O apóstolo Pedro é o tipo do “Líder nato”. Sua sinceridade é radical. É um homem impulsivo e impetuoso. É mais levado pela ação do que pela reflexão. Promete mais do que pode cumprir. É aquele que, na torcida, puxa o grito de “gol”. Vai de um extremo a outro facilmente. Tem dificuldade de esperar. Quer tudo para ontem. Chora com os que choram. Sorri com a vitória do outro. É uma pessoa simples e objetiva. Não suporta burocracias inúteis. Acredita na empresa e diz que morreria por ela, embora na hora “H” às vezes tenha dificuldade de apagar os incêndios; quase sempre se arrepende de suas falhas e tem coragem de pedir perdão. Reconsidera seus atos e muda a rota.

Pedro é um líder amoroso. Quem tem alguém assim no seu grupo colherá resultados de coesão entre os outros membros. Este é um tipo difícil pela sua instabilidade e impulsividade, mas se administrado com sabedoria é o gerente ideal para toda empresa. Não faltará iniciativa. Ele não deixará ninguém ficar parado e identificará facilmente o traidor. Os “pedros” não suportam o espírito de divisão. São pessoas pouco ambiciosas. Mas, se não forem valorizados, normalmente se tornam “pedras” no caminho do diretor.

BREVE HISTÓRIA DE PEDRO[1]

Este apóstolo é citado 154 vezes no Novo Testamento com o nome de “Pedro”, ou seja, “Pedra”. Na verdade esta é a tradução para “Kefa”, em aramaico, língua materna de Jesus. É chamado também 75 vezes por seu nome original “Simão”. Outras vezes aparece simplesmente como “filho de João”.

Era natural da pequena cidade de Betsaida, nos arredores do Mar da Galiléia. Dali veio também André, seu irmão e Felipe. Tinha forte sotaque de pescador da Galiléia. Mas Pedro não era um pescador qualquer. Tinha uma pequena empresa de pesca em sociedade com um tal Zebedeu que era pai de outros dois apóstolos: João e Tiago. Devia ter alguma estabilidade econômica. Parece também que era um homem religioso. Tanto é verdade, que juntamente com seu irmão chegou a ir à Judéia acompanhar a pregação de outro profeta, João Batista. Acreditava que Deus iria intervir na situação da época, já que a região era dominada e explorada pelos romanos.

Pedro era casado. Sabemos que certa ocasião Jesus curou sua sogra. Por este fato sabemos também que morava na cidade de Cafarnaum, na beira do mar da Galiléia e bem em frente a uma sinagoga. Pelo jeito a sogra vivia na mesma casa que Pedro.

No início Jesus escolheu apenas cinco apóstolos, conforme o costume dos rabinos da época. Um deles era Pedro. O número de doze passou a representar as tribos de Israel, ou seja, o pequeno grupo dos apóstolos seria a semente do novo povo de Deus.

Simão Pedro tinha um temperamento que unia alguns contrastes; era forte e ao mesmo tempo fraco; era corajoso e ao mesmo tempo medroso; decidido e duvidoso; racional e muito emotivo; inteligente e ingênuo; capaz de dar a melhor resposta e também de dizer a maior bobagem; podemos dizer que era uma pessoa totalmente humana. Pedro era pedra para construir e também para atrapalhar. Era o tipo de pessoa que costumamos chamar de “uma pedreira”. Mas a qualidade que integrava todos estes paradoxos é que Pedro era uma pessoa absolutamente sincera.

A história deste primeiro grande líder do grupo formado por Jesus está detalhadamente descrita nos Evangelhos. Tudo começa com o seu chamado. O Mestre pregava junto ao mar em que Pedro estava pescando. Havia grande multidão para ouvir o novo profeta famoso. Mas a coisa estava um pouco desorganizada. Os pescadores ouviam o sermão enquanto lavavam as redes. Jesus viu as duas barcas ancoradas e teve uma idéia. Entrou na barca de Simão e pediu que ele se afastasse um pouco da margem. Generosamente o empresário da pesca fez este favor ao pregador. Deu certo. O povo ficou na margem e parou o empurra-empurra.

