Ainda dá tempo de você chegar na Faculdade Dehoniana e participar da nossa Semana Teológica. Hoje o Pe. Zezinho nos brindará com uma reflexão sobre os SEMIDEUSES DA FÉ. Veja um pedacinho da reflexão dele:

Na mídia de hoje há mitos, deuses e semideuses. E nas igrejas, que hoje atuam intensamente por meio de veículos que se convencionou chamar de mídia religiosa, há semideuses, gigantes e heróis da fé. Conquistaram o seu lugar pela renúncia? Como chegaram àquele Olimpo? O fato é que eles têm legiões de seguidores incondicionais e acríticos.  Chegaram lá por que caminhos? Ou foram guindados ao nicho que hoje ocupam?

 

O fenômeno digno de nota é que alguns deles são mais divulgados pela mídia secular do que pela mídia religiosa. Vendem livros e canções e isto os qualifica a serem, também, divulgados intensamente por editoras e gravadoras não religiosas. Merecem um estudo. Devem ser ouvidos, porque alguns deles são argutos e sabem o que querem; sabem também o porquê de terem se exposto aos riscos do consumo que como o Deus Cronos, engole seu próprio produto. Muitíssimos mitos modernos passam hoje pelas caixas registradoras e se curvam aos poderes do deus mercado. Jacques Atalli, no seu livro Uma Breve História do Futuro se ocupa demoradamente desse processo de mercado, mídia, mitos e jogo de poder. Não mais a hierarquia, mas religiosos entraram neste jogo. Para chegar a milhões aceitam carona em veículos mais eficientes de vez que os da Igreja são lentos demais e pouco abrangentes.”

7 Comentários

  1. Sergio Souza

    Grande padre Zezinho…

    Aos 10 anos de idade fui estudar em Colégio de Irmãs Capuchinhas em Recife, e todos os dias, antes das aulas, era costume entramos na capela para rezarmos. Isso era 1986. Faz tempo!

    E ao sairmos da capela, havia perto uma radiola, isso mesmo! Uma radiola, conectada a um sistema de som, precário para os dias de hoje, e iámos as salas ao som de UM CERTO GALILEU.

    Entre os 10 anos e os primeiros tímidos passos dentro da RCC, por volta dos 22 anos, os únicos nomes de padres que conhecia eram:

    Padre Renato, que me batizou e o padre Zezinho. Padre Renato, hoje, Monsenhor Renato, eu o conhecia de nome, de ouvir falar, se eu o visse na rua, jamais o reconheceria. Então, a única figura perceptível de padre era o Padre Zezinho.

    Aos 13 anos de idade, o Colégio, que sempre para cada unidade escolhia um livro para fazermos uma avaliação, escolheu: O Direito de Ser Jovem, do padre Zezinho. Um livro marcante na minha vida. Nunca li tantas vezes um livro. Li uma, duas, três, quatro… Cheguei a esquecer das outras disciplinas! Contava para os outros, emprestava-o, meu pai leu, minha mãe leu, minhas irmãs leram… Eh! Padre Zezinho!

    Conheci mais tarde a Canção Nova, a RCC, mas o padre Zezinho sempre ocupou um lugar especial em meu coração!

    Deus lhe pague padre Zezinho!

  2. Sergio Souza

    Completando o post anterior…

    Em uma famosa Rádio Pernambucana, a Rádio do slogan: “PERNAMBUCO, FALANDO PARA O MUNDO”, há tradicionalmente um debate entre um também famoso comunicador, e convidados, sejam eles, políticos, economistas, jornalistas, artistas, e debatem sobre os mais variados assuntos.

    Aconteceu em uma dia, em debater sobre a visões de algumas religiões sobre fatos da vida como: Casamento, divórcio, família. Entre eles estavam: Um padre, um pastor e um espírita.

    O pastor era de uma Igreja Presbiteriana dita Renovada.

    Ora, em todas as colocações desse pastor, ele sempre citava uma frase de uma música do padre Zezinho. Exemplo: Falaram de catsidade no namoro, e perguntaram ao pastor qual era a posição dele. Ele respondeu:

    “A música do padre Zezinho nos diz:
    Laranja-lima também é doce no momento,
    mas logo após tem gosto amargo até demais.
    Quando um casal apressa este sentimento,
    o gosto amargo é o da mulher, que sofre mais!”

    E impressionante mesmo, cada tema, ele evocava uma canção do padre Zezinho.

    Certa hora, o comunicador brincou com o padre: “Padre, acho que essa ovelha (o pastor) está querendo voltar para a Igreja Católica”. O padre deu uma gargalhada, e o pastor se explicou:

    “Aprendo muito com o padre Zezinho, e não me furto em pregar suas canções, e que apesar de ser um católico, isso não impede do Espírito Santo agir sobre ele”.

    Falou tudo!

    Esse é o padre Zezinho!

