Um dos grandes erros dos fundamentalistas é achar que acreditar em “verdades” basta. Esta, ainda que seja uma fé aparentemente ortodoxa, ainda não fé madura, pois as verdades, ou seja, os dogmas, são balisas que nos apontam aonde esta O CAMINHO VERDADEIRO PARA A VIDA: Jesus. Amadurecer na fé significa aderir à pessoa de Jesus. O Espírito vai realizando em nós uma obra de santificação, ou seja, vai nos cristiformizando, até podermos dizer com Paulo: Já não sou eu quem vivo, mas Cristo que vive em mim. Sem este processo de amadurecimento na fé, professar verdades pode ser usar uma maquiagem como aquela que Jesus criticou nos fariseus: SEPULCROS CAIADOS!!!

13 Comentários

  1. Pingback: RCC Brasil

  2. Padre Joãozinho,
    Salve Maria!

    De fato, é justo e necessário, a harmônia entre substância e forma. Do contrário, temos como o Sr. disse muito bem, os Sepulcros caiados, e também, os lobos em pele de cordeiro. São Pio X, condena na Pascendi, a distinção entre substância e forma, por estes motivos bem simples.

    Fique com Deus.

    Abraço

  3. Pedro Pelogia

    Padre Joãozinho:

    Tomaremos sim, cuidado com nossas possíveis atitudes de “fariseus”.

    Quanto ao senhor e os modernistas, tomem cuidado com suas atitudes de SADUCEUS.

    Os saduceus eram os “hereges” do tempo de Jesus. Negavam o DOGMA da ressurreição. Jesus mesmo se dignou a bater boca com eles, defendendo a verdade divina da imortalidade da alma.

    Concordo que existam aqueles que professam com a boca a fé verdadeira, mas as agem em desacordo com ela.

    Ninguém pode, no entanto, se “cristiformizar” se não professar a fé verdadeira no mesmo Cristo.

    Que a boca e o procedimento do cristão estejam de acordo. Não somente a boca, e nem só o procedimento.

    Salve Maria!

  4. 5. A doutrina, ou melhor, a sabedoria que ele (São Bernardo) segue e ardentemente ama, bem a exprime com estas palavras: “Há o espírito de sabedoria e de inteligência que, à maneira da abelha que produz cera e mel, tem com que acender a luz da ciência e infundir o sabor da graça. Não espere, portanto, receber o beijo, nem o que compreende a verdade, mas não a ama; nem o que a ama, mas não a compreende”.(7) “Que faria a ciência sem o amor? Envaideceria. Que faria o amor sem a ciência? Erraria”.(8) “Só resplandecer é vão; só arder é pouco; arder e resplandecer é perfeito.”(9) Donde nasça, porém, a verdadeira e genuína doutrina, e como deva unir-se com a caridade, assim explica: “Deus é sabedoria e quer ser amado não só suave mas também sapientemente… Aliás com muita facilidade o espírito do erro zombará do teu zelo, se desprezares a ciência; nem o astuto inimigo tem instrumento mais eficaz para arrancar do coração o amor, do que conseguir que no mesmo amor se ande incautamente, e não com a razão”. (10) Pio XII, DOCTOR MELLIFLUUS

    _____________________________

    Agora falta para Pe. Joãozinho dizer como a virtude da fé é infusa em nossa alma, os pecados que cometemos contra essa fé, como perdemos essa fé, como a recuperamos e como amadurecemos essa fé, nos tornando soldados de Cristo.

  5. joão malfacini neto

    padre joão:
    Tomaremos sim, cuidado com nossas possíveis atitudes de “fariseus”.(1)muito boa sua colocação irmão pedro.

    bem padre joão! se defender a verdade ,os dogmas a ortodoxia ,e ser fundamentalistas,então eu quero ser fundamentalistas .

    Ter uma fé clara segundo o credo da Igreja, é freqüentemente catalogado como fundamentalismo, ao passo que o relativismo, isto é, o deixar-se levar “ao sabor de qualquer vento de doutrina”, aparece como a única atitude à altura dos tempos atuais.Bento xvi

    até quando estes mordenista vão defender o relativismo?

