1. Use seu nome para fazer seu cadastro em http://twitter.com/
  2. Para postar fotos no twitter, é bom usar o Twitpic
  3. Ótimo BLOG com dicas sobre como usar o twitter: http://usandotwitter.blogspot.com/
  4. Como inserir símbolos no Twitter – http://migre.me/aWO7
  5. Lembre-se que o twitter não pode atrapalhar seus relacionamentos familiares
  6. O TwitterFox/Echofon é uma boa ferramenta para Mozzila Firefox
  7. Direct Messages, eu achei legal, o sr já usou
  8. Para saber quantos seguidores estão online: www.twitteranalyzer.com
  9. Tweetwasters, essa ferramenta informa quanto tempo você twittou.
  10. No twitter devemos usar a sabedoria franciscana: “fazei que eu procure mais responder que ser respondido”
  11. Vejo que muitos ainda usam o twitter no modo Orkut: Forum. A dica? Use-o de modo mais humano. O Twitter é assim.
  12. twitter não é MSN….mas a gente não resiste. :D
  13. Twitter não é lugar de gente que não interage! Muito chato seguir quem nunca responde ngm…
  14. Saiba quem “favoritou” seus tweets http://migre.me/aUBh
  15. Ótimas dicas em português: http://www.twitterbrasil.org/
  16. Oi as ferramentas são usar com moderação,sem exageros
  17. Twitter não é CHAT.
  18. Twitter não é BLOG.
  19. Twitter não é MSN.
  20. 10 sites sobre twitter http://tinyurl.com/nnv2ck
  21. Ótimas dicas em inglês: http://oneforty.com/
  22. Descubra as estatísticas do seu Twitter c/ esta poderosa ferramenta de análise! http://www.twitteranalyzer.com/
  23. Twitter não é lugar adequado para expor vida pessoal.
  24. Uma dica que eu acho útil é criação de listas para que possamos separar nosso “público” por interesses comuns
  25. Ser paciente e nao criticar as pessoas por nao receber respostas porque as vezes as pessoas tem muito seguidores e nao pode.
  26. Para o Twitter funcionar legal para o propósito que temos, é preciso manter uma atitividade por período e no jeito certo.
  27. No site “TUTORIAL – TWITTER” mostra como usar o twitter.
  28. TwitCause, ferramenta, sem fins lucrativos, que permite anúncio de instituições.
  29. o manual on line daTalk Tudo o que vc precisa saber sobre Twitter é interessante. Me ajudou bastante. É só jogar no Google.
  30. Adicionando o aplicativo TwitKut em seu perfil no Orkut, se pode compartilhar as atualizações com os amigos do orkut…
  31. Devemos escrever pouco mas com conteúdo.
  32. Tenham muito cuidado com o q postam aqui no Twitter para não se prejucar nem prejudicar ninguém.
  33. Para dar um RT pela página do Twitter será necessário escrever RT: @(nome do tuiteiro) na caixa de mensagens e …
  34. Pra criar lista e mandar pro povo seguir: http://tweepml.org/
  35. Você não precisa manter em sua lista pessoas que fazem questão de esconder sua identidade.
  36. Um site para saber quem está “bombando” no twitter: http://blablabra.net/
  37. Nesse link http://bit.ly/1l1QwW dá para ver o que todo mundo mandou para você!
  38. Coloque o nome @padrejoaozinho  no search e vc verá todos que estão respondendo para mim.
  39. Para o sr. que utiliza bastante o twitter… essa ferramenta (complemento) para o firefox facilita muito a vida dos usuários. Estamos falando do complemento para firefox (echofon). Que uma vez instalado no navegador firefox, atua como uma espécie de Msn dentro do próprio navegador. Permitindo que mesmo vc navegando em qualquer site, seja avisado sobre novos posts. Inclusive trás a opção (mentios), que uma vez clicada mostra apenas os posts direcionados à sua pessoa. É uma ferramenta muito útil. Para quem utiliza o micro/note ao invés do celular, ela oferece uma grande praticidade.

