bispos no Vaticano (de 2004) consideram a possibilidade de o altar incluir no centro o Tabernáculo, dizendo o N.º 57 explicitamente: “Entre o Tabernáculo e o Altar da celebração Eucarística não existem sinais de conflito”.

    Perguntamos a Dom João Wilk, qual é a sua posição pessoal frente às raízes do clero diocesano de Anápolis, formados pelo seu antecessor Dom Manuel Pestana Filho, ao qual na sua homilia de posse atribuiu “coerência e autenticidade” pois nos sentimos agredidos e oprimidos por imposições rigorosamente não dialogadas por V.ª Excelência.

    7) RESPEITO À INSTRUÇÃO REDEMPTIONIS SACRAMENTUM?

    No mesmo retiro do clero, o Bispo Dom Frei João Wilk deu a comunhão na mão de seminaristas e deixou que esses, por sua vez, ao lado dele molhassem a hóstia no vinho consagrado do Cálice.

    A Instrução no seu número 62 proíbe exatamente isso.

    Perguntamos a Dom Frei João Wilk se ele mandou que os seminaristas em geral, tivessem que receber a comunhão na mão. E queremos saber se ele sente-se obrigado a observar as normas desta instrução, ou se a considera casuísta ou legalista, e, portanto, de uma linha pastoral “já superada”?

    8) MISSA TRIDENTINA

    Sabemos que Dom Frei João Wilk está travando uma guerra sem tréguas contra a Missa Tridentina, que alguns poucos padres deste presbitério celebram. Foi esta a razão de proibir ao Pe. João Batista a celebração nas Capelas da Paróquia de N.ª S.ª d’Abadia, em Anápolis, e de tirar o Pe. José Henrique da Paróquia de São Pedro e São Paulo, em Abadiânia Nova, e de deixar o Pe. Frederico, do Orfanato, sob aviso.

    O Magistério nunca proibiu essa Missa; pelo contrário, continua permitindo a sua celebração, embora com algumas restrições. E o Cardeal Ratzinger criticava o fato de muitos bispos no mundo não darem autorização para rezá-la em suas dioceses.

    Perguntamos a Dom Frei João Wilk, como ele entende “continuidade” na Diocese de Anápolis, e se padres “tridentinos” são piores que pastores protestantes, com os quais se encontra para cultos ecumênicos?

    CONCLUSÃO

    Disse Dom Frei João Wilk: “A busca da unidade é o selo de uma religião verdadeira. Precisamos depor as armas da agressão” […]

    Pedimos ao nosso Bispo um diálogo aberto e objetivo, pois a busca de unidade, sem marginalização da verdade é também o selo de um Bispo Católico verdadeiro!

    OBSERVAÇÃO

    Essa proposta de diálogo, caso eu obtenha a permissão do Senhor Bispo, será lida na reunião do Clero (19/05/2005). Caso contrário, não sendo aceita, será somente distribuída em copias.

    PE. FRANZ HÖRL

  3. http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20080427210226&lang=bra

    Magistério Episcopal sem Diálogo

    Pe. Franz Hörl, Paróquia de Nossa Senhora d”Abadia/Diocese de

    Anápolis

    7 de março de 2008, Memória das Santas Mártires Perpétua e Felicidade

    Magistério Episcopal sem Diálogo

    Peço ao site “Montfort” a gentileza de publicar esta resposta à “Declaração Oficial” da Diocese de Anápolis, de 28 de Janeiro de 2008.

    Somente agora tomei conhecimento dessa “Declaração” do Vigário-Geral, com os membros do Conselho Presbiteral, que se vira contra a minha “carta” (intitulada “Magistério em Diálogo”), de maio de 2005.

    1) Qual foi o motivo para escrever e distribuir aquela “carta”?

    1.1 Logo após ter assumido o Bispado de Anápolis, em agosto de 2004, Dom Frei João Wilk OFMConv. patenteou querer, não continuidade, mas ruptura radical e agressiva contra a “linha pastoral” do seu antecessor Dom Manoel Pestana, Bispo desde 1978. Por imposições rigorosamente não dialogadas, nem com o povo nem com o clero, de mudanças litúrgicas, contrárias aos hábitos da maioria dos fiéis e dos sacerdotes, Dom J. Wilk manifestou uma intolerância absoluta e uma intransigência férrea de padronização uniforme até aos menores detalhes.

    1.2 Uma parte do clero diocesano, apoiando-se nos documentos do Magistério da Igreja, no Direito canônico e nas normas litúrgicas, pediu, por meu intermédio, um encontro de diálogo com o nosso sr. Bispo, em fevereiro de 2005.
    Este, porém, se recusou, terminantemente, a nos ouvir!

    1.3 Elaborei um estudo teológico-litúrgico-pastoral, contendo a argumentação referente aos nossos questionamentos à pastoral do sr. Bispo. Entreguei um exemplar à Cúria Diocesana para o sr. Bispo e outros aos sacerdotes interessados no assunto. Foi em março/abril de 2005.

    1.4 Não houve nenhuma reação do sr. Bispo nem do Conselho Presbiteral, no sentido de conversarmos sobre as críticas e os argumentos apresentados. Foi por isso, que das 35 páginas do “estudo” fiz um resumo de duas páginas e meia, com a intenção de apresentá-lo na reunião do clero. Antes da reunião entreguei uma cópia ao sr. Bispo com o meu pedido de falar.
    (Sob o pastoreio, pois, de Dom Manoel, nós tínhamos a liberdade de apresentar no plenário da reunião do clero, qualquer questão de relevância.)
    Dom Frei João Wilk não me deixou falar! Deste modo tive que distribuir a “carta” na rua, após a reunião.

    1.5 Como neste tempo até o atual se acumulassem mais “dúvidas”, além das anteriores não respondidas, o nosso grupo de sacerdotes diocesanos, por meu intermédio, foi pedir, novamente, uma audiência de diálogo e esclarecimento ao nosso Bispo Diocesano, Dom Wilk, em novembro de 2007.
    Não fomos dignos de nenhuma resposta!

    1.6 E, certamente, com “boas razões”. Pois os argumentos estão do nosso lado, enquanto D. Wilk só sabe agir autoritaria e despoticamente, desobedecendo à vontade do Papa e do Magistério.

    2) As acusações da “Declaração” contra minha “carta”

    2.1 Prova da falta de argumentos do Ordinário local é essa “Declaração”.
    Ela não contém nenhum argumento material, só condenações formais e maldizentes. Você acha nela alguma resposta ao nosso questionamento?

    – Comunhão “em fila e em pé”: é correto?
    – Uso de mesa de comunhão: superado, proibido? (Aliás, Dom Wilk mandou arrancar mais uma da igreja-matriz da Paróquia de São Joaquim/Anápolis)
    – Celebração “versus Deum”: proibida? (O que fez o Papa, recentemente, celebrando uma missa pública, na Capela Sistina?)
    – Missa Tradicional: pastoralmente, um horror? (E o “Motu Proprio” do Papa?!)

    2.2 Nada disto na “Declaração” da Diocese! Nenhuma consideração concreta do conteúdo. Em vez disso, condenações verbais aparatosas, pompas de exageros! Imagine só, tudo quanto a minha carta apresentaria: inverdades, mentiras, juízos temerários, distorções, interpretações arbitrárias, manipulações, calúnia, difamação, falta de respeito…
    Há quase três anos, o Bispo Diocesano, os Padres e a própria Diocese seriam vítima de tanta maldade minha! (“Que cabeça fértil em criar maldades!”—escreveu D. Wilk a meu respeito.)

    2.3 Dita “Declaração”, além do seu exagero verbal e da sua auto-compaixão, pretende impressionar, também, por sua longa lista de nomes, “abaixo-assinados”, de padres e religiosos do Conselho Presbiteral, embora o teor dela deixe transparecer, claramente, a mão do bispo como autor do texto. Mais uma vez ele manda que os outros assinem para se esconder atrás do Conselho.

    2.4 Em dezembro passado, os mesmos sacerdotes “conselheiros” foram obrigados a assinar uma carta, na qual sou acusado de ser um mau pastor de almas:
    “Além disso, chegou ao nosso conhecimento que sua maneira de atuação pastoral tem afastado da Igreja fiéis da sua paróquia que eram de tradição católica.” – escreveram para mim.
    Como aqui, na paróquia, ninguém soube de tais afastamentos, fui visitar quatro dos membros do Conselho, pedindo explicação. Nenhum deles não soube dar nem a mínima informação a respeito. Em seguida, dirigi uma carta a todos os membros e ao Vigário-Geral, solicitando que me comunicassem, quais pessoas da minha paróquia, em quê circunstâncias e por qual atitude minha errada, ter-se-iam afastado?
    Igualmente, e com “boas razões”, não recebi nenhuma resposta. – É assim, agora, o tratamento entre nós, o clero de Anápolis que Dom J. Wilk polarizou ao extremo!

    Aconselhou o líder revolucionário-bolchevista, Lênin: “Acusa os seus inimigos das coisas erradas que você mesmo pratica!”
    Quem mente, acuse os outros de mentira; e quem calunia e difama, atribua esses pecados e “crimes” aos seus inimigos.

    3) Conclusão

    3.1 Eu e os demais sacerdotes do nosso grupo não somos rebeldes e nem refratários à orientação episcopal. Na falta de esclarecimento por parte do nosso Bispo Diocesano, acumularam-se dúvidas, especialmente quando os ensinamentos papais só podem ser interpretados a nosso favor.
    Pelo contrário, nós, padres “conservadores” e “tradicionais” (que quer dizer: autenticamente católicos, apostólicos, romanos), estamos sendo difamados, caluniados e perseguidos em razão da nossa obediência à Santa Igreja e sua doutrina, liturgia, moral e disciplina em nome de uma discriminatória pastoral que mais se nos assemelha a uma voluntariosa ideologia!

    3.2 Em vez de o Vigário-Geral com o Conselho Presbiteral despejar todo um arsenal de maledicências sobre a “carta”, porque, simplesmente, não respondam-na?

    Porém, quem me atribui “mentira”, prove-o!
    Espero, pois, do Vigário-Geral e dos membros do Conselho Presbiteral, que não tenham somente a coragem de publicar as suas xingações, mas também a de se mostrarem honestos e justos, respondendo aos questionamentos concretos da nossa carta “com argumentação objetiva, clara e equilibrada” (como ditos membros se expressaram numa carta “abaixo-assinada” contra mim.)

    Estamos, pois, esperando que esses presbíteros e “colegas” – ou então, S. Exa. Dom João Wilk -, alguma vez, encontrem, também, verdadeiramente boas razões (i. é razões cristãs de justiça e de caridade), para responder e dialogar conosco, em vez de mandar, enfurecidamente, condenações.
    UT AMOR AMETUR – não é isso?

    Saudações em Cristo!

    Pe. Franz Hörl

  4. http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20080211084112&lang=bra

    Mais um padre perseguido pelo Bispo de Anápolis

    PERGUNTA
    Nome: Pe. Luiz Lima de Souza
    Enviada em: 11/02/2008
    Local: Anápolis – GO, Brasil
    Religião: Católica
    Profissão: Sacerdote
    Escrevo-lhe esta carta para dizer-lhe o quanto sofri com este bispo progressista. Parabéns pelo seu site, rezo para que o senhor continue sendo este apóstolo fervoroso da Santa Igreja.

    Anápolis, 22 de novembro de 2006, memória de Santa Cecília, virgem e mártir.

    Excelentíssimo e Reverendíssimo
    Sr. Dom João Wilk – Bispo de Anápolis

    Louvado seja nosso senhor Jesus Cristo e nossa mãe Mana Santíssima

    Quero data vênia por meio desta requerer de vossa Excia., algumas explicações, concomitantemente fazendo algumas colocações. Poderia fazê-lo num diálogo filial vis à vis em linha vertical. Não obstante experiência de tentativas anteriores está a dizer-me que com vossa Excia isso é impossível, pois padre do meu feitio equivocadamente taxado de tradicional e antigo cheira mal nas narinas de vossa Excia.

    Questões em pauta:

