Primeiro a surpreendente negativa de Muraci Ramalho para a CBF. Outra é a atitude dos PMs do Rio pedindo 10.000 reais para acobertar um crime. Quem nos protege. Estes corruptos????

O desenhista argentino Joaquin Salvador Lavado, mundialmente conhecido como o Quino, autor da famosíssima tira “Mafalda” resumiu, em oito quadrinhos,o dilema das mudanças de valores nas sociedades atuais. Agradeço a Regina que enviou esta colaboração para o BLOG.

De fato, cada quadrinho destes daria uma palestra…

LANÇAMENTO!

PADRE: ROSTO DE HOMEM E CORAÇÃO DE DEUS

“O sacerdote é algo realmente grande… Um bom pastor, um pastor de acordo com o coração de Deus, é o maior tesouro que o bom Deus pode conceder a uma paróquia, e um dos dons mais preciosos da Misericórdia Divina. Deixem uma paróquia vinte anos sem sacerdote: ali os animais serão adorados! O Sacerdócio é o amor do Coração de Jesus” (São João Maria Vianney).

Este livro não deve ser ocasião de reflexão somente para Bispos, Padres e Seminaristas. Mas é uma verdadeira catequese sobre a Pessoa, Vocação e Missão do Padre também para todos os Fiéis Leigos, pois, como intui Dom Antônio: “um Padre bom, forma bons Leigos; mas é um fato também que bons Leigos formam bons Padres”.

IMPORTANTE: Você que adquire o livro PADRE: ROSTO DE HOMEM E CORAÇÃO DE DEUS está colaborando de maneira direta com o projeto SALVE VIDAS, na construção da nova sede da Comunidade Missão Sede Santos e na prevenção e tratamento de dependência químcia. Toda a renda do CD será revertida nesta causa.

Dom Antonio Affonso de Miranda, sdn.
Missão Sede Santos. 2010.
10×15.
80 págs.
7,00. * Frete incluso

http://sedesantos.com.br/default2.asp?pg=sys/nucleo&cat_cod=1643

Por Dom Giampaolo Crepaldi

ROMA, quinta-feira, 22 de julho de 2010 (ZENIT.org) – Bento XVI, em Fátima, lançou a todos que se ocupam de Doutrina Social da Igreja um desafio verdadeiramente radical, que não podemos deixar de recolher.

A 13 de maio, o Papa convidou os católicos comprometidos no campo social a uma presença, a um testemunho vivo no mundo. Também indicou explicitamente a necessidade de se remeter, neste compromisso, ao horizonte da Doutrina Social da Igreja: “O estudo da sua Doutrina Social, que assume como principal força e princípio a caridade, permitirá marcar um processo de desenvolvimento humano integral que adquira profundidade de coração e alcance maior humanização da sociedade. Não se trata de puro conhecimento intelectual, mas de uma sabedoria que dê sabor e tempero, ofereça criatividade às vias cognoscitivas e operativas para enfrentar tão ampla e complexa crise”.

Tratou-se de um forte convite à presença, “cientes, como Igreja, de não poderdes dar soluções práticas a todos os problemas concretos, mas despojados de qualquer tipo de poder, determinados ao serviço do bem comum, estais prontos a ajudar e a oferecer os meios de salvação a todos”, sem renunciar ou retirar-se, mas conscientes de que há que estar presentes, juntos, sob a guia da Igreja e de sua Doutrina Social.

Este convite, dirigido a grandes massas de pessoas comprometidas, no entanto contrasta objetivamente com a recente evolução da sociedade portuguesa, objeto de uma secularização muito violenta, que no passar de poucos anos permitiu a aprovação de leis fortemente contestadas pelo Papa, como o aborto e o reconhecimento das uniões homossexuais. Este contraste foi o pano de fundo de toda viagem de Bento XVI, já missionário em uma terra dessacralizada, mais que peregrino em uma nação cristã. E esta é a grande questão: que resta do compromisso social e político dos católicos, de sua Doutrina Social, de suas atividades caritativas se decai a fé, se a apostasia das raízes cristãs cresce ao redor e se Deus está cada vez menos presente na cena pública, porque está cada vez menos presente nas consciências?