Terminado o sermão Jesus pediu a Simão para dar um passeio e pescar um pouco mais. O pescador argumentou que naquela noite o mar não tinha sido pra peixe. Difícil imaginar que um pescador experiente de Cafarnaum seguiria os conselhos de um carpinteiro de Nazaré! Pedro teve humildade para dizer: “Olha, somente por causa da tua palavra vou lançar as redes”. A pesca foi milagrosa. O empresário ficou muito admirado. Nem sabia o que dizer. Pediu que Jesus se afastasse, pois ele era pecador. Começa uma conversa que o mar ouviu: “De hoje em diante serás pescador de pessoas”. Ele aceita o desafio sem imaginar como isso mudaria seus dias e toda a sua vida.

Próximo a Cafarnaum, subindo suaves montanhas, ficava uma região chamada Cesarea de Felipe. Foi ali que Jesus fez uma espécie de pesquisa de mercado junto aos seus discípulos: “Quem dizem por aí que eu sou?” Veio resposta para todo gosto. Veja o método perguntador de Jesus. Ele educava com perguntas, na melhor pedagogia construtivista. E as perguntas iam do geral para o particular. Prova disso é a pergunta seguinte da conversa: “Mas para cada um de vocês, quem eu sou?” Pedro responde antes dos outros, como parece ser seu costume de discípulo apressado: “Tu és o Messias”. Jesus deu nota dez para Pedro nesta “prova de fé”. Cobriu o empresário de elogios. Disse que era um sujeito inspirado; que tinha realmente aprendido a lição; estas coisas que os professores dizem aos alunos diante de uma resposta iluminada e certeira.

Mas o fato é que Pedro não sabia exatamente o que estava dizendo. Ser messias significava dar a vida pela libertação do povo. Jesus tenta explicar que a vida de um messias não era somente de sonhos e de luz; havia também a cruz. Mas isso era demais para a cabeça de Pedro. Quando o mestre descreve o caminho do calvário, Pedro se coloca de pé e diz: “Nada disso; vamos ficar por aqui mesmo; não temos nada que fazer na capital, Jerusalém; lá é perigoso para um profeta do interior”. O Mestre olha bem nos olhos do Pedro e diz: “Nota zero, meu amigo, você agora está sendo uma ‘pedra’ no meu caminho”. Pedro ficou com média cinco. Vai levar muito tempo para nosso amigo entender a lição do sucesso: “Quem quer ganhar acaba perdendo; quem aceita perder acaba ganhando”.

Na mesma situação outros alunos teriam abandonado o curso. Com média cinco não dava para ir adiante. Precisava de seis para passar de ano. Mas Pedro persevera.

Estava na multiplicação dos pães. Viu o milagre e ouviu em particular a explicação: “Tudo isso é sinal de um pão maior, de um ‘pão da vida’, que é a doação de suor, sangue e lágrimas para a salvação do mundo”. Imagino que Pedro tenha ficado empolgado com o milagre, mas frustrado com a explicação. O profeta insistia nesta história de dar a vida.

Com isso alguns discípulos começam a deixar o grupo. Preferiam mais milagres e menos sermões; mais espetáculo e menos compromisso; mais luz e menos cruz. O grupo entra em crise. Pedro deve ter considerado seriamente a possibilidade de retomar os seus negócios na empresa de pesca. Em certo momento Jesus pergunta: “Vocês querem ir embora também?” Pedro novamente se antecipa e responde de modo genial e com uma pergunta: “A quem iríamos nós se somente tu tens palavras de vida eterna?” Ele parecia ter entendido a dimensão do céu na terra e a pedagogia da pergunta. Sua fé ia amadurecendo e ele ia conseguindo absorver a “visão” e a “missão” de Jesus. Isso mostra que ele não estava preso a paradigmas. Era capaz de aprender o novo. Tirou outro dez. Estava com média 7,5. Nada mal. Dava pra passar.

