Neste final de semana vou conhecer melhor esta bela iniciativa de integração que é a REDE CATÓLICA DE EDUCAÇÃO. Esta entidade é que está promovendo o SEMINÁRIO DE LIDERANÇAS, em Recife e também em São Paulo. Conheça esta obra: http://www.redecatolicadeeducacao.com.br/

4 Comentários

  1. off-topic

    Padre Joãozinho,
    Salve Maria!

    Veja só as recentes palavras do Arcebispo Raymond Burke:

    Arcebispo Raymond Burke e a unidade da Igreja

    “Uma das ironias da situação atual é que a pessoa que se escandaliza devido às ações públicas gravemente pecaminosas de outro Católico é acusado de falta de caridade e de causar divisão dentro da unidade da Igreja. Em uma sociedade cujo pensamento é governado pela “tirania do relativismo” e na qual o politicamente correto e o respeito humano são os critérios definitivos do que deve ser feito e do que deve ser evitado, a idéia de levar alguém a erro moral faz pouco sentido. O que causa espanto em tal sociedade é o fato de que alguém deixa de seguir o politicamente correto e com isso parece ser um perturbador da chamada paz da sociedade. Mentir ou deixar de dizer a verdade, contudo, nunca é sinal de caridade. Uma unidade que não se funda na verdade da lei moral não é a unidade da Igreja. A unidade da Igreja funda-se em dizer a verdade com amor. A pessoa que se escandaliza com as ações públicas de Católicos que são gravemente contrárias à lei moral não apenas não destrói a unidade, mas convida a Igreja a reparar o que é claramente uma fratura séria em Sua vida. Se tal pessoa não se escandalizasse com o apoio público a ataques contra a vida humana e a família, sua consciência estaria desinformada ou insensível com relação às realidades mais sagradas.”
    (Arcebispo Raymond Burke, Reflections on the Struggle to Advance the Culture of Life)

  2. “A unidade da Igreja funda-se em dizer a verdade com amor. A pessoa que se escandaliza com as ações públicas de Católicos que são gravemente contrárias à lei moral não apenas não destrói a unidade, mas convida a Igreja a reparar o que é claramente uma fratura séria em Sua vida.”

    1975. Segundo a Escritura, a Lei é uma instrução paterna de Deus, que prescreve ao homem os caminhos que levam à bem-aventurança prometida, e proíbe os caminhos do mal.

    1976. «A lei é uma ordenação da razão para o bem comum, promulgada por aquele que tem o encargo da comunidade» (37).

    1977. Cristo é o fim da Lei (38). Só Ele ensina e concede a justiça de Deus.

    1978. A lei natural é uma participação na sabedoria e bondade de Deus pelo homem, formado à imagem do seu Criador Ela exprime a dignidade da pessoa humana e constitui a base dos seus direitos e deveres fundamentais.

    1979. A lei natural é imutável, permanente através da história. As regras que a traduzem permanecem substancialmente válidas. É a base necessária para a fixação das regras morais e da lei civil.

    1980. A Lei antiga é o primeiro estádio da Lei revelada. As suas prescrições morais estão compendiadas nos Dez Mandamentos.

    1981. A Lei de Moisés contém muitas verdades naturalmente acessíveis à razão. Deus revelou-as, porque os homens não as liam no seu coração.

    1982. A Lei antiga é uma preparação para o Evangelho.

    1983. A nova Lei é a graça do Espírito Santo, recebida pela fé em Cristo, operando pela caridade. Está expressa sobretudo no sermão do Senhor na montanha e utiliza os sacramentos para nos comunicar a graça.

    1984. A Lei evangélica cumpre, ultrapassa e aperfeiçoa a Lei antiga: as suas promessas pelas bem-aventuranças do Reino dos céus; os seus mandamentos, reformando a raiz dos actos, o coração.

