Na audiência desta quarta-feira, em Roma, o papa Bento XVI completou sua catequese sobre as três dimensões da vida do sacerdote: Profeta, sacerdote e pastor. Enquanto pastor o padre tem a missão de governar uma parcela do povo de Deus. Sabiamente Bento XVI lembra que sua autoridade depende do fato de deixar Jesus governar sua vida. Quem quiser ter autoridade deve ser o servo de todos. No Reino de Jesus, reinar é servir… e este serviço consiste em dar a própria vida.

Munus regendi

Queridos irmãos e irmãs,

Os sacerdotes têm a tríplice missão de ensinar, santificar e guiar a porção do povo que Deus lhes confiou, a exemplo do Santo Cura d’Ars, que se demonstrou pastor forte e determinado na defesa do bem das almas. Para conduzir o rebanho para onde o Senhor quer, e não na direcção que nos parece mais conveniente ou mais fácil, é necessária uma disponibilidade incondicional, deixando que o próprio Cristo governe a vida do sacerdote. Por isso, na base do ministério pastoral, está o encontro pessoal e constante com o Senhor, para conformar a própria vontade com a d’Ele. Convido os sacerdotes para as celebrações conclusivas do Ano Sacerdotal nos próximos dias 9, 10 e 11 de Junho: meditaremos sobre a conversão e a missão, o dom do Espírito e a relação com a Virgem Maria e renovaremos as nossas promessas sacerdotais, sustentados por todo o povo de Deus.

Bento XVI

São Paulo, 20 de maio de 2010

Pe. Joãozinho apresenta obra sobre a Ladainha de Nossa Senhora

Lançamento do livro ocorre no dia 28 de maio, na Paróquia Santuário São Judas Tadeu

Rainha; Rosa Mística; Virgem; Mãe. A Ladainha Lauretana traz diversas maneiras de invocar aquela que concebeu Jesus Cristo, e são estas invocações – e a definição de cada uma delas – que Pe. Joãozinho apresenta em sua nova obra, Ladainha de Nossa Senhora: o sentido de cada invocação, publicada pela editora Ave-Maria.

Popularizada no século XIV a partir do Santuário de Loreto, na Itália, a Ladainha Lauretana é considerada a mais conhecida das ladainhas de Nossa Senhora e uma das preces marianas mais populares em todo o mundo. Na obra de Pe. Joãozinho, o leitor conhece o significado doutrinal e a origem bíblica das 50 invocações marianas que fazem parte da estrutura da Ladainha Lauretana, além de “Rainha da família”, invocação acrescentada à Ladainha por João Paulo II, em 1995.

Em Ladainha de Nossa Senhora: o sentido de cada invocação, Pe. Joãozinho nos mostra que – longe de ser uma fórmula repetitiva e ultrapassada – a ladainha é uma maneira criativa e original que a catequese encontrou para resumir o que se sabe sobre Maria.

A cada página do livro, o leitor descobre o sentido de metáforas como “Torre de Davi”, “Vaso Honorífico”, “Arca da Aliança”, e torna sua prece um momento de ainda mais sintonia com Maria. De acordo com o autor, “a Ladainha permanece sendo uma ótima catequese mariana orante. Se conhecemos o significado das invocações, rezamos com mais saber e com mais sabor junto à Maria”

O lançamento de Ladainha de Nossa Senhora: o sentido de cada invocação será realizado no dia 28 de maio, às 11h30, na Paróquia Santuário de São Judas Tadeu, em São Paulo.


Serviço

Lançamento do livro Ladainha de Nossa Senhora, com a presença do autor Pe. Joãozinho

Data: 28 de maio de 2010

Horário: 11h30

Local: Paróquia Santuário São Judas Tadeu – Av. Jabaquara, 2682, São Paulo-SP

Dados técnicos da obra

Título: Ladainha de Nossa Senhora: o sentido de cada invocação

Autor: Pe. Joãozinho, scj

Número de páginas: 200

Formato: 14×21 cm

Preço: R$22,90

ISBN: 978-85-276-1283-8

Ano: 2010

Editora: Editora Ave-Maria

Edição: 1ª


Estarão presentes, entre outros, o cardeal Turkson e a irmã Briege McKenna

ROMA, segunda-feira, 24 de maio de 2010 (ZENIT.org). – O Serviço Internacional da Renovação Carismática Católica (ICCRS), em colaboração com a Fraternidade Católica das Comunidades e Associações Carismáticas em Aliança (a Catholic Fraternity), promoverão no próximo dia 8 de junho, em Roma, um retiro para sacerdotes.

Programado para a véspera da clausura do Ano Sacerdotal em Roma, que será realizada de 9 a 11 de junho, o encontro será realizdo na Basílica Romana de São João de Latrão, e terá como tema “O dom do sacerdócio”.

Entre os principais palestrantes, estarão o presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz, cardeal Peter Turkson; o secretário da Congregação para o Clero, Dom Mauro Piacenza; o bispo da diocese australiana de Sandhurst, Dom Joseph Grech; e o diretor internacional do Evangelização 2000, Pe. Tom Forrest.