    01)- Quem proibiu os fiéis de receberem a santa comunhão na boca e de joelhos? Isso é coisa sua ou é da Igreja Católica?
    02)- Mostre-me um documento onde o santo Padre proíbe a santa comunhão de joelhos e na boca. Ouso fazer essas perguntas, porque vossa Excia desde que chegou aqui na diocese vem proibindo a santa comunhão de joelhos e na boca. Aqui na capela Santa Clara onde com a graça de Deus sou vigário paroquial há seis anos e meio, e, portanto onde o povo está acostumado a comungar de joelhos e na boca há seis anos e meio, vossa Excia nas duas missas que celebrou aqui, não deixou o povo ajoelhar, ficando de pé no lugar onde o povo é acostumado a ajoelhar. Assim, um bom número de fiéis foi constrangido a comungar de pé. Posso assegurar-lhe que o povo desta capela comunga de joelhos porque gosta e porque é expressão da sua profunda fé eucarística e não porque é obrigado. Em outras paróquias, vossa Excia demoliu as mesas da santa comunhão. Eu provo para o senhor com documentos o pensamento da Santa Igreja e conseqüentemente dos Santos Padres Papa Bento XVI e do Papa João Paulo II, a respeito da santa comunhão na boca e de joelhos. A seguir enumero alguns documentos, citando-os ipsis verbis.
    a) – Comungar na língua…
    … as prescrições da Igreja e os documentos dos Padres atestam copiosamente a máxima reverência e suma prudência que [nos tempos antigos] se tinha com relação à Sagrada Eucaristia, Pois “ninguém…come esta carne, a não ser que a tenha antes adorado” , e na recepção dela cada um é admoestado: “…recebe-o e cuida que nada se perca”:” pois é o Corpo de Cristo”.
    …depois de a verdade do Mistério Eucarístico, sua força e a presença de Cristo n”Ele ter sido mais aprofundada, a compreensão mais profunda tanto da reverência para com este Santíssimo Sacramento, quanto da humildade com que se deve recebê-lo, levou ao costume de o ministro mesmo colocar o Pão Consagrado na língua do comungante.
    -” Esta maneira de distribuir a Santa Comunhão. Levando em consideração no seu conjunto a situação atual da Igreja, deve ser conservada, não somente porque” se funda numa tradição de muitos séculos, mas sobretudo porque exprime e significa a reverência dos fiéis para com a Eucaristia.
    E este costume não diminui em nada a dignidade da pessoa daqueles que se aproximam de tão grande Sacramento; antes, faz parte daquela preparação que é requerida, para que o Corpo do Senhor seja recebido com maior fruto possível.
    (S. Congregação para o Culto Divino, Instrução “Memoriale Domini” – Sobre a maneira de distribuir a Sagrada Comunhão – 29 maio de 1969: Notitiae (1969) 347-351).
    b) – Comungar de joelhos…
    De fato, como Sua Eminência, Cardeal Josef Ratzinger recentemente enfatizou, a prática de se ajoelhar para a Santa Comunhão tem a seu favor uma tradição plurissecular e é um sinal particularmente expressivo de adoração, inteiramente apropriado à luz da presença verdadeira, real e substancial de Nosso Senhor Jesus Cristo sob as espécies consagradas.
    A Congregação… considera cada negação da Santa Comunhão a um dos fiéis, por causa de sua postura de joelhos, de ser uma violação Qrave de um dos direitos mais básicos dos fiéis cristãos, nomeadamente daquele de serem assistidos pêlos seus pastores através dos sacramentos (Código do Direito Canónico, cânon 213).
    Mesmo lá onde a Congregação aprovou a legislação em que declarou o estar de pé como posição para a Santa Comunhão, de acordo com as adaptações permitidas às Conferências episcopais… o fez assim com a estipulação de que a fiéis que comungam, e escolhem de ajoelhar, não deve ser negada a Santa Comunhão por estes motivos.
    (S. Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, carta de 1 de
    julho 2002; Notitiae (2002), 582-585).
    c) – Não é licito negar a santa comunhão a um fiel pela simples razão, por exemplo, de que ele queira receber a Eucaristia de joelhos ou em pé.
    (S. Congregação para o culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.
    Instrução Redemptionis Sacramentum.
    Sobre alguns aspectos que se deve observar e evitar acerca da Santíssima
    Eucaristia). (Página 56, N° 91)
    d) – Jamais se obrigará algum fiel a adotar a prática da comunhão na mão. Deixar-se-á a liberdade de receber a comunhão na mão ou na boca, em pé, ou de joelhos.
    (Diretório da Liturgia e da organização da Igreja no Brasil 2006. Ano B. São Marcos).
    (Pag. 23, N° 07).
    e) – E o Papa atual, Bento XVI, quando Cardeal, escreveu no seu livro sobre o Espírito da Liturgia: “Há círculos com bastante influência que tentam dissuadir-nos de nos ajoelhar. A argumentação é a de esse ato não condizer com a nossa cultura, não ser adequado para uma pessoa reta e emancipada que encara Deus, ou então de não ser apropriado para uma pessoa que tem sido salva e que, através de Cristo, se tornou uma pessoa livre, não necessitando conseqüentemente, de ajoelhar-se”.
    A origem da genuflexão é proveniente da bíblia e do seu conhecimento de Deus. O gesto físico representa um sentido espiritual – precisamente da adoração, sem a qual ele não teria sentido: o ato espiritual, por sua parte e consoante à união físico-espiritual da pessoa, deve necessariamente expressar a sua natureza no gesto físico. A posição de joelhos é absurda enquanto mera exterioridade, mero ato físico, mas se alguém tentar reduzir a adoração ao âmbito espiritual, sem a personificar, o ato da adoração apaga-se; porque, na realidade, o espírito por si só não corresponde à natureza do ser humano. A adoração é um dos atos fundamentais que dizem respeito ao homem inteiro. Conseqüentemente, dobrar os joelhos perante a presença de Deus vivo é irrenunciável.
    A Genuflexão significa rebaixar a nossa força perante Deus vivo e reconhecer que tudo o que somos e temos promana dele. A posição de joelhos não é apenas um gesto cristão, mas também um gesto cristológico. ( Hino de Cristo Fl. 2, 6 — 11)
    f) – Disse o Papa João Paulo II:
    “Portanto, todo gesto de mostrar o respeito, cada genuflexão diante do Santíssimo
    Sacramento é tão importante, porque é expressão de fé e de amor a Cristo. Diante
    de Deus, só podemos estar numa posição de adoração humilde alegre, dobrando os
    joelhos”. ?
    Da análise desses documentos ficaram patentes três conclusões:
    a) – A Igreja não obriga ninguém comungar de pé nem na mão;
    b) – A Igreja não proibiu a nenhum fiel comungar na boca e de joelhos;
    c) – A Santa Igreja deixa ao fiel o direito de escolher.
    Se alguém em alhures tolhe a qualquer fiel o direito de comungar de joelhos e na boca, essa proibição tem um nome: “abuso de autoridade”. Ora, se a Igreja não proibiu a santa comunhão de joelhos e na boca, como é que vossa Excia se arroga o direito de proibi-los?
    O Papa Bento XVI disse a respeito da santa comunhão de joelhos: “é um sinal particularmente expressivo de adoração” etc.
    Essas e outras constatações levam-me a concluir que vossa Excia parece está em discordância “Cum Petro”.
    Constatação essa que me desorienta, pois como padre e, portanto menor que vossa Excia na hierarquia eclesiástica, devo ter no meu bispo um modelo irrepreensível de obediência e fidelidade à Santa Igreja. Como é que o senhorcobra de mim obediência à Igreja, sendo que vossa Excia só obedece à Igreja naquilo que combina com sua linha pessoal?
    A primeira reunião com o Clero de Anápolis vossa Excia iniciou dizendo exatamente assim: “deponham as armas”. Como se se tratasse de uma guerra onde há vitoriosos e derrotados. O seu modus faciendi e loquendi não deixam dúvidas de que vossa Excia veio decidido a devastar tudo o que foi feito pelo bispo anterior, Dom Manoel Pestana Filho, que construiu esta diocese com fadigas e lágrimas.
    Eu que fui ordenado nesta diocese, e aqui estou há vinte e cinco anos, vejo com profunda tristeza a divisão que vossa Excia provocou no meio do clero. De um clero unido que éramos, somos hoje um clero dividido. Aqueles que aderiram à linha de vossa Excia são elogiados e sempre bem vindos. Nós, que caímos na desgraça de vossa Excia, somos recebidos com desconfiança e como visita indesejável. Quando por alguma razão vamos à sua casa, não somos convidados nem para sentar. Somos tratados como padres estranhos, exóticos e esquisitos.
    De conformidade com o que ficou patenteado nos documentos em questão, nem bispos, nem padres, podem estabelecer uma norma única na sua diocese ou paróquia a respeito da recepção da santa comunhão.
    A respeito do uso da patena.
    É preciso que se mantenha o uso da patena para a comunhão dos fiéis, a fim de evitar que a sagrada hóstia ou algum fragmento dela caia.
    (Congregação para o culto divino e a disciplina dos sacramentos – Instrução
    Redemptionis sacramentum – sobre alguns aspectos que se deve observar e
    evitar acerca da Santíssima eucaristia – Página 57, N° – 93).
    Posição do corpo na Santa Missa
    Vossa Excia proíbe que os fieis ajoelhem na Santa Missa. Aqui nestas capelas há vários anos temos o costume de ajoelhar em determinadas partes da Santa Missa. Veja o que diz a Introdução ao Novo Missal:
    Onde for costume o povo permanecer de joelhos do fim da aclamação do Santo até o final da oração eucarística e antes da comunhão quando o sacerdote diz Eis o Cordeiro de Deus, é louvável que ele seja mantido.
    (Instrução geral sobre o Missal Romano – Pag. 37)
    No primeiro retiro do clero de Anápolis feito com vossa Excia, o senhor ordenou aos seminaristas presentes na santa missa, deles mesmos pegarem a sagrada comunhão e o sagrado cálice e comungarem. Pelo contrário a Igreja assim se expressa: Não é permitido aos fiéis “pegarem por si e muito menos passarem entre eles de mão em mão a sagrada hóstia ou o cálice sagrado”.
    (Congregação para o culto divino e a disciplina dos sacramentos – Instrução
    Redemptionis sacramentum – sobre alguns aspectos que se deve observar e
    evitar acerca da Santíssima eucaristia. Página 57, N° 94).
    3) – E as famosas missas sertanejas, celebradas na pecuária, certamente com sua permissão. São aprovadas .pela Santa Sé? Eu mesmo dou a resposta: não. A Santa Sé proibiu essas missas. Então, sua autoridade está acima da Santa Sé?
    Nos meus 25 anos de sacerdote passados com o bispo anterior, nós, sacerdotes, nunca o vimos transgredir uma disposição da Santa Igreja por menor que fosse. Vossa Excia está retirando das paróquias os padres que não caíram na sua graça e jogando-os na diáspora. Uns para um lado e outros para outro, como judeu errante. Sua estratégia é colocar na masmorra todos os padres que são mais ou menos uns 12, que caíram na sua desgraça, ou então desterrá-los para paróquias nos cafundós de Judas e trazer outros padres de fora. Não há necessidade de um raciocínio acurado para concluir que esse fato é consequência da famosa frase inicial, pronunciada ex abrupto: “deponham as armas”.
    Como é meu costume oscular as mãos de padres e bispos, fui beijar as suas. Vossa Excia retirou a mão grosseiramente, quase machucando os meus lábios.
    E por esse mesmo motivo já houve reclamações de muitas pessoas. Por acaso suas mãos não foram ungidas para abençoar? Sem falar que já ouvi várias reclamações de pessoas que receberam de vossa Excia conselhos errados.
    Gostaria de convidar vossa Excia a fazer uma reflexão mais profunda e minuciosa sobre a responsabilidade do múnus episcopal. Faz-se necessário ponderar sobre os significados das insígnias episcopais das quais vossa Excia faz uso: báculo, mitra, cruz peitoral, anel. Etc. Esses símbolos não são enfeites, encerram responsabilidades.
    A ferro e fogo debalde e contumazmente vossa Excia vem tentando metamorfozear-nos em modernistas. Cada tentativa, porém, é uma nova frustração, pois temos convicção do que aprendemos no tirocínio de nossa formação. A miúdo vossa Excia nos repete: “Eu sou o bispo da diocese”. Cabe aqui lhe lembrar caro senhor bispo, uma das máximas de um sábio: “Uma só coisa amacia as arestas dos indivíduos. Esta por certo não é a lei, não é a autoridade, mas a caridade de Jesus Cristo”. Vossa Excia se recusa a qualquer diálogo conosco, mas de longe nos joga pedras e invectivas.
    Estou aberto a um diálogo num clima de respeito mutuo e busca da verdade de um maior com um menor hierarquicamente falando, mas não na dignidade de filho de Deus. Por ocasião de sua visita nesta Capela de Santa Clara vossa Excia deu nítidos sinais ao povo de não apoiar a minha atuação pastoral. Deus recolha, no vaso da sua misericórdia, os gemidos de um pobre que chegando neste rincão, mais do que um Recanto do Sol encontrou um recanto de drogas, prostituições, roubos, traficâncias e crimes. Etc.
    Sete anos depois, continua sendo um recanto de tudo isso. Mas também é verdade que é um Recanto onde se adora Jesus Eucarístico todos os dias das 8:00 h da manhã às 20:00 h. Estamos completando quatro anos de Cerco de Jericó, cada mês são sete dias e sete noites ininterruptos de adoração. Homens e mulheres que viviam nas bebedeiras, prostituições, muitos deles até nas drogas, batendo na família, encontraram um novo sentido para suas vidas, graças aos encontros masculinos e femininos realizados. Transformaram-se em católicos praticantes e adoradores do Santíssimo Sacramento.
    É um Recanto onde através do Lar Nossa Senhora Mãe dos Pobres, no mínimo 80 pessoas são alimentadas todos os dias. As crianças recebem três refeições por dia, recebem aulas de alfabetização, reforço escolar, são introduzidas na vida de oração e catequizadas.
    As meninas aprendem trabalhos manuais, tricô, bordado, croché. Os adolescentes estudam música, compondo assim a banda musical Maria Mãe da Igreja e assistem às paróquias nos eventos religiosos. Alguns alunos da nossa escola estão empregados nas bandas de música da policia militar e da prefeitura. Às senhoras pobres, oferecemos curso de corte e costura. A nossa entidade oferece ainda aos pobres: cestas de alimentos, remédios, roupas, calçados. Etc. Até curso de informática chegamos a oferecer aos nossos alunos.
    Não raro, homens e mulheres, dizem-me às vezes com os olhos rasos de lágrimas: Eu fui uurado, curada na sua missa. Ou, o senhor mudou a minha vida com as suas pregações. Sem mencionar os muitos batizados que fiz de crianças e adultos de 20, 30, 40 e até 70 anos de idade. Muitíssimos casamentos de pessoas que viviam irregularmente só amigadas ou só civilmente. Primeiras comunhões, confissões, crismas. Etc. Nada disso é visto porque como disse alguém: “Os sentimentos sempre pesam na balança doe julgamentos humanos”.
    Sua vinda para Anápolis, foi um grande prejuízo intelectual e, sobretudo espiritual para o clero, para o povo de Deus e à diocese em geral. Prejuízo intelectual, porque vossa Excia como militante do modernismo é muito confuso em suas afirmações. Demonstra com isso uma cabeça cheia e não formada. Prejuízo espiritual, porque vossa Excia desde que aqui chegou, vem solapando todo sentimento religioso, devoto e piedoso que existe nesta diocese. È notável sua acirrada repulsa por tudo aquilo que é santo. Em uma das primeiras reuniões do clero com o senhor, vossa Excia disse: “Não falem muito do diabo. Deixem o diabo quieto.” Pelo contrario a bíblia diz assim: “Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demónio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar. Resisti-lhe fortes na fé.” ( l Pedro 5, 8 – 9). Essa expressão anda ao redor no sentido grego, indica ação continuada. Significa que o demónio não tira férias. Sem fazer do diabo o único conteúdo da nossa pregação, como é que nós vamos deixá-lo quieto ou não advertir os fieis desse inimigo feroz? O próprioJesus falou 38 vezes no evangelho sobre o inferno. E o inferno não existiria se não existisse o demónio. Saiba vossa Excia, que dia 03 de janeiro de 2007, retirar-me-ei das Capelas Santa Clara e São Lucas, onde estouif^ sete anos, não porque eu queira, mas porque vossa Excia está me subtraindo pêlos cotovelos. Prefiro evadir-me que contemporizar com um estado de coisas, que não condizem com as disposições da Santa Igreja Católica Apostólica Romana.
    Outrossim, é bom que vossa Excia saiba o seguinte: Um bom número daqueles sacerdotes que parecem concordar com vossa Excia, se forem coerentes consigo mesmo e com a formação que receberam, são forçados a admitir que estão fingindo.
    Dia 08 de dezembro completarei 25 anos de sacerdote .e 25 anos de vida paroquial. Agradeço a Deus pelo bem que me permitiu fazer e retiro-me de ëeíia para voltar sabe Deus quando!
    Creia vossa Excia, eu não me comprazo em escrever cartas nestes termos. Mas se a escrevi, fui forcado pelas circunstancias dessa guerra fria provocada pelo seu modo não leal de agir. Numa entrevista na rádio Voz do Coração Imaculado, vossa Excia falou que logo que eu saísse criaria a paróquia. Mais um autêntico sinal da nenhuma consideração à minha pessoa. Quando um sacerdote, insatisfeito com a atuaL situação pede-lhe um diálogo, vossa Excia se recusa a concedê-lo e convida-o a retirar-se da diocese. Será essa a melhor solução? Sabe Deus qual será o desfeche desta queda de braços. Oxalá tudo se dilua num sadio entendimento e a tempestade dê lugar à bonança. Talvez um leitor desinformado, me qualificaria de rebelde, desobediente. Eu lhe diria: A obediência fingida vira subserviência e a subserviência gera hipócrita e não santo.
    Quero concluir esta carta assim: Estou disposto a continuar cumprindo a promessa de obediência ao bispo. Contanto que o bispo esteja em perfeita comunhão com a Santa Igreja Católica Apostólica Romana e com o Santo Padre o Papa.

    Pe. Luiz Lima de Souza, Sacerdote diocesano

  5. Joel Xavier

    Reverendíssimo Padre Joãozinho,

    Sua benção.

    Acredito que haveria mais honestidade intelectual de sua parte se, junto com a carta Dom João Wilk, o senhor tivesse publicado também a resposta do Professor Orlando Fedeli.

    Publicar apenas o que interessa e omitir o restante é muito útil para enganar os desavisados. Não é correto, não é bom, não é justo.