    1985. A nova Lei é uma lei de amor; uma lei de graça, uma lei de liberdade.

    1986. Além dos seus preceitos, a nova Lei comporta os conselhos evangélicos. «A santidade da Igreja é especialmente favorecida pelos vários conselhos que o Senhor propõe no Evangelho aos seus discípulos» (39).

    http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/prima-pagina-cic_po.html

  3. Sergio Souza

    Precisamos sim, que nossas Escolas Católicas sejam pioneiras na formação da fé católica dentro do sistema educacional, sobretudo, não descuidando de uma sólida formação nas disciplinas que os vestibulares e Enem’s da vida nos exigem.

    Alunos de Escolas Católica precisam ser seduzidos a serem católicos, assim como foi seduzido o Profeta Jeremias. É fundamental ser um bom aluno em Português? Então, as escolas devem se perguntar: É fundamental ser um bom aluno católico comprometido com a Igreja?

    Pais em geral, sobretudo os que têm condições de colocar seus filhos nas escolas particulares, ainda que sejam escolas católicas, priorizam que seus filhos tenham uma ótima formação em química ou física. Para a esmagadora maioria, é preferível ter um filho melhor aluno em matemática, a ter um filho à frente de um movimento de jovens católicos em sua escola.

    O desafio está aí: Por que não unir a formação do bom aluno em Biologia, à formação católica desse mesmo bom aluno católico que deve estudar a Palavra de Deus e viver os sacramentos?

    Seria oportuno a discussão desses caminhos. Como tranquilizar os pais nesse sentido: “Não quero que meu filho perca tempo vivendo a religião no colégio. Basta ir à missa! Ele tem é que estudar para vencer na vida!”. Convencer os pais com fortes argumentos que é preciso que eles também, seus filhos, sejam melhores católicos.

    Entretanto. Quem vai aos pais para evangelizá-los nesse sentido? A Igreja. E que é a Igreja? Somos nós!

    A Rede Católica de Educação poderia começar a discutir esse tema.

    Posteriormente, descrevo alguns testemunhos!

  4. Infelizmente as escolas católicas estão cada vez mais preocupadas em ser “politicamente corretas”, priorizando a ambiguidade, o relativismo, o indiferentismo ou a “liberdade cristã” segundo os conceitos marxistas da Teologia da Libertação do que promover *de fato* um ensino religioso que seja conforme as diretrizes oficiais da Igreja. É uma pena, mas hoje são *pouquíssimas* as escolas que podem de fato serem consideradas católicas. Como se diz por aí, as escolas católicas têm vergonha de serem católicas, para não dizer que aquelas que são dirigidas por clérigos ou religiosos ligados à Teologia da Libertação (TL) na verdade querem mesmo passar longe do Catolicismo. Coincidência ou não, a escola em que meu filho estudava até o ano retrasado, primava por uma educação religiosa segundo as diretrizes da Igreja; foi só a turma da TL assumir a direção e tudo foi mudado, de modo que tive que proibir o meu filho de frequentar as aulas de religião até finalmente transferí-lo de escola quando percebi que a educação católica tinha ido para o “saco”. Seria muito bom que a tal Rede Católica, se verdadeiramente tem compromisso com o ensino católico, seguisse as diretrizes da Congregação para Educação Católica, até porque a escola a que me refiro é uma de suas parceiras (e isso deve ocorrer com muitas outras, a julgar pela dificuldade que temos de encontrar escolas católicas com ensino religioso *realmente* católico). Quero deixar bem claro que não conheço as apostilas de educação religiosa da referida Rede, pois na época não foram adotadas ou nem mesmo existiam, sendo adotadas apenas as apostilas das disciplinas “comuns”; só espero que não sofram do mesmo mal da imensa maioria de livros disponíveis para esse fim no mercado editorial brasileiro, todos repletos de ambiguidade, erros teológicos e morais, relativismo, indiferentismo ou – o que é bem pior – de “distorções católicas” oriundas da TL!

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