http://www.almadonegocio.org.br/conteudo.php?tipo=9&id_conteudo=32

6 Comentários

  1. Olá Pe. Joãozinho.
    Preciso de uma orientação.
    Se puder, me envie seu email. Não consegui no site.
    Um abraço.

  2. Elaine Mendes

    Puxa! Essa palestra do Sr. promete.
    Confesso que tenho ambições profissionais, uma delas me tornar chefe, mas esbarro um pouco na minha arrogância e soberba, acho que é por isso que não chego lá. Oh! Padre nos ensine a ser um líder amoroso.

    Sua benção

  3. Prezado Pe. Joãozinho,

    Creio que os homens de negócio muito lucrariam em ler e estudar a última encíclica de Bento XVI. A propósito, envio-lhe um breve artigo sobre ela.

    “Caritas in veritate”: dedo na chaga da civilização

    Padre Elílio de Faria Matos Júnior

    A encíclica social de S. S. o Papa Bento XVI, intitulada Caritas in veritate (29-6-2009), põe o dedo na chaga da civilização atual. Com efeito, a civilização ocidental é a primeira civilização da história a alcançar, de alguma maneira, um desdobramento universal. A sua grande invenção, que lhe proporcionou tal façanha, é a ciência e sua aplicação prática, a técnica. A economia globalizada é também, de certa maneira, o resultado da racionalidade científico-técnica ocidental, que planeja, faz cálculos, sopesa os lucros e os prejuízos, liga meios a fins, etc.

    No entanto, se, de um lado, a economia é globalizada e o domínio científico-técnico tem alcançado o mundo inteiro e, assim, levado o mundo ocidental a penetrar o globo terrestre, há, de outro lado, um notório déficit ético, pois que à ética não é dada a mesma capacidade de universalização. Ora, se crescem as possibilidades do fazer, deveriam acompanhá-las o discernimento do que se deve fazer. As capacidades técnico-científicas são enormes; mas será que tudo o que é tecnicamente possível é igualmente desejável. Claro que não. Uma economia baseada somente na técnica e no jogo de uma racionalidade meramente instrumental não leva em conta a dignidade da pessoa, a singularidade das situações ou o bem comum.

    Mas por que estamos impossibilitados de fazer crescer o domínio ético de acordo com o crescimento das possibilidades técnicas? Eis a grande questão que Bento XVI enfrenta com a maestria de um pensador profundo e de um grande “padre da Igreja” do século XXI.

    A Caritas in veritate insiste em que a Verdade é algo que nos transcende, nos envolve e nos precede. Isso equivale a dizer que ela não é, sem mais, construída por nós. Ao longo do texto papal somos convidados a reconhecer que há um Sentido que nos aglutina a todos. Da capacidade de reconhecê-lo depende a efetivação da comunhão entre nós. O mútuo reconhecimento, a gratuidade e a generosidade têm suas raízes lançadas na Verdade, que é também Amor.

    A civilização ocidental, infelizmente, tem feito da verdade uma construção humana. O homem, ser finito e precário, tem sido proclamado, pelos corifeus da filosofia moderna, a medida e o fundamento de todas as coisas. Ora, se o homem é a medida, como pode haver autêntico reconhecimento mútuo, autêntica busca do bem comum? O grande Platão já via, na Antiguidade, o perigo de tal antropocentrismo para a vida da pólis e para o amor à justiça. Com justa causa, o filósofo, discípulo de Sócrates e mestre de Aristóteles, consagrou toda a sua vida, para o bem da política inclusive, à defesa de que Deus, não o homem, é a medida e o fundamento. O fato é que, sem uma medida Transcendente que as oriente, as decisões humanas e a conduta da vida social tornam-se arbitrárias, egoístas e meramente pragmáticas.

    A encíclica do Santo Padre é um convite a que, no exercício de nosso pensamento e da nossa liberdade, reconheçamos em conjunto, como sociedade, o Sentido ou a Verdade que nos abarca e envolve, e que é capaz de oferecer as orientações básicas para o nosso agir em comum. Sem isso, não podemos esperar autêntico humanismo. “A verdade vos libertará” (Jo VIII,32).

  4. Simone Teixeira

    Até hoje, todos os cursos de que participei visando a reorganização de empresas para se enquadrarem à Qualidade Total (ISO 9000), tinham por traz de si a intenção de aumentar a produtividade, diminuindo custos e gerando desemprego…
    Gostaria muito de conhecer uma empresa que trabalhe valorizando seu “capital humano” e colocando a vida como prioridade e o lucro como consequência…
    Parece-me meio utópico dentro da mentalidade capitalista em que nós vivemos, mas essa mudança é necessária para o bem da humanidade e sobrevivência do planeta. O lucro a qualquer custo já provou que pode ser interessante a curto prazo, mas causa danos irreversíveis ao futuro da humanidade. Humanizar e amorizar o trabalho e os relacionamentos ainda me parece utópico, mas espero que vocês consigam… Infelizmente, ainda acho que o sentimento de autoridade e poder acaba servindo para criar um terrorismo dentro das empresas: todos sabem que, se perderem seu emprego, há milhões desejando aquela vaga…
    Gostaria de participar de um curso que me provasse o contrário!
    Grande abraço,

    Simone.

  5. Bom dia Pe.!!!
    Sua benção!
    Só pessoas abençoadas nesse congresso hein?
    Glória a Deus
    UM ABRAÇO FRATERNO

  6. José Carlos Penha

    Boa noite, Padre Joãozinho. A sua bênção.
    Acredito numa boa discussão sobre o seguinte tema: É possível o foco em Jesus e seus ensinamentos no ambiente de trabalho? E nas relações negociais?
    Lemos, ouvimos e vemos tantas notícias sobre corrupção, “Lei de Gerson” – o importante é levar vantagem em tudo, certo? -, caixa 2 etc., que parece ser impossível conciliar Jesus e os negócios.
    No ambiente de trabalho, somos impelidos a tamanha competitividade, que se torna quase normal passar rasteira no colega e ser promovido às custas da demissão de outros.
    Eu, particularmente, acho que é possível e necessário ter Jesus como foco em todas as atividades e áreas de nossa vida: no trabalho, na família, nos estudos, no lazer, na ajuda ao próximo.
    É possível, sim, ser solidário, fraterno e caridoso no ambiente de trabalho. O problema é que a maioria dos administradores entende que ser caridoso significa “coração mole” e protecionismo. Para estes, competitividade significa ser “duro” com as pessoas, e não justo.
    Abraço fraterno,
    José Carlos Penha

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