Primeiro a surpreendente negativa de Muraci Ramalho para a CBF. Outra é a atitude dos PMs do Rio pedindo 10.000 reais para acobertar um crime. Quem nos protege. Estes corruptos????

16 Comentários

  1. Pingback: Pe. Joãozinho, SCJ

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  3. Olá padre,sua bênção!

    Que mundo é este hein padre!!
    Só podemos contar com a justiça e proteção de Deus!
    abraços, fique na paz de jesus.

    um santo e abênçoado final de semana pro Sr!

  4. Parece que sim, padre… #absurdo

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  6. Mais uma pra coleção de “estranhezas”: http://migre.me/ZC0a
    Deus nos proteja!

  7. Como diria o sempre controverso Renato Russo: QUE PAÍS É ESTE?

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  10. Padre, sua benção!!!
    É claro que não são esses policiais corruptos que nos defendem. Os que nos defendem são os outros,os honestos.

  11. Leandro Costa

    Caro Pe. Joãozinho,
    Sua benção!
    Eu quase desesperei de tudo.
    Estudei Direito, acreditava nas instituições, na seriedade e coerência das pessoas, no Estado Democrático de Direito. A supremacia e a igualdade de todos perante a lei nos preservaria do arbítrio e da injustiça.
    Então, uma pessoa que, covardemente, deu um tiro no rosto do meu irmão, é absolvido no Tribunal do Juri.
    Depois, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo deixa de cumprir a Constituição, a lei estadual, não repondo a inflação aos vencimentos de seus funcionários por três anos, enquanto aos juízes concedeu 362% de aumento desde 2004. Apesar das tentativas de negociação, ignora os servidores. Quando estes decretam greve, não cumpre os prazos do dissídio, promove descontos (apesar da posição jurisprudencial favorável aos servidores no STF), assédio moral (perda de cargos, transferências), reprime as manifestações com bombas de efeito moral, balas de borracha e spray de pimenta e não paga o que deve aos servidores.
    Se um Tribunal não cumpre a lei, em quem podemos confiar?
    Se os candidatos à presidência e o próprio presidente não cumprem a legislação eleitoral e fazem propaganda antecipada, em quem poderemos confiar?
    Se nossos Congressistas promovem um escândalo após o outro, legislam em seu próprio favor e se omitem quano as reformas necessárias ao nosso país, em quem podemos confiar?
    Se o povo é mantido na ignorância, vê as eleições como oportunidade de vender seu voto e vive na indiferença e no individualismo, em quem podemos confiar?
    Se as lideranças religiosas, especialmente as cristãs, preferem não cumprir o pedido de Jesus para serem um e ao invés de construirem um país segundo os valores do Reino, se digladiam entre si e preferem uma religiosidade intimista e individualista, em quem podemos confiar?
    Quando quase me deseperava de tudo, lembrei-me que o homem, por si mesmo, é incapaz de construir o Reino na Terra.
    Sou filho de uma mentalidade iluminista, de crença na razão e nas leis, mas todas as estruturas não são capazes de curar o pecado que habita o coração de cada ser humano, inclusive o meu.
    Imaginei o coração de Jesus ao ver o que nós fizemos com a maravilhosa obra de seu Pai. Mesmo diante de tanta resistência e ignorância, Ele perseverou no bem, no amor, na justiça, até a morte e morte de cruz.
    Sua ressurreição é nossa esperança de que a luta aqui não é vã.
    Lembrei-me de Chesterton, que na Ortodoxia, exortava a não confiarmos em nós mesmos e que precisamos odiar o mundo e, ao mesmo amá-lo, para fazê-lo avançar.
    Recordei-me de Jeremias 17,5:
    Assim diz o SENHOR: “Maldito o homem que confia no ser humano, que na carne busca a sua força e afasta do SENHOR seu coração!
    Por fim, transcrevo partes da Encíclica Spes Salvi, de Bento XVI, que me confortou e me fez recuperar a paz e o desejo de prosseguir lutando:

