Hoje de manhã minha aula de Liturgia para o primeiro anos de teologia foi sobre ASSEMBLÉIA LITÚRGICA, o grupo que preparou a dinâmica celebrativa nos reuniu em torno de uma fogueira para preces de louvor. Que bom quando todo o povo se reune aquecido pelo presença do mistério Pascal de Jesus Cristo aceso em nós pelo fogo do Espírito.

As restrições verificadas nos últimos dias no espaço aéreo português, que implicaram a suspensão da operação da TAP nos aeroportos do Porto e de Lisboa, foram já levantadas pelas autoridades aeronáuticas no território continental, mantendo-se ainda no espaço aéreo dos Açores e Madeira.

A TAP está a desenvolver todos os esforços para retomar o mais rapidamente possível a normalidade dos seus voos, mas informa que é previsível que continuem a registar-se atrasos nos horários de partida e chegada dos voos.

Na origem desta situação está a nuvem de cinzas vulcânica que tem afectado o espaço aéreo português, um facto ao qual a TAP é obviamente alheia. A Companhia lamenta os transtornos que estão a ser causados aos passageiros e apela à sua compreensão e cooperação.

A operação da TAP nos aeroportos do continente deverá ficar regularizada até ao final do dia de hoje. Quanto aos passageiros com  origem ou destino nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores, a TAP recomenda que não se desloquem para os aeroportos, devendo estar atentos a novas informações sobre as restrições que ainda se mantêm nestes espaços aéreos, as quais são actualizadas em permanência em www.flytap.com ou através dos diversos meios de comunicação social.

Poderá igualmente manter-se a par das últimas informações nas páginas da TAP no Facebook e Twitter.

Consulte aqui, ou no lado direito desta página, a lista de voos TAP cancelados até agora.

Última actualização: 15h30. Novas informações a partir das 18h00 (hora de Lisboa).

Hoje é dia de celebrar a festa da vida. Completo 46 anos. Recebo muitas mensagens de carinho e afeto. É tão bom sentir-se amado. Dia nublado e chuvoso em Taubaté. Preparo as malas para a viagem para Portugal amanhã… se o vulcão deixar! Entrego hoje três novos livros para Loyola, Canção Nova e Ave-Maria. Desta vez foram trigêmeos. Não pense que escrevi todos de uma só vez. Foram gestados por nove meses. Obrigado a você que faz parte desta família do BLOG e do TWITTER. Já formamos uma pequena capela virtual.

Aí vai um trecho do livro que estou terminando de escrever hoje…

Estes dois irmãos, André e Pedro, acabaram dando a vida pela fé. Sabedores de que nem sempre haviam sido fiéis, pediram para serem crucificados de modo diferente de Jesus. Se Pedro foi nomeado primeiro papa, André poderia ser considerado o “Ministro das Relações Exteriores”, no governo de Jesus. Como podemos observar, as relações de fraternidade podem ser de grande ajuda em um grupo quando bem cultivadas. O segredo é exatamente este: cultivar as pessoas; ou seja, saber criar condições para que cada um seja como um grão de trigo jogado na terra. Depois de morrer para algumas dificuldades o resultado é um fruto maduro. Mesmo as sementes mais difíceis, cultivadas do jeito certo podem dar um fruto bom.

Pessoas como André, hábeis para fazer amigos e aproximar as pessoas, normalmente têm um defeito muito grave: a superficialidade nos relacionamentos. São espontâneas e logo no primeiro encontro deixam você à vontade como se fossem velhos amigos. Mas não estranhe se de repente esta pessoa simplesmente desaparecer ou, pior, deixar de comparecer a um compromisso importante. Foi o que aconteceu com André que simplesmente sumiu na hora da cruz.

Jesus soube como educar André. Foi o primeiro apóstolo que conheceu e o primeiro que chamou. Foi seu braço direito em muitas ocasiões. Era um sujeito extremamente disponível e capaz. Mas o Mestre não lhe deu a “chave do cofre” nem a gerência da empresa. Cuidado para não confiar todo o comando ao pessoal do marketing. Para educar as pessoas na sua dificuldade é preciso dosar o poder que você concede a cada um dentro do grupo. Normalmente as pessoas como André exercem grande influência. Conhecem muitas pessoas e têm uma imensa rede de contatos. Você pode se tornar refém destas pessoas. Saiba manter o comando.

O fim da vida de André nos mostra que ele realmente aprendeu a lição. Permaneceu com toda a sua habilidade de relacionamentos pregando sem medo da morte. Testemunhos antigos de Jerônimo, Bernardo e Cipriano atestam que antes de seu martírio enfrentou o governador Egéias durante o julgamento afirmando destemidamente que Deus era o supremo juiz. Foi condenado a ser crucificado, como Jesus. Os historiadores dizem que mesmo na morte ele permaneceu sereno e forte. Era só mudar o seu discurso e seria libertado. Mas a coerência falou mais alto. Conta-se que ele teria dito: “Ó cruz, extremamente bem-vinda e longamente esperada! De boa vontade e cheio de alegria eu venho a ti”.