 

 

 

26 Comentários

  1. Ótimas dicas, padre! A gente nunca para de aprender sobre o twitter. Agora pude aprender um pouco mais.

  2. Bacana..Maravilhoso as suas dicas..A melhor é que devemos usar como sabedoria franciscana..Ótimo!!! PArabéns…

  3. Marianna Aloi

    Padre, muito boas dicas! Desde de ferramentas tecnológicas até boas maneiras no Twitter!
    Parabéns! Muito legal!
    Um convivência saudável, com educação e respeito, é fundamental e nos nos leva a crescer!
    Obrigada
    Marianna

  4. Pe. Joãozinho, Tô amando as dicas, principalmente por eu ainda estar apredendo a “twittar”….valeu!!! Adorei! Coloque mais! hehehehehe…abraços!

  5. Adriana Aparecida Borges

    ESTOU TESTANDO CADA UMA A MEDIDA EM QUE SÃO POSTADAS MAS, DAQUI A VINTE MINUTOS TENHO QUE PARAR, HOJE TEM PRIMEIRA EUCARISTIA DE ALGUNS DOS NOSSOS COROINHAS.

    OBRIGADA MESMO PELAS DICAS!

  6. Um manual de etiqueta para Twitter!
    Muito bom!
    Sua benção.

  7. Tou vendo minhas dicas no blog. Estou me sentindo quase sua assessora….srsrsrs #achochique

  8. A página pode ter virado depois de tantas mensagens, mas o senhor pode clicar em “MORE”pra ver tuuuuuuuudo, pois eu gosto de ler TODAS as frases do dia…entao vou apertando “MORE”e carregando as mensagens enquanto faço outras coisas, depois dou uma passada rápida em tudo que aconteceu, assim vc nao perde nenhuma mensagem…

  9. vilber negrão

    Amei essa aula pra twittar…eu que ainda estou aprendendo foi de mais!!!!
    Obrigada por mais esse tópico com tanto ensinamento.

  10. Pingback: .RT @padrejoaozinho Dicas para usar BEM o twitter « Padre Joãozinho, scj «

  11. Janice Sales

    Padre Joãozinho… o Sr. me despertou o interesse pelo Twitter rsrsrsrs
    Até entao não havia tido interesse em twittar, mas agora vejo que sabendo quem seguir, torna-se interessante e deve ser usado para partilharmos com as pessoas o lado bom de nossas vidas… ensinamentos… talvez uma frase dita naquele momento, faz a diferença para uma pessoa que precisava ler o que foi escrito.
    Um grande abraço…

  12. Janice Sales

    Correção… não “uma palavra dita” mas sim, “uma frase digitada” rsrsrsrs

  13. Ok Pe., ótimas dicas!
    Mas discordo da 9 porque, como dizem 16 e 18, twitter não é chat e nem msn!!!
    Sua bênção, Deus o abençoe!
    @julianastraioto

  14. Rosangela Franco

    Abençoada iniciativa padre.Oferta a condição de conhecer mais sobre twittar, selecionar, favorecer e acolher relacionamentos harmoniosos e, sobretudo, ter a prudência em não importunar. Obrigada.Sua benção.

  15. ana valeska

    Bom dia Pe.!
    Obrigadaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa tudo que eu precisava
    abraço fraterno

  16. Juliana B

    O twitter não me cativou…não sobrou tempo ainda…já dei uma passadinha…o senhor narrando o casamento da Adriana foi hilário…rola um bom humor geral, parece…tem que ter um tempo ocioso pra isso,não? Sei lá…
    O moço do comentário fedeliano definitivamente pegou o bonde andando e pisou na casca da banana…mas já se retratou…belo gesto…ainda assim acho que o deviam regulamentar a profissão de seguidores de padres com especialização em idolatria ao prof. Fedelli…convenhamos, falam nos mesmo moldes, agem com o mesmo escárnio…chega a ser engraçado…
    Boa semana, padre!