    “n. 24. (…)(a) O recto estado das coisas humanas, o bem-estar moral do mundo não pode jamais ser garantido simplesmente mediante as estruturas, por mais válidas que estas sejam. Tais estruturas são não só importantes, mas necessárias; todavia, não podem nem devem impedir a liberdade do homem. Inclusive, as melhores estruturas só funcionam se numa comunidade subsistem convicções que sejam capazes de motivar os homens para uma livre adesão ao ordenamento comunitário. A liberdade necessita de uma convicção; esta não existe por si mesma, mas deve ser sempre novamente conquistada comunitariamente.
    b) Visto que o homem permanece sempre livre e dado que a sua liberdade é também sempre frágil, não existirá jamais neste mundo o reino do bem definitivamente consolidado. Quem prometesse o mundo melhor que duraria irrevocavelmente para sempre, faria uma promessa falsa; ignora a liberdade humana. A liberdade deve ser incessantemente conquistada para o bem. A livre adesão ao bem nunca acontece simplesmente por si mesma. Se houvesse estruturas que fixassem de modo irrevogável uma determinada – boa – condição do mundo, ficaria negada a liberdade do homem e, por este motivo, não seriam de modo algum, em definitivo, boas estruturas.
    25. Consequência de tudo isto é que a busca sempre nova e trabalhosa de rectos ordenamentos para as realidades humanas é tarefa de cada geração: nunca é uma tarefa que se possa simplesmente dar por concluída. Mas, cada geração deve dar a própria contribuição para estabelecer razoáveis ordenamentos de liberdade e de bem, que ajudem a geração seguinte na sua orientação para o recto uso da liberdade humana, dando assim – sempre dentro dos limites humanos – uma certa garantia para o futuro também. Por outras palavras: as boas estruturas ajudam, mas por si só não bastam. O homem não poderá jamais ser redimido simplesmente a partir de fora. Equivocaram-se Francisco Bacon e os adeptos da corrente de pensamento da idade moderna nele inspirada, ao considerar que o homem teria sido redimido através da ciência. Com uma tal expectativa, está-se a pedir demasiado à ciência; esta espécie de esperança é falaz. A ciência pode contribuir muito para a humanização do mundo e dos povos. Mas, pode também pode destruir o homem e o mundo, se não for orientada por forças que se encontram fora dela. Além disso, devemos constatar também que o cristianismo moderno, diante dos sucessos da ciência na progressiva estruturação do mundo, tinha-se concentrado em grande parte somente sobre o indivíduo e a sua salvação. Deste modo, restringiu o horizonte da sua esperança e não reconheceu suficientemente sequer a grandeza da sua tarefa – apesar de ser grande o que continuou a fazer na formação do homem e no cuidado dos fracos e dos que sofrem.
    26. Não é a ciência que redime o homem. O homem é redimido pelo amor. Isto vale já no âmbito deste mundo. Quando alguém experimenta na sua vida um grande amor, conhece um momento de « redenção » que dá um sentido novo à sua vida. Mas, rapidamente se dará conta também de que o amor que lhe foi dado não resolve, por si só, o problema da sua vida. É um amor que permanece frágil. Pode ser destruído pela morte. O ser humano necessita do amor incondicionado. Precisa daquela certeza que o faz exclamar: « Nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor » (Rom 8,38-39). Se existe este amor absoluto com a sua certeza absoluta, então – e somente então – o homem está « redimido », independentemente do que lhe possa acontecer naquela circunstância. É isto o que se entende, quando afirmamos: Jesus Cristo « redimiu-nos ». Através d’Ele tornamo-nos seguros de Deus – de um Deus que não constitui uma remota « causa primeira » do mundo, porque o seu Filho unigénito fez-Se homem e d’Ele pode cada um dizer: « Vivo na fé do Filho de Deus, que me amou e Se entregou a Si mesmo por mim » (Gal 2,20).
    27. Neste sentido, é verdade que quem não conhece Deus, mesmo podendo ter muitas esperanças, no fundo está sem esperança, sem a grande esperança que sustenta toda a vida (cf. Ef 2,12). A verdadeira e grande esperança do homem, que resiste apesar de todas as desilusões, só pode ser Deus – o Deus que nos amou, e ama ainda agora « até ao fim », « até à plena consumação » (cf. Jo 13,1 e 19,30). Quem é atingido pelo amor começa a intuir em que consistiria propriamente a « vida ». Começa a intuir o significado da palavra de esperança que encontramos no rito do Baptismo: da fé espero a « vida eterna » – a vida verdadeira que, inteiramente e sem ameaças, em toda a sua plenitude é simplesmente vida. Jesus, que disse de Si mesmo ter vindo ao mundo para que tenhamos a vida e a tenhamos em plenitude, em abundância (cf. Jo 10,10), também nos explicou o que significa « vida »: « A vida eterna consiste nisto: Que Te conheçam a Ti, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste » (Jo 17,3). A vida, no verdadeiro sentido, não a possui cada um em si próprio sozinho, nem mesmo por si só: aquela é uma relação. E a vida na sua totalidade é relação com Aquele que é a fonte da vida. Se estivermos em relação com Aquele que não morre, que é a própria Vida e o próprio Amor, então estamos na vida. Então « vivemos ».
    31. Mais ainda: precisamos das esperanças – menores ou maiores – que, dia após dia, nos mantêm a caminho. Mas, sem a grande esperança que deve superar tudo o resto, aquelas não bastam. Esta grande esperança só pode ser Deus, que abraça o universo e nos pode propor e dar aquilo que, sozinhos, não podemos conseguir. Precisamente o ser gratificado com um dom faz parte da esperança. Deus é o fundamento da esperança – não um deus qualquer, mas aquele Deus que possui um rosto humano e que nos amou até ao fim: cada indivíduo e a humanidade no seu conjunto. O seu reino não é um além imaginário, colocado num futuro que nunca mais chega; o seu reino está presente onde Ele é amado e onde o seu amor nos alcança. Somente o seu amor nos dá a possibilidade de perseverar com toda a sobriedade dia após dia, sem perder o ardor da esperança, num mundo que, por sua natureza, é imperfeito. E, ao mesmo tempo, o seu amor é para nós a garantia de que existe aquilo que intuímos só vagamente e, contudo, no íntimo esperamos: a vida que é « verdadeiramente » vida. Procuremos concretizar ainda mais esta ideia na última parte, dirigindo a nossa atenção para alguns « lugares » de aprendizagem prática e de exercício da esperança.