Por via das dúvidas, Jesus chama os três do conselho central, Pedro, Tiago e João, e mostra o céu aberto no monte Tabor. É um momento que mistura intimidade e solenidade. O céu havia chegado por antecipação. O empresário não sabe o que dizer. Sugere fazer tendas e ficar para sempre naquele lugar. Sempre exagerado. Jesus manda descer e transfigurar o mundo. Resultado: a nota de Pedro desceu para seis. Estava no limite. Dali para frente não poderia tirar nenhuma nota ruim. Promete que seria fiel. Afirma que iria estudar todos os dias… estas coisas de aluno. Mas o mestre prevê a tragédia: “Antes que o galo cante você vai me negar três vezes”. E não é que aconteceu? O medo tomou conta do empresário. Depois veio a tristeza. Chorou amargamente. Três respostas erradas em prova tão importante… sua média foi para quatro. Estava reprovado.

Era manhã de primavera. Jesus, já ressuscitado, convida Pedro para uma última conversa. Estava de segunda época. Desanimado, havia retomado o trabalho de pescador. O encontro acontece novamente na beira do mar da Galiléia. O Evangelho de João narra este episódio com detalhes literários que às vezes passam sem que possamos perceber. Se pudéssemos ler em grego teríamos a noção exata da prova de segunda época de Pedro. Vamos tentar. Quando Jesus diz “amor”, usa a palavra “agapau”, que significa amor de dar a vida. As respostas de Pedro usam o termo “filéo”, que é um sentimento de carinho, de gostar, admirar, mas não chega a ser amor. Jesus propõe três perguntas. A primeira: “Simão, você me ama?” A resposta vem apressada como sempre: “Claro que sou teu fã”. Nota zero. Mas era sincero. Como dizer que amava se tinha negado três vezes? Jesus repete a pergunta: “Simão, você me ama?” O empresário começa a ficar encucado com a insistência do profeta, mas a sinceridade fala mais forte e ele repete a resposta: “Senhor, gosto muito de ti”. Na terceira vez, vendo que o aluno ia mesmo ser reprovado, o mestre inverte a pergunta: “Então, Pedro, você gosta de mim?” Desta vez o pescador fica triste. Entende perfeitamente os limites do seu amor. Poderia ter optado por uma saída honrosa e responder que amava. Mas era um sujeito sincero. A verdade para ele estava acima de tudo. Sua resposta foi: “Senhor, sabes tudo; sabes que sou teu amigo; eu te admiro muito!” Pelo menos tinha acertado uma questão e deu para chegar na média seis. O professor deu uma ajuda para que o aluno passasse de ano. No final do terrível diálogo Jesus simplesmente lhe disse a mesma palavra que deu início a tudo: “Segue-me”. Pedro jamais deixou de seguir o mestre. Tornou-se o primeiro papa. Tirou nota dez na prova de fé e um pouco menos na prova do amor. O que o salvou foi a prova da sinceridade. Veja o que faz um líder de verdade.

Alguns gerentes e empresários não colocariam fé na impetuosidade de algum de seus colaboradores. Nunca se esqueça que o maior valor de um líder é a sua sinceridade. Este pode ser o seu herdeiro. Este será fiel, ainda que sua média nos testes seja apenas seis. Escolha alguém que tem coração. Não se iluda com aqueles que tiram somente dez e que concordam sempre com você. Podem ser traidores. Prefira os sinceros e humanos. Prefira as pedras.

Este sujeito tão forte e tão frágil recebeu as chaves do empreendimento. Jesus colocou nele total confiança. Teria o poder de “ligar” e “desligar”. Os evangelhos falam muitas coisas ainda sobre este tal de Pedro. Para nós basta esta história de um aluno mediano que se tornou o primeiro papa da história do cristianismo. Lembre-se disso quando escolher seus colaboradores: média seis!!!


[1] Texto inspirado na reflexão de BENTO 16, Audiência Geral de Quarta-feira, 17.05; 24.05 e 07.06 de 2006.

