Já parou para pensar quantos padres existem no Brasil?

Hoje (maio de 2010) temos 18 mil padres no Brasil.

E mais de 100 milhões de fiéis.

Isso significa que cada padre tem que atender a mais de 5.555 fiéis.

Alguns são idosos, outros doentes, e certamente não conseguem atender cinco mil. Imagino que cada padre em plena forma deva dar conta de ao menos 10.000 fiéis. É um rebanho considerável. Pense, por exemplo, se todos resolvessem seguir a orientação oficial da Igreja e quisessem se confessar ao menos uma vez por ano. Cada dia o sacerdote teria que atender 27 pessoas. Se cada atendimento (bem feito) durasse 20 minutos ele passaria cerca de 10 horas no confessionário… todo dia… de segunda a segunda.

Agora faça essa conta comigo:

– 10% de 18 mil padres = 1.800 padres

– 1% de 18 mil padres = 180 padres

– 0,1% de 18 mil padres = 18 padres

– 0,01% de 18 mil padres = 1,8 padres

QUANTOS PADRES VOCÊ CONHECE COM PROBLEMAS?

21 Comentários

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  8. Sergio Souza

    Conheço de perto o padre da paróquia onde habito…

    Apenas um para atender 14 comunidades (capelas). Ou melhor, há algumas com capelas e outras sem capelas, e nesse último há apenas as pessoas das comunidades que se reúnem na casa de um ou no centro comunitário. Isso tudo sem contar o atendimento aos demais grupos paroquiais.

    Não bastasse isso… Infelizmente, nós leigos, que muitas vezes somos apressados em criticar padres ou chamá-los de hereges, preguiçosos e por aí vai, somos ao mesmo tempo muito lerdos (e pouco generosos) para contribuímos financeiramente, por exemplo, para as obras do Senhor, que nesse caso incluem também em sustentar dignamente o padre.

    Em suma, precisamos ser melhores paroquianos para ajudarmos nossos padres!

  9. Maria Thereza

    É… com esse raciocínio realmente fica difícil…
    Em minha cidade, interior de S. Paulo acho que, pelo menos aparentemente,não há problemas. Temos 7 Paróquias em bairros e mais a Matriz principal. Todos Padres muito jovens e atuantes.
    Há bastante participação das comunidades. Uma Bênção mesmo!
    Espero que o sr se recupere completamente da dengue.
    Um abraço e minha constante admiração. Se estivesse em S. Paulo certamente teria ido no dia da apresentação do seu novo livro. Qdo lá estiver o comprarei, com certeza.
    Maria Thereza.

  10. São João Maria Vianey passava quase 20 horas no confessionário e nunca reclamou.
    Bom, temos que considerar que em Arn’s não existiam Credicar Hall, clínica de estética, academia de ginástica, revista Caras e nem botox.
    Naquele tempo, sacerdócio era virtude posta a serviço de Deus.
    Hoje, com honrosas excessões, ser padre é servir à Som Livre.

    Santo Cura D’Arns, a quem tanto amo, rogai por nós.
    Olegário.

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  12. Michelli Brainer

    Meus Deus… imagino se todos fossem como eu q passo no mínimo 1 hora me confessando/aconselhando/desabafando com meu padre?
    TAdinho!!!!!!!

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Oremos para q mais jovens sejam tocados à vocação!

  13. maria aparecida

    Não sabia quantos eram,mas imaginava que era muitos.Não conheço nenhum padre com problema e acho que muito que sai na mídia é exagero,ninguem é santo.Os padres é como se fosse santos,nós que convivemos com ele sabemos que são pessoas humanas e podem errar. Adoram atirar pedras,muitos iam ser perseguidos aí estão infelismente somos nós católicos.

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  23. Ricardo Zaki Francisco

    pe joãozinho, muito bem escrito este artigo. realmente devemos amar e respeitar nossos sacerdotes. pessoalmente, todos os sacerdotes que conheci e especialmente aqueles que tive maior contato sempre foram atenciosos e piedosos.

  24. Aqui em São Francisco do Sul, temos 4 padres, sendo 2 idosos, para atender 37 comunidades. São comunidades muitas vezes distantes, com dificil acesso.
    Devemos valorizar os padres pela dedicação. Sabemos que como humanos, cometem erros, mas com a graça de Deus, estão sempre lá quando precisamos deles.
    Normalmente nós só olhamos os defeitos e erros dos sacerdotes e esquecemos dos sacrificios que eles fazem todos os dias para estarem junto ao povo.

    Que Deus abençoe todos os sacerdotes e que desperte muitas vocações!!!