Venera, no Domo de Turim, o Sudário que, segundo a tradição, envolveu Jesus
TURIM, domingo, 2 de maio de 2010 (ZENIT.org). – O Sudário de Turim é “um ícone escrito com sangue”, sangue que evidencia o amor de Deus pelos homens. Foi o que disse Bento XVI neste domingo ao venerar a relíquia que, segundo a tradição, envolveu o corpo de Jesus crucificado.Na etapa mais importante de sua visita a Turim, o Papa se ajoelhou diante do Sudário, cuja Ostensão estará em curso até 23 de maio no Domo de Turim.

Em seu discurso, logo em seguida, o Pontífice referiu-se ao valor histórico e científico do Sudário refletindo sobre o silêncio do Santo Sepulcro na perspectiva de esperança da Ressurreição.

“Parece-me que, ao olhar para este Tecido sagrado com os olhos da fé, pode-se perceber algo desta luz. Com efeito, o Sudário foi imerso na mais profunda escuridão, mas é, ao mesmo tempo, luminosa”, constatou.

Segundo o Pontífice, “se milhares e milhares de pessoas vêm para venerá-lo, é porque nele não se vê apenas a escuridão, mas também a luz”; “a vitória da vida sobre a morte, do amor sobre o ódio; vêem sim a morte de Jesus, mas vislumbram também sua Ressurreição; em lugar da morte, pulsa agora a vida, para todos em quem habita o amor”.

Este é o poder do Sudário, afirmou o bispo de Roma, “do rosto deste ‘Homem das dores’, que traz consigo a paixão do homem de cada tempo e de cada lugar, bem como as nossas paixões, nosso sofrimento, nossas dificuldades, nossos pecados”.

“Este rosto, estas mãos e estes pés, este tórax, todo este corpo fala, ele próprio é uma palavra que podemos escutar quando silêncio”.

“Como fala o Sudário?”, perguntou o Papa.

“Fala com o sangue, e o sangue é a vida!”, respondeu. “O Sudário é um ícone escrito com sangue; o sangue de um homem açoitado, coroado de espinhos, crucificado e ferido do lado direito. A imagem impressa no Sudário é a de um morto, mas o sangue fala de sua vida”.

“Cada traço de sangue fala de amor e de vida” – acrescentou. “Especialmente aquela mancha abundante próxima às costelas, feita de sangue a água vertidos copiosamente de uma profunda ferida feita por uma lança romana, aquele sangue e aquela água plenos de vida. É como uma fonte que murmura em meio ao silêncio, e nós podemos senti-la, podemos ouvi-la, no silêncio do Sábado Santo”.

Recebi esta dúvida por e-mail:

“Sou católica, mas sempre tive em meu coração uma pergunta: Se o antigo e o novo testamento são a palavra de Deus, se consta na palavra de Deus os 10 mandamentos, e nós tentamos seguí-lo pois são as leis de Deus, então porque nós católicos não seguimos o 4º mandamento em êxodo 20?
“[4]Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou.”
Onde está escrito na bíblia Guardar domingos e festas? Pois é isso que é nos ensinado nas catequeses, e é o que sempre ouvimos nas missas, nos grupos de orações, etc. Fazemos isso por uma tradição? Pq o Papa intitulou? Então quer dizer que estamos sendo desobedientes à Lei de Deus? Somos então pecadores constantes por não guardar o sábado? Eu sei que celebramos a ressureição por isso estabeleceu-se o domingo, mas qto a palavra de Deus? Não é ela que deveríamos seguir?

Leia a resposta de João Paulo II:

http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/apost_letters/documents/hf_jp-ii_apl_05071998_dies-domini_po.html

Passagem do sábado ao domingo

18. Por esta dependência essencial que o terceiro mandamento tem da memória das obras salvíficas de Deus, os cristãos, apercebendo-se da originalidade do tempo novo e definitivo inaugurado por Cristo, assumiram como festivo o primeiro dia depois do sábado, porque nele se deu a ressurreição do Senhor. De facto, o mistério pascal de Cristo constitui a revelação plena do mistério das origens, o cume da história da salvação e a antecipação do cumprimento escatológico do mundo. Aquilo que Deus realizou na criação e o que fez pelo seu povo no êxodo, encontrou na morte e ressurreição de Cristo o seu cumprimento, embora este tenha a sua expressão definitiva apenas na parusia, com a vinda gloriosa de Cristo. N’Ele se realiza plenamente o sentido « espiritual » do sábado, como o sublinha S. Gregório Magno: « Nós consideramos verdadeiro sábado a pessoa do nosso Redentor, nosso Senhor Jesus Cristo ».(14) Por isso, a alegria com que Deus, no primeiro sábado da humanidade, contempla a criação feita do nada, exprime-se doravante pela alegria com que Cristo apareceu aos seus, no domingo de Páscoa, trazendo o dom da paz e do Espírito (cf. Jo 20,19-23). De facto, no mistério pascal, a condição humana e, com ela, toda a criação, que geme e sofre as dores de parto até ao presente (cf. Rom 8,22) conheceu o seu novo « êxodo » para a liberdade dos filhos de Deus, que podem gritar, com Cristo, « Abba, Pai » (Rom 8,15; Gal 4,6). À luz deste mistério, o sentido do preceito vetero testamentário do dia do Senhor é recuperado, integrado e plenamente revelado na glória que brilha na face de Cristo Ressuscitado (cf. 2 Cor 4,6). Do « sábado » passa-se ao « primeiro dia depois do sábado », do sétimo dia passa-se ao primeiro dia: odies Domini torna-se o dies Christi!

