Pe. João Carlos Almeida, scj

Com a pandemia do Coronavírus nossa vida mudou radicalmente de uma hora para outra. Quem é estudante está tendo que encontrar caminhos para estudar a distância com o maior aproveitamento possível. Gostaria de apresentar 10 dicas para você ter sucesso em seu estudo online.

  1. Programe sua nova rotina definindo seus horários e procure ser fiel.
  2. Escolha o ambiente de estudo e procure utilizar sempre o mesmo espaço evitando toda dispersão.
  3. Invista algum tempo para conhecer as funcionalidades das ferramentas propostas pela sua Instituição de Ensino.
  4. Teste a velocidade de sua conexão com a Internet e os horários em que teria dificuldade de um bom desempenho por ser um horário de pico.
  5. Durante uma atividade em tempo real, ou mesmo de estudo daquilo que foi postado no ambiente de aprendizagem desligue de outros canais de informação, ruídos, som, sites, aplicativos de mensagem, redes sociais. Concentre-se.
  6. Se tiver alguma dúvida, o melhor sempre é perguntar, mesmo que pareça algo óbvio.
  7. Exercite seu protagonismo evitando ficar apenas recebendo passivamente o conteúdo.
  8. Encare o estudo como um jogo, um game, estabelecendo metas de desempenho para si mesmo.
  9. Entregue os trabalhos antes do horário limite evitando todo stress e ansiedade.
  10. Saiba a hora de desconectar… é fundamental esquecer para lembrar. Você está sempre ligado? Então se liga nesta última dica: “desliga”.

João Carlos Almeida (Pe. Joãozinho, scj)

Afinal, por que estamos em quarentena, ou distanciamento social, neste momento de Pandemia pelo Coronavírus? Fui pesquisar e encontrei ao menos 40 motivos:

  1. BASICAMENTE: Para diminuir a velocidade de transmissão do novo coronavírus.
  2. Poderemos até mesmo quebrar a cadeia de infecção do vírus.
  3. Com isso evitaremos que nosso sistema de saúde entre em colapso.
  4. Estaremos respeitando os que estão na linha de frente e que não podem ficar em casa.
  5. O pessoal da saúde agradece.
  6. O pessoal dos serviços essenciais, como mercados e farmácias, agradece.
  7. Conseguindo atender a todos os infectados será possível salvar mais vidas.
  8. A capacidade do vírus de matar