  17. Um carinho em selinhos, segue a postagem de indicação de seu blog: http://wp.me/p56IZ-1yS

  18. AMEI AS DICICAS Pe.

    BOA SEMANA

    RE

  19. AMEI AS DICAS Pe.

    BOA SEMANA

    RE

  20. A castidade
    Pe. Francisco Faus—–amor profilático

    Todos chamados ao verdadeiro amor
    «Chamados ao verdadeiro amor. O ser humano, enquanto imagem de Deus, é criado para amar. Esta verdade foi-nos revelada plenamente no Novo Testamento, juntamente com o mistério da vida intratrinitária: “Deus é amor (1 Jo 4,8) e vive em si mesmo um mistério de comunhão pessoal de amor [o Pai ama o Filho e o Filho o Pai, e o Amor que deles procede e os une é o Espírito Santo, Amor substancial de Deus]. Criando-a à sua imagem, Deus inscreve na humanidade do homem e da mulher a vocação, e, assim, a capacidade e a responsabilidade do amor e da comunhão. O amor é, portanto, a fundamental e originária vocação do ser humano”. Assim se expressa, no n.8, um importante documento do Conselho pontifício para a família, de 8/12/1995: Sexualidade humana: verdade e significado (que inclui uma citação da Exortação apostólica Familiaris consortio, de João Paulo II, n. 11)).
    «A pessoa é, portanto – continua o citado documento, no n. 9 –, capaz de um tipo de amor superior: não o amor de concupiscência, que vê só objetos com que satisfazer os próprios apetites, mas o amor de amizade e oblatividade, capaz de reconhecer e amar as pessoas por si mesmas. É um amor capaz de generosidade, à semelhança do amor de Deus; quer-se bem ao outro porque se reconhece que é digno de ser amado. É um amor que gera a comunhão entre as pessoas, visto que cada um considera o bem do outro como próprio. É um dom de si feito àquele que se ama […]. Cada ser humano é chamado ao amor de amizade e oblatividade; e é libertado da tendência ao egoísmo pelo amor de outros […], definitivamente por Deus [pelo amor de Deus], de quem procede todo o amor verdadeiro e em cujo amor somente a pessoa humana descobre até que ponto é amada».
    Entende-se, assim, que São Paulo resumisse a vida cristã dizendo: Sede imitadores de Deus, como filhos muito amados. Vivei no amor, a exemplo de Cristo, que nos amou e por nós se entregou a Deus como oferenda e sacrifício de agradável odor (Ef 5,1-2). O modelo de todo amor cristão (do amor a Deus, do amor dos esposos, do amor entre pais e filhos, do amor sincero entre amigos) é a entrega de Cristo, é a figura de Jesus com o Coração trespassado na Cruz, que Bento XVI não se cansa de propor como imagem perfeita do amor cristão (cf. Encíclica Deus caritas est, n. 12).
    Este amor-doação, que faz viver em função dos outros, tem duas dimensões primordiais, vocacionais, na vida dos cristãos:
    1ª. A vocação para a entrega total da pessoa, alma e corpo, na castidade perfeita, no celibato por amor a Deus; e também como disponibilidade plena para o serviço do próximo (celibato apostólico). Jesus, após falar de que o matrimônio é indissolúvel, dirigiu-se aos discípulos, que, por motivos egoístas, comentavam que se a situação do homem com a mulher é assim, é melhor não casar-se, e disse-lhes, com expressão gráfica: Nem todos são capazes de entender isso, mas só aqueles a quem é concedido. De fato, existem homens impossibilitados de casar-se, porque nasceram assim; outros ainda, por causa do Reino dos Céus, se fizeram incapazes do casamento. Quem puder entender, que entenda (Mt 19,10-12).
    Também São Paulo, seguindo os ensinamentos de Cristo, escreve: O homem não-casado é solícito pelas coisas do Senhor e procura agradar o Senhor. O casado preocupa-se com as coisas do mundo, e procura agradar à sua mulher. E, assim, está dividido […]. Do mesmo modo, a mulher não-casada, a virgem, preocupa-se com as coisas do Senhor e procura ser santa de corpo e espírito. Mas a que é casada preocupa-se com as coisas do mundo e procura agradar ao seu marido. Digo isto para o vosso próprio bem e não para vos armar um laço. O que eu desejo é levar-vos ao que é melhor e à dedicação integral ao Senhor, sem outras preocupações (1 Cor 7,32-35).
    2ª. A vocação de entrega de amor no matrimônio, que tem como modelo a entrega de Cristo à sua Igreja (“esposa de Cristo”): Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo também amou a Igreja e se entregou por ela […]. Este mistério é grande – eu digo isso em referência a Cristo e à Igreja (Ef 5,25.32).
    «As pessoas casadas são chamadas a viver a castidade conjugal», lembra o Catecismo da Igreja (n. 2349). E o documento Sexualidade humana: verdade e significado, n. 20, comenta que os casados devem «estar conscientes de que no seu amor está presente o amor de Deus e, por isso, também a sua doação sexual deverá ser vivida no respeito de Deus e do Seu desígnio de amor, com fidelidade, honra e generosidade para com o cônjuge e para com a vida que pode surgir do seu gesto de amor. Só dessa maneira ela se pode tornar expressão da caridade».
    «Quando tal amor [cristão] se realiza no matrimônio – diz ainda o documento sobre a sexualidade humana (nn. 11 ss.) –, o dom de si exprime, por intermédio do corpo, a complementaridade e a totalidade do dom; o amor conjugal torna-se, então, força que enriquece e faz crescer as pessoas e, ao mesmo tempo, contribui para alimentar a civilização do amor; quando, pelo contrário, falta o sentido e o significado do dom na sexualidade, acontece uma civilização das «coisas» e não das «pessoas»; uma civilização em que as pessoas se usam como se usam as coisas. No contexto da civilização do desfrute, a mulher pode tornar-se para o homem um objeto, os filhos um obstáculo para os pais».
    «É, sem dúvida – acrescenta –, um amor exigente. Mas nisto mesmo está a sua beleza: no fato de ser exigente, porque deste modo constrói o verdadeiro bem do homem e irradia-o também sobre os outros».