  6. Sergio Souza

    Pedro Pelogia,

    Ainda prestigiando o número de acessos da Canção Nova?

    Louvado seja Deus que inspirou o slogan: “SER CANÇÃO NOVA É BOM DEMAIS!”

    Porque Pedro Pelogia, DESTESTA de coração a Canção Nova , mas não consegue deixá-la!

    Valeu Pedro!

    Sergio

    P.S. Descobriu o Bispo que lhe dá apoio como membro da Montfort?

  7. Pingback: Tayane

  8. Sergio Souza

    Parabéns pela expressão Padre Joãzinho!

    Ela definitivamente resume a postura dos seguidores da Montfort e ao próprio chefe dessa seita:

    Por fora, “aparência” de quem diz tradicionalista, revestidos da armadura das cruzadas e “cheios” de amor à Igreja…

    Por dentro, A PODRIDÃO FEDORENTA E ASQUEROSA, impregnada do poder infernal do diabo, ardendo em ódio, pregando a rebeldia aos verdadeiros pastores da Igreja Essa é verdadeira face de Lutero Fedeli e a seus seguidores nesse blog. Está mais que provado.

    Infelizmente esse povo que infesta o site CATÓLICO da Canção Nova, falsamente ditos católicos, como esses pseudos tradicionalistas insistem em estar em descomunhão com a Santa Igreja.

    Querem seguir o diabo na rebeldia… Que sigam! Tradicionalistas! Sepulcros caiados!

  9. Padre Joãozinho,
    Sua Benção

    AINDA HOJE

    ENTREI EM DEBATE Com um Jovem que conhece toda a doutrina Católica na ponta da Língua, mas ao perguntarmos a ele o que ele faz na prática, ele diz que não tem nenhum compromisso com nenhuma Paróquia.

    Fico imaginando, para que um conhecimento tão vasto, se o mesmo não se tornará fruto na vida daqueles que se perdem.

    Este mesmo jovem teve a coragem de dirigi este adjetivo à minha pessoa, logicamente sei que sou um pecador, tenho meus erros e tudo mais…

    Estes homens ensinavam toda a beleza da Doutrina, exigiam a duras penas o cumprimento dessas Doutrinas e preceitos e ao mesmo tempo não viviam o que ensinavam em suas próprias vidas.

    Já, tudo que eu digo é mais prático do que teórico, é um fruto de um aprendizado no meio do povo e vivência de grupo e comunidade, no entanto o livro do Apocalípse sempre nos alerta a tomarmos cuidado com nossas atitudes perante Deus, precisamos observar o texto que nos diz “Aquele que pensa estar de PÉ cuide-se para que não caia…”.

    Não que acusemos uns aos aos outros de Fariseus, como uma saída estratégica ou provocativa, mas precisamos vigiar as nossas próprias atitudes para que não sejamos nós os Fariseus desta história, afinal quando não conseguirmos mais ver os nossos defeitos no espelho é porque já não veremos mais a verdade.

    Deus nos ama

  10. Esse criatura carismática, Sérgio Souza, não pode ver uma opinião que contrarie seu ponto de vista, que logo fica nervosinho. Mais uma coisa em que ele se assemelha a um neo pentecostal.

    Pedro Pelogia exprimiu seu pensamento de forma clara e respeitosa, aí vem o papagaio distorcedor mudar completamente o assunto.

    Com certeza o Pelógia não odeia a CN, mas apenas deseja que ela se converta ao catolicismo. Assim como eu.