11 Comentários

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  5. Pe. Jõaozinho,
    Que maravilha de comentário! Suas palavras são certeiras em nossos corações. Até cheguei a me emocionar com elas, pois falam a pura realidade. DEUS TE ABENÇOE SEMPRE!!!!!!!!

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  7. OLA, A SUA BENÇÃO PADRE!

    ESTOU ENTRANDO EM CONTATO COM O SENHOR POIS PRECISO MUITO FALAR CONTIGO, ESPERO ANCIOSA O SEU CONTATO

  8. Fernanda Bianchi

    Sermão emocionante, e ao memso prático. Acho que o senhor poderia encaminhá-lo para o Gabriel Chalita utilizar em uma de suas aulas magnas de direito. Aliás seria perfeito para uma MBA, particularmente ao descrever o apóstolo Pedro como um líder arrebatado. Muito perspicaz a observação: “um experiente pescador de Carfanaum aceitar o conselho de um carpinteiro de Nazaré”…

  9. Que texto motivador Padre Joãozinho! Como leiga me sinto completamente influenciada por esta leitura. Vou utilizá-lo para fazer minha revisão das Sete Virtudes.
    Jesus é surpreendente mesmo, por que suas escolhas são de confiança e expectativas de que Ele capacita sempre! Precisamos rezar pelos nossos sacerdotes.
    A dengue do seu irmão padre Fábio de Melo foi um testemunho importante para nossa Igreja tão perseguida.
    Obrigado Senhor pelos sacerdotes que tem nos confiado. Estamos unidos ao nosso Papa e a todos que sofrem por glorificar Seu Santo nome!
    Abraços
    Sua benção,

  10. Pingback: Marcia Teixeira

  11. Simone Teixeira

    Um texto claro e enriquecedor. Se Pedro tirou 6, eu lhe daria 8. Acho que a nota máxima seria para Jesus que escolheu esse homem e 9 para a reflexão de Bento XVI na qual você se baseou… Bem, só não dá pra esquecer que esta média de Pedro foi antes de Pentecostes… Quando ele deu a vida, como seu mestre, mereceu o diploma, com louvor e aí as notas eram apenas circunstâncias superadas. Nós também somos “Filhos do Céu” e, se nossas notas não são tão boas, às vezes, acreditar na misericórdia e no amor de Deus faz toda a diferença!
    Beijo,

    Simone.

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  14. De arrepiar, eu diria.
    Sempre comentei muito sobre Pedro. Quando se aponta o dedo para este ou para aquele, eu relembro Pedro: de zero a cem em cinco segundos, e de 100 a zero em um segundo. Pedro humano, cheio de defeitos mas com uma qualidade de ouro: a sinceridade. Creio que todos nós somos um pouco de Pedro.
    Excelente o artigo. Didático e humano.

    Edmundo

  15. Padre, bom dia!
    Tenho pra mim que existe algo de feminino na sombra de um padre…vejo isso na foto do estande de divulgação dos seus livros na Expocátolica, no olhar atento de dona Nazaré, nas palestras de Pe Léo, no orgulho declarado no programa de TV ao Pe Juarez Castro, no amor por Nossa Senhora, compreendido pelo Pe Antônio Maria, nas flores carregadas pela felicitação do aniversário do filho, meu pároco Pe Valdir, no aceno do palco, de gratidão recíproca de dona Ana, pelo carinho ao filho Pe Fábio…são tantas outras que agora me vem a mente, divulgadas nas homilias, nos testemunhos…foram evangelho vivo na vida do filho que um dia seria escolhido para ser pai…minha prece de hoje é por todas estas mães, que um dia lideraram os que seriam escolhidos para ecoar com fidelidade a voz de Pedro!

    Ps:Acabo de ler na revista dos Arautos do Evangelho escrito por Dom Manuel Monteiro de Castro – Secretário da Congregação para Bispos de onde plagiei esta inspiração: “…como é belo pensar que ao longo dos séculos a voz de Pedro está permanentemente SECUNDADA PELO ECO FIDELÍSSIMO DA VOZ DOS HOMENS E OBRAS PROVIDENCIAIS SUSCITADOS POR DEUS PARA REMEDIAR OS MALES DE CADA ÉPOCA!