Estarão presentes ainda o Pe. Kevin Scallon, sacerdote da comunidade vicentina dedicada aos presbíteros e sua renovação, e a irmã Briege McKenna, clarissa conhecida por seu dom de cura.

A inscrição é gratuita e será oferecido um almoço a todos os inscritos.

O ICCRS, reconhecido pelo Conselho Pontifício para os Leigos desde 14 de setembro de 1993, constitui um vínculo entre o movimento de Renovação Carismática e o Vaticano.

Catholic Fraternity foi fundado em 1990 por iniciativa de diversas comunidades carismáticas católicas ligadas à associação ecumênica International Brotherhood of Communities. Estas comunidades sentiam a necessidade de afirmar sua identidade no interior da Renovação Carismática e fortalecer seu vínculo com a Igreja e com o sucessor de Pedro.

Aproveitando a ocasião do 44º Dia Mundial das Comunicações Sociais a PASCOM da Arquidiocese de São Paulo promove hoje um encontro com o tema “O sacerdote e a pastoral no mundo digital: os novos media ao serviço da palavra”.

Hoje o Evangelho retrata a confissão de amor de Pedro… quer dizer… de amizade. Sim. Nosso velho e bom Pedro àquelas alturas ainda não era capaz de um amor “ágape”, ou seja, doação total de si. Seu amor ainda esta no nível da “filia”, ou seja, amor de amizade. Muitas vezes confundimos estas dimensões ao dizer: “Eu te amo!”. Pedro ao menos era sincero. Respondeu: – “Sou teu amigo”. Escolhi uma tradução de Portugal que preserva esta sutileza do original grego:

Evangelho segundo S. João 21,15-19.

Depois de terem comido, Jesus perguntou a Simão Pedro: «Simão, filho de João, tu amas-me mais do que estes?» Pedro respondeu: «Sim, Senhor, Tu sabes que eu sou deveras teu amigo.» Jesus disse-lhe: «Apascenta os meus cordeiros.» Voltou a perguntar-lhe uma segunda vez: «Simão, filho de João, tu amas-me?» Ele respondeu: «Sim, Senhor, Tu sabes que eu sou deveras teu amigo.» Jesus disse-lhe: «Apascenta as minhas ovelhas.» E perguntou-lhe, pela terceira vez: «Simão, filho de João, tu és deveras meu amigo?» Pedro ficou triste por Jesus lhe ter perguntado, à terceira vez: ‘Tu és deveras meu amigo?’ Mas respondeu-lhe: «Senhor, Tu sabes tudo; Tu bem sabes que eu sou deveras teu amigo!» E Jesus disse-lhe: «Apascenta as minhas ovelhas. Em verdade, em verdade te digo: quando eras mais novo, tu mesmo atavas o cinto e ias para onde querias; mas, quando fores velho, estenderás as mãos e outro te há-de atar o cinto e levar para onde não queres.» E disse isto para indicar o género de morte com que ele havia de dar glória a Deus. Depois destas palavras, acrescentou: «Segue-me!»

A Páscoa encontra seu ápice em Pentecostes. Entre as duas  vivemos 50 dias de festa pascal. A Igreja se revestiu de branco para professar que acredita na vida. Jesus ressuscitado volta para o Pai, mas não nos deixa órfãos… deixa o seu Espírito. NO dia de pentecostes todos se entendiam, apesar das diferentes raças, povos, culturas e nações. É o contrário de Babel, aonde as línguas foram confundidas. Agora tudo é comunhão. Quem vive pentecostes pratica a solidariedade e promove a unidade. Veja o que disse o saudoso João Paulo II a respeito:

Encíclica «Ut unum sint», § 22

«Que todos sejam um»

Quando os cristãos rezam juntos, a meta da unidade fica mais próxima. A longa história dos cristãos, marcada por múltiplas fragmentações, parece recompor-se tendendo para a fonte da sua unidade, que é Jesus Cristo. Ele «é sempre o mesmo ontem, hoje e por toda a eternidade» (Heb 13, 8). Na comunhão de oração, Cristo está realmente presente; reza «em nós», «connosco» e «por nós». É Ele que guia a nossa oração no Espírito Consolador, que prometeu e deu à sua Igreja no Cenáculo de Jerusalém, quando a constituiu na sua unidade original.

No caminho ecuménico para a unidade, a primazia pertence, sem dúvida, à oração comum, à união orante daqueles que se congregam à volta do próprio Cristo. Se os cristãos, apesar das suas divisões, souberem unir-se cada vez mais em oração comum ao redor de Cristo, crescerá a sua consciência de como é reduzido o que os divide em comparação com aquilo que os une. Se se encontrarem sempre mais assiduamente diante de Cristo na oração, os cristãos poderão ganhar coragem para enfrentar toda a dolorosa realidade humana das divisões, e reencontrar-se-ão juntos naquela comunidade da Igreja que Cristo forma incessantemente no Espírito Santo, apesar de todas as debilidades e limitações humanas.