  3. Maria Inês

    Oh… a Semana Teológica da Faculdade Dehoniana promete!!!!!!!!!!!
    Gostei de conhecer um pouco, da abertura da Semana Teológica ,através de um dos comentários de quem estava lá, o André, no post anterior.

    Gostaria também de parabenizá lo Pe. João, pelas suas participações em programas da Canção Nova: c/ Pe. Fábio, Gabriel Chalitta e ontem vi que estava no programa da Mirian Rios “o Porta a Porta”, meu marido ainda comentou: olhe como Pe. Joãozinho ” se faz um” com cada realidade…cada programa:fez até um versinho para os e as colaboradoras, “mergulhar fundo nesta Arte de amar” porque sabemos, atrás de cada atividade desenvolvida é levar Jesus para o meio do mundo.

    Maria Inês

  4. Obrigada pelo convite Pe. ficamos agradecidos….
    Ahhhhh se eu pudesse mais um momento abençoado.Mas já passou hoje que ví a postagem.
    Nosso abraço fraterno!

  5. Reginaldo Vieira da Silveira

    Senhor, tende piedade de nòs. O joio não é mais semeado apenas pelo malígno; o próprio agricultor o misturou com o trigo. O povo está sendo enganado pelos próprios padres. Até padre Zezinho reconhe isto!Deus não nos deixeis cair em tentação. Misericórdia!

  6. Regiane Andréa de Almeida.

    Pe. Joãozinho :
    Assisti você no programa “Papo Aberto” do Gabriel Chalita e queria parabenizá-lo por sua inteligência, pela sua humildade, por procurar ser na sua vida : SACERDOTE, PROFETA, PASTOR.
    Sou sua fã nº 1 há muitos anos e rezo para que os novos sacerdotes sejam fiéis à Cristo, sendo estudiosos, orantes, sensíveis aos problemas sociais e atuantes para implantar a justiça, pois o Reino de Deus começa aqui e agora.
    Parabéns pelo Dia do Professor!!!
    Sou também Professora da Rede Municipal há 13 anos(trabalho com crianças na faixa etária de 5 e 6 anos, as quais amo muito e sei de minha responsabilidade que tenho e terei na vida delas) e Psicopedagoga Institucional com prática de 7 anos.
    Amo o que faço, mas no momento estou afastada do trabalho devido complicações do Lúpus Eritematoso Sistêmico, que já sou portadora há 13 anos desta doença auto-imune.

    Sua bênção,

    Regiane Andréa de Almeida.
    Paraisópolis – Sul de Minas Gerais.
    Arquidiocese de Pouso Alegre – Sul de Minas Gerais.

  7. quinta-feira, 15 de outubro de 2009
    Quando o tiro sai pela culatra!
    Caríssimos,

    Gostaria de mostrar-lhes uma palestra do Padre Zezinho para a CN, a mesma fala sobre os “Semi-Deuses da Fé”, leiam com atenção e vejam que as palavras dele reflete perfeitamente os “Padres Pop’s”. Leiam um trecho da palestra disponível no blog do Pe. Joãozinho:

    Padre Zezinho abre Semana Teológica em Taubaté

    Ainda dá tempo de você chegar na Faculdade Dehoniana e participar da nossa Semana Teológica. Hoje o Pe. Zezinho nos brindará com uma reflexão sobre os SEMIDEUSES DA FÉ. Veja um pedacinho da reflexão dele:

    “Na mídia de hoje há mitos, deuses e semideuses. E nas igrejas, que hoje atuam intensamente por meio de veículos que se convencionou chamar de mídia religiosa, há semideuses, gigantes e heróis da fé. Conquistaram o seu lugar pela renúncia? Como chegaram àquele Olimpo? O fato é que eles têm legiões de seguidores incondicionais e acríticos. Chegaram lá por que caminhos? Ou foram guindados ao nicho que hoje ocupam?

    O fenômeno digno de nota é que alguns deles são mais divulgados pela mídia secular do que pela mídia religiosa. Vendem livros e canções e isto os qualifica a serem, também, divulgados intensamente por editoras e gravadoras não religiosas. Merecem um estudo. Devem ser ouvidos, porque alguns deles são argutos e sabem o que querem; sabem também o porquê de terem se exposto aos riscos do consumo que como o Deus Cronos, engole seu próprio produto. Muitíssimos mitos modernos passam hoje pelas caixas registradoras e se curvam aos poderes do deus mercado. Jacques Atalli, no seu livro Uma Breve História do Futuro se ocupa demoradamente desse processo de mercado, mídia, mitos e jogo de poder. Não mais a hierarquia, mas religiosos entraram neste jogo. Para chegar a milhões aceitam carona em veículos mais eficientes de vez que os da Igreja são lentos demais e pouco abrangentes.”

    Percebam que as palavras dele cabem muito bem ao Fábio de Melo por exemplo, acho que o tiro acabou saindo pela culatra.

    Jefferson Nóbrega

    Pax et bonvs.

    http://praelio.blogspot.com/2009/10/quando-o-tiro-sai-pela-culatra.html

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.