    Agora, vamos nos focar no assunto e parar de papagaiar…

  11. Retransmito aqui, o trecho do livro Iota Unum (Romano Amério). O João Batista do tradicionalismo, para a Igreja Conciliar. Segue abaixo

    166. CRÍTICA DE LA FE COMO TENSIÓN. LOS OBISPOS FRANCESES

    Se dice que la fe consiste en una tensión del hombre hacia Dios. Tal doctrina está avalada por el documento que promulgaron los obispos franceses tras su reu-nión plenaria de 1968. En la p. 80 se repudia expresamente la definición de la fe como adhesión del intelecto a las verdades reveladas, y se reconoce en la fe una adhesión existencial a un acto vital: “Durante mucho tiempo se ha presentado la fe como una adhesión de la inteligencia esclarecida por la gracia y apoyada por la palabra de Dios.
    Hoy se ha regresado a una concepción más conforme con el conjunto de las Escrituras. La fe se presenta entonces como una adhesión de todo el ser a la perso-na de Jesucristo. Es un acto vital y ya no solamente intelectual, un acto que se diri-ge a una persona y ya no solamente a una verdad teórica; de este modo no podría ser puesta en peligro por dificultades teóricas de detalle”.
    Puesto que la fe consiste en esa tensión vital, subsiste mientras ésta subsis-ta, independientemente de aquello que se crea.
    Esta doctrina se aparta de la tradición de la Iglesia. Ciertamente la religión es una disposición de la totalidad de la persona y no solamente de su intelecto, pero el acto de fe lo realiza la persona específicamente mediante el intelecto. No se deben confundir las prioridades, confundiendo después como consecuencia necesaria las virtudes teologales. La fe es una virtud del hombre del género conocer, no del género tender hacia. Es cierto que la religión está integrada por las tres virtudes teologales, pero su fundamento es la fe, no la tensión (es decir, la esperanza).
    Yo no niego que la religión -pueda contemplarse en general como una ten-dencia hacia Dios; es falso sin embargo que consista por sí misma en esa tendencia. En primer lugar, porque tal tensión es compatible con cualquier experiencia religio-sa del género humano, comprendida la de quienes adoran al estiércol y a los esca-rabajos y ofrecen sacrificios humanos. En segundo lugar, porque tal tensión se asemeja al titanismo, en el cual el esfuerzo humano no se dirige a reverenciar al Numen, sino a desafiarlo y a abatirlo.
    La tensión más bien se compagina en grado sumo con la experiencia religio-sa de Satanás, que tendía con todas sus fuerzas a Dios, pero no para adorarlo, sino para serlo. La característica propia de la religión es el sometimiento, y el prin-cipio que la constituye es el reconocimiento de la dependencia. El principio de la tensión es sin embargo un principio de autodeterminación y de independencia.
    167. MOTIVO Y CERTEZA DE LA FE. ALESSANDRO MANZONI