Em um concerto de homenagem do presidente italiano ao Papa e aos sacerdotes
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 5 de maio de 2010 (ZENIT.org).- Bento XVI realçou o elevado valor do estudo da música no complexo processo educacional do indivíduo.Ele o fez no último dia 29, após o concerto de homenagem que o presidente da República Italiana, Giorgio Napolitano, ofereceu ao Papa e aos sacerdotes na Sala Pablo VI do Vaticano, em razão do quinto aniversário de sua eleição como pontífice.

“O estudo da música tem um elevado valor no processo educacional do indivíduo, uma vez que produz efeitos positivos no seu desenvolvimento, favorecendo o crescimento humano e espiritual”, assegurou o Pontífice.

O Papa reconheceu que “no atual contexto social, qualquer trabalho de educação parece ficar sempre mais árduo e mais problemático”.

“Frequentemente, entre pais e professores, é falado das dificuldades que encontram na hora de  transmitir às novas gerações os valores básicos da existência e de um comportamento correto”, explicou.

“Esta situação problemática interessa tanto à escola como à família e às diversas instituições destinadas à formação”, continuou.

Como resposta, “a música pode abrir as mentes e os corações à dimensão do espírito e conduzir as pessoas a elevar o olhar para as alturas, a abrir-se ao bem e à beleza absolutos, cuja fonte suprema é Deus”, disse o Papa.

“A alegria do canto e da música é também um convite constante para os crentes e os homens de boa vontade a comprometerem-se a dar para à humanidade um futuro repleto de esperança”, afirmou.

Por outro lado, continuou Bento XVI, “a obrigação de não tocar sozinho, mas de compor as diversas cores da orquestra, e ainda mantendo suas próprias características, se fundirem” e “a procura comum da melhor expressão, tudo isso constitui um exercício formidável, não só no âmbito artístico e profissional, mas no âmbito humano em geral”.

Em seu discurso, o Papa destacou que “os jovens, embora vivam em contextos diversos, compartilham a sensibilidade dos grandes ideais da vida, mas encontram muitas dificuldades para vivê-los”.

“Não podemos ignorar suas necessidades e expectativas, nem tampouco os obstáculos e ameaças que encontram”, notou.

De acordo com Bento XVI, os jovens “sentem a necessidade de se aproximar dos valores autênticos como o caráter central da pessoa, a dignidade humana, a paz, a justiça, a tolerância e a solidariedade”.

“Eles também procuram, às vezes de forma confusa e contraditória, a espiritualidade e a transcendência para encontrar equilíbrio e harmonia”, acrescentou.

O Santo Padre valorizou a longa experiência da Escola de Música de Fiesole, cuja orquestra interpretou obras de Giovanni Battista Sammartini, Wolfgang Amadeus Mozart e Ludwig van Beethoven e agradeceu pelo concerto a Napolitano.

Concluiu o discurso pedindo a todos que rezassem por ele, de forma que, “no começo do sexto ano de pontificado, eu possa cumprir sempre meu ministério segundo a vontade do Senhor”.

Por sua vez, o presidente italiano realçou que este concerto foi como um “oferecimento de serenidade” em um contexto nada “fácil” e até mesmo “áspero”, em uma conversa que teve com os assistentes antes do concerto.

Napolitano disse acompanhar com “discrição” e “respeito” o modo como o Papa exercita sua “elevada missão” diariamente.

E afirmou que o concerto é a expressão de sua “proximidade intensa e afetuosa” e de todo o povo italiano.

O presidente também mostrou sua “consideração” pela contribuição na “busca pelo bem e pela concórdia” e o compromisso “espiritual e social dos sacerdotes que trabalham na Itália”.

Também enfatizou a preocupação do Papa pelo progresso da Itália e pelas dificuldades e crises “sem solução”, como a do “processo de paz” no Oriente Médio.

Antes do concerto, o Papa e o presidente Napolitano tiveram um encontro “em um clima de grande cordialidade”, informou a presidência da República Italiana.

Eles abordaram “os principais questionamentos da atualidade internacional” e detiveram-se especialmente nas questões sobre o Oriente Médio.

O Papa evocou a Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para o Oriente Médio, que acontecerá no Vaticano de 10 a 24 de Outubro de 2010.

Napolitano ofereceu ao Papa a nova edição em italiano do “Tratado do futuro Papa Piccolomini sobre a Europa” (Europa, 1453), como mostra de seu apreço pelos esforços do Papa “de fazer progredir uma visão correta da Europa.”