    Amor grande e exigente

    Este desígnio divino sobre o homem – criatura espiritual e corporal, criada à imagem e semelhança de Deus, elevada à condição de filho de Deus, membro do Corpo de Cristo e templo do Espírito Santo –, essa vocação primordial e essencial para o Amor, dá à sexualidade humana, em todas as situações (virgindade, celibato, casamento) uma dimensão infinitamente mais elevada e qualitativamente diferente, essencialmente diferente, do sexo puramente biológico e instintivo dos animais.
    A virtude que caracteriza esse modo cristão de viver a sexualidade é a castidade. E, sendo uma virtude, deve tender, por definição – como todas as virtudes –, ao fim da vocação do cristão: a santidade.
    Esse ideal de santidade é expresso, com vigor e clareza, numa das homilias de São Josemaria Escrivá: «Esta é a vontade de Deus, a vossa santificação… Que cada um saiba usar o seu corpo santa e honestamente, não se abandonando às paixões, como fazem os pagãos, que não conhecem a Deus (1 Tes 4, 3-5). Pertencemos totalmente a Deus, de alma e corpo, com a carne e com os ossos, com os sentidos e com as potências. Rogai-lhe com confiança: Jesus, guarda o nosso coração! Um coração grande, forte e terno e afetuoso e delicado, transbordante de caridade para contigo, a fim de servirmos a todas as almas».
    «O nosso corpo – continua a dizer –é santo, templo de Deus, precisa São Paulo. Esta exclamação do Apóstolo traz-me à memória a chamada universal à santidade que o Mestre dirige aos homens: Estote vos perfecti sicut et Pater vester caelestis perfectus est (Mt 5,48). O Senhor pede a todos, sem discriminações de nenhum gênero, correspondência à graça; exige de cada um, conforme a sua situação pessoal, a prática de virtudes próprias dos filhos de Deus». (Amigos de Deus, n. 177).
    Não podemos esquecer, porém, que o ser humano carrega consigo as inclinações egoístas procedentes da desordem do pecado (original e pessoal), e que experimenta em si mesmo inclinações contraditórias, de modo que se trava uma luta entre a carne e o espírito (Gal 5,16-17), entre o homem velho e o homem novo (Ef 4,22-24). É por isso que a castidade só se pode viver, de acordo com o plano de Deus, com o auxílio da graça e com o esforço pessoal da luta ascética, especialmente com o exercício da virtude da temperança (do autodomínio). Por isso, o documento sobre a sexualidade, que acima citamos, indica: «Tudo isto exige o autodomínio, condição necessária para se ser capaz do dom de si. As crianças e os jovens [e os adultos] devem ser encorajados a estimar e praticar o autocontrole e a renúncia, a viver de modo ordenado, a fazer sacrifícios pessoais, em espírito de amor de Deus, de auto-respeito e de generosidade para com os outros, sem sufocar os sentimentos e as tendências, mas canalizando-os numa vida virtuosa” (n. 58).
    Neste mesmo sentido, o Catecismo da Igreja Católica recorda que «a castidade supõe uma aprendizagem do domínio de si, que é uma pedagogia da liberdade humana. A alternativa é clara: ou o homem comanda as suas paixões e alcança a paz, ou se deixa comandar por elas e torna-se infeliz» (n. 2339).
    «Para alguns, que se encontram em ambientes em que se ofende e se deprecia a castidade – acrescenta ainda o documento Sexualidade humana: verdade e significado (n. 19) –, viver de modo casto pode exigir uma luta dura, às vezes heróica. De qualquer maneira, com a graça de Cristo, que brota do seu amor esponsal pela Igreja, todos podem viver castamente mesmo que se encontrem em ambientes pouco favoráveis».

