Você vai estar presente? Às 16h estarei na EXPOCATÓLICA, em São Paulo para o lançamento do livro IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS NA MÍDIA. Organizei um livro com diversos autores. O primeiro capítulo esteve sob responsabilidade de Pe. Zezinho que fala sobre a super-exposição dos atuais pregadores na MÍDIA. Neste dia terei a alegria da presença, entre outras pessoas, de minha mãe. Conto com sua presença e divulgação:

3 Comentários

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  8. Boa noite padre , prefiro a anterior.

  9. Dirlene Ramires

    `Boa noite Padre!Estive lá !Foi tudo muito bonito!
    Comprei o livro”Imagem & Semelhança De Deus na Midia”
    E fiquei muito feliz pelos autografos,do senhor, do Pe Zézinho
    e do Pe Mario Marcelo!Abrigada!Estou gostando muito do livro.
    Tirei algumas fotos de todos voces, só não tirei junto,porque sou timida.Mas tirei uma com o Pe Alberto Gambarini.
    Comprei o “Cartas entre amigos 2″Do Gabriel Chalita e do Pe Fabio de Melo,pena que não consegui o autográfo do Chalita!Fui embora antes dele chegar!
    Mas foi ótimo!Muita gente ,muita alegria e muita paz!
    A capa do livro e muito bonita!Instigante!!
    Ganhnei tantas revistas, livros, lembrancinha .Fiquei muito feliz ! Ano que vem tem mais? rs
    Obriga da pela oportunidade!

  10. Bom dia Padre!!!

    Acabei de ler o livro, é excelente!
    Parabéns pela idéia e por juntar tantos autores de peso!
    Vou deixar aqui um comentário com o que mais gostei e algumas dúvidas que surgiram, sobre os cinco primeiros textos desse livro ótimo.

    O Futuro na Ponta dos Nossos Dedos- Gostei muito da sua introdução. O trecho onde o sr. comenta que os ídolos passam a ser vítimas de seus adoradores leva à uma profunda reflexão.
    Como hoje temos a exposição de Deus na mídia de todas as formas possíveis, caímos na tentação de escolher este ou aquele deus que se amolda aos nossos desejos e necessidades.
    Esquecemos que Deus não é a imagem, que muito do que está exposto na mídia são idéias sobre Deus. E por ser idéia, humana, é passível de falha- tanto a idéia como a apresentação da idéia. Gostei pois nos leva a refletir sobre o “consumo” de Deus. Pode Deus ser consumido como novelas ou shows? Não! Acredito que a leitura de seu livro é muito produtiva nesse sentido. Qual é o limite para absorvermos o que é exposto, e como separar o joio do trigo? Qual a necessidade que temos de ver Deus na mídia?

    Semideuses da Fé – O texto do Pe. Zezinho fala de um fenômeno que vem ocorrendo muito nos últimos anos, dos grandes pregadores, padres ou pastores, cantores, grupos de oração. Gostei bastante do que Pe. Zezinho fala sobre a repetição, não tinha pensado nisso. È verdade que um pregador que não aparece muito corre menos risco de errar do que aquele que está sempre sob os holofotes.
    Não tem como não falar do nosso querido Padre Fábio. Gosto muito da postura dele e é interessante observar o amadurecimento que ele teve após certo tempo de exposição na mídia, tanto na mídia religiosa, como na não-religiosa. Observando vídeos mais antigos, é palpável que ele ficava constrangido com certas perguntas e em certos ambientes. Hoje, percebo segurança em tudo que ele fala. E, ao contrário do começo da exposição, hoje não há um programa em que ele não consiga falar sobre Deus com leveza e exatidão, sempre deixa a mensagem de Jesus. Como ele mesmo diz, é o Padre que canta, não o cantor que é Padre, acho que finalmente as pessoas de fora dos meios religiosos entenderam isso.
    Gostei muito da menção à obra de Joseph Campbell, pois “O Poder do Mito” é leitura obrigatória e essencial para todo aquele que lida com imagem.
    Como tão bem colocou Padre Zezinho, é preciso encontrar o meio-termo, pois, se há que se valorizar a mensagem e não o mensageiro, é inquestionável que um mensageiro consegue transmitir melhor e a mais pessoas a mensagem projetando-se a si próprio.
    Imagino o quanto é trabalhoso projetar-se, e ao mesmo conseguir apagar-se o suficiente, para não ofuscar a mensagem. Como fazer isso?

    Mídia e Profetismo – Gostaria de destacar uma frase que o autor desse texto, o presbítero Augusto César Pereira, menciona: “Gente simples, fazendo coisas pequenas, em lugares de pouca importância, faz acontecer mudanças extraordinárias” (frase de Dom Moacir Grecchi).
    Esse texto é um dos mais curtos do livro, mas, a meu ver, um dos mais importantes. Pois mostra como a evangelização pela mídia, na maior parte, foge dos temas políticos e sociais, restringindo-se, como bem fala o autor, a uma evangelização que omite qualquer responsabilidade social.
    Já observei isso, que é muito raro encontrar programas religiosos na TV ou sites e blogs (sendo uma das honrosas exceções o seu blog, Padre Joãozinho) que se disponham a discutir política e mazelas sociais, com enfoque na Palavra de Jesus.
    Concordo com o autor. Minha opinião é que é mais fácil calar do que bater de frente com os interesses políticos e econômicos de tantos grupos.
    É impossível viver os ensinamentos de Jesus sem pensarmos em questões como ecolocgia, juventude que se perde, gente que passa fome.
    Corajoso o autor,por abordar de forma tão direta um ponto tão polêmico, crucial e tão pouco discutido. Qualquer um que faça trabalho junto aos pobres é sempre atacado, chamado de “comunista”.
    Esse texto foi um dos que mais gostei no livro, tanto pela relevância do tema quanto pela capacidade de síntese do autor, que abordou de forma precisa vários aspectos, em poucas páginas. Mas o tema não se exaure, deixa um gosto de “quero mais”…
    Gostaria muito de ler mais sobre esse assunto. Em época de eleição, então, é perfeito para ajudar-nos a conciliar nossa opção de voto com o papel que Jesus quer que a gente faça como cidadãos.