    También en torno al motivo de la creencia religiosa los innovadores difieren de la doctrina de la Iglesia. Dicen que el motivo de creer es la integración perfecta de la persona humana y la completitud de la saciedad buscada por el hombre.
    Este motivo es legítimo y bien conocido por la teología católica: pero no como motivo primero y determinante, pues el fin de la religión no es la saciedad del hom-bre, sino el cumplimiento del fin de la Creación, Dios mismo.
    Aquí reaparece la tendencia antropotrópica del pensamiento innovador. El fin que Dios asigna al hombre es la justicia , es decir, la adhesión a la voluntad divina; pero ahí se esconde precisamente el objetivo que Dios se propone al asignar al hombre como fin la justicia: conducirlo a la felicidad. En la prospectiva del hom-bre, el primum debe ser la justicia.
    La felicidad consiste en ser perfectamente justo, según la palabra de Cristo: “Bienaventurados los que tienen hambre y sed de la justicia, porque serán hartados [de justicia]” (Mat. 5,6). El elemento subjetivo de la felicidad debe reducirse a fin de que triunfe el Objeto.
    También el fundamento de la certeza de fe queda completamente fuera del sujeto. Para el creyente es la más firme de las certezas, por encima de la ininteligibi-lidad del dato revelado y de todo condicionamiento histórico. Siendo el dato revelado de tal naturaleza que la mente humana no puede encontrarlo ni verificarlo, la única manera posible de fundamentar la certidumbre es recibir esa verdad, recibirla pu-ramente sin mezclar nada de nuestro lado: en resumen, trasladar completamente los motivos de la certeza del lado del sujeto al lado del Objeto.
    La certeza del creyente sobre los dogmas de fe no se apoya sobre argumentos históricos de su verdad, y ni siquiera, como ya dije, sobre la refutación de las obje-ciones opuestas. Se apoya sobre un principio que va más allá de todas las condicio-nes, todos los presupuestos e incluso todas las eventualidades históricas. Creer de fe católica es saber firmísimamente que contra las verdades creídas no vale argu-mento encontrado o encontrable, es saber que no sólo ‘son inconsistentes, falsas y solubles las objeciones establecidas contra ella, sino que serán inconsistentes, fal-sas y solubles las que puedan establecerse en todo el curso del futuro in saecula saeculorum, bajo cualquier extensión de las luces del género humano.
    “¿Habéis examinado”, escribe Manzini , “todas estas objeciones [contra la Revelación]? Son objeciones de hecho, de cronología, de historia, de historia natu-ral, de moral, etc. ¿Habéis discutido todos los argumentos de los adversarios, habéis reconocido su falsedad e inconsistencia? No basta esto para tener Fe en las Escritu-ras. Es posible, y desgraciadamente posible, que en las generaciones venideras haya hombres que estudiarán nuevos argumentos contra la verdad de las Escrituras; re-buscarán en la historia, pretenderán haber descubierto verdades de hecho por las cuales las cosas afirmadas en las Escrituras irán a parecer falsas. Ahora debéis ju-rar que estos argumentos que aún no han sido encontrados serán falsos, que esos libros que aún no han sido escritos estarán llenos de errores: ¿lo juráis? Si os neg-áis a hacerlo, confesad que no tenéis fe”.
    Por consiguiente la fe es una persuasión firmísima, que no admite la cláusula rebus sic stantibus (es decir, no admite la cláusula de la historicidad) e introduce al hombre en la esfera suprahistórica e intemporal de lo divino en sí mismo, en el cual “non est transmutatio nec vicissitudinis obumbratio” (Sant. 1, 17).

  12. Leonel Carlos Prado

    Sergio Souza mostra toda sua “coragem” e raiva quando fala da Montfort.O ódio de Sergio o céga e ele age mais parecido com um protestante que acusam aqueles que defendem a Santa Igreja, que covardemente é atacada.Calma Sergio, eu sei que ler verdades sobre a Canção Nova devem doer muito em você, mas se issas verdades são expostas é para abrir os olhos de pessoas como vovê.Calma, não tenha medo da verdade.
    Veja ,raivoso Sergio, é a luz da VERDADE CATÓLICA quem atrai e não a Montfort, que não tem importancia maior.É a Igreja quem pede e suplica para que os fieis a defendam por tantos ataques, perseguiçoes e heresias.
    Nosso Senhor deu à Igreja as verdades de fé.A verdade é IMUTÁVEL caro Sergio , mesmo com padres que tentam relativizar essa verdade, como fazem padre Joazinho, padre Fabio de Melo, padre Zezinho e tantos outros ditos “carismáticos”.A Canção Nova é a arvora que apresenta padres como esses ao povo, que ludibiado por belas canções cai em heresia, cai em erro, passam a relativizar, passam a ser mórnos, fazem parte da turma do “tanto faz” essa ou outra Igreja.Pobres padres que iludem pessoas como você, caro Sergio, não se ativeram as advertençias de São Paulo a respeito de doutrina diferente pregada por uma fonte “aparentemente” de dignidade especial:
    “Há apenas pessoas que semeiam a confusão entre vós e querem pertubar o evangelho de Cristo………….”
    O que foi mesmo o que disseram padre joaozinho e padre Fabio de Melo a respeito da EUCARISTIA?Você por acaso gostaria de defende-los?Gostaria de concordar com suas heresias?Infelizmente acredito que você covardemente ficará em cima do muro, esse é a maneira “CANÇÃO NOVA DE SER”.
    Estamos do lado da Santa Igreja, não aceitamos meia verdade, não relativisamos e denunciamos o erro e os hereges, talvez por isso estejas tão revoltado e raivoso, calma Sergio,não se desespere, a verdade só pode trazer bons frutos