    +++++++++++++

    RESPOSTA DO PROFESSOR ORLANDO FEDELI AO BISPO DOM JOÃO WILK

    http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=quadro&artigo=20080202000907&lang=bra

    Paz e bem

    Chegando a Anápolis, na sexta-feira passada, para dar palestras, deram-me duas cartas publicadas pelo Padre Françoá Costa e pelo Bispo diocesano de Anápolis, Dom João Wilk, dando-me caridosas ”boas vindas”. Essas cartas foram generosamente distribuídas ao público, nas ruas de Anápolis.
    Agradeço, pois, a propaganda que sua Excelência, o Senhor Bispo de Anápolis, fez de minhas palestras. Com efeito, graças a essa inesperada propaganda, certamente, várias pessoas, que não sabiam delas, vieram assisti-las, exatamente para dar-me apoio.
    Mandei imediatamente que essas duas cartas fossem publicadas, já na sexta-feira, no Quadro de Honra do site Montfort. Com efeito, sendo bem conhecidas a “ortodoxia”, a “caridade” franciscana, e a “obediência” incondicional de Dom João Wilk às determinações do Papa Bento XVI, a esdrúxula proibição que ele fez de que eu desse palestras, em Anápolis, só pode honrar a Montfort e a mim. A carta do Padre Françoá, (esclareço que não estou deformando o nome desse sacerdote e também não é erro de digitação meu. O nome dele se escreve assim mesmo), um ilustre desconhecido para mim, só vai para o quadro de honra do site Montfort por estar atrelada à do Bispo de Anápolis. Caso contrário, iria diretamente para a pasta de excluídos de meu computador, isto é, para a “lixeira”. Mas é bom notar que Padre Françoá, — informaram-me em Anápolis — , é ligado ao Opus.
    Desse modo, uniram-se nessa proibição de minhas palestras vários amigos do site Montfort: Dom João Wilk, um padre ligado ao Opus e à RCC, e que escreve num site que só existe para denegrir a Montfort, assim como, indireta e telefonicamente, me informaram, – Ecce venio — a Administração Apostólica do Bispo de Cedamusa, todos unidos em defesa do Concílio Vaticano II e da Missa Nova.
    Vamos então à análise e à resposta da carta de Dom João Wilk, que por ser Bispo, tem direito à precedência. Depois cuidarei da cartinha do Padre Françoá.

    ***

    Dom João Wilk começa sua carta de “boas vindas” a mim — “Paz e bem” — de modo esquisito, dizendo que não costuma responder a cartas e a e-mails anônimos:

    “Normalmente não tenho costume de responder às cartas e e-mails anônimos, insultos de qualquer espécie, provocações de quem quer que seja. Neste caso, sinto obrigação de dizer alguma coisa e levá-la ao conhecimento dos estão ao alcance…”.

    O senhor Bispo começa com um equívoco.
    Jamais escrevi e-mail anônimo a ninguém. Muito menos a ele, a quem jamais escrevi. Nem tive jamais qualquer intenção de provocá-lo. Esta é a primeira carta — e carta aberta — que lhe escrevo. E eu a assino jubiloso.
    Logo depois, sua Excelência, o Senhor Bispo de Anápolis, vai ao núcleo de sua carta, proibindo-me de dar palestras em sua Diocese:
    Eis suas palavras:

    “O Sr. Orlando não é autorizado de proferir nenhuma palestra de caráter religioso-católico na Diocese de Anápolis. Aliás, é expressamente proibido. Assim também qualquer um que queira tomar a iniciativa de convidá-lo. A disciplina eclesiástica é clara: só com a permissão do bispo diocesano alguém pode exercer ministério ou magistério numa diocese”.

    Novo equívoco do senhor Bispo
    Ele me proíbe de exercer “ministério ou magistério” na Diocese de Anápolis.
    Ora, jamais exerci nem pretendi exercer “ministério” em qualquer lugar do mundo. Muito menos em Anápolis. Sou um professor leigo. Ministério é exercido por membros do clero. Essa proibição do senhor Bispo erra de alvo. Não sou “ministro da palavra”, não sou “ministro da eucaristia”, nem ministro de qualquer coisa inventada depois do Concílio Vaticano II. Sou contra esses tais “ministérios”, e ainda que me oferecessem ser ministro religioso de qualquer coisa — mesmo da “acolhida” – recusaria. Leigo, fico no lugar que cabe aos leigos.
    Também não exerço “magistério” eclesiástico. Sou professor de História. E quase sempre lecionei em colégios secundários. Nunca fui professor da USP. Esse é outro equívoco de Dom Wilk. Só me doutorei na USP. Nunca dei aulas nessa Universidade.
    Desse modo, a proibição de Dom João Wilk de que eu desse palestras em sua Diocese é tão cogente, quanto se ele me proibisse de voar como passarinho nos céus de sua diocese.
    Sua excelência simplesmente exorbitou de sua competência.
    Só se Dom João Wilk fosse um “Hugo Chávez” de Anápolis, sua proibição de que um professor leigo desse palestras – e num próprio do Estado –, teria efeito. Por ser Bispo de Anápolis, Dom Wilk não tem o direito de proibir um professor leigo de falar, externando seu pensamento sobre qualquer tema, mesmo religioso.
    Dom João Wilk, com esse “ukase” esdrúxulo mostrou ter a alma, diria ele, de um pequeno inquisidor. Justo ele, que deve detestar a Inquisição. Assim são os Bispos ecumênicos e democráticos do Concílio Vaticano II…
    Aliás, ao me proibir dar palestras sobre a história do Vaticano II e de suas doutrinas, assim como sobre o que disse este Concílio sobre o que é a Missa ordinária atualmente em vigor, Dom João Wilk contradiz o próprio Concílio Vaticano II que ele diz defender.

    Com efeito, disse o Vaticano II:

    “Os homens todos devem ser imunes da coação tanto por parte de pessoas particulares quanto de grupos sociais e de qualquer poder humano, de tal sorte que nos assuntos religiosos, ninguém seja obrigado a agir contra a própria consciência, nem se impeça de agir de acordo com ela, em particular e em público, só ou associado a outrem, dentro dos devidos limites” (Concílio Vaticano II, Declaração Dignitatis Humanae, n 0 2).

    Portanto, Dom João Wilk, Bispo de Anápolis, proibindo-me de dar palestras em sua diocese, a pretexto de defender o Concílio Vaticano II, violou a doutrina e a letra deste Concílio.

    Diz mais ainda o mesmo Vaticano II:

    “A todos os leigos, portanto, incumbe o preclaro ônus de trabalhar para que o plano divino da salvação atinja sempre mais a todos os homens de todos os tempos e de todos os lugares da terra. Conseqüentemente, sejam-lhes dadas amplas oportunidades para que também eles participem ativamente na obra salvífica da Igreja, de acordo com suas forças e as necessidades dos tempos” (Vaticano II, Lumen Gentium, nº 83).
    “Os sagrados Pastores, porém, reconheçam e promovam a dignidade dos leigos na Igreja. De boa vontade utilizem-se do seu prudente conselho. Com confiança entreguem-lhes ofícios no serviço da Igreja. E deixem-lhes liberdade e raio de ação. Encorajem-nos até para empreender outras obras por iniciativa própria. Com amor paterno, considerem atentamente em Cristo as iniciativas, os votos e os desejos propostos pelos leigos. Respeitosamente reconheçam os Pastores a justa liberdade que a todos compete na cidade terrestre” (Vaticano II, Lumen Gentium, nº 97).

    Também a CNBB reconheceu esse direito dos leigos ao proclamar em decisão da 35a. Assembléia Geral:

    “Deste modo a ordem jurídica eclesial exige que seja tutelada e promovida a liberdade de todos os fiéis, que corre paralela à co-responsabilidade que lhes atribuiu o Vaticano II. Daí uma certa pluralidade de opiniões pode ser índice positivo de vida e criatividade. Também daí o dever de algum fiel se expressar, mesmo contrariando o consenso majoritário. Fundamental é que os fiéis devem “conservar sempre, também no seu modo particular de agir, a comunhão com a Igreja” (c. 209§ 1. O sublinhado é meu).

    “A liberdade e responsabilidade dentro da comunhão eclesial, no que toca ao nosso tema, sublinha o direito dos fiéis de expressarem aos pastores as próprias necessidades e anseios (c. 212 § 2), e até mesmo de manifestarem a própria opinião sobre o que afeta o bem da Igreja (c. 212 § 3). Também no que diz respeito às coisas da sociedade civil, podem exprimir a própria opinião, imbuída de espírito evangélico e à luz da doutrina do magistério eclesiástico, embora sem apresentá-la como doutrina da Igreja (c. 227). (XXXV Assembléia geral da CNBB, Direitos e deveres dos Bispos, como mestres da Fé, e dos fiéis, em especial no que se refere ao diálogo entre magistério e teólogos(as) (…) Os direitos dos fiéis. O sublinhado é meu).

    Dom João Wilk viola também o que até a CNBB reconhece como direito dos leigos.

    Dom João poderia me acusar de que — como ressalta a CNBB no texto acima citado —, por criticar o Vaticano II, eu não estaria em comunhão com a Igreja. Ora, esse argumento é falso, porque o Concílio Vaticano II não foi um concílio dogmático. O Vaticano II pode ser criticado por qualquer católico sem que perca a comunhão eclesial. O próprio Bento XVI reconheceu o direito de se criticar o Vaticano II, ao conceder ao Instituto do Bom Pastor o dever e o direito de fazer crítica construtiva ao Vaticano II. Ora, o que pode ser criticado, ainda que construtivamente, isto é, com respeito ao interlocutor, não pode ser infalível.
    Portanto, é licito criticar o Vaticano II.
    Dom João Wilk, então, não tem o direto de me proibir que eu o faça.
    Quanto à Missa Nova, o mesmo Papa Bento XVI, gloriosamente reinante, crítica a Missa Nova de Paulo VI, e está preparando um reforma dessa Missa. Aliás, seria preciso perguntar a Dom João Wilk se ele já mudou, na sua diocese, o que o Papa Bento XVI mandou que se mudasse na Missa Nova.
    Dom João Wilk já determinou que em todas as Missas ordinárias celebradas em sua Diocese se trocasse o “por todos”, nas palavras da Consagração do vinho, para o correto “por muitos”? (leia mais)
    Claro que não mandou. Assim é a obediência de Dom João Wilk ao Papa.
    Ele que pouco obedece ao Papa, ditatorialmente se dá o direito de proibir um professor leigo de fazer palestras em edifícios públicos civis.
    Dom João Wilk alude à “disciplina eclesiástica” para proibir as palestras que eu ia proferir – e que dei — numa sala da Universidade de Goiás.
    Ora, o Direito Canônico não dá ao Bispo o direito de proibir a um leigo de proferir palestras numa entidade pública ou civil.

    O Direito Canônico, no Livro II, I parte, Título I, quando trata dos direitos dos fiéis cristãos em geral, diz no seu Cânon 212, parágrafo 3.o:

    § 3. De acordo com a ciência, a competência e o prestígio de que gozam, [os leigos] têm o direito e, às vezes, até o dever de manifestar aos Pastores sagrados a própria opinião sobre o que afeta o bem da Igreja e, ressalvado a integridade da fé e dos costumes e a reverência para com os Pastores, e levando em conta a utilidade comum e a dignidade das pessoas, dêem a conhecer essa sua opinião também aos outros fiéis”.

    E diz ainda no cânon 225:

    Cân. 225 – § 1. Uma vez que, como todos os fiéis, por meio do batismo e da confirmação, são destinados por Deus ao apostolado, os leigos, individualmente ou reunidos em associações, têm obrigação geral e gozam do direito de trabalhar para que o anúncio divino da salvação seja conhecido e aceito por todos os homens, em todo o mundo; esta obrigação é tanto mais premente naquelas circunstâncias em que somente por meio deles os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo”.

    Logo, Sua Excelência o Bispo de Anápolis, proibindo-me de dar palestras em sua cidade, exorbitou de sua competência canônica.

    ***

    Uma palavra sobre o tratamento dado pelo pastor da Diocese de Anápolis a um sacerdote a ele subordinado.
    Dom João Wilk ofende, violentando todas as normas da lei e da caridade o Padre Franz Horl, cuja carta pedindo respeitoso diálogo ao Bispo de Anápolis, foi publicada no site Montfort. Ao invés de dialogar, Dom Wilk chega ao cúmulo de perguntar: “ele é certo de cabeça?”

    Será que esse tratamento está de acordo com a caridade? Essa é a caridade pastoral de João Wilk. Ou isso é contra o próprio direito canônico?
    Contra a lei moral e civil, isso é.
    [Leia a carta do Padre Franz Horl a seu Bispo, pedindo respeitosamente que Dom Wilk dialogasse com seu clero, carta que Dom João Wilk queria que retirássemos do site Montfort

    Julgue o leitor se cabe a essa carta o que dela diz Dom João Wilk:

    “A carta, caluniosa e difamatória, segue a regra de alguém já famoso: minta, minta, sempre fica alguma coisa. Esta carta já me proporcionou muitos e-mails de insultos de freqüentadores do site do Sr. Orlando Fedeli. O Pe. Franz inventa, distorce, tira do contexto, manipula e eleva à máxima potência os fatos e as palavras, pretendendo atribui-los a minha pessoa. Que cabeça fértil em criar maldades! Se impõe a pergunta: ele é certo de cabeça?”]

    ***

    Para justificar sua ação “inquisitorial”, o ecumênico Bispo de Anápolis, conhecido por suas posições radicalmente favoráveis ao “espírito do Concílio” condenado por Bento XVI, se socorre da ajuda nada menos da “tradicionalista” Administração Apostólica São João Maria Vianney, dirigida pelo Bispo de Cedamusa. Consta até que Dom Wilk telefonou a ele em Paris, antes de lançar sua carta de “boas vindas” a mim…
    Curiosa aliança entre um Bispo pró interpretação modernista do Vaticano II com um Bispo tradicionalista… E ainda como contrapeso, ele se socorre da ajuda e um padre ligado ao Opus e ao carismatismo…

    Ut unum sint!…Ou quia unum sunt?
    Que todos sejam um?…ou porque todos são uma só coisa?

    Que Deus perdoe a sua Excelência, Dom João Wilk Bispo de Anápolis sua falta de caridade, de justiça e de pastoralidade. Que perdoe suas exorbitâncias canônicas e civis.
    Mas que ele deve aceitar a doutrina católica, que ele deve acatar as decisões de Bento XVI, assim como as determinações da Santa Sé, por exemplo, sobre a comunhão de joelhos e na boca, coisa que ele não admite, isso ele deve fazer já. E não ditatorialmente proibir um professor leigo de proferir palestras num edifício do Estado.

    São Paulo, 4 de Fevereiro de 2008.
    Orlando Fedeli

    ————————————————————–

    Recomendação ao Padre Françoá

    A cartinha de “Recomendações do Padre Françoá” é superficial, vaidosa e cheia de contradições. Se ela não viesse junto com a do Bispo de Anápolis, ela nem mereceria resposta, e sequer atenção.
    Ele me diz ultra tradicionalista. Ora, várias vezes já recusei para mim a denominação de tradicionalista, devido à polivalência semântica desse termo. Tradição pode ser a da Cabala, a de Joseph de Maistre e de Bonnety, a da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, ou até a do gnóstico René Guénon.
    Por isso, declaro-me apenas Católico Apostólico Romano.
    O Padre Françoá parece ser ultra generalizador no uso dos termos.
    Ele me coloca num imaginário e possível “index internauticorum”.
    E tão contente ficou com sua “trouvaille” que vaidosamente pergunta a seus possíveis leitores: “gostaram do neo-logismo?”.
    E sua perguntinha mostra que ele reconhece ser raro ter uma “idéia” interessante…
    Padre Françoá parece lamentar algo de ruim trazido pelo Concílio Vaticano II: o fim do Index. O fim do Índice dos Livros Proibidos.
    Que bom!
    Já é um ponto positivo dele, reconhecer um mal trazido pelo Vaticano II.
    Entusiasmado com seu achado genial,– o “index internauticorum” — Padre Françoá, sentindo-se inspirado, se arrisca a navegar no “oceano” da lógica, fazendo o que ele pensou ser um silogismo:

    “a Igreja Católica, acredita que o Espírito Santo atua quando os bispos estão reunidos em Concílio Ecumênico, o Concílio Vaticano II é um Concílio Ecumênico, se eu não erro, o silogismo deveria terminar assim: “logo, o Espírito Santo atuou no Concílio Vaticano II”.

    Pobre “silogismo” capenga que, errando na premissa maior – por generalização — só podia concluir em erro.
    O silogismo de Padre Françoá é um sofisma muito mal ajambrado.
    A premissa maior dele está errada.
    É falso que “a Igreja Católica, acredita que o Espírito Santo atua quando os bispos estão reunidos em Concílio Ecumênico”. Nem sempre os Concílios são inspirados infalivelmente pelo espírito Santo.
    Nem todo Concílio Ecumênico é guiado pelo Espírito Santo, e nem tudo o que se diz num Concílio Ecumênico é inspirado pelo Paráclito. Num Concílio Ecumênico, só é infalível o que o Papa aprovar como tal. E o resto que diz Padre Françoá é tão errado como a grafia de seu nome.
    Finda sua navegação em seu mini-oceano de lógica. Padre Françoá parte para exercer seu zelo, e recomenda a seus leitores:

    “Escrevo-lhes para que não tenham a curiosidade de ir a esse encontro: não é recomendável. Mais ainda, gostaria que fizessem chegar esse e-mail esclarecedor, que lhes envio a uns dez amigos”.

    Será que Padre Françoá, seguindo o Vaticano II, condena encontros ecumênicos com seitas?
    Claro que ele não condena encontros ecumênicos. Ele só condena o que diz o site Montfort. Comprovando assim que é falso o ecumenismo do Vaticano II.
    Se toda religião e seita podem salvar, se o Vaticano II aboliu o Index, por que Padre Françoá quereria fazer um Index internauticorum, para nele colocar o site Montfort?
    Será que ele, ecumenicamente, recomenda que não se leia o site Montfort porque lá se repete o que a Igreja sempre ensinou: que fora da Igreja não há salvação (IV Concílio Ecumênico de Latrão — Concílio Infalível) e que a liberdade de religião é um delírio, como ensinou o Papa Gregório XVI, na encíclica Mirari Vos?
    Será que ele não quer que os católicos leiam a encíclica Mortalium animos de Pio XI, que condenou o ecumenismo, aprovado pelo Vaticano II?
    Ou teme ele que os católicos leiam, no site Montfort, o Syllabus de Pio IX que condenou o liberalismo, a liberdade de religião e a Modernidade defendidos pelo Concílio Vaticano II?
    Padre Françoá recomenda que não se leia o site Montfort, porque ele reconhece que as encíclicas papais nele publicadas condenam o que ele e Dom Wilk pretendem ser a nova verdade “aggiornata” do Vaticano II.
    Padre Françoá não quer que se leia o que a Igreja sempre ensinou, e que o Vaticano II mudou.
    Padre François temia que minhas palestras em Anápolis abrissem os olhos de mais alguns católicos, porque muitos em Anápolis já compreenderam que a orientação dada por Dom Wilk não é a mesma dada pelo Papa Bento XVI. Por isso, Padre Françoá pede com um certo desespero:

    “Precisamos apoiar o Papa e o nosso Bispo Diocesano, Dom João Wilk, que está em comunhão com o Papa”.

    Será?…
    Padre Françoá pergunta:

    “será que acaso já não temos suficientes documentos magisteriais”.

    Sem dúvida, há muitos documentos magisteriais. O que falta é obedecer ao que eles dizem.
    Padre François, sem querer, confessa que, em Anápolis não se está ainda obedecendo aos documentos magisteriais que o Papa emitiu. Diz que lá, em Anápolis, se está “lutando” para colocar em prática o que o Papa já mandou:

    “E digo mais, estamos lutando para pô-los em prática e com alegria, com a consciência de que temos que ser fiéis a Cristo e a sua Igreja”.

    Por que, então, em Anápolis, se faz resistência em aplicar a Instrução Redemptionis Sacramentum?
    Nessa Instrução se afirma:

    “Assim pois, não é lícito negar a sagrada Comunhão a um fiel, por exemplo, só pelo fato de querer receber a Eucaristia ajoelhado ou de pé.
    [92.] Todo fiel tem sempre direito a escolher se deseja receber a sagrada Comunhão na boca [178 – Cf. Missale Romanum, Institutio Generalis, n. 161].

    E padre Françoá garante-nos que se, no futuro, o Papa mudar a missa nova, na Diocese de Dom Wilk isso será obedecido:

    “E se o Papa fizesse uma reforma da reforma litúrgica? Muito bem, o seguiríamos com toda a alegria; no entanto, deixemos de futurismos e vivamos o presente, o hoje da Igreja”.

    Se esse propósito é verdadeiro, porque na Diocese de Anápolis não se aplica o que Bento XVI já determinou, há tempo; por exemplo, o Motu Proprio Summorum Pontificum, a Instrução Redemptionis Sacramentum, a mudança do “por todos” na Consagração do vinho pelas verdadeiras palavras de Cristo, “por muitos”, a recolocação da mesa da comunhão, e o dar a comunhão na boca do fiel que fica de joelhos, como ainda agora Dom Ranjith, Secretário da Congregação do culto divino, recomendou?
    Padre Françoá diz que se obedecerá amanhã.

    Sem futurismo. Comece a obedecer hoje.

    E se Padre Françoá quer mesmo seguir o Papa, admita que Bento XVI condenou o chamado “Espírito do Concílio”. Condene, ele também, o “Espírito do Concílio”.
    O Papa não pode condenar o que tem o espírito de Cristo. Se Bento XVI condenou o “Espírito do Concílio”, é porque o Vaticano II não tem o espírito de Cristo.

    “Mas, se alguém não tem o espírito de Cristo, esse não é de Cristo” (São Paulo, Epistola aos Romanos, VIII, 9).

    Então, o Concílio Vaticano II não é de Cristo.

    E para Padre Françoá, por hoje, basta isto. Noutro dia, quando me sobrar algum tempo, ele receberá outra “recomendação” antimodernista.

    São Paulo, 4 de Fevereiro de 2008.
    Orlando Fedeli

  6. Já virou desespero. Essa carta está disponível para quem quiser ver no site Montfort…
    Provavelmente Pe. Joãzinho achava que estaria trazendo alguma novidade…

    http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=quadro&artigo=20080202000907&lang=bra

  7. Essas tentativas de desqualificar a pessoa do Prof. Orlando é muito conveniente, pura estratégia escapista para não responder aos argumentos…

    E o pior é que o Padre nem se dá ao trabalho de escrever do próprio punho…

    Talvez temendo cometer outras imprecisões, devido a sua má formação…

    Falacioso Pe. Joãozinho, ou devo chamar-Lhe AD HOMINEM?

  8. Amém!
    Bom dia Pe. sua bênção!

    ______________________________**********________________________

    O empregado fiel e o empregado infiel

    Mt 24,42-51

    Fiquem vigiando, pois vocês não sabem em que dia vai chegar o seu Senhor. Lembrem disto: se o dono da casa soubesse quando ia chegar o ladrão, ficaria vigiando e não deixaria que a sua casa fosse arrombada. Por isso vocês também fiquem vigiando, pois o Filho do Homem chegará na hora em que vocês não estiverem esperando.
    Jesus disse ainda:
    – Sabemos que é o empregado fiel e inteligente que o patrão encarrega de tomar conta dos outros empregados, para dar a eles os mantimentos no tempo certo. Feliz aquele empregado que estiver fazendo isso quando o patrão chegar! Eu afirmo a vocês que isto é verdade: o patrão vai colocá-lo como encarregado de toda a sua propriedade. Mas, se o empregado for mau, pensará assim: “O meu patrão está demorando muito para voltar.” Então começará a bater nos seus companheiros, e a comer, e a beber com os bêbados. E o patrão voltará no dia em que o empregado menos espera e na hora que ele não sabe. Aí o patrão mandará cortar o empregado em pedaços e o condenará a ir para o lugar aonde os hipócritas vão. Ali ele vai chorar e ranger os dentes de desespero.

    Palavra da Salvação
    Glória a vós Senhor!!!

  9. Puro jogo sujo mostrar somente um lado atacando o sr. Orlando, independente de ele estar certo ou errado, é muita desonestidade mostrar só um lado e ignorar totalmente o outro, está nítido infelizmente que a estratégia do Pe. João é escapar pela tangente das críticas do sr. Orlando e de outros fiéis que querem a Verdade, independentes ou não de concordarem com a Montfort.
    Fico feliz de ver que os tradicionalistas não se cansaram de combater o bom combate. Quanto mais os tradicionalistas são ridicularizados e deturpados, mais fica evidente o lado que tem razão e não há como negar, a menos que sejamos extremamente desonestos e ignorantes, que o lado dos tradicionalistas estão dando um banho de argumentos e questionamentos extremamente pertinentes e muitos estão fazendo de forma polida e educada, ainda que os defensores do Pe. João os acusem de serem extremistas e fariseus, creio eu que seja justamente o contrário.
    Não adiantam vomitarem as polêmicas e o passado do sr. Orlando para tapar o sol com a peneira, ainda continuamos sem os devidos esclarecimentos por parte do Pe. João.
    Sinceramente seria melhor o Pe. João ter ficado quieto do que mostrar essas cartas que atacam o sr. Orlando e não esclarece o que deve ser esclarecido, a Verdade da nossa Fé nada tem a ver com os possíveis erros e pecados do sr. Orlando que são perdoados na Santa Confissão, ou será que isso não vale para o prof. Orlando?
    Por último, para quem não entende os assuntos dessa polêmica deveria ficar calado, hoje qualquer um pode chegar na Internet e dar sua opinião sem nenhum embasamento, como dizia Gustavo Corção “antigamente os idiotas calavam-se”. Eles, os defensores de Pe. João, deviam entender as coisas primeiro antes de saírem falando asneiras e de projetarem nos tradicionalistas o que eles mesmos são.

  10. Glória Deus!Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!
    Peço orações para a cirurgia de meu pai que está marcada para setembro.
    Sua benção, Pe Joãozinho!

    “A minha palavra e a minha pregação longe estavam da eloqüência persuasiva da sabedoria; eram, antes, uma demonstração do Espírito e do poder divino, para que vossa fé não se baseasse na sabedoria dos homens, mas no poder de Deus. ”

    (I Coríntios 2,4-5)

  11. Essa é boa, Agora o padre João vai apelar para o bispo modernista de Anápolis (Dom João Wilk)!

  12. Ricardo Becker Maçaneiro

    PENSO QUE O PROBLEMA NÃO É CELEBRAR A MISSA TRINDENTINA, MAS A DIVISÃO EXPLÍCITA QUE ISSO CAUSA DENTRO DA IGREJA, UMA VEZ QUE A MAIORIA DAQUELES QUE DESEJAM CELEBRÁ-LA O FAZEM EM DETRIMENTO ÀS ATUAIS DISPOSIÇÕES LITÚRGICAS E À PRÓPRIA IGREJA, COMO SE SÓ ESSE GRUPINHO FOSSE O CORRETO.
    PELO QUE EU LEMBRE DENTRO DA IGREJA EXISTEM MUITOS CARISMAS DIFERENTES, MAS UMA VEZ QUE UM SE ACHA MAIS CORRETO QUE OS DEMAIS, PARECE HAVER ALGO ERRADO.
    MAIS UMA VEZ É BOM LEMBRAR QUE A IGREJA PRECISA SIM ADAPTAR-SE AO TEMPO. MAIS UMA VEZ EU VENHO LEMBRAR QUE NO´TEMPO DOS APÓSTOLS E LOGO POSTERIORMENTE, A LITURGIA NÃO ERA TRIDENTINA, ERA MASI PARECIDA COM A ATUAL, PELO MENOS NO QUE DIZ RSPEIRO À PROXIMIDADE DA ASSEMBLEIA JUNTO AO ALTAR E À LITURGIA.
    SE FORMOS QUERER “FAZER ÀQUILO QUE TRADICIONALMENTE MAIS CORRETO” PENSO QUE SERIA VOLTAR AOS APÓSTLOS, E NÃO AO TRIDENTARISMO.
    OUTRA COISA, JÁ QUE FALAM TANTO DO PAPA, SE OS PAPAS JÁ NO TEMPO DE PAULO VI PENSASSEM ESTAR O CONCÍLIO VATICANO II ERRADO, NÃO TERIAM TENTADO REVERTÊ-LO? PENSO QUE JOÃO PAULO II TINHA FORÇA-EM VÁRIOS SENTIDOS-SUFICINETE PARA ISSO. NÃO FOI O QUE SE VIU. PELO CONTRÁRIO, CADA VEZ MAIS OS PAPAS TÊM TENTADO COLOCAR O CVII EM PRÁTICA.
    O FATO DE AUTORIZAREM E ATÉ CELEBRAREM MISSA TRIDENTIDA AQUI E ALI NÃO SIGNIFICA QUE ESTEJAM SENDO CONTRÁRIOS AO CVII, MAS ESTÃO USANDO OS DIVERSOS RITOS E CARISMAS DA IGREJA, SEN FAZER DISSO VIA DE REGRA.
    O PAPA SABE O QUE FAZ.

  13. Joel Xavier

    “Pe. Joãozinho, em busca de Ibope!

    http://praelio.blogspot.com/search/label/Pe.%20Jo%C3%A3ozinho

    Tenho acompanhado o Blog do Padre Joãozinho, e nos últimos dias tem lançado ataques e mais ataques contra a Montfort.

    Porque também não ataca ao Veritatis que fez as mesmas críticas?

    Mas, pelo contrário ele lançou um artigo elogiando o Falsitatis. É claro que ele não iria criticar o VS, amado pelos neocons, seria “atirar no próprio pé”!

    Quando tudo começou o Joãozinho fez a seguinte publicação: “Agradeço aos que deixam seus comentários neste BLOG. Graças a você este é no momento o 3º BLOG mais comentado da Canção Nova”.

    O Pe Joãozinho já perdeu o debate com o Professor Orlando a tempos, não respondeu sobre a defesa das Heresias do Fábio de Melo (que se perceberam ele fugiu do debate e deixou a bomba na mão do Pe .João), e agora desvia o assunto atacando a Montfort.

    Ele descobriu a fonte de ouro do sucesso do blog dele, antes frequentado apenas por Cn’s, o ataque a Montfort tem lhe rendido Ibope, pois os inimigos da montfort vão lá elogiá-lo e os conhecedores da doutrina vão defender a Montfort ou combater contra os erros dos ditos sacerdotes!

    Isso é típico dos Padres Pop’s de uma forma ou outra querem estar na mídia!

    Que São João de Maria Vianney interceda pela santificação do Clero!”

  14. Simone Teixeira

    Pe. Joãozinho, são tantas as contradições desses povo da Monfort que chegam a insinuar que você está desesperado… O que virou desespero? Quem está com a verdade não se sente desesperado e não tem que provar nada a ninguém. Se o padre tivesse alguma sombra de insegurança, não precisaria divulgar os comentários e colocaria um ponto final incontestável em toda essa discução. Estaria no seu direito pois o Blog é seu. Esse pessoal está se aproveitando de seu espírito democrático para divulgar inverdades e semear discórdia! Eles falam de obediência à Igreja, mas se julgam no direito de julgar até o Papa se este não disser a verdade deles!!! Qualquer bispo que discorde deles é tido como s”incompetente e contraditório”… Deveriam ter sua própria religião, aonde pudessem não depender de hierarquia alguma, para não perderem seu “precioso tempo” em querer plantar discórdias dentro da Igreja Católica. Estou me sentindo ofendida por ver tantas mentiras a respeito de minha fé e de minha Igreja. Faço parte da Igreja fundada por Jesus Cristo. É uma Igreja Santa porque Jesus é o Santo dos Santos, mas há os membros que são pecadores e lutam por sua santidade. Outros, infelizmente, por serem orgulhosos e se acharem “donos da verdade”, se sentem acima do bem e do mal e se colocam como sjuízes de seus irmãos e da própria Igreja… Seria esse um pecado contra o Espírito Santo?
    Grande abraço,

    Simone.

  15. Padre Joãozinho como vai? Sabe este final de semana estava lendo o Estadão e tinha um artigo que comentava a respeito do livro de Stuart Schwartz que se chama “Cada um na sua lei” da Cia. Das Letras vou até comprá-lo para mim.

    Este livro comenta sobre a questão da Tolerância Religiosa em outros séculos, e sendo entrevistado o autor deu a seguinte declaração:

    (jornalista) O que há na própria religião cristã que permite essa pratica de tolerância apesar do que desejaria a Igreja aquela altura?

    ( autor) O Cristianismo sempre teve dois lados Caridade ( eu Marilene penso exatamente assim) e Verdade. As pessoas simples queriam enfatizar a Caridade enquanto os Teólogos buscavam reforçar a Verdade.
    (…) como diziam alguns o Deus que criou o Cristianismo também criou a lei dos Mouros e a lei dos Judeus se eles nasceram naquela lei, era a vontade de Deus, que eles buscassem a salvação desse modo.

    Padre Joãozinho eu penso que isso ocorre também dentro da Igreja Católica, se alguns se sentem bem com a Renovação Carismática e assim, encontram Deus dentro da Igreja não é a vontade do nosso senhor? A mesma coisa ocorre com os tradicionalistas se eles se sentem bem com as Missas tradicionais também não é a vontade de Deus?
    O grande problema dos tradicionalistas que querem derrubar os outros na minha visão (eu sempre comentei isso com o senhor) é que eles colocam “A Igreja na frente de Deus” e não” Deus na frente da Igreja”, e o Sr. Orlando Fideli e Cia. já chegaram a um ponto não de discordância, mas de total Intolerância Religiosa, não é mais defesa de opiniões doutrinarias, e isso perante o nosso código penal brasileiro é crime inafiançável ( acho que esta na hora do Ministério Publico olhar o site deles ) pergunto: Padre Joãozinho no direito canônico não tem como dar uma advertência da CNBB contra o Sr. Orlando Fideli e Cia.? porque ele tem ofendido extremamente muitas pessoas de dentro da Igreja Católica que não pensam como eles que não dá mais … ou não seria até o caso de excomunhão do Sr. Orlando Fideli?
    Mas apesar de tudo Padre Joãozinho só tenha uma certeza, ninguém abandonou o senhor nesta luta, estamos todos do lado do senhor, os conscientes! (porque tem alguns tradicionalistas que parecem tão birutas que se bobear são capazes de amarrar uma bomba no corpo e se jogar na lá Canção Nova, credo rsrsrs), realmente não ligue mais para eles … fique bem, fique em paz, um grande beijo e abraço eu estou com o senhor, viu! e parabéns pelo seu livro …

  16. Ducilangela (Anápolis)

    VIVA A NOSSA IGREJA!!!

    Declaração pública

    Fonte: Ver site da Diocese de Anápolis

    Amigo(a) internauta,
    Paz de Cristo!
    Se Você chegou a esta página, porque fez a pesquisa pelo nome “Diocese de Anápolis”, provavelmente, além do site oficial da Diocese de Anápolis – GO, encontrará referência para o site da Associação Cultural Montfort (do Sr. Orlando Fedeli), que publica a “carta” assinada pelo Pe. Franz Hoerl, sacerdote da Diocese de Anápolis.
    Esclarecemos e declaramos que a dita “carta” contém inverdades a respeito do Bispo Diocesano de Anápolis, dos Padres e da própria Diocese.
    A “carta” segue a famigerada regra: “minta, minta, sempre fica alguma coisa!” O Pe. Franz faz juizos temarários, distorce, tira do contexto, interpreta a seu prazer, manipula e assim eleva à máxima potência os fatos e as palavras, pretendendo atribuí-los à pessoa do Bispo. Os frequentadores do site da Montfort, tomando por base o conteúdo, dirigem insultos graves ao Bispo de Anápolis e difamam a sua pessoa, divulgando os fatos como se fossem verídicos.
    Assim, a “carta” em si e a sua publicação na internet pelo autor e pela Associação Montfort constituem um grave ato de calúnia e difamação.
    O conteúdo da “carta” não constitui “fonte documental” de maneira alguma. Antes, demonstra simplesmente a falta de respeito às pessoas e à verdade em si mesma.
    Repugnamos tal procedimento e exigimos da Associação Montfort a imediata retirada do material difamatório!
    Anápolis, 28 de janeiro de 2008.
    Pe. Juvêncio José Abade – Vigário Geral da Diocese de Anápolis – GO
    Conselho Presbiteral:
    Pe. Nathanael Thanner, ORC
    Pe. Geovane Alexandre de Souza
    Pe. Oscar Vasconcelos Souza Filho
    Pe. Renato de Lima Lopes
    Pe. Osvaldo João de Souza
    Pe. Edmilson Luiz de Almeida
    Pe. Eli Ferreira Gomes
    Pe. Júlio Antônio Peixoto
    Frei Marco Aurélio da Cruz, OFM

  17. Simone Teixeira

    Pe. Joãozinho,

    Depois de ler os comentários divulgados no Blog e especialmente o do Rodrigo, sinto-me realmente “idiota”… Seria melhor calar e deixar que as idéias fascistas se espalhem só entre aqueles que sse julgam os “escolhidos”? Eles defendem a tradição que lhes convém e a sabedoria de uma minoria e quem se atreve a discordar deles é idiota? Jesus escolheu os sábios e arrogantes?
    Eu nuca precisei da Montfort para acessar seu Blog e, desde a primeira postagem, leio e comento tudo… Se sou “idiota” e deveria me calar por não ter embasamento, acho que o mundo deveria se calar e só 1/2 dúzia de sábios escolherem o destino da humanidade… O voto de um “idiota” poderia valer tanto quanto o de um “sábio”? Se a palavra de alguém que não tem a “minha” sabedoria , deve ser desprazada, não estarei menosprazando a sabedoria da vida? A sabedoria fora dos livros? Acho que Jesus deve ter sido também um idiota por passar a vida com pessoas iletradas e sem argumentos suficientes para defenderem “por si mesmas” suas convicções… Ainda bem que o Espírito Santo agiu apesar da idiotice deles!
    Grande abraço,

    Simone.

  18. Ricardo Becker Maçaneiro

    CONCORDO E ASSINO EMBAIXO DO QUE ESCREVERAM SIMONE TEIXEIRA E MARILENE LOGO ACIMA.
    NÃO ESTAMOS SÓ DO LADO DO PADRE JOÃOZINHO, ESTAMOS DO LADO DA IGREJA.

  19. Pingback: Parabens Professor Orlando Fedeli. « O Espírito Repousará Sobre Ti…

  20. Recebi um Comentário em meu Blog hoje a respeito do e_mail acima que Padre Joãozinho postou.

    chegando aqui, já percebi que o Crintiam já fez o favor de copiar todo o site Montfort para este blog, mas já que nossa diocese será atacada novamente, esperava que este assunto já estivesse morto e enterrado quando Padre Frans resolveu pedir férias de sua Paróquia e não retornou mais, mas pelo que vejo, novos ataques irão acontecer.

    então vamos adiantar o assunto e já dar algumas respostas que foram veiculadas a mais de ano atrás.

    http://presentepravoce.wordpress.com/2008/03/29/a-carta-que-fedeli-nao-publicou/

    e o último texto que aposentou definitivamente o Fedeli.

    http://presentepravoce.wordpress.com/2009/06/06/parabens-professor-orlando-fedeli/

    Estarei lendo os comentários deste Post e em breve colocarei mais algumas respostas sobre este assunto.

    Paz e bem a todos.

  21. Em resposta ao comentário de

    Maria de Fatima Prado, em Agosto 27th, 2009 às 11:32 am Diz: Edit Comment

    Bom dia. Gostaria de conhecer a autenticidade deste pronunciamento do nosso bispo. É isso mesmo? Pode ele ter alguma queixa contra o nosso líder Professor Orlando?

    http://blog.cancaonova.com/padrejoaozinho/2009/08/27/carta-do-bispo-de-anapolis/
    #
    presentepravoce, em Agosto 27th, 2009 às 2:47 pm Diz: Edit Comment

    Cara Maria de Fátima.

    Este e_mail de nosso Bispo, na verdade foi dirigido a minha pessoa quando por ocasião da Visita de Orlando Fedeli a Anápolis em 5/02/2008, recebi um convite via e_mail para participar do evento na faculdade UEG, ao fazer uma pesquina por “Diocese de Anápolis” encontrei uma carta na Montfort falando horrores de nosso Bispo e perguntei a mim mesmo.

    Como este homem que fala mal de nosso Bispo tem a coragem de vir em nossa diocese ?

    Sem resposta porém, decidi procurar o Bispo pessoalmente e perguntar-lhe sobre o assunto, mas enquanto eu me decidia se o procurava ou não, recebi um e_mail que continha o e_mail pessoal do Bispo, então transcrevi o convite e indiquei a carta na net e enviei para ele, no que ele me respondeu com este e_mail se defendendo das acusações contidas na carta de Fedeli.

    Por minha própria conta, sem autorização do Bispo eu enviei o e_mail do Bispo juntamente com uma carta de meu Pároco Padre Françoã para alguns amigos que tinham recebido o mesmo convite, tentando evitar que fossem ao evento, o que eu não sabia porém, é que um destes amigos era a pessoa que depois se disse responsável pelo convite da visita de Orlando Fedeli a Anápolis.

    O resultado foi que este e_mail foi publicado na Montfort pelo próprio Fedeli e aqueles que são contra o Fedeli copiaram o texto dele mesmo e agora está em varios outras páginas por aí.

    É novidade para mim, Padre Joãozinho ter também publicado o texto, mas ele não é novo, já está publicado desde o dia 05/02/2008 no site Montfort do próprio Fedeli, no qual ele denigre a imagem de nosso Bispo e usa de palavras torpes para dizer uma mentira inventada por ele.

    Estando em Anápolis e tendo ministrado suas aulas sem nenhum impedimento publicou em seu site que nós o haviamos proibido de dar suas aulas, publicou isto mesmo antes de ter saído de nossa cidade.

    O nosso Bispo lhe pediu varias vezes que retirasse o e_mail publicado e a carta que falava contra a sua pastoral em nossa diocese, porém, Orlando Fedeli não responde a ninguém e se acha o deus todo poderoso acima de todos os Bispos e até mesmo do Papa.

    Isto teve muitas consequencias, muitos desdobramentos, principalmente a queda da credibilidade de Orlando Fedeli nos meios tradicionalistas, muitos que o seguiam já não seguem mais, o principal episódio ocorreu em agosto quando o IBP saiu do Brasil alegando influência exagerada de Orlando Fedeli em suas decisões e que estavam amarrados e não poderiam realizar seu objetivos no Brasil.

    Agora disseram que ele havia se aposentado, mas em seu lugar veio uma outra pessoa que continua atacando Bispos e figuras conhecidas no Brasil, ultimamente resolveram atacar Padre Fábio de Melo depois daquela entrevista no Jô Soares e o provocam dizendo que ele disse isto que falou aquilo, quando na verdade ele não disse nada de nada.

    Padre Fábio então buscou auxílio, para não ficar sozinho na jogada, entrou então o Padre Joãozinho nesta história que esteve em Anápolis a poucos dias e foi bem acolhido por nosso Bispo, sendo que conheceu a nossa diocese agora e já a tinha conhecido antes na época do Bispo anterior. A discusão entre Canção Nova e a Montfort está bem acirrada, são palavras que vão e cartas que vem. A Montfort não perde uma oportunidade de fazer barulho, principalmente usando o nome de alguém conhecido como um “BISPO DE ANÀPOLIS” secretário da CNBB ou Padre Fábio de melo que é o cantor mais ouvido hoje no Brasil, enquando as discusõees continuam, sua audiência cresce e ele acaba divulgando um pouco de suas ideias absurdas.

    Portanto o texto postado por Padre Joãozinho é o mesmo texto original postado pela Montfort em 05/02/2008 exeto pelas indicações do Veritatis que foram suprimidas do texto na Montfort, por se tratar de um site concorrente ao deles.

    Este mesmo texto também está publicado aqui em meu Blog.

    http://presentepravoce.wordpress.com/2008/03/29/a-carta-que-fedeli-nao-publicou/

    Lá já consta os Links para outras publicações como :

    http://luterofedeli.wordpress.com/2008/02/09/joao-wilk-condena-orlando-fedeli-e-seu-grupo/

    Jesus te ama

    Cara Maria de Fátima, encontrei este comentário seu neste site acima, e estou lendo algo que não consigo acreditar !

    O que significa esta declaração que copiei abaixo ?

    Agosto 26, 2009 às 3:11 am | #2

    Fedeli é meu Deus. Ele salva!!

    Porque se Fedeli for seu deus,…. mesmo…. mesmo….
    Nada mais podemos fazer por você ….
    Isto já é Idolatria, e se alguém ensina a ser idolatrado é porque só pode ser um louco ou é mesmo o anticristo…

    se não for esta a verdade, espero que retifique a sua declaração o mais breve possível.

    Que Deus te abençoe

  22. Dona Marilene, Salve Maria.

    Entre o apanhado de opiniões que a Sra. expressou ficou patente o seu desejo de punir quem seja contra a “intolerância religiosa”.

    A sra. pede até a EXCOMUNHÃO do Sr. Orlando Fidelis.

    Ora, como a sra. quer que alguem seja interpelado – por pensar diferente – fazendo valer sua máxima de “tolerância religiosa”.

    A sua propalada “tolerância religiosa” só vale para quem pensa como a senhora?
    Sendo assim, isso não é matéria para “tolerância”.
    A questão passa a ser de “cumplicidade”.
    Quando a senhora levantou a bandeira da “tolerância religiosa”, há de ser – por honestidade – tolerante com todos:
    Modernistas.
    Tradicionalista.
    Ateus.
    Macumbeiros.

    Compreendeu?

    Em Jesus e Maria.

    Em tempo: Não adianta me passar reprimenda. A sra. é a favor da tolerancia religiosa.

  23. Sr. Ricardo Becker Maçaneiro

    Sua afirmação que “A IGREJA PRECISA SIM ADAPTAR-SE AO TEMPO.” foi condenada por São Pio X no decreto Lamentabili Sine Exitu (i.nº59).

    São Pio V recorreu aos arquivos mais antigos da biblioteca Vaticana para codificar a chamada Missa Tridentina, o proprio canon dela é atribuído a São Pedro. Consulte a Bula Quo Primum Tempore.

    A Missa nova foi fabrigada pelo maçom Anibale Bugnini e seis pastores protestantes.

    O Atual Papa condenou o chamado “Espírito do Vaticano II” e fundou um instituto dando autoridade para fazer criticas construtivas ao CVII.

    Paulo VI afirmou que liberar a missa de São Pio V (Tridentina)seria condenar o Concílio Vaticano II por um símbolo:

    [Paulo VI]: “Reconheço que a diferença entre a liturgia de São Pio V, e a liturgia do Concílio (chamada freqüentemente, não sei por que, de liturgia de Paulo VI) é muito pequena. Na aparência,a diversidade [no ofertório das duas Missas] repousa numa sutileza. Mas essa missa dita de São Pio V, como se a vê em Ecône, se torna o símbolo da condenação do Concílio. Ora, jamais aceitaremos, em nenhuma circunstância, que se condene o Concílio por meio de um símbolo”.
    “Se fosse acolhida essa exceção, o Concílio inteiro arriscaria de vacilar. E conseqüentemente a autoridade apostólica do Concílio”.(Jean Guitton, Paulo VI Secreto, editora San Paolo, Milano, 4 a edição, 2.002, versão integral do francês aos cuidados de David M. Turoldo e Francesco M. Geremia, pp. 143-144-145 – Título original Paul VI Secret, Desclée de Brouwer, Paris).

  24. “Pe. Joãozinho, em busca de Ibope!” ????!!!!!

    Entao agora o site montfort.org é que ajuda o blog do Padre hospedado na CANCAONOVA.com?!!!! O número de visitantes da CN em um dia com certeza supera em muito os acessos de um ano da montfort.org.

    Basta analisar a tristeza deles por Pe Fabio nao ter alimentado a polemica:

    “…que se perceberam ele fugiu do debate e deixou a bomba na mão do Pe .João …”

    todos os artigos deles citam o Pe Fabio, como que clamando a presença dele no debate através de provocação!

    Esse povo não se manca mesmo! Provavelmente falariam que gracas a polêmica com a montfort o Pe Fabio foi o disco mais vendido de 2008 e o livro mais vendido em 2009!

    “…Ele descobriu a fonte de ouro do sucesso do blog dele, antes frequentado apenas por Cn’s, o ataque a Montfort tem lhe rendido Ibope, pois os inimigos da montfort vão lá elogiá-lo e os conhecedores da doutrina vão defender a Montfort ou combater contra os erros dos ditos sacerdotes!”

    “DITOS Sacerdotes, Padres Pop’s, Bispo Mordenista, apenas por Cn’s”

    Percebem eles não tem o minimo respeito por quem nao segue a cartilha do Fedeli!

    Ditos sacerdotes: não foram estes ordenados pela Santa Igreja? Facil é criticar um padre, difícil é ser padre, basta ver quantos escritores de Blogs aparecem todos os dias e quantos se doam para vida sacerdotal no mesmo período!

    Padres Pop’s: não são os dons dados pelo Espírito Santo?!

    Bispo Mordenista: só porque não comeu na mão da opinião do Fedeli?

    Apenas Cn´s: apenas por que? Tem noção do tamanho dessa família CN no mundo? “Apenas” seria para os Fedelianos!

    E no final o portal cancaonova.com deve agradecer tambem o site da montfort pelo tremendo sucesso!

    Chega ser hilário!

  25. Quando não sabemos nada sobre o assunto e queremos apenas jogar lenha na fogueira, o melhor é se calar, sou idiota em vários assuntos também, tem coisas que nem comento porque não sei e me calo, ouvi falar de muita coisa horrível que falaram do sr. Orlando Fedeli, mas como não tenho provas e não estou a par de tudo, eu nem falo nada, só me atenho aos seus argumentos em relação a polêmica do Pe. João.
    Eu nunca ataquei a pessoa do Pe. João de forma arbitrária, senão ele nem publicaria meu post, o Pe. João foi claro nesse ponto (pelo menos nesse ele foi rs..) e disse que não publicaria posts mal educados e birrentos. Eu sempre me manifestei em relação às suas idéias e aos seus posts, só chamei de idiotas aqueles que não entendem e querem ficar difamando os outros de forma desnecessária.
    Eu sou um admirador da linha tradicionalista, isso é visível, mas acho que algumas pessoas confundem as coisas e associam tradicionalismo com fascismo ou com uma tirânia religiosa e é por isso que eu digo que antes de querer atacar os tradicionalistas, é melhor conhecer toda a história por trás e não só destilar o veneno para cima de algumas pessoas como o Orlando Fedeli.
    Particularmente eu jamais me associaria a Montfort, tenho algumas opiniões a respeito do seu fundador que não vem ao caso e que eu posso estar totalmente errado, mas nesse atual momento eu tenho muita desconfiança em relação aos reais objetivos do sr. Fedeli e é estranho que ele tenha arranjado briga com tanta gente, inclusive os próprios tradicionalistas, mas eu não estou a fim de discutir isso, pode ser que eu esteja vendo as coisas de forma tendenciosa, mas tenho coisa mais importante para me preocupar do que julgar coisas que não estou tão a par.
    Portanto eu não quero alimentar ainda mais as fofocas contra a Montfort, basta procurar no Google e encontrarão um monte, o que eu quero dizer desde o momento em que posto aqui é que devemos nos ater ao que foi DITO E NÃO A QUEM DISSE.
    Eu estou fora de me meter em contendas desnecessárias, se alguém interpretou minha postagem como intolerância religiosa, o que posso fazer? Apenas lamentar a ignorância alheia que sob o pretexto da humildade e tolerância querem calar os tradicionalistas que apenas querem viver a fé católica do jeito que ela sempre foi, só isso, não querem matar ninguém, não querem passar por cima da lei, não querem coagir ninguém, só viver a fé católica de acordo com a Tradição, e eu as vezes acho que esse termo “tradicionalista” é inadequado, ele cria divisões desnecessárias, porque o tradicionalista de verdade é apenas um católico apostólico romano, nada mais e nada menos, quem criou as divisões na realidade foram aqueles que querem se desviar da Tradição e dar o nome de católico para isso.
    Por fim quero dizer que os chamados tradicionalistas vão muito, mas muuuuuito além da Associação Montfort que está longe de ser a “voz oficial dos tradicionalistas”, eu mesmo não tenho nada a ver com esses caras, já falei isso faz tempo, nem por isso deixo de reconhecer quando eles têm razão e qualquer pessoa com o mínimo de honestidade intelectual faz o mesmo. Para você ter uma idéia, o OLavo de Carvalho que chamou o sr. Orlando de líder de seita, reconhece quando a Montfort está correta, então ninguém precisa ser da mesma turminha para concordar com o outro lado, basta que o outro diga a verdade.

  26. Sergio Souza

    Queridos,

    Impressionante a idolatria que esse povo tem pelo estilo cismático desse Orlando Fedeli. Pelo seu estilo farisaico, odioso e rebelde de pregar a verdade, com estilo prepotente de quem se acham acima de todas verdades e todas as AUTORIDADES LEGÍTIMAS DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA.

    É impressionante a semelhança no estilo agressivo de professar essa ASSOCIAÇÃO MONFORT, com o estilo usado pelos TESTEMUNHAS DE JEOVÁ. O nível de agressividade e arrogância são muito parecidos. E impressionate!

    TENHO UMA PALAVRA DO SENHOR PARA VOCÊS DA MONFORT: Provérbios 6,16-17: “Seis coisas há que o Senhor odeia e uma sétima que lhe é uma abominação: olhos altivos…”. Cuidado MONFORTIANOS com a essa soberba e arrogância.

    Aliás, os seguidores da MONFORT continuam devendo as respostas aos questionamento do padre Joãzinho e de outros também. O Orlando Fedeli, que parece ter resposta para tudo, cala-se afogado no seu ódio e frustração de quem é rebelde e desobediente a Igreja, de quem é MARGINAL, porque vive em função de estar à margem da Igreja, pregando a cisma! De quem critica tanto o PROTESTANTISMO, o Sr Orlando Fedeli, é mais PROTESTANTE de todos, e pior: É PROTESTANTE se vestindo de católico!

    Associação Monfort, convertam-se!

    Sergio

  27. Pedro Pelogia

    Padre Joãozinho: há 4 anos que acompanho o site Montfort. Esta polêmica do professor Fedeli com o Bispo de Anápolis que o senhor “ressuscitou” já tem um certo tempo.

    Nosso debate veio desembocar um pouco longe da sua nascente, que foi a polêmica gerada pelas afirmações sobre a Eucaristia proferidas pelo sr. e pelo padre Fábio de Melo.

    O curso do debate começou a se desviar por aqui mesmo: lá no site da Associação Montfort o foco da conversa ainda se mantinha sobre as estranhas declarações do livro “Cartas entre amigos”.

    O sr. desengavetou (de uma gaveta que não lhe pertence, evidentemente) uma polêmica que já tem um certo tempo, creio que dois anos, numa atitude visível e até ridícula de “mudança de assunto”. Eu agradeço aos irmãos admiradores da Montfort que “complementaram” a vossa exposição sobre a Montfort aqui no vosso blogue, postando também a resposta do professor a dom João Wilk. E nós agradecemos também a divulgação da nossa querida Associação Cultural Montfort (uma associação LAICA de estudos sobre a Tradição católica) aqui neste blogue de muitíssimas visitas diárias, como disse o colega acima.

    Se a palavra de um prelado moderno que constrange a Tradição católica em sua diocese lhe serve de munição, o sr. poderia ter aproveitado outra mais quente: o caso recente do triste dom Vilson de Oliveira, “atormentado” pelos tradicionalistas da sua Diocese de Limeira, que já declarou um possível apoio ao “sacerdócio feminino”, mas que proibiu a Missa Tradicional na sua diocese por carência de padres “fluentes” no latim. Vale ressaltar que a Missa fora autorizada pelo motu proprio “Summorum Pontificum” de S.S. Bento XVI em julho de 2007.

    Mas já que o sr. tocou na ancestral polêmica de dom Wilk com a Montfort, quero lembrar também de uma frase informal deste Bispo que ficou famosa nos meios tradicionais. Segundo padre Franz Hoërl, dom Wilk ao sair de viagem para a Europa em 2005, nos dias do Conclave que elegeu Bento XVI, teria confidenciado: “SE RATZINGER FOR ELEITO, EU NÃO VOLTO”. E o padre Hoërl se lamenta por dom Wilk não ter cumprido o que disse…

    Eu tenho contato com um SACERDOTE da Diocese de Anápolis, saudoso da boa época de dom Manoel Pestana, bispo emérito. Quando lhe perguntei sobre a situação da “diocese-modelo”, me respondeu: “Anápolis foi diocese-modelo, hoje é uma diocese qualquer…”

    Ao colega Laerte acima, retribuo: NÓS, leitores da Montfort, é que agradecemos. O humilde e semi-desconhecido site do professor Fedeli (em comparação com a Canção Nova, claro) ficou famoso por ser mencionado nos poderosos meios de comunicação da Canção Nova. Respectivamente podemos dizer que a PORTA ESTREITA (Montfort) se confrontou com a PORTA LARGA (preciso escrever algo dentro deste parêntesis? Como “porta larga” identifico a rede de comunicações “católica” campeã de audiência e de acessos virtuais, isto é, LARGAMENTE conhecida, assistida, ouvida e acessada).

  28. Bom dia, padre João Carlos
    Após uma semana árdua de trabalho, tenho tempo para postar alguns comentários.Comecei de madrugada,estava insone.
    Agora, estou lendo os posts com mais calma.
    A carta acima só confirma o que venho escrevendo há tempos, o sr. Orlando não possui autorização para pronunciar-se em nome da igreja.
    Penso que não seja preciso que alguém o desqualifique uma vez que o seu proceder,a forma como desrespeita as autoridades eclesiais com sátiras e críticas depreciativas, o fato de “respeitar” apenas parte da doutrina católica que lhe convém já fazem isso.
    Alguém escreveu que a igreja não deve adaptar-se a seu tempo dizendo que um papa condenara tal atitude.Como sempre não me embasarei nos doutores ou nos papas,mas em fatos que não poderemos negar.
    Relembremos o discurso da igreja há uns vinte anos,totalmente distante da realidade do povo que sofria e ainda padece.
    E hoje? Como a igreja evangeliza? Trabalha apenas a espiritualidade? Lógico que não haja vista as instituições sociais que atende aos mais humildes.
    Poderiam dizer,a igreja sempre teve instituições sociais, mas não na proporção atual.Por exemplo, a droga é uma realidade e quantas instituições católicas atendem aos dependentes químicos?Isso é adaptar-se ao tempo.
    Entremos na acolhida. Não há como negar, esse foi um os fatores que afastaram muitos fiéis. Hoje melhorou bastante,está em crescimento.Outra adptação face ao crescimento de outras denominações religiosas.
    A explanação do evangelho,seria um erro negar que não houve uma mudança.Basta observar as Campanhas da Fraternidade,o social faz parte do processo religioso,não há como um cristão assistir as injustiças e desigualdades indiferentes,seria negar o evangelho.
    Não estou dizendo que a palavra de Deus foi adulterada,mas alcançou a totalidade como Ele mesmo pede nos evangelhos.
    Penso se essas pessoas realmente leem a bíblia…”os tradicionalistas não se cansaram de combater o bom combate…”
    Qual? Desobedecer a doutrina da igreja? Tentar difamar e denegrir os leigos e consagrados com críticas depreciativas e sátiras?
    Será que São Paulo se referia a isso? Óbvio que não.
    Gostaria de saber se essas pessoas fazem algum trabalho na igreja,se visitam famílias que não possuem religião e precisam de Deus. Se vão aos presídios tentar converter aqueles que praticaram o mal, se levam a palavra de Deus aos doentes, se combatem as banalizações que a sociedade faz das leis divinas,se estão participando para que a lei do aborto não seja aprovada, se levam a palavra de Deus aos pagãos,afinal Jesus diz ” Eu não vim pelos justos,mas pelos pecadores”, se combatem o mal no mundo seja em orações como também na prática, enfim se fazem o que São Paulo fez. Lógico que não.Portanto, não usem essa frase bíblica para as atitudes ruins que praticam.
    “Estão dando um banho de argumentos…” Faz-me rir.Frases fragmentadas de alguns doutores da igreja,a doutrina católica que vai ao encontro do que pensam e condenação de documentos aprovados da igreja? Isso é banho de argumento?
    Não, é visão distorcida da fé.
    Ainda dizem “O sr. Orlando será perdoado na Santa Confissão”,pimeiro reconhecem que ele está errado, segundo vale lembrar que o pecado contra o Espírito Santo não,atribuir ao mal obras oriundas do espírito,atitude comum desse senhor e vou adiantando não inventei essa frase, foi Jesus quem disse.
    Julgam-se grandes conhecedores, é muito fácil compilar artigos alheios, frases dos santos, dos papas,mas ter LIDO,ESTUDADO é outra coisa.Há muitos falsos eruditos entre vocês.
    Não se achem superiores aos visitantes desse blog,eu realmente ESTUDEI e ESTUDO muito,porém provar apenas em palavras superioridade intelectual é atitude imatura,como já disse passei dessa fase,o bom é a argumentação onde vocês se perdem completamente.Até hoje o senhor Pedro não me respondeu a respeito da passagem bíblica onde Jesus repreende os apóstolos que queriam proibir “aqueles que não nos seguem de pregar em teu nome…” E Jesus diz que “…tudo a nosso favor não é contra nós…”. Eu afirmei que fazia referência à outra religião.
    E ele se calou.Estou esperando a resposta.
    Preocupam-se em dizer que receber a eucaristia de joelhos é mais correto,mas esquecem-se de que antes de recebê-la devem estar em harmonia com o próximo e após a comunhão comprometer-se com os ensinamentos Daquele que recebemos.
    Finalizando,não entro no site Montfort,esse sr. não me diz absolutamente nada e não tem a menor credibilidade,não sigo HOMENS,sigo a Palavra e as orientações da igreja.
    Um abraço,padre

  29. Sr. Olegário sou realmente a favor da Tolerância Religiosa, alias sou muito amiga de adeptos do Candomblé, Pentecostais, Budistas , Ateus e até seguidores da Igreja Positivista, (nunca vi, não vejo e jamais verei problemas nenhum com eles cada na sua lei) como coloquei no meu post NÃO sou contra Missas e ritos tradicionalistas sou pela Caridade, mas honestamente sou muito mais, mas muito mais , também , pela Justiça e esta mais do que na hora da Justiça intervir contra os que se dizem senhores absolutos da verdade suprema como o Orlando Fideli e Cia, pois é sim, total e publica manifestação de Intolerância Religiosa e como já disse é CRIME, e todo CRIME tem que ser punido, um beijão e abraço para o senhor também porque parece que esta precisando…

  30. Sergio Souza

    Nossa Senhora… Quanta prepotência da MONFORT!

    Gostaria de saber de quem foi a procuração Divina que nomeou a MONFORT como Porta Estreita, para que o senhor Pedro Pelogia assim o proclamasse? Se autodenominando a porta estreita? Realmente esses seguidores de FEDELI, levam à extrema a distorcida caminha cristã da Associação MONFORT.

    Isso prova como OS MONFORTIANOS acusam todos de PROTESTANTISMO, mas comportam-se como tais. Da mesma forma que Edir Macedo se auto-outorgou o título de Bispo, assim acontece com os MONFORTIANOS, se auto-outorgam o título de PORTA ESTREITA. Assim como os Mórmons se outorgam os guardiões dos “mandamentos deixados pelo Senhor” a Joseph Smith, assim a MONFORT se outorgou como a guardiã da fé católica, acima de toda autoridade legítima eclesial.

    MONFORT= PROTESTANTISMO PURO!

    Convertam-se e creiam no evangelho de Jesus!

    Sergio

  31. Em referência ao comentário acima de:

    Pedro Pelogia
    agosto 28th, 2009 at 11:42

    Realmente Pedro tem Razão, já debatemos muito o assunto acima, mas as falsas acusações e as palavras agressivas do Sr. Fedeli, além de seus seguidores em nossa cidade, continuam atacando o nosso Bispo, que por sinal é um ótimo Bispo, a perseguição contra sua pessoa começou mesmo antes de seu nome ser escolhido, uma vez que qualquer Bispo que viesse para nossa cidade “MODELO DE TRADICIONALISMO” E não fosse tradicionalista, seria totalmente regeitado por esta minoria que faz muito mais barulho na internet do que realmente agindo pastoralmente nesta cidade, aqui em Anápolis os Católicos na sua grande maioria nem sabem o que quer dizer “Tridentino” apesar de terem tido o Bispo mais tradicionalista do Brasil.

    Pedro citou conhecimento de nossa cidade, conhecimento muito duvidoso é claro, por ter sido lhe passado pelos opositores do Bispo local e que por sinal já nem se encontram mais em nossa Diocese, diga-se de passagem que Posse D’Abadia se alegra muito pelo novo Pároco que lá está atuando no momento.

    Nós leigos, que moramos nesta diocese é que podemos realmente avaliar a pastoral de nosso Bispo, é verdade porém, que os leigos não tradicionalistas não ficam o dia todo na internet, divulgando a Montfort ou qualquer outro site, colocando comentários em todos os Blog’s que se fala em nome de Jesus, porque assim os neo-ultra-tradicionalistas foram instruídos a fazer com prioridade. Encontro sempre os mesmos nomes em varios lugares, sempre falando contra a RCC e a canção nova, de vez em quando envolvem a CNBB e os Bispos locais onde Fedeli marcou suas aulas.

    Só para se ter uma ideia, enviaram para nossa diocese, sob pretexto de estudar teologia, um jovem sedevacantista por nome Rodrigo Antonio Maria Silva, que tem seu nome vinculado ao de Fedeli. Este jovem copiou todos os e_mail’s de todos os padres e lideres de pastorais de nossa cidade do anuario da Diocese e passou a enviar e_mail’s difamando o Bispo para todos, além de espionar os documentos do Padre que o hospedou e enviar para a Montfort,vinculando-se também ao nome de outro “SEDEVACANTISTA FAMOSO”, EX ALUNO DE FEDELI, seu disfarce foi revelado, quando ele, por engano incluiu nossos e_mail’s juntamente com o de seus colaboradores. A carta acima entitulada, “outro padre perseguido na diocese”, segundo aquele que a escreveu, lhe foi roubada e enviada sem a sua permissão, o que não podemos assegurar com certeza se é a verdade OU NÃO, mas na época o tal jovem foi expulso de sua casa por este motivo.

    Por que motivo a Montfort e seus colaboradores “SEDEVACANTISTAS”, agiriam desta forma espionando e atacando um Bispo em sua própria diocese ?

    No caso da nossa diocese podemos até entender porque os tradicionalistas fazem isto, já que o Papa João Paulo II não escolheu um Bispo tradicionalista para substituir o anterior, o ódio contra o Papa se traduz em ódio contra o Bispo que foi escolhido, não importa o seu nome, porque o interesse deles é o prelado (famoso mundialmente)e não o Bispo em si mesmo, quando nosso Bispo era Bispo em outra diocese ninguém nunca o havia acusado do que acusam agora.

    Olha o que já ouvi destes senhores tradicionalistas:

    “A outrora resistente Anápolis…” resistente a que ????
    e agora
    “Anápolis agora é uma diocese como qualquer outra…”

    qualquer outra ??? ou seja obediente ao Papa ???

    Se nossa diocese é igual a qualquer outra, então porque tantos ataques ao nosso Bispo em particular se não para tirar seu prelado ?

    Veja a fofoca da época da eleição do Papa, na Montfort dizem que veio de Goiânia e agora já atribuiram ao Padre Frans, mas correu por aqui na cidade a boca miuda “extraoficilamente” “Fofoca mesmo”, que se RATZINGER fosse eleito, nosso Bispo corria o risco de pegar um cargo superior no Vaticano e poderia não voltar a Anápolis, porque evidentemente seria transferido e outro Bispo teria que assumir seu lugar.

    Isto alegrou os tradicionalistas, porque poderiam conseguir novamente a disputa de um lugar para seu Bispo tradicionalista e entristeceu os demais que já estavam gostando das atitudes do novo Bispo.

    Porém nada se concretizou, a fofoca, como fofoca, direita ou avessa não passava de fofoca e ele continua sendo o nosso Bispo para o descontentamento dos radicais tradicionalistas e a alegria dos demais.

    Somente o Papa pode mudar esta situação, transferindo o Bispo para uma Diocese maior como tranferiu o Dom Orani João Tempesta ex. Bispo de Belém para o Rio de Janeiro alegrando imensamente ao Sr. Orlando Fedeli que ganhou o espaço de Belém (agora talvez ele poderá entrar lá novamente), mas por outro lado perdeu o grande espaço do Rio de Janeiro onde costumava dar aulas rotineiramente.

    Acho que o Papa Bento XVI não gosta muito de Fedeli, já que envia Bispos contrários às suas posições para locais onde ele tinha grande aceitação.

    A intriga de Fedeli com Belém é bem mais interessante do que a intriga dele com Anápolis, na verdade existe intrigas de Fedeli com a metade dos Brasileiros, já que ele é basicamente Francés e não Brasileiro.

    Paz e bem

  32. Fedeli sobre a Canção Nova:

    Fedeli: “E você me fala do bem material feito pela chamada Canção Nova e da RCC.

    Que vale o bem material feito aos estômagos, se esses movimentos não dão a verdade ao povo?

    Padre Jonas Abib, em seus livrecos, envenena as almas com erros bem graves. E a RCC é fruto da arvore má do protestantismo mais fanático. Daí os seus delírios que você chama de “adrenalizados”.

    E como pode a árvore má dar bom fruto?”

    http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20040826135903&lang=bra

  33. Pedro Pelogia

    A nossa irmã Luciana diz: “Até hoje o senhor Pedro não me respondeu a respeito da passagem bíblica”.

    Ora, não respondi por uma única razão: a senhora NÃO me fizera esta pergunta. Eu a estou lendo agora. Pois vamos lá.

    A irmã decerto julga que Jesus quis promover o “ecumenismo” com a máxima “Quem não está contra mim, está a favor de mim”? Pois bem: vamos empregar no contexto ecumênico esta máxima de Jesus aos nossos amigos separados, os PROTESTANTES e ver que resultados obtemos.

    Nós católicos cremos por certeza absoluta e cabal que a Santa Missa é o Sacrifício Incruento de Jesus Cristo, e que o mesmo Cristo se encontra em Corpo, Sangue, Alma e Divindade nas espécies eucarísticas debaixo das aparências de pão e vinho, certo. E os protestantes? Acredita nisso? Ou contesta este dogma solene da Fé católica, que é o dogma dos dogmas?

    Nós católicos invocamos a mediação e a proteção da Santíssima Virgem Maria, que reconhecemos ser a Mãe de Deus, visto ser a Segunda Pessoa da Trindade o Verbo Encarnado no seio de Maria, e professamos a verdade histórica de que Maria permaneceu Virgem e foi elevada aos céus em corpo e alma? E o PROTESTANTE, acredita nisso, ou contesta duramente estas assertivas que fazem parte da nossa fé?

    Nós, católicos, vamos à Missa aos domingos e dias santos, confessamos os nossos pecados ao sacerdote a fim de nos tornarmos menos indignos o possível para recebermos o Corpo do Senhor. Além de professarmos a Fé herdada dos Apóstolos, consideramos útil e necessário praticar as obras de misericórdia para alcançarmos a salvação, pois o Justo Juiz julgará a cada um conforme suas OBRAS. E o PROTESTANTE, pensa assim ou discorda disso?

    Nós, católicos, acreditamos na infinita misericórdia de Deus, que nos dá a derradeira chance de nos arrependermos de nossos pecados expiando nossas culpas num lugar intermediário denominado “Purgatório”; nós e nossa Igreja rezamos diariamente pelas almas que se encontram neste lugar, e também rezamos por todos os defuntos que faleceram na fé. E o PROTESTANTE, aprova tais práticas, ou a combate e escarnece delas?…

    E iremos obter resultados parecidos se empregarmos a máxima de Jesus a qualquer outra religião que não seja a religião Católica e Apostólica, pois só há um Deus uno e trino, uma só religião verdadeira e uma só Igreja de Cristo.

    Então, Luciana, como é que pode um acatólico estar A MEU FAVOR? ou a SEU favor? Talvez isso seja possível fora do âmbito religioso, quando eu e um protestante estivermos jogando futebol no mesmo time; aí sim é possível que ele esteja a meu favor.

    Ou melhor, Jesus Cristo é Um Só ou tem um “sósia” para os momentos ecumênicos do clero moderno? O Cristo que a Igreja Católica adora naturalmente choca-se com o “cristo” dos protestantes. O “cristo” protestante não está sacramentalmente na Eucaristia; o “cristo” protestante julgará somente a fé, e não as obras (logo, não é o Cristo dos Evangelhos); o “cristo” protestante não possui sacerdócio na terra, mas apenas “ministérios” (e quantos!). A afirmação protestante de que Maria é mãe SÓ de Jesus, i.é, da natureza humana, é desdenhosa, ilógica e sobretudo blasfema, por insinuar que o Embrião que habitou o ventre de Maria por nove meses não era o Verbo Encarnado, automaticamente negando a eternidade da Santíssima Trindade. Maria é Mãe de Deus porque Jesus é Deus Uno e Trino.

    Então caríssima: será que o “cristo” que o pastor prega no púlpito de sua seita é o mesmo Cristo que o sacerdote eleva na Consagração? Quem está COM Cristo e quem está CONTRA o Cristo. Por favor, analise.

    “Alguém escreveu que a igreja não deve adaptar-se a seu tempo…” Sim! Alguém escreveu: este Alguém é Jesus Cristo, que disse a Pilatos que o “Meu Reino não é deste mundo”, portanto, não há necessidade da Igreja de Cristo se adaptar, e muito menos se “reconciliar” com o mundo, enquanto este ainda estiver sob a égide do seu “príncipe”, o demônio.

    Todos nós, se quisermos nos salvar, temos a obrigação de socorrer o próximo em suas necessidades, de visitar os enfermos e encarcerados, de vestir os nus e dar abrigo aos peregrinos. E também professar a verdadeira Fé. Mas vejo que a sra. possui uma visão totalmente DISTORCIDA do que vem ser a MISSÃO da Igreja neste mundo. A Igreja não é um centro de assistência social e nem uma ONG distribuidora de cestas básicas, mas é a “Ecclesia”, assembléia dos justos, que continua o Sacrifício perpétuo à Deus e aguarda o retorno do Cristo. A caridade é obrigação individual de cada um de nós, para que no dia do Juízo sejamos enfileirados do lado dos “cordeiros” e não dos “cabritos”; já a missão da Igreja é conduzir o rebanho.

    Ao longo da História, a própria Santa Igreja exerceu a caridade sem tocar a trombeta diante de si: criou orfanatos e asilos, fundou hospitais nos monastérios (assim como o sistema de saúde gratuito e a “Santa Casa de Misericórdia”), distribuiu comida aos famintos, incentivou a prática da esmola em favor dos pobres e fundou as Universidades. Mas SEMPRE a Igreja deu prioridade à MISSÃO ESPIRITUAL, que é pregar o Evangelho e batizar toda criatura. No segunda metade do século passado apareceu uma medonha heresia na América Latina chamada “teologia da libertação”, já ouviu falar dela? Mesclando discretamente doutrina marxista com “catolicismo”, os libertacionistas determinaram que a Igreja teria que se voltar para o “social” e o “político”, ou seja, para o mundano, em detrimento de sua missão divina e sua atenção para as coisas do Alto. A nossa inglória CNBB (a qual costumamos chamar de “CNB do B”) está envenenada por esta heresia. A CNB do B não está mais preocupada em salvar almas. Suas “campanhas da fraternidade”, cada ano, tomam o lugar das devoções da Quaresma com temas mundanos. Acaso Jesus entregou sua vida na Cruz para que passemos a Quaresma meditando sobre… a segurança dos presídios? As matas? A crise econômica?

    A sra. por fim arremata seu confuso discurso constrangendo a prática tradicional de receber a Santíssima Eucaristia de joelhos e na boca. Primeiro é preciso estar em “harmonia” com o próximo. Errado. É preciso PRIMEIRO estar em harmonia COM DEUS; em seguida, COM O PRÓXIMO; em terceiro, CONSIGO MESMO. Antes de se harmonizar com o próximo, harmonize-se com Deus. E depois comungar. Comungar dignamente, com a solene reverência de se receber um Rei e Deus mais o amor inflamado de receber o Corpo Daquele que deu sua Vida pela nossa salvação. Não se trata de um “camarada” que pegamos pela mão…

    (Re) Aprenda a adorar a Deus, e não ao homem, como quer a doutrina moderna, que destronou Deus e colocou o homem no centro da fé. Os padres modernos celebram a Missa de costas para Deus sacramentado, e de frente para o seu ídolo: o homem, o humano. Paz e Bem.

  34. Pedro Pelogia

    Sr. Sergio Souza

    Eu fiz uma analogia com a “porta estreita” porque um admirador da Canção Nova se vangloriou da fama e sucesso da mesma, e escarneceu do “anonimato” do site da Montfort, seguido por uma dúzia de tradicionalistas encarquilhados.

    Que absurdo. Qualquer brasileiro que assista TV e desfrute de sanidade mental sabe o que é vem a ser a Comunidade Canção Nova; a Associação Montfort é um grupo bem mais restrito.

    A Comunidade Canção Nova insinuou-se de modo bem mais grave, Sergio: segundo ela própria, ela possui os “dons do Espírito”, com esmero especial no dom de línguas, o dom de lágrimas e o dom do desespero! Lembre-se que Nosso Senhor disse: “A ofensa contra o Espírito não será perdoada”.

    Sugiro que visite o portal da Montfort e clique no link “Quem somos”, ali tirará suas dúvidas.

    PS: não sou associado da Montfort e não conheço o professor Orlando Fedeli pessoalmente.

  35. Pedro Pelogia

    “Presente Pra Você”

    O meu contato sacerdotal em Anápolis não é duvidoso. Não cito o nome dele aqui porque não vejo porque envolvê-lo nisto, mas o padre exerce seu ministério em Anápolis.

    Duvidoso é VOCÊ e sua jocosa assinatura: “presentepravocê”… Eu estou aqui assinando meu NOME DE BATISMO. Nada envio de anônimo a ninguém.

    Quanta hipocrisia de vossa parte querer desvendar “segredinhos” de ex-alunos sedevacantistas. Você assina suas cartas por trás desse apelido ridículo e indecifrável, e quer entregar os pecados e erros DOS OUTROS? Você quer tirar o cisco dos olhos de seu próximo, mas tem uma trave na frente dos seus. Só uma trave não, mas creio que o Estádio Serra Dourada inteiro!

    Sobre a história da fofoca do conclave, a piada ficou completa com esta genial tirada de que dom Wilk estaria cotado para um cargo no Vaticano! Quero repetir aqui o que eu postei há tempos no seu injurioso blogue luterofedeli.wordpress.com.

    Lá eu havia dito que o Santo Padre deve estar muito satisfeito com o Bispo Wilk!
    O Santo Padre permitiu a Missa de Sempre a todo sacerdote de rito latino, sem permissão de Ordinário. Dom Wilk racionou a Missa tridentina em Anápolis.
    O Santo Padre obrigou a comunhão na boca de joelhos nas missas celebradas por ele. Dom Wilk mandou arrancar as últimas mesas de comunhão das igrejas de Anápolis, e proibiu a comunhão de joelhos proferindo a idiotice de que a Comunhão é o momento de comer, não de adorar !!!
    O Santo Padre condenou o “espírito do Concílio”, o qual os bispos mais progressistas invocavam para legitimar suas barbaridades, como se o mesmo Concílio não tivesse sido concluído em 1965. Dom Wilson (bem como a CNBB e o CELAM) invocam o mesmo “espírito” exorcizado pelo Papa para legitimar a inculturação litúrgica, o sincretismo religioso e o libertacionismo aliado do chavismo latino-americano.
    E concluí: que sintonia de opiniões entre o Santo Padre e o Bispo de Anápolis!
    Agora vou dormir. Boa noite.

    Assinado: PEDRO HENRIQUE MAITAN PELOGIA (nome de Batismo). “Nick” como o sr. “presentepravocê” usa para atacar virtualmente os outros é coisa de bate-papo da UOL…

  36. Salve Maria

    Caro Pedro

    Sinto muito que você já tenha se esquecido de nossos debates anteriores, repito aqui apenas que quando temos um Blog na net o nome “nick name” entra automáticamente com um Link que pode ser checado por qualquer pessoa.

    Percebi acima sua resposta para Luciana, muito Boa mesmo, mostra que sabe a doutrina Católica 100%, mas finaliza sua resposta desmerecendo aqueles que são os responsáveis por todo o ensinamento que você aprendeu e ainda mais acusa a todos eles de comunistas sendo que não conhece nem 1% destes homens pessoalmente e muito menos sua vida Pastoral.

    É muito fácil fazer acusações a Bispos usando o nome do Papa, dizendo que todos eles o desobedecem, lamentavelmente, apesar de uma trave enorme em meus olhos ainda consigo ver que tu és totalmente cego e continua achando que vês maravilhosamente bem.

    Suas ofensas não me atingem, não me preocupo com provocações, também sei provocar, principalmente quando ouço fofocas sendo usadas como fundo de verdade.

    Veja só, você que não conhece nossa cidade e nunca assistiu uma missa com nosso Bispo, afirmou categoricamente (baseando-se em fofocas de amotinados divulgados na Montfort)que ele proibiu a comunhão de joelhos, eu como, um morador desta cidade já vi e presenciei muitas vezes o próprio Bispo servindo comunhão a pessoas que se ajoelham em sua frente e ele nunca mundou que se levantassem, (isto eu até fotografei para lhe enviar caso queira ver com seus próprios olhos).

    Em relação à restrição da Santa missa Tridentina em nossa cidade, creio que é totalmente inverdade sua afirmação, porque Padre João Batista celebra missa Tridentina todos os dias da semana nesta cidade sem dizer outras Missas em outros locais, além das missas celebradas dentro do convênto “Santa Cruz” e da “IFFPX”, creio que em nenhuma parte deste Brasil se celebre tantas missas Tridentinas quanto se celebra em Anápolis e mesmo assim o nosso Bispo continua sendo acusado de ter proibido missas tridentinas em Anápolis, vejo que seja por este motivo que muitos Bispos brasileiros não querem Tridentinos em suas paróquias, porque não fazem nada além de criar confusão litúrgica e confundirem aqueles que assistem a “Santa Missa Nova” no Rito ordinário.

    […] O Santo Padre obrigou a comunhão na boca de joelhos nas missas celebradas por ele[…]

    OBRIGOU ? A quem ele obrigou ?
    Onde está escrito esta ordem ?
    Se ele é o celebrante, obrigou a si mesmo então ?
    Isto não seria uma escolha pessoal ? Não seria apenas um exemplo? Como, faça o que eu faço e não o que eu digo ?

    Nesta mesma missa que Bento XVI distribui comunhão na boca para 30 pessoas escolhidas a dedo e fotografadas uma a uma em tres ângulos diferentes, (que para mim não passou de um espetáculo), porque ao mesmo tempo se vê ao fundo 10.000 pessoas recebendo cumunhão de pé e no intervalo de menos de dois segundos cada uma. Que exemplo é este ? Exemplo de discriminação? Porque eu também gostaria de ser fotografado de joelhos recebendo comunhão na boca diretamente das mãos do Papa.

    Fico imaginando o que Jesus esteja pensando a respeito desta atitude do Papa, permitir-se ser fotografado em espetáculo público servindo de exemplo para não sei qual objetivo!

    Em uma mesma imagem se vê alguém de joelhos e outro de pé recebendo o mesmo Corpo de Cristo, isto serve apenas para mostrar que ambas as maneiras de Comungar estão corretas, são aceitas e incentivadas por Bento XVI.

    Mas você faz questão de salientar apenas as trinta pessoas que receberam a comunhão das mão do Papa e se esquece das 10.000 que receberam dos outros Padres e Ministros presentes no meio do Povão discriminado, assim como eu.

    Por acaso não era o mesmo Corpo de Cristo ?
    Ou aquele que foi dado pelo Papa era mais Cristo do que aquele que os outros receberam ?
    Não foram ambos consagrados pelo mesmo Sacerdote ?

    Logo meu amigo, não ponha ordens aonde elas não existam !

    O Bispo tem toda liberdade em definir como conduzir melhor o seu rebanho, afinal este rebanho é de sua responsabilidade e a vida de cada ovelha que se perder por descuido ou desleixo, Deus cobrará este sangue derramado deste Pastor e não de você, logo não fará a menor diferença esta sua preocupação exagerada.

    Eu usaria a sua própria pergunta, mas gostaria de uma resposta cinsera:
    […] Que sintonia de opiniões existem entre o Santo Padre e a Montfort ?. […]

    Acaso a Montfort e o ultra-tradicionalismo recebeu missão Papal para corrigir os erros do Clero Brasileiro ?

    Acaso a Montfort tem formação teológica para isso ?
    Porque o IBP rompeu com a Montfort ?
    Acaso quem não aceita todos os documentos da Igreja, incluíndo é claro o Concílio Vaticano II pode ser considerado Católico ?
    Acaso quem segue os ensinamentos de um bispo que foi excomungado da Igreja Católica por insubmissão pode exigir submissão dos demais a si mesmo e não ao Papa ?
    Quer que eu lhe envie os e_mail’s que tradicionalistas me enviam insitando à desobediência frontal ao Magistério oficial da Igreja ?

    Pode ser que existe uma trave em meus olhos, mas acho que não é somente nos meus, mas neste caso, se o problema era a falta de meu nome que você já conhecia das nossas conversas nos comentários daquele Blog que não é meu, vou colocá-lo logo abaixo.

    Meu nome é Sizenando Oliveira.
    Moro em Anápolis, participo da RCC e sou apenas um Leigo na Igreja, tenho um Blog (presentepravoce) que é o Nick name que aparece quando se entra blogado nos comentários, meu objetivo maior é mostrar que Deus nos deu um grande Presente, O SEU ESPÍRITO SANTO, E que somente através da presença deste Espírito em Nós podemos vencer o mal deste mundo nos aproximando cada vez mais do grande amor de Deus e sua Salvação.

    Paz e bem a todos.

  37. Pingback: Bispo alerta « Orlando Fedeli, o Lutero do Brasil

  38. Bom dia, padre João Carlos
    Inicialmente, demorou para responder,hein? Foi consultar “alguém”?
    Eu afirmei e continuo afirmando que essa passagem bíblica refere-se a outra religião.Não foram palavras minhas, caríssimo, são palavras de JESUS. Vai contrariá-lo também?LEMBRE-SE DE QUE ESTA PASSAGEM É BÍBLICA, QUEM FALOU FOI O NOSSO SENHOR.
    Os seus argumentos baseiam-se na forma como professamos a nossa fé e não questiono os dogmas da igreja.Professamos a fé de forma diferente dos evangélicos.Entretanto,a passagem bíblica é clara,foi Deus,meu filho,não há como negar.Virou apelação.
    A sua longa e cansativa explanação não respondeu a minha pergunta que continua sem resposta. Um conselho leia a passagem:
    João disse-lhe: “Mestre, vimos alguém,que não nos SEGUE,expulsar demônios em teu nome e lho proibimos(não faz parte dos grupos dos dicípulos).
    Jesus,porém,disse-lhe:
    “NÃO LHO PROIBAIS, PORQUE NÃO HÁ NINGUÉM QUE FAÇA UM PRODÍGIO EM MEU NOME E EM SEGUIDA POSSA FALAR MAL DE MIM. POIS QUEM NÃO É CONTRA NÓS,É A NOSSO FAVOR.E QUEM VOS DER DE BEBER UM COPO DE ÁGUA PORQUE SOIS DE CRISTO,DIGO-VOS EM VERDADE: NÃO PERDERÁ A SUA RECOMPENSA.” Marcos,9,38-42.
    Vai negar a palavra de Jesus? Quer tomar o seu lugar?
    O ÚNICO que poderá julgar quem merecerá a glória é JESUS.
    Leia também a passagem de João,17, 20-26.
    O que os protestantes pensam a meu respeito,sobre Maria, não me abala nem me interessa,se blasfemam ou não, quem julgará será Deus, não tenho a pretensão de tomar o seu lugar, já escrevi diversas vezes,antes de preocupar-me com o “lixo” alheio, tenho que “limpar” o meu território,pois se assim não o fizer, o outro SOBE e eu FICO.A visão que tenho da missão da igreja no mundo está embasada na bíblia e não na opinião de HOMENS,como é o seu caso.
    Falou tanto que os protestantes desrespeitam a nossa doutrina e olha o que escreveu,leia a sua soberba,caríssimo, “A CN do B não está mais preocupada em salvar almas”.A mesma atitude que disseste ser comuns aos evangélicos.O senhor revela desrespeito absoluto pela igreja que afirma amar,não acredita no ato de consagração a Deus dos bispos,desrespeita as autoridades eclesiais como se fosse o dono da verdade!!! Absurdo!!!
    Meu caro, não precisa tentar ensinar-me sobre Trindade, aliás, poderia dar algumas aulas para você se tiver alguma dúvida,porém não sou DONA de Jesus, não posso nem sou merecedora de proclamar em teu nome quem será salvo ou não.
    Quanta incoerência, o que pensa ser adaptar-se ao mundo? Negar os dogmas, aceitar os valores que distorcem a verdade do evangelho?
    É claro que não. Nós não somos do mundo porque como cristãos teóricos e praticantes,seguidores da Palavra em espírito e verdade,temos como herança, a verdadeira morada, a celestial,estamos “de passagem” por aqui,não de forma alienada, mas compromissados com os ensinamentos de Deus que envolve o espiritual e o social;diferentemente daqueles que praticam o mal,são egoístas,praticam contendas,odeiam,são do mundo,não verão a Glória.
    Jesus,tende piedade,ele não sabe o que diz. Quem criou o Universo,os homens,ou seja, o mundo? Deus!Somos responsáveis por tudo o que ELE criou.Sabe por acaso quando será o dia do juízo? Então, não evangelizarei os pagãos, os que estão no caminho do mal, não cuidarei do ambiente porque o mundo vai acabar. E o futuro de seus filhos,netos,bisnetos?
    Meu filho, fiz o catecismo,existe o mandamento da igreja “Não receber o seu corpo em vão”. Posso estar em harmonia com Deus se participo efetivamente da missa, afinal para que o ato de misericórdia é proclamado? E com o meu irmão se estou em contendas com ele na hora da santa missa?
    E quem chama Cristo de “camarada” é você,aliás não respeita nem o que ELE disse aos apóstolos.
    Quem pratica o Humanismo são vocês,colocam a Palavra de Deus abaixo da palavra do sr. Orlando.
    Veja que em nenhum momento utilizei outros argumentos que não tenham sido proferidos pelo próprio Cristo. Pergunto-te, quem és o verdadeiro adorador, eu ou você?
    Um bom domingo,padre.

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  43. Isso infelizmente é de entristecer, já que o que vemos são membros da própria Igreja brigando entre si.
    Cresci nesta diocese, conheço todos os nomes aí citados. alguns inclusive muito bem, e o que posso dizer é que isso só enfraquece a Igreja em Anápolis, que cada vez mais, se enche de “igrejas” protestantes. Só conhecendo Anápolis para se ter uma idéia.
    Conhecendo pessoalmente pessoas ligadas a vários fatos ocorridos aqui, no meu ponto de vista há verdades e exageros por todos os lados.

    Que Maria Santíssima proteja a nossa diocese e o nosso clero!

  44. Jane Auler

    Sr. Bispos e Sacerdotes,

    Por misericórdia, pastoreie seus rebalhos, em obdiência ao Santo Padre o Papa. Enquanto há contendas dentro da própria igreja, muitas das ovelhas a cada um de vós confiada está a mercê dos inimigos infernais. É o fim do fim, meu Deus.

    Leiam o livro “Confissões do Inferno” para relembrar a importância da missa Tridentina e da Santa Comunhão recebida na boca.

    Meu Deus, minha Mãezinha tome conta de nossa santa amada igreja, por Cristo Jesus. Amém!

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