    A castidade é um ideal, uma virtude que deve ser conquistada

    Já os primeiros cristãos, que tiveram que viver num mundo tremendamente afetado pela corrupção dos costumes, praticavam a virtude da castidade de um modo inédito, que admirava e chocava os pagãos, acostumados a toda a sorte de devassidões. Alguns cristãos inclusive, em épocas de perseguição, foram denunciados como tais e levados aos tribunais pagãos precisamente porque eram castos: só isso já constituía um cartão de identidade. Para o pagão de então, que tinha no prazer material o máximo ideal de felicidade, a luta pela castidade era inconcebível, e a prática da castidade era julgada impossível. O “pagão” atual pensa da mesma forma.
    É preciso, por isso, que os cristãos nos compenetremos da convicção de que a castidade, apesar da incompreensão quase absoluta da maioria, é um ideal grande, é uma meta necessária para a realização “humana” e cristã, é uma conquista possível e acessível. Não “nasce”, porém, sozinha: como toda virtude humana, como toda qualidade moral habitual, tem que ser adquirida; como as outras virtudes morais do cristão, deve forjar-se – no cadinho onde se fundem a graça de Deus e o esforço pessoal – mediante a oração e luta por ordenar as paixões de acordo com a reta razão e a fé. Mas essa luta é impossível sem a mortificação.
    Em suma, a castidade é, simultaneamente, um dom que é preciso pedir a Deus (cf. S. Josemaria Escrivá, Caminho, n. 118), e uma virtude que deve se conquistar, aperfeiçoar e crescer (cf. Id., Forja, n. 91), mediante o esforço generoso da nossa correspondência à graça.
    «Com o espírito de Deus – diz São Josemaria –, a castidade não se torna um peso aborrecido e humilhante. É uma afirmação jubilosa: o querer, o domínio de si, o vencimento próprio, não é a carne que o dá nem procede do instinto; procede da vontade, sobretudo se está unida à Vontade do Senhor. Para sermos castos – e não somente continentes ou honestos -, temos que submeter as paixões à razão, mas por um motivo alto, por um impulso de Amor».
    «Comparo esta virtude a umas asas que nos permitem propagar os preceitos, a doutrina de Deus, por todos os ambientes da terra, sem temor a ficarmos enlameados. As asas – mesmo as dessas aves majestosas que sobem mais alto que as nuvens – pesam, e muito. Mas se faltassem, não haveria vôo. Gravai-o na vossa cabeça, decididos a não ceder se notais a mordida da tentação, que se insinua apresentando a pureza como uma carga insuportável. Ânimo! Para o alto! Até o sol, à caça do Amor» (Amigos de Deus, n. 177).
    O ideal do cristão não se contenta só com amar e praticar pessoalmente a castidade, mas sente a necessidade, a missão – especialmente num mundo que cada vez mais afunda no niilismo sem sentido e no hedonismo egoísta – de empenhar-se numa «cruzada de virilidade e de pureza que enfrente e anule o trabalho selvagem daqueles que pensam que o homem é uma besta» (Caminho 121).
    É interessante, neste ponto, lembrar um comentário de Santo Tomas de Aquino, que hoje é de uma atualidade plena. Diz o santo doutor, na Suma Teológica (II-II, q.142, a. 2 e 3) que a maior parte dos pecados se cometem não porque o homem seja levado a eles pelas suas inclinações naturais, mas pelo escândalo [maus exemplos, espetáculos, etc.], que provoca uma super-excitação artificial das paixões. Daí também a necessidade de unir, ao amor, a luta ascética, também com caráter profilático: o esforço por evitar colocar-se voluntariamente nas ocasiões de pecado, na fogueira da tentação.