  25. Pingback: elisa

  26. Boa noite padre!
    Se tem alguém nesta vida,que eu valorizo mais, além dos meus pais que me trouxeram ao mundo,são os sacerdotes.
    É uma vida inteira de renúncia, de entrega total e absoluta a sua Igreja e aos irmãos,me entristece o coração quando seu ministério é tratado com desrespeito e sem caridade,quando por ventura alguns de vcs não conseguem manter a fidelidade.
    Esquecem que antes de serem padres são homens,com tds as limitações e pecados,como qualquer um de nós!
    Mas que não diminuem em nada, graça de Deus no seu ministério.
    Que precisam ser olhados com carinho,e misericórdia por nós,
    posso até não concordar com algumas coisas,então rezo para Deus os traga de volta,ao seu primeiro amor que é Jesus,a Nossa Senhora, e a Igreja.
    Nem sempre a culpa é dos padres,nós leigos precisamos ser mais compreensivos e mais acolhedores,vcs precisam do nosso amor de filhos,porque juntos somos uma familia.
    Rezo pela recuperação de sua saúde.

    Deus o abênçoe!!

  27. olga amorim

    Boa noite padre.
    Sinto-me privilegiada pois todos os domingos, tenho uma escolha difícil a fazer em qual paróquia assistir a missa, conto com padres fantásticos como: na Sagrada Família o padre André, na São Dimas, pe Rinaldo e pe Tiago, e em minha paróqui Espírito Santo o pe Luiz Fernando, enfim todos próximos e com o dom da palavra, missas lindas que celebram.
    Sei que muitas pessoas não tem esta felicidade, muitas vezes nem igrejas próximas de casa, rezo para que cada vez mais jovens sejam vocacionados para que a cada dia possamos ver nascer novos sacerdotes.
    Ah! e ainda temos os padres virtuais que nos trazem uma palavra todos o dias não é?

  28. Uma pergunta: alguém passa 20 minutos se confessando? Gasta-se isso tudo. Perdoem-me a ignorância, mas eu nunca passei 20 minutos me confessando e imagino que tanto tempo assim somente acontece se houver uma espécie de direção espiritual.
    O que vcs me dizem, pessoal?

  29. Bom dia…
    Esse número aumentou…
    O diácono Ramyro foi ordenado padre no último sábado,um sacerdote promissor…
    Em minha cidade,não se pode reclamar…não enfrentamos falta de padres,pelo contrário…inclusive,o arcebispo de Campos foi sacerdote por mais de vinte anos aqui…
    Infelizmente,sabemos que o mesmo não acontece em muitas regiões do país…rezemos para que mais vocações surjam e atendam à necessidade da igreja e do povo,consequentemente…
    A sua bênção…

    • todos os que escandalizaram a igreja, até serem descobertos, eram tidos como “sacerdotes promissores”… até que se descubra todo mundo é promissor e muito ungido,kkkkkkkk

  30. Não fiquei nem um pouco surpresa e nem comovida.
    Vejo um pouco de exagero, de falta de sinceridade em certas vocações. Por exemplo, padres que muitas vezes nem se preocupam com o confessionário, não convivem com os problemas das comunidades; para eles ser padre é viver na midia, na sociedade, tirar proveito de tudo que o mundo moderno nos proporciona. Ora não estou dizndo que tudo isto seja errado, lógico que não!
    Mas, o sacerdócio, o ministério em si, deveria vir sempre antes de qualquer diversão, shows, midia, etc…. Aliás tem padre que faz renuncia de não ter paróquia, consequentemente não é um pastor de ovelhas……, não conhece cada uma pelo seu nome (modo de dizer, porque hoje é tanta gente, mas tanta gente nas comunidades, que se o próprio pároco não conhece, imagine aquele que só tem contato, com o povo em cima de um palco). E ainda tem aqueles que vão para as faculdade, buscando cursos que não tem nada a haver com o sacerdócio: padres engenheiros, padres jornalistas, padres disto, padres daquilo, etc…
    Bom mas falando de São João Maria Vianey, o CuraD’Ars, ele foi para um povoado, na França, aonde ninguém queria ir. O próprio bispo, talvez por desencargo de conciência e querendo (segundo a história) arrumar um lugarzinho para este Santo, viver tranquilo, visto que suas faculdades intelectuais não eram das mais brilhantes, mandou-o para Arns e veja só no que deu. Sacerdote brilhante, homem de vocação…, exemplos para muitos, tanto que o próprio Papa Bento XVI o elege patrono dos sacerdotes. São Maria Vianey, tornou-se um verdadeiro sacerdote, um pároco, um padre de confessionário, um ministro dos Sacramentos da Igreja. Incansavelmente ficava até 20 horas atendendo os necessitados.
    ISTO DEVERIA SER O EXEMPLO PARA MUITOS SACERDOTES DE HOJE.
    São João Maria Vianey, rogai pelos nossos sacerdotes. Amém!