Volta o problema fundamental ao qual este pontífice parece ter dedicado todas as suas forças, o tema da famosa Carta sobre a retirada da excomunhão aos bispos de Ecône: “No nosso tempo em que a fé, em vastas zonas da terra, corre o perigo de apagar-se como uma chama que já não recebe alimento, a prioridade que está acima de todas é tornar Deus presente neste mundo e abrir aos homens o acesso a Deus. Não a um deus qualquer, mas àquele Deus que falou no Sinai; àquele Deus cujo rosto reconhecemos no amor levado até ao extremo (cf. Jo 13, 1) em Jesus Cristo crucificado e ressuscitado. O verdadeiro problema neste momento da nossa história é que Deus possa desaparecer do horizonte dos homens e que, com o apagar-se da luz vinda de Deus, a humanidade seja surpreendida pela falta de orientação, cujos efeitos destrutivos se manifestam cada vez mais. Conduzir os homens para Deus, para o Deus que fala na Bíblia: tal é a prioridade suprema e fundamental da Igreja e do Sucessor de Pedro neste tempo”.

Algo parecido disse também em Fátima, no dia 11 de maio: “a prioridade pastoral hoje é fazer de cada mulher e homem cristão uma presença irradiante da perspectiva evangélica no meio do mundo, na família, na cultura, na economia, na política. Muitas vezes preocupamo-nos afanosamente com as consequências sociais, culturais e políticas da fé, dando por suposto que a fé existe, o que é cada vez menos realista”. Fala-se de sonhos de novas gerações de políticos católicos, mas os católicos são cada vez menos, fala-se de presença pública do cristianismo, mas os cristãos são cada vez menos.

Não podemos deixar de acolher este desafio. Ou também a Doutrina Social da Igreja serve para “levar o homens a Deus”, a “fazer Deus presente neste mundo”, ou do contrário está destinada a tornar-se árida. Significa portanto que deve-se ter sempre presente que também a Doutrina Social é educação para a fé e que esta vive dentro da fé viva da Igreja da qual está a serviço e da qual é ao mesmo tempo expressão. Não se trata de dizer: dado que a fé diminui, deixemos ou abandonemos a Doutrina Social, ou a consideremos simplesmente um código ético útil ao diálogo com os crentes. Trata-se muito mais de relançar a Doutrina Social como “instrumento de evangelização”.

— — —

*Dom Giampaolo Crepaldi é arcebispo de Trieste e presidente do Observatório Internacional “Cardeal Van Thuan” sobre a Doutrina Social da Igreja.

Flaminia Giovannelli analisa papel da mulher da Igreja
CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 22 de julho de 2010 (ZENIT.org) – Uma das mulheres com maior responsabilidade na cúria romana propõe dar um maior reconhecimento e espaço ao papel que a mulher pode oferecer na direção espiritual.A proposta é formulada na edição italiana de hoje do L´Osservatore Romano, jornal da da Santa Sé, por Flaminia Giovannelli, primeira mulher leiga nomeada por Bento XVI como subsecretária do conselho pontifício Justiça e Paz.

“Minha imagem da igreja é aquela na qual João Paulo II e a Madre Tereza se dão as mãos…”, começa explicando Giovannelli, nascida em Roma em 24 de maio de 1948, licenciada em Ciências Políticas e Ciências Religiosas.

Esta imagem é ilustrada depois com casos concretos de vida: “Quando penso em tantas religiosas que em suas congregações, em diferentes níveis, desempenham de maneira totalmente independente papéis extraordinários, não só para exercer a caridade, mas também para gestionar patrimônios, organizar escolas e hospitais e, sobretudo, para acompanhar a vida espiritual de suas irmãs, tendo o respeito de todos por seu admirável trabalho, acho que seu valor se afirma por si mesmo”.

Segundo Giovannelli, que trabalha neste dicastério vaticano desde 1974, “em alguns âmbitos eclesiais, a mulher se destaca, penso especialmente no da direção espiritual”.

“Se receber o sacramento da Reconciliação é essencial para o cristão, pois o reconcilia com Deus, a direção espiritual é de importância fundamental para a sua vida: saber racionalmente que nosso pecado foi perdoado nem sempre equivale a sentir-se perdoados.”

A subsecretaria vaticana exclama: “Quão importante é a ajuda de alguém para reconhecer o plano que o Senhor tem para cada um de nós. E quantas vezes esta ajuda nos vem de uma mulher, precisamente pela sensibilidade e pela afetividade que lhe são próprias”.