    Sua benção,

  16. Pe Joãozinho como vai? O senhor sabe que tenho interesse sobre Ciências das Religiões, fui assistir o filme de Chico Xavier, este filme me tocou profundamente…

    Muitas e muitas vezes não compreendemos os desígnios de Deus para conosco, Chico também não entendia porque as coisas aconteciam com ele só com a maturidade começou a compreender que o maior papel dele era servir… Servir também como o carteiro… Alguns o agradeciam imensamente outros gospiam na sua cara… Mas ele continuou firme.

    Ele era muito amigo de um Padre da cidade dele e em uma cena de sua participação no programa Pinga-Fogo dos anos 70 ele elogiou muito a Igreja Católica bem como os Padres, frase dele “Eles são os nossos pais aqui na terra”, o que achei interessante foi perceber que as pessoas nos créditos finais não saíram da sala, pois as imagens dele falando durante a participação do programa Pinga-Fogo estava passando junto.

    Quando acenderam as luzes todas as pessoas saíram em silencio… Um silêncio de paz!

    Resolvi andar um pouco depois do filme e chorei muito pelo caminho… e eu sou difícil de chorar rs… Compreendi tanta coisa Pe. Joãozinho… As coisas não acontecem na nossa vida por acaso.

    Quando vejo os relatos das pessoas falando do livro Carta entre Amigos (uma mulher escreveu que o livro a tirou da depressão) outra comentou que o livro devolveu a vontade de acreditar em Deus e em Milagres após a morte do irmão… outra que não jogou o marido bêbado para fora de casa por causa das músicas e pregações do Pe. Fabio no DVD EU e o Tempo que a fizeram mudar de idéia… Ou outra que quando ouviu a musica Meu Deus quis assim (por causa da morte do pai) deixou de se revoltar com Deus por causa da morte dele… O quando outra também quando escuta o Iluminar não para de chorar porque sente a presença divina… Vários relatos… Vários testemunhos.

    Chico Xavier comentou que o que valia mesmo a pena era trazer um pouquinho de paz para as pessoas… Mesmo que esta paz ele próprio nunca tenha tido!

    Toda esta trajetória foi um grande AMOR AGAPE construído para o bem, foi este sentimento que eu tive quando sai do cinema…
    Agradeço mesmo a Deus e aos meus amigos por isso não é orgulho é sentimento de dever cumprido! Por isso e por todas as pessoas NÃO DESISTAM

    AMO VOCÊS DE TODO CORAÇÃO, mil beijos

  17. Pingback: Juliana Straioto

  18. Boa noite padre
    Este texto fecha nosso curso e me fez pensar: será que fui um pouco “pedra”, não sei mas sei que fui sincera, e sinceridade nunca é demais, só resta saber se tirei zero, ou se deu para passar.
    Sem dúvida Pedro é um belo exemplo de líder amoroso, não vai ser fácil chegar aos pés dele, mas estou tentando.

  19. Ana Cristina

    A história de Pedro nos remete a um fato:assim como nós,mesmo os apóstolos escolhidos por Cristo tinham um traço forte de humanidade – gente como a gente – com defeitos e qualidades e muita vontade de aprender.Felizes foram eles que aprenderam diretamente com o Cristo o grande educador.Asim como Pedro também nos vivemos na escola do mundo onde o aprendizado é uma constante.Que o Cristo nos ilumine e q nos esforcemos para não ficar em recuperação.Parabéns pelo texto inspirador.Abraço fraterno.

  20. Pingback: Vanda Tourinho

  21. Pe Joãozinho, fantástico, esta interpretação nos remete a vida real e faz-nos associar a fatos que vivemos e sentimos dia a dia, o senhor é mesmo um dos muitos instrumentos usados por Deus nesta Terra, parabéns!
    Um abraço, gosto muito de seus trabalhos na TV, rádio, livros e palestras.

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