  31. Boa tarde,
    Ao amigo anônimo,seja mais caridoso…há padres que possuem vocação para a paróquia,outros para evangelizar através da mídia,em Faculdades,através da música etc.
    Quem realiza o ministério na paróquia não é melhor nem pior do que aqueles que cumprem sua missão em locais diferentes…
    A sociedade precisa ser “purificada”,os valores se perderam,vivemos um caos absoluto…e a Igreja não pode se omitir…
    Logo, a presença da Igreja através dos padres nesses setores faz-se necessário…
    Caríssimo, se a Igreja pensasse como tu,estaríamos nos tempos da “caverna” ou esquecestes a contribuição da religião para que o desenvolvimento acontecesse?
    Lembre-se da frase “Eu vim pelos pecadores…”

  32. Boa noite
    Padre Joaozinho, me desculpe, porque não foi minha intenção usar o pseudónimo “ANONIMO”, aliás na verdade não sei como entrou com este pseu…….., pois aqui esta registrado meu nome.

    “Luciana”, minha opinião é esta e não vai mudar, não. Sou totalmente consciente da grandeza que é um sacerdote, porisso mesmo é que tenho esta opinião formada.
    Não é falta de caridade muito pelo contrário é conhecimento. Sei que não sou dona da verdade, mas posso dizer que tenho algum conhecimento sôbre o Ministério Sacerdotal. Faço parte da Pastoral Vocacional de minha paroquia e graças a Deus, temos um grande pastor que nos instrue e participa de todas nossas reuniões.
    Um abraço fraterno
    Paz e Bem

  33. VEJAM BEM: Palavra da própria Igreja

    Cardeal Meisner:
    O mundo necessita sacerdotes convertidos, não engenheiros eclesiásticos

    Roma, 09 Jun. 10 / 04:22 pm (ACI).- O Arcebispo de Colônia, Cardeal Joaquim Meisner, recordou aos sacerdotes dos cinco continentes que para um presbítero não pode haver algo mais importante que a conversão do próprio coração porque só assim cumprirá com sua missão de transmitir a Cristo.

    O Cardeal ofereceu a meditação “Conversão e Missão” diante de uns quatro mil presbíteros de todo o mundo reunidos na basílica de São Paulo Extramuros, uma das três sedes do Encontro Internacional com o qual termina o Ano Sacerdotal.

    O Arcebispo destacou a importância de que os sacerdotes dediquem tempo à confissão –tanto para administrar como receber o sacramento- e considerou que uma das perdas “mais trágicas que a Igreja sofreu na segunda metade do século XX” é a perda “do Espírito Santo no sacramento da reconciliação”.

    “Quando os fiéis me perguntam: ‘Como podemos ajudar os nossos sacerdotes?’ Eu sempre respondo: ‘Vá e se confesse’”, acrescentou o Arcebispo e precisou que “quando o sacerdote já não é o confessor se converte em um trabalhador religioso”.

    Para o Cardeal não basta querer “fazer somente correções às estruturas de nossa Igreja, para poder fazer um show mais atrativo. Não é suficiente! O que se precisa é uma mudança de coração, do meu coração. Só um Paulo convertido podia mudar o mundo, não um engenheiro de estruturas eclesiásticas”.

    Quando o sacerdote leva “o estilo de vida de Jesus”, chega “a ser recebido por outros. O obstáculo maior para permitir que Cristo seja recebido por nós, por outros, é o pecado. Previne a presença do Senhor em nossas vidas e, portanto, para nós não há nada mais necessário para a conversão, e isto, também para a missão”.

    “Isto se dá através do sacramento da penitência. Um sacerdote que não fica, com freqüência, ao outro lado da grade do confessionário sofre um dano permanente em sua alma e sua missão”, indicou e considerou que “aqui vemos sem dúvida uma das principais causa” das múltiplas crises do sacerdócio nos últimos cinqüenta anos.

    “Quando o sacerdote deixa o confessionário, entra em uma grave crise de identidade”, acrescentou e explicou que “freqüentemente nós não gostamos deste perdão expresso”.

    “Por que um sacramento, que evoca uma alegria tão grande no céu na terra evoca tanta antipatia?”, questionou e recordou que “só com a humildade de uma criança, igual aos Santos, vamos assumir com alegria a diferença entre nossa indignidade e a magnificência de Deus”.

    Neste sentido, revelou que para ele “a maturidade espiritual de um candidato ao sacerdócio, para ser ordenado, faz-se evidente se ele recebe regularmente o sacramento da reconciliação. Porque é no sacramento da penitência que me encontro com o Pai misericordioso que tem os dons mais preciosos”.