    A aquisição e cultivo da virtude da castidade

    No mundo atual, fortemente erotizado, é evidente que a mortificação se torna mais necessária do que em épocas do passado recente. Por toda a parte – gente mal-vestida na rua, outdoors, espetáculos, jornais, revistas, livros, Internet – há uma agressão contínua à castidade, uma estimulação artificial e massiva da fisiologia, da simples genitalidade animal, sem o menor contexto de grandeza e amor. Sexo pelo sexo. Sexo como consumo e prazer (Esta parte da palestra recolhe vários textos e idéias do livro de F. Faus Autodomínio: elogio da temperança, pp. 72 a 83).
    O papel da mortificação, nesta batalha do cristão (e de qualquer ser humano honesto), é mais do que nunca um “não” sereno e corajoso a esses incentivos artificiais, absolutamente necessário para poder dizer “sim” à beleza, à grandeza e à dignidade do amor; à grandeza, em suma, da alma e do corpo dos filhos de Deus. Por isso, da mesma forma que devemos dizer um “não” rotundo à droga, para poder dizer um “sim” à vida e à preservação da saúde física e psíquica, temos que saber dizer o mesmo “não” a esses estímulos degradantes, para sermos capazes de dizer “sim” ao amor, e à beleza da sexualidade própria de um filho de Deus, em que o amor de Deus, a alma e o corpo se integram numa harmonia equilibrada e perfeita.
    Daí a necessidade desse autocontrole que a Igreja nos aconselha como meio necessário – contando sempre com a força dos Sacramentos e da oração – para manter, como diria São Josemaria Escrivá, «a juventude do amor em qualquer estado de vida» (É Cristo que passa, n. 25). De fato, é maravilhoso constatar que não há amor mais jovem, mais feliz e mais bonito que o dos casais que vêem o matrimônio e a família como uma vocação divina para a santidade– sacramento grande, diz São Paulo (Ef 5,32) – e uma missão na sociedade; e o dos homens e mulheres que decidem entregar a vida inteira, por amor, ao serviço de Cristo e dos outros, oferecendo a Deus com alegria a renúncia ao sexo, no estado de celibato voluntariamente assumido.
    «E agora eu te pergunto – diz São Josemaria –: como é que enfrentas esta peleja? Bem sabes que a luta, se a manténs desde o princípio, já está vencida. Afasta-te imediatamente do perigo, logo que percebas as primeiras chispas da paixão, e mesmo antes. Fala, além disso, imediatamente com quem dirige a tua alma; melhor antes, se for possível, porque, se abrimos o coração de par em par, não seremos derrotados. Um ato e outro formam um hábito, uma inclinação, uma facilidade. Por isso é necessário batalhar para alcançar o hábito da virtude, o ato da mortificação , para não repelir o Amor dos amores» (Amigos de Deus, n. 182) .
    Nesta “batalha” santa, em primeiro lugar é importante a mortificação da gula. O autodomínio no comer e no beber ajuda-nos, mais do que imaginamos, a manter o equilíbrio alegre e sadio da castidade. «Tenho para mim – afirmava o abade João Cassiano (século V) – que não poderemos jamais reprimir o aguilhão da carne, se antes não conseguirmos refrear os desejos da gula».
    Ao mesmo tempo, faz-nos falta cuidar delicadamente da mortificação dos olhos, janelas abertas ao mundo e receptores principais da chuva constante de incentivos eróticos que, infelizmente, há por toda a parte. Quem se estima a si mesmo, como víamos antes, sabe dizer “não” (“não estou disposto a olhar tudo pela rua, nem a comprar revistas pornográficas, nem a fuçar em programas noturnos na tv, nem a alugar fitas eróticas, nem a pesquisar no lixo sexual da Internet”); e diz esse “não” − insisto − porque está decidido a dizer “sim” a um ideal de amor muito maior do que o prazer carnal egoísta e descomprometido que faz o homem descer abaixo do nível dos bichos (que, diga-se de passagem, são em geral bem mais “castos” do que os homens,).