    Midiatização: Processo Social Contemporâneo.
    Se bem recordo-me, o sr. já postou um trecho desse texto (ou foi intergral?) aqui no blog e eu já comentei, mas vou repetir, pois o texto merece releitura e mais reflexão.
    As autoras Cirlene Cristina de Souza e Denise Figueiredo Barros do Prado colocam bem a principal mudança que a mídia atual oferece, que é o fato de hoje não haver só transmissor e receptor de mensagens, mas pessoas que interagem e trocam informações entre si.
    Concordo que a Igreja precisa atualizar-se muito ainda nessa compreensão, pois a própria forma de transmitir os ensinamentos muda quando se sabe de antemão que o receptor poderá, ele próprio, interferir na visão do comunicador.
    Particularmente, eu não gosto de mídia com a qual eu não possa interagir, pois não vejo benefício nem agregação de conhecimento em só receber. Se a pergunta é mais importante do que a resposta, de que adianta uma comunicação que não permite a interação?
    Vejo nesse ponto uma das principais questões do caminho da imagem de Deus na mídia, que é a Igreja saber que não irá apenas transmitir mas interagir com o rebanho.
    Essa interação vem ocorrendo lentamente ao longo dos séculos e hoje, com tanta informação, gostaria de saber como fica o efeito da interação tão rápida? Como saber o que é necessidade do rebanho e o que é apenas dito pela facilidade da troca entre de informações, de interação? Como a Igreja vai acolher as informações que recebe e cada vez mais irá receber de um rebanho que cada dia mais tem acesso e interesse na troca? A Igreja está preparada? Ou melhor, como está preparando-se?

    Mulher e Homem: Imagem de Deus –
    O que mais gostei no texto de Antonia Maria Marques foi o modo como ela expressa algo no qual sempre acreditei: Deus é muito grande e infinito para caber em conceitos ou ser limitado por idéias. Como passar a imagem D’Aquele que é infinito e intraduzível?
    O interessante é que o texto não aponta a imagem de Deus, mas aponta como podemos verificar a ausência da semelhança com Ele: tudo que não é belo, ordenando e bom, não pode ser semelhante a Deus, pois assim Ele É.
    Para mim, remete diretamente ao texto ao texto “Mídia e Profetismo” (poderiam estar um após o outro), pois a escravidão lamentada no poema do Gênesis e analisada pela autora, é tão escravidão quanto aquela que os pobres de hoje vivem.
    E só a partir de uma conscientização de nossa própria semelhança com Deus é que tomaremos consciência de nossa responsabilidade com o próximo e com todo o meio ambiente.
    Essa visão de Deus presente em tudo e todos, apesar de ser Inteiro sozinho, é uma idéia que, ao meu ver, pode tornar o ser humano mais responsável com a vida de modo geral.

    Imago Dei, Imago Christi – O Olhar da Antropologia Teológica –
    Gostei muito desse texto. Tive que ler duas vezes, pois há conceitos teológicos que eu ainda não conhecia. Gostei de ler, tudo novidade.
    Achei fascinante saber que Deus, ao dar Jesus à Humanidade, o fez com intuito de reintroduzir a Graça para os homens. Saber que Ele humanizou Sua Imagem para alcançar o mundo, e refazer a nossa própria imagem, feita à semelhança D’Ele, é consolador mesmo.
    Porque nós humanos tão imperfeitos, de olhos rasos, certamente não compreenderíamos um Deus que não fosse capaz de sangrar.
    Quando o autor diz que imagem não é mera cópia, mas atualização de Deus, consigo compreender perfeitamente o que sempre ouço sobre os Dogmas: que são sempre os mesmos, nós (como Igreja) é que vamos, aos poucos, lapidando nossa capacidade de entendê-los. Assim, da mesma forma, a imagem de Deus.
    Este texto esclareceu um ponto que eu achei bem confuso, e que inclusive um amigo meu (católico) chegou a comentar, que era sobre essa questão do sentido de imagem. A partir do momento que o termo “imagem” é analisado sob a ótica proposta pelo autor, Osmar Cavaca, a análise dos outros textos flui melhor. Pensando bem, não há mesmo como pensar em imagem com sentido de representação ao falarmos da imagem de Deus.

    Bom , é isso por enquanto.
    Hoje à noite ou amanhã cedo termino de comentar sobre os textos restantes e venho deixar aqui tbém.

    Parabéns, o livro é excelente!

    Sua benção!

    (os comentários sobre os demais textos vou colocar depois, hoje de noite ou amanha cedo, ok? N tive tempo de escrever ainda!)

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