  13. ao
    Leonel Carlos Prado
    setembro 6th, 2009 at 11:53
    + disse ele
    Estamos do lado da Santa Igreja,(sit)
    … mas ele não será capaz de dizer …
    … Eu aceito o Concílio Vaticano II…
    … Não dirá e sim negará que a Igreja atual é Santa, será capaz de dizer como sua colega de 16 anos que a nossa Igreja é um titanic que afunda (sit), que ela foi invadida por Maçons e modernismo e etc… etc.. e tal…
    +
    O que foi mesmo o que disseram padre joaozinho e padre Fabio de Melo a respeito da EUCARISTIA ?
    .
    Padre Fábio disse que ao não vermos Jesus com nossos olhos carnais num pedaço de pão podemos experimentar a certeza de sua presença pela fé com uma certa aparência de ausência, pelo fato de não visualizarmos pela carne esta presença de fé.
    +
    A parte que eu mais gostei do texto acima foi o reconhecimento velado e escondido por trás de um monte de infâmias:
    (sit) […]belas canções.[…] reconheceu ele que […]- padre Joazinho, padre Fabio de Melo, padre Zezinho e tantos outros ditos “carismáticos”.A Canção Nova é a arvora que apresenta padres como esses ao povo,[…].
    +
    A canção nova realmente tem apresentado Padres que pregam, ensinam e Cantam muito bem, para atrair o povo para Jesus e que Jesus os acolha e derrame sobre eles os seus Dons de amor e paz.

    PARABNES CANÇÃO NOVA, CONTINUE ASSIM.

  14. Pedro Pelogia

    Sr. Sergio Souza

    Prestigio muito a audiência da Canção Nova. A porta larga escancara-se com suas duas folhas, e a incontestável maioria acede à ela.

    Fique com a QUANTIDADE. A Montfort e os blogues tradicionalisatas ficam com o produto fino: a rara e escassa QUALIDADE.

    Talvez o cheiro de podridão fedorenta e asquerosa que o sr. está sentindo não seja o cheiro do inferno (e tomara que o sr. jamais conheça o cheiro de lá!), mas é o cheiro a que o sr. não está acostumado: é o aroma da ortodoxia, o bom odor da pura Tradição católica, sem os subjetivismos viciantes e narcotizantes do modernismo conciliarista e ecumênico.

    É cheiro do incenso do verdadeiro louvor a Deus, sem a maconha alucinógena da irreverência “showzística” dos louvores protestantóides da Canção Desafinada.

  15. Pedro Trindade

    Que a graça e a paz do Senhor Jesus Cristo possa habitar em nossos corações…

    Caros irmãos, creio em Deus e no ato de amor que ele fez por nós. Imagino que vós todos também assim crêem, porém, ficamos todos estagnados em palavras e conhecimentos superficiais, de peroração e coisas assim para defender pontos de vistas em que os outros sempre tem algo para mudar suas condutas.
    E quanto ao “eu”:
    >>como estou amando ao meu Deus sobre todas as coisas?
    >>como estou amando meu irmão na fé?
    >>como posso estar em acordo com os ensinamentos de Cristo se é mais importante para mim ser ou não ser mais católico que o meu irmão?
    sei são apenas questões de autoanalise, mas acredito que sejam necessárias a nossa saúde espiritual, ao nosso amor por nossos irmãos, que por sinal temos muitos, em que poderiamos está apresentando-os a Cristo como amor maior; e no entanto estamos nos apontando, simplesmente, perdendo nosso precioso tempo em busca de sermos mais católicos (religioso) que cristãos na prática do amor a Deus, a nós mesmos e ao nosso próximo.
    que a Paz de Cristo seja convosco. (Lc 24,36b)

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