    Que outras armas vamos empregar para alcançar a pureza cristã? Recorda-as também São Josemaría (cf. Amigos de Deus, n. 185): «Cuidai da castidade com esmero, e também dessas outras virtudes que formam o seu cortejo – a modéstia e o pudor -, que vêm a ser como que a sua salvaguarda. Não passeis com ligeireza por cima dessas normas que são tão eficazes para nos conservarmos dignos do olhar de Deus: a guarda atenta dos sentidos e do coração; a valentia – a valentia de ser covarde – para fugir das ocasiões…»:
    Comecemos pela «“valentia” de ser covarde, para fugir das ocasiões», que já antes mencionávamos. Na maior parte dos casos, este é o grande segredo para não ter que repetir, de modo triste e insincero, aquela velha desculpa de que “a carne é fraca” e eu não consigo me segurar. Fugir das “ocasiões” é evitar os lugares (um apartamento vazio, certas boates, bares, danceterias, etc.), as situações (um carro estacionado em lugar escuro) e as pessoas que facilmente nos podem arrastar para a simples explosão genital (p.e., certos reveillons e carnavais comemorados em hotéis ou clubes, em que a promiscuidade de rapazes e moças – de mistura com álcool, drogas e dança quase orgiástica – é convite quase inesquivável a cair nos maiores abusos sexuais).
    Depois, lembremos «a guarda atenta dos sentidos e do coração». Em primeiro lugar, da vista, da curiosidade mórbida, por vezes quase que obsessiva e compulsiva; depois, poderíamos recordar a importância de guardar também o ouvido, pequeno bueiro onde são despejadas constantemente gracinhas sujas; e o tato, para não cair em familiaridades e manifestações de afeto pegajosas, bastante “suspeitas”, especialmente com pessoas do outro sexo, que muita vez equivalem a catar sorrateiramente migalhas de sensualidade, enquanto se finge ser amável e cordial; e ainda o controle, importantíssimo, dos chamados “sentidos internos”, a imaginação e a memória.
    Reconheçamos que noventa por cento dos desvarios sexuais procedem do descontrole destes dois sentidos internos. Deixar a imaginação à solta – alimentada muitas vezes pelas recordações de pecados cometidos, de conversas, ou por filmes, por leituras, por imagens visuais procuradas nas revistas, na Internet ou na tv – é a mesma coisa que escancarar as janelas da alma a uma série de tentações, constantes e progressivas, que entram como uma revoada de cupins; é a mesma coisa que acender um caldeirão de aprendiz de bruxo, de onde podem sair todas as torpezas, abusos e anomalias. Quem é dono da imaginação, tem noventa por cento ganho para ser, com fortaleza, dono e senhor dos seus impulsos sexuais e dos seus sentimentos e, portanto, do seu amor. Este autodomínio do pensamento é a chamada “mortificação interior”, tanto ou mais importante para o senhorio da vontade como a “mortificação dos sentidos”.
    Finalmente, temos de repisar a importância primordial dos meios sobrenaturais, que exigem a concretização de propósitos e esforços perseverantes: «O trato assíduo com o Senhor através da Eucaristia […]. A freqüência dos sacramentos, de modo particular [além da Eucaristia] a Confissão sacramental; a sinceridade plena na direção espiritual pessoal; a dor, a contrição, a reparação depois das faltas, e tudo ungido com uma terna devoção a Nossa Senhora, para que Ela nos obtenha de Deus o dom de uma vida santa e limpa» (São Josemaria Escrivá, Amigos de Deus, cf. nn. 185 e 186).
    Vivendo assim, confirmaremos com a nossa vida e saborearemos com alegria a verdade destas palavras de São Josemaria Escrivá: «A castidade – a de cada um no seu estado: solteiro, casado, viúvo, sacerdote – é uma triunfante afirmação do Amor» (Sulco, n. 831).
    N.B. Os sublinhados nas citações incluídas na palestra não constam do original: foram todos eles acrescentados para dar destaque, na exposição, a alguns conceitos.