Por isso, propõe: “Penso que atribuir importância à tarefa de acompanhamento espiritual poderia ser ao mesmo tempo um reconhecimento do papel da mulher”.

No que se refere à valorização do papel da mulher na Cúria Romana, objetivo já comentado no passado pelo cardeal Tarcísio Bertone, secretário de Estado de Bento XVI, confessa: “Em meu trabalho, sempre tive a sensação de que as minhas idéias são levadas em conta precisamente porque são idéias de uma mulher, complementárias e, portanto, necessárias para alcançar um juízo objetivo sobre as questões pelas quais fui consultado”.

“E isso é essencial – conclui. Isso não elimina que, segundo os organismos e a preparação das mulheres, facilitada ultimamente por seu acesso aos estudos mais propriamente eclesiásticos, estas poderiam assumir também papéis de maior responsabilidade. E é muito provável que isso aconteça.”

Hoje é dia de SANTA MARIA MADALENA. Pensei em escrever algo sobre ela, mas recebi um e-mail público e publicável de uma amiga minha que participa da COMUNIDADE EMANUEL (de origem francesa), que tem várias iniciativas interessantes. Uma delas é a MISSÃO MADALENA, em que eles saem para distribuir rosas e conversar com prostitutas nas ruas de São Paulo. Quem quiser entrar em contato com a autora e conhecer este projeto pode escrever para maristelacia@hotmail.com

Pode também seguir a autora do texto no twitter: @maristela30

http://twitter.com/maristela30

Olá amigos,.
Hoje celebramos a festa de Maria Madalena!
Muita coisa se fala sobre Ela…que ela foi a mulher que seria apedrejada, aquela que lavou os pés de Jesus, mas….uma coisa é certa: Ela foi a primeira discípula da ressurreição! Foi a primeira pessoa que Jesus apareceu ressuscitado! E ainda traz o nosso Deus de maneira mais humana: “Vou para o meu Pai e vosso Pai!!”
E aí Ela foi anunciar: Jesus ressuscitou!!! Aleluia!
Me lembro de todas as nossas missões Madalena, onde levamso uma rosa para as profissionais do sexo e simplesmente dizemos: Esta rosa é um sinal do amor de Deus pra você! Ele te ama…quer cuidar da tua vida, quer dizer que Ele pode ressuscitar a tua vida também!
Quantos sorrisos eu já vi, quantas lágrimas que elas derramam, e é claro que eu vou junto neh…Ao saber que tem alguém que se importa com Elas!
Acho que foi mais ou menos isto que Maria Madalena sentiu ao ver Jesus que se abaixava para olhar em seus olhos..e dizer se ninguém te condenou, eu também não te condeno..Vai e não peque mais!
Eu tenho um grande sonho que compartilho com vocês…Que realmente possamos oferecer a todas elas um local, uma possibilidade de serem acolhidas, ouvidas..cuidadas…Mas eu acredito como dizia Santa Terezinha: Senhor, quero sonhar teus sonhos em minha vida!
Santa Terezinha um dia ficou com ciúmes Dela..pois achava que Madalena tinha amado muito mais Jesus do que Ela..pois tantos pecados ela tinha cometido e Jesus perdoou…aí depois viu que era que nem uma criança que se o Pai a levanta de um buraco e cuida dela, ela vai amar muito o pai..mas se o pai mostra o buraco e fala : Tah vendo do que eu te livrei? Esta criança tb vai amar muito o Pai….Aí Sta Terezinha se conformou…kkkk
Sempre gostei muito dela…pois assim como na vida Dela,…Eu já experimentei e muuito a misericórdia de Deus em minha vida!
Também me lembro que após a Jornada em Sidney fui com o Pe. Anderson e a Juliana pra Nova Zelandia..e no dia de hoje queria muito celebrar a missa da festa de Maria Madalena..mas o padre estava muito doente…aí eu e a Ju fomos até um mercado compramos um vinho, tinhamos hóstia e o padre celebrou ali…no quarto do albergue pra n´so…sentado pois não tinha forças…E o engraçado é que dois dias antes estávamso numa missa com o Papa com 1 milhão de pessoas! Mas..pude ver mais uma vez que Jesus vem ao nosso encontro..pequenos ou grandes…Ele quer nos amar!!
Obrigada Jesus!! Por nos amar tanto assim!
Santa Maria Madalena, rogai por nós!
Nos encontramos na Eucaristía hoje!
Maristela