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7 Comentários

  1. Joel Xavier

    COM A PALAVRA, ORLANDO FEDELI:

    http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20090828113357&lang=bra

    “…Muito obrigado por seu apoio e por sua crítica ao que faz e, principalmente, ao que diz e ensina Padre Joãozinho, abusando da missio canonica que realmente ele recebeu e tem. Missio canonica que eu, como leigo, não recebi e não possuo. E por não possui-la, eu não posso ensinar oficialmente em nome da Igreja.

    Mas, como leigo batizado na Igreja Católica Apostólica Romana, dela faço parte e tenho o dever de ensinar a verdade que a Igreja sempre ensinou e da qual devo dar testemunho, inclusive com a vida, caso seja necessário.

    Os leigos sempre precisaram testemunhar a verdade católica até com o derramamento de seu sangue, quanto mais com o “derramamento” da palavra.

    E mais vale ensinar a verdade, mesmo que sem missio canonica do que trair a verdade e ensinar heresias com missio canonica.

    Como você bem lembra, os pais são obrigados a ensinar a verdade católica a seus filhos, e os tios e padrinhos também são obrigados a ensinar a verdade católica a seus sobrinhos e afilhados.

    Assim também, os professores têm o dever de estado de ensinar a verdade católica a seus alunos e a dar aulas de religião.

    Isso sempre foi ensinado pela Igreja. Você bem lembra ainda que o sacramento do Crisma nos faz soldados da Igreja, soldados de Cristo, com o dever de defender a fé com o seu saber e com os argumentos que possuam. Sempre, na história da Igreja, os leigos ensinaram a quem podiam, ainda que não tendo a missio canônica oficial, própria do clero.

    O menino Giovanni Bosco — portanto, ainda um leigo -, Giovannino Bosco ensinava catecismo e procurava afastar da porta das igrejas os que perturbavam de qualquer modo a Missa. E ele não havia recebido missio canônica para fazer isso. Entretanto, ele se tornou São João Bosco.

    Na história há Joões e Joões.

    Há Joãozinhos e Joãozinhos…

    E quantos leigos defenderam a Fé!

    Quantos Papas convocaram os leigos a difundir a Fé e a defendê-la contra os hereges. Mesmo contra padres e contra Bispos hereges.

    Padre Joãozinho quer reduzir os leigos a “cães mudos”.

    A mim, ele quer me fazer ou omisso, ou cúmplice do silêncio dos que têm a missio canônica de ensinar a verdade e se calam. Quer me fazer cúmplice, por omissão, dos que abusam dessa missão canônica, ensinando mentiras e heresias sobre a presença real de Cristo na Eucaristia, ou negando que só na Igreja Católica se alcança a salvação.

    Ou cúmplice daquele — o próprio Dr. Padre Joãozinho – que afirma que aceita o dogma de que “Fora da Igreja não há salvação”; que “subscreve esse dogma em gênero , número e grau” e, frases depois, nega serpentinamente esse mesmo dogma, nos meandros maliciosos e torcicolosos do seu contexto.

    Padre Joãozinho defende o Vaticano II.

    Eu me recuso a aceitar esse Concílio como infalivel, e repilo tudo o que o Vaticano II “pastoralmente” ensinou contra o ensinamento de sempre da Igreja Católica.

    Mas até o Vaticano II pode dizer alguma verdade. Pois se o ditado italiano admite que, “por vezes até o demônio pode dizer “Ái, Jesus!”” [Delle volte anche il demonio può dire Gesù”] também pode acontecer que até o Vaticano II tenha dito uma verdade.

    Por exemplo, veja como o Vaticano II disse a verdade sobre o direito e o dever dos leigos de ensinar e defender a doutrina católica:

    “A todos os leigos, portanto, incumbe o preclaro ônus de trabalhar para que o plano divino da salvação atinja sempre mais a todos os homens de todos os tempos e de todos os lugares da terra. Conseqüentemente, sejam-lhes dadas amplas oportunidades para que também eles participem ativamente na obra salvífica da Igreja, de acordo com suas forças e as necessidades dos tempos” (Vaticano II, Lumen Gentium, nº 83).