  21. tio, estou adorando seu blog, já entrei nessa do twitter.
    queria pedir um favor, estou fazendo um trabalho escolar no qual tenho que fazer um album da minha vida, queria que você fizesse um breve texto falando sobre mim, como é a babi. te amo, beijos da sua sobrinha babi.

  22. oi joao
    a babi prwcisa fazer um trabalho de escola e gstaria que voce escrever algo sobre ela. o trabalho será feito em sal na quarta de manha. se vc conseguir fazer um pequeno textoate amanha a noite agradecemos muito. bjos..estamos com saudades

  23. bom dia padre sua bensao estou entrandu aqui nao pra comentar sbre as dicas do twiter que por sinal sao otimas espero um dia que minha filha fassao meu tenho pedidu muito a ela mas ela nunca tem tempo pasei aqui par te pedir uma orientasao pois estou quase tomandu uma desicao que mudara minha vida sou acsada ha 21 anos e ultimamente meu maridu tem sidu muito ignorante comigo me tratandu muito mal e eu nao gosto de ser tratado como ele vem me tratandu acho ate que ele ja te outra mas ainda nao tenho certeza por favor padre me diz algo que nesse monmento possa me ajudar vou aguardar sua resposta

  24. Pingback: Twitter Trackbacks for Dicas para usar BEM o twitter « Padre Joãozinho, scj [cancaonova.com] on Topsy.com

  25. Elaine Mendes

    Infelizmente meu trabalho bloqueou o twitter, então, só a noite poderei twittar. Espero que o Padre Joaozinho esteja sempre twittando a noite.
    Sua benção.

  26. Ana Vitória

    Ótimas dicas !!!
    O sr sempre interagindo, muito legal isso !!!
    Como o sr me lembra o padre Sandro Giancola !!! Salesiano, que foi coordenador do Colégio Dom Bosco, em que estudei. Sempre se aproximando da juventude, falando a mesma língua. EVANGELIZANDO !!!!
    Deus te abençoe !!!!!

  27. aAhgUAhUahUHAu … Se liga eu ali na imagem …

  28. Pingback: marcelo jc souza

  29. Edleuza maria Gonçalves e Silva

    Olá Padre!!!
    Muito legais as dicas. Serão de ótima ajuda!

    O bom do twitter é ver como as pessoas se descontraem, brincam com certas situações (apagão por ex.), e fica todo mundo feliz. Sou seguidora de homoristas, religiosos, artistas, enfim, todos eu admiro, e sabendo usar direito então, ficará muito melhor!

    Pra mim, a melhor parte é receber todos os dias a bênção de dois padres que admiro muito… @padrejoaozinho e @pefabiodemelo

    Grande abraço!

    Muito obrigada, e a sua bênção!

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