    Louvado sejas, meu Senhor, pela nossa salvação e pelas palavras do Papa!

  12. Pingback: Leandro A B da Costa

  13. Pingback: JOAO ITAERCIO

  14. Gemma Alessio de Oliveira

    Pe. joãozinho
    Quando será que nos surpreenderemos com notícias éticas, de valores humanos e de respeito. Estou exausta de tantas “coisas patéticas”!! A mídia nos faz receptores do bem e do mal(excessivo!). Como podemos nos imunizar?
    Sua benção.
    Gemma

  15. Só Jesus, Pde… só Jesus…

  16. olga amorim

    Patético
    Sinônimos: idiota impiedoso comovente emocionante drmático enternecedor sensibilizante sentimental tocante .
    Antônimos: alegre jubiloso gozoso .
    Palavras relacionadas: bobo babaca trouxa besta estúpido .

    Palavra forte para classificar um dia. Um dia é um presente de Deus, e fatos patéticos não podem nunca transformar todo um dia.
    Assim como não podemos dizer que a vida é ruim por termos momentos ruins.
    Desculpe-me padre, mas o dia não foi patético, e sim algumas coisas patéticas aconteceram, o dia foi abençoado, e o senhor mais que ninguém sabe disso. Paz e bem.

  17. Pingback: mioco gomes

  18. Caro Padre,

    Sobre o caso Murici, convido-o a ver de outra forma. O Murici quando saiu da reunião com a CBF disse que aceitaria o cargo apenas se o Fluminense o libera-se. Ele falou qua tinha dado a palavra que ficaria no clube até o final do ano. Ele também disse manteria a palavra pois, quando estava sem time, o tricolor que o acolheu. Bom, se isso for verdade (acho que é), o Murici é uma das poucas pessoas hoje em dia que cumpre a palavra.

  19. Leonel Gomes

    Querido padre Joãozinho,
    Patético, patético ao extremo foi a declaração de Lula em Garanhuns “Essa mulher foi barbaramente torturada. Não existe nada mais grave que um ser humano possa fazer com outro do que torturar, como Jesus Cristo foi torturado”.(sobre Dilma) E tem mais:”Meu corpo estaria mais arrebentado que o corpo de Jesus Cristo depois de tantas chibatadas”, afirmou, pelas críticas que sofreu da oposição durante seu governo.
    Apesar das limitações a Igreja Católica deve – por compromisso ceistão – assumir a campanha contra a candidata de Lula.
    O senhor poderia entrar em contato com a direção da Canção Nova e assumir esse compromisso cristão.

  20. Cuidado para não julgarmos toda uma instituição como corruptos, pois eles podem fazer os mesmos questionamentos: Quem são os atuais discipulos de Cristo. Esses padres pedofilos?

  21. Pingback: MariaDenisiaS.Silva

  22. Concordo com o senhor Sérgio!

    Padre Joãozinho, meu pai é policial; e posso dizer com todo o orgulho: UM EXCELENTE POLICIAL!

    Se o senhor vai generalizar toda a corporação da Polícia Militar por causa dos maus policiais, as pessoas poderão fazer a mesma coisa com a Santa Igreja Católica devido aos péssimos padres que trazem escândalos para a Santa Igreja.

    Peço que o senhor joque fora essa mentalidade da Teologia da Libertação que mostra esse tipo de pensamento falso e bem maligno.

  23. Sergio Souza

    O imperador eterno da CBF, cujo o período de mandato é algo comparável a de ditadores africanos, achou que o cargo do treinador estivesse acima do bem e do mal. Patético para ele porque ainda existem homens éticos no futebol cuja a palavra emprenhada valem tanto quanto a assinatura de um contrato. Muricy optou em permanecer no Fluminense!

    E quanto aos policiais… É lamentável! O mínimo que se deveria fazer era expulsá-los da corporação.

  24. Fernanda Bianchi

    Realmente…um dia patético. Não quanto ao Muricy (O Mano parece q aceitou…ai meu Corinthians!) mas…o atropelamento. Que tragédia!

  25. Daniela Pastoriza

    Cuidado com a generalização Padre.

    Estar aqui do outro lado, seguindo o correto, e sendo livramente julgado pela atitude de alguns não é fácil.
    Alguns erram, e muito, é verdade. Mas há muitos outros.

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