    Será que Padre Joãozinho recusa essa tese do Vaticano II que ele diz defender?

    Ou será que Padre Joãozinho quer que o leigo tenha o dever de ser cúmplice das mentiras que ele ensina através de sua “Missio canônica”?

    O que nos manda a lei de Deus, a moral católica e o catecismo é dizer, ensinar, como nos for possível, a verdade que os Papas sempre ensinaram, no âmbito em que vivemos e atuamos.

    Padre Joãozinho quer que sejamos cúmplices mudos de suas heresias.

    Padre Joãozinho quer que sejamos ou covardes ou mentirosos.

    Como leigo, cumprirei o meu dever de combater as heresias dele e desse outro padre escandalosamente embonecado com maquiagens e que disse heresias contra a presença real de Jesus Cristo na hóstia consagrada.

    E termino citando duas jaculatórias. A primeira é da ladaínha de todos os santos (muitos deles leigos):

    “Ut inimicos Sanctae Ecclesiae humiliari digneris,
    Te rogamus, audi nos”

    [Para que vos digneis humilhar os inimigos da Santa Igreja, nós Te rogamos, ó Senhor]

    E outra jaculatória invocando o auxílio de Nossa Senhora no combate a seus inimigos, os hereges, que, muitas vezes, na história, foram Padres e até memso Bispos:

    “Dignare me pugnare pro Te, Virgo sacrata.
    Et da mihi virtutem contra hostes tuos”

    [Torna-me digno de lutar por Ti, Virgem sagrada,
    E dá- me virtude contra teus inimigos].

    Virtude e sabedoria para combater os hereges é o que peço a Deus, por meio de Nossa Senhora, ainda que não tenha missio canonica.

    Um abraço amigo, meu caro Gustavo.

    Vamos ao combate, isto é, ao “duelo” doutrinário a que padre Joãozinho me desafiou.

    In Corde Jesu, semper,
    Orlando Fedeli”

  2. PERGUNTA
    Nome: Gustavo de Oliveira Martins
    Enviada em: 28/08/2009
    Local: Maceió – AL, Brasil
    Religião: Católica
    Escolaridade: Pós-graduação concluída
    Professor Orlando e demais amigos da Montfort, Salve Maria!

    Desde 2007 que sou um leitor assíduo deste valioso site (que não sei se tem Nihil Obstat e Imprimatur), bem como de outros que procuram tão somente ensinar a Doutrina Católica aos fiéis tão perdidos hoje em dia. Infelizmente, tenho acompanhado a aula de catolicismo que o senhor tem dado no Pe. Joãozinho. Por que infelizmente? Porque padres como o Joãozinho, Zezinho (daqui a pouco surgirão os padres huguinho e luizinho), Fábio de Mello, Marcelo Rossi e tantos outros são o retrato, hoje, do pouco caso que a CNBB faz da Igreja…padres que precisam ser corrigidos por leigos. Não que a correção seja uma vergonha, mas ser corrigido por terem falhado tão gravemente em sua principal função e não admitir o erro, pelo contrário, persistindo nele é muito preocupante. Quantas almas não estão se perdendo, meu Deus? Mas do mesmo modo que Deus permite a escuridão, não deixa que faltem velas, como o senhor e tantos outros. Velas que me lembram um resumo da história de Joana D”arc que o senhor nos contou quando aqui esteve, este ano. Um dia nossa cera se acabará mas que Deus nos conceda a Graça de fazer com que nossa chama acenda outras. Bom, professor, li o “grande” desafio que o Pe. Joãozinho lancçou ao senhor e confesso que ri bastante, pois ele parecia meu sobrinho fazendo birra quando não permito que ele faça algo errado. Pe. Joãozinho faz o “grande” desafio perguntando se o site do senhor possui “Nihil Obstat” e “Imprimatur” e se o senhor possui “Missio Canonica”…Pe. Joãozinho se apega muito em títulos…Pe. Joãozinho, dizem, possui 4 doutorados, Pe. Joãozinho deve possuir “Nihil Obstat” e “Imprimatur” (os seus sites) e deve ter recebido “Missio Canonica”. Ah! Quanta alegria! Que homem importante! Como é importante para a Igreja que seus sacerdotes possuam tantos títulos! Uma pena, professor, é que Pe. Joãozinho faz vale seus tantos doutorados e afins e não faz valero título que realmente importa, que é o de Católico Apostólico Romano, coisa que o senhor faz muito e muito bem. Talvez o referido padre não se lembre que não é preciso possuir doutorado para se ensinar Verdadeira Fé. Claro, é preciso estudar, ler, mas não é preciso possuir nenhum título. Fico pensando nos Santos Apóstolos, sem doutorados, tão ignorantes…coitadinhos…como sabiam tanto? Pe. Joãozinho, com seu “grande” desafio, diz que quem não tem “Nihil Obstat”, “Imprimatur” e “Missio Canonica” não pode ensinar Doutrina Católica. Talvez, pela minha pouca leitura, ou por não ter entendido todo o contexto, entendi diferente quando Jesus disse: “Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda a criatura. O que crer e for batizado, será salvo; o que, porém, não crer, será condenado” (S. Marcos 16, 14-20) ou São Paulo: “Ai de mim se não evangelizar”… (Coríntios I -9, 16). Sinceramente, achei que isso fosse dever de todo Católico e não apenas daqueles que possuem os títulos que Pe. Joãozinho se gaba de ter. Quando somos crismados, nos tornamos soldados de Cristo, para lutar por Ele e pela Sua Igreja, ou não? Ai de mim, pobre desobediente, por tentar ensinar a sã Doutrina aos meus sem possuir “Missio Canonica”. Será que para pregar o que a Igreja sempre ensinou só é permitido a quem possui tais “virtudes”? Pe. Joãozinho é mais um dos “canção novetes” que se esquecem de ser Católicos. Pe. Joãozinho está em comunhão com a canção nova mas não está com a Igreja. O que será dele e de tantos outros quando houver a reforma da reforma? Farão igual a meu sobrinho, por vezes birrento: “não quero, não quero e não quero!” Continuarão em comunhão com a canção nova ou com a Igreja? Finalizando, professor, pois já tomei por demais o seu precioso tempo, pergunto: será que Pe. Joãozinho já leu sobre os fariseus? Eles deviam, se não possuíam títulos, mas possuíam uma posição privilegiada perante a sociedade na época. De que adiantam tantos títulos, se não se pode valer de ser Católico? Pe. Joãozinho me faz lembrar Saul, que lia mas não compreendia!

    Que Deus o continue abençoando, professor!

    RESPOSTA

    Muito prezado Gustavo, salve Maria.

    Muito obrigado por seu apoio e por sua crítica ao que faz e, principalmente, ao que diz e ensina Padre Joãozinho, abusando da missio canonica que realmente ele recebeu e tem. Missio canonica que eu, como leigo, não recebi e não possuo. E por não possui-la, eu não posso ensinar oficialmente em nome da Igreja.

    Mas, como leigo batizado na Igreja Católica Apostólica Romana, dela faço parte e tenho o dever de ensinar a verdade que a Igreja sempre ensinou e da qual devo dar testemunho, inclusive com a vida, caso seja necessário.

    Os leigos sempre precisaram testemunhar a verdade católica até com o derramamento de seu sangue, quanto mais com o “derramamento” da palavra.

    E mais vale ensinar a verdade, mesmo que sem missio canonica do que trair a verdade e ensinar heresias com missio canonica.

    Como você bem lembra, os pais são obrigados a ensinar a verdade católica a seus filhos, e os tios e padrinhos também são obrigados a ensinar a verdade católica a seus sobrinhos e afilhados.

    Assim também, os professores têm o dever de estado de ensinar a verdade católica a seus alunos e a dar aulas de religião.

    Isso sempre foi ensinado pela Igreja. Você bem lembra ainda que o sacramento do Crisma nos faz soldados da Igreja, soldados de Cristo, com o dever de defender a fé com o seu saber e com os argumentos que possuam. Sempre, na história da Igreja, os leigos ensinaram a quem podiam, ainda que não tendo a missio canônica oficial, própria do clero.