    “Estar aí, em ambos os lados da grade do confessionário, permite-nos, através de nosso testemunho, fazer que Cristo seja percebido pelas pessoas. Para perdoar de verdade, necessitamos muito amor. O único perdão que realmente podemos dar é o que recebemos que Deus”, acrescentou.

    O Encontro Internacional de Sacerdotes é promovido pela Congregação para o Clero com o tema “Fidelidade de Cristo, fidelidade do sacerdote” e foram convidados “todos os presbíteros do mundo” para a conclusão do Ano Sacerdotal, convocado pelo Papa Bento XVI no 150° aniversário de São João Maria Vianney.

    Os lugares de celebração desta entrevista são as basílicas de São Pablo Extramuros, a de São João de Latrão, estas duas unidas por videoconferência, e a de São Pedro.

  34. Caroline M

    Eu conheço um que tem sérios problemas, não com o tamanho do rebanho. Mas psicológicos talvez. Não vou citar nomes, nem cidades, mas posso dizer que ele é bem jovem, bonito e vive sendo assediado pelas jovens. Não estou falando do Padre Fábio de Melo, apesar dele ter dito que também passa por esse problema.
    Enfim, esse jovem padre foi transferido para a paróquia do meu bairro a pouco tempo e o assédio aqui foi o mesmo que havia antes, em outra cidade. É ridículo ver que até senhoras de idade ficam encantadas com ele e tentam empurrar as filhas ou netas para paquerar o pobre coitado. Falta um pouquinho de noção do povo.
    Acredito que por esse motivo, pois não posso imaginar outro, esse jovem padre acaba se perdendo em seu sermão e acaba falando coisas idiotas e completamente absurdas. Tive que ouvir ele dizer, na missa de sétimo dia de minha avó, que somente os Católicos, e somente aqueles que frequentam a igreja, vão para o céu.
    Eu creio em Deus em primeiro lugar, e sempre. E não admito ouvir, da boca de qualquer pessoa que seja, que Deus não irá aceitar pessoas que não frequentem a igreja ou que pessoas de outras religiões. Acredito que o que garante um espaço no céu é um coração puro, a boa ação desinteressada, ou a vontade de ser uma pessoa melhor. Frequentar a igreja faz bem pra alma sim. Mas quem é mais merecedor do céu: uma pessoa frequente a igreja diariamente e ainda assim faz e fala coisas maldosas ao próximo, ou uma pessoa que nunca sequer ouviu a palavra de Deus e de qualquer forma passa seus dias a fazer o bem aos próximos?
    Acho que esse padre deveria gastar mais do seu tempo exigindo respeito para evitar dizer coisas estúpidas, e achando que tem o direito de julgar as pessoas.
    Deixo por fim uma pergunta que sempre me faço a ver certas senhoras que frequentam a igreja diariamente e que vivem a maldizer pessoas da comunidade: O que vale mais: ouvir a palavra de Deus ou seguir a palavra de Deus?

    • Caroline aqui na minha igreja é o que mais tem, senhoras fofoqueiras que beijam a mão do padre e quando ele vira chama de sfaado, falam mal das moças, das roupas das moças, olha, por isso que uma vez um padre me disse que o lugar que o espiríto santo menos está presente é dentro das igrejas…e mais em nossos corações

  35. Caroline M

    Correções:
    * …ou pessoas de outras religiões
    * Acho que esse padre deveria gastar mais do seu tempo exigindo respeito para evitar dizer coisas estúpidas, e ser mais humilde, não achando que tem o direito de julgar as pessoas.

  36. O problema está no fato de tratarem padres como Jesus. Padre é ser humano. Tem tesão, gosta de olhar bunda, sente falta de mulher. Sou homem, já fiz 7 anos de seminário e sei disso. Conheci muito bem cada formador de seminário. Não concordam com o celibato mas não tem coragem de crigar para fazer bonitinho para o bispo. Os sacerdotes vão morrer tendo vida dpla e a comunidade nem desconfia…

  37. *brigar
    *dupla

    Eu acho que temos que seguir a palavra de Jesus e nos preocupar menos com formalidade imbecis. Nas comunidades da igreja prmitiva o ancião que partia o pão, nem seminário existia. Isso é coisa para rolar dinheiro. E é muito comodismo viver encostado em uma paróquia,quantos padres vc conhece que visita hospitais, asilos e orfanatos ao menos semanalmente? O que Jesus mais pediu foi caridade a biblia diz que é papel do sacerdote amparar a viúva e o orfão, onde vc vê isso?? eles querem avida fácil de morar de graça na casa da paróquia, ter carro à disposição, comer e beber de graa, enfrentar a vida real não é fácil e tem conta pra pagar!

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