    O menino Giovanni Bosco — portanto, ainda um leigo -, Giovannino Bosco ensinava catecismo e procurava afastar da porta das igrejas os que perturbavam de qualquer modo a Missa. E ele não havia recebido missio canônica para fazer isso. Entretanto, ele se tornou São João Bosco.

    Na história há Joões e Joões.

    Há Joãozinhos e Joãozinhos…

    E quantos leigos defenderam a Fé!

    Quantos Papas convocaram os leigos a difundir a Fé e a defendê-la contra os hereges. Mesmo contra padres e contra Bispos hereges.

    Padre Joãozinho quer reduzir os leigos a “cães mudos”.

    A mim, ele quer me fazer ou omisso, ou cúmplice do silêncio dos que têm a missio canônica de ensinar a verdade e se calam. Quer me fazer cúmplice, por omissão, dos que abusam dessa missão canônica, ensinando mentiras e heresias sobre a presença real de Cristo na Eucaristia, ou negando que só na Igreja Católica se alcança a salvação.

    Ou cúmplice daquele — o próprio Dr. Padre Joãozinho – que afirma que aceita o dogma de que “Fora da Igreja não há salvação”; que “subscreve esse dogma em gênero , número e grau” e, frases depois, nega serpentinamente esse mesmo dogma, nos meandros maliciosos e torcicolosos do seu contexto.

    Padre Joãozinho defende o Vaticano II.

    Eu me recuso a aceitar esse Concílio como infalivel, e repilo tudo o que o Vaticano II “pastoralmente” ensinou contra o ensinamento de sempre da Igreja Católica.

    Mas até o Vaticano II pode dizer alguma verdade. Pois se o ditado italiano admite que, “por vezes até o demônio pode dizer “Ái, Jesus!”” [Delle volte anche il demonio può dire Gesù”] também pode acontecer que até o Vaticano II tenha dito uma verdade.

    Por exemplo, veja como o Vaticano II disse a verdade sobre o direito e o dever dos leigos de ensinar e defender a doutrina católica:

    “A todos os leigos, portanto, incumbe o preclaro ônus de trabalhar para que o plano divino da salvação atinja sempre mais a todos os homens de todos os tempos e de todos os lugares da terra. Conseqüentemente, sejam-lhes dadas amplas oportunidades para que também eles participem ativamente na obra salvífica da Igreja, de acordo com suas forças e as necessidades dos tempos” (Vaticano II, Lumen Gentium, nº 83).

    Será que Padre Joãozinho recusa essa tese do Vaticano II que ele diz defender?

    Ou será que Padre Joãozinho quer que o leigo tenha o dever de ser cúmplice das mentiras que ele ensina através de sua “Missio canônica”?

    O que nos manda a lei de Deus, a moral católica e o catecismo é dizer, ensinar, como nos for possível, a verdade que os Papas sempre ensinaram, no âmbito em que vivemos e atuamos.

    Padre Joãozinho quer que sejamos cúmplices mudos de suas heresias.

    Padre Joãozinho quer que sejamos ou covardes ou mentirosos.

    Como leigo, cumprirei o meu dever de combater as heresias dele e desse outro padre escandalosamente embonecado com maquiagens e que disse heresias contra a presença real de Jesus Cristo na hóstia consagrada.

    E termino citando duas jaculatórias. A primeira é da ladaínha de todos os santos (muitos deles leigos):

    “Ut inimicos Sanctae Ecclesiae humiliari digneris,
    Te rogamus, audi nos”

    [Para que vos digneis humilhar os inimigos da Santa Igreja, nós Te rogamos, ó Senhor]

    E outra jaculatória invocando o auxílio de Nossa Senhora no combate a seus inimigos, os hereges, que, muitas vezes, na história, foram Padres e até memso Bispos:

    “Dignare me pugnare pro Te, Virgo sacrata.
    Et da mihi virtutem contra hostes tuos”

    [Torna-me digno de lutar por Ti, Virgem sagrada,
    E dá- me virtude contra teus inimigos].

    Virtude e sabedoria para combater os hereges é o que peço a Deus, por meio de Nossa Senhora, ainda que não tenha missio canonica.

    Um abraço amigo, meu caro Gustavo.

    Vamos ao combate, isto é, ao “duelo” doutrinário a que padre Joãozinho me desafiou.

    In Corde Jesu, semper,
    Orlando Fedeli

  3. Parabéns! É isto que gostamos de ver aqui no blog, ensinamentos com conteúdo.
    Um abraço fraterno

  4. Mas que aberração é essa em padre João Carlos Almeida?

    “Onde está o espírito do senhor ai está a liberdade”
    “Onde está o espírito ai esta o senhor”

    Mas que espírito? Espírito de liberdade? Espírito do senhor? Que espírito é esse?

    Essa forma brumosa de se explicar só engana aos incautos caro padre João Carlos.

    O que esse padre quer dizer com tudo isso?

    Segue-se a acusação de que a Igreja perdeu os carismas e o Espírito Santo dos primeiros tempos e que nem mesmo o Vaticano II conseguiu trazer de volta esse espirito.

    Vejam:

    O “…movimento carismático do inicio da Igreja ele se arrefeceu um dado momento a Igreja não mais de certa maneira vivia essa força da presença do espírito ou porque numa comparação do próprio são paulo ele dizia o seguinte:”no começo precisa mais de animação porque a gente é criança mas depois que você é maduro você não precisa mais de comida de criança, já precisa mais de uma pedagogo” então de certa maneira a igreja achava que essa força inicial do espírito já não era tão necessária, porque a instituição do ministério episcopal supria, porque o livro da escritura supria e porque ela ficou um pouco traumatizada diante do surto carismático montanista do final do segundo século. Quera um grupo de ascetas pessoas que queriam ser profetas, contestatarias e até uma pouco sectárias (Um pouco?? Por favor! Que disparate!) e que tinha uma espectativa escatológica. Esse movimento traumatizou de tal maneira a Igreja que ela nunca mais foi sensível aos carismas do espírito como no seu inicio. Até o próprio concílio vaticano II que é muito aberto a presença do espírito, ao carisma. Ele tem uma certa reserva aos carismas extraordinários, valorizando os carismas ordinários. “

    É preciso ser dito que o movimento montanista não foi ‘um pouco’ sectário mas foram UM MUITO hereges mesmo que ostentavam possuir o Espírito Santo muito mais que a Igreja e outras aberrações mais. Até mesmo Tertuliano que tão bem defendeu a Igreja caiu vitima desses hereges infernais. E esse movimento do inicio do século II é a semelhança do que um dos tentáculos do modernismo vem procurar solapar a Igreja e a Fé.

    O que confessa esse padre se faz coro com que fazem os radicais modernistas acusam a Igreja de ter perdido o Espírito Santo e que se precisa a todo custo voltar a Igreja primitiva.

    Essa é a acusação comum de defensores do neopentecostalismo ou carismatismo que se infiltrou na Igreja católica por rebeldia de católicos que foram se embeber em fontes heréticas e também é a acusação de certos teólogos marxistóides de quinta-categoria como ex-genésio Boff e derivados e que ainda pedem que a igreja seja altamente democratizada.

    Isso é ensinamento Católica Romano? Uma vírgula! Isso é puro besteirol e fantasias em matéria histórica, teologica e doutrinal sobre o Espírito Santo e a Igreja.

    Muito obrigado padre João Carlos o senhor registra como é tao eloquente e tem seriedade em ser católico romano.

    Como eu dizia num outro post, eclesiásticos que propagam e publicam aberrações em matéria teológica e doutrinal irão pagar muito caro por propagar frutos amargos as almas.

    Deus fará sua justiça a medida certa!

    Kyrie Eleison.
    A.M.D.G!

  5. Domingos de Oliveira

    ´Padre Libanio não perdeu a oportunidade de fazer um carinho nos hereges e dar uma estocada na Igreja Católica.
    Parece que isso é moda no clero atual.
    Ele também é doutor?Também trabalha na formação dos novos sacerdotes?
    Que tempos difíceis nós vivemos,hein!?

  6. Grande Libanio. Isso é que é inteligência. Como falta isso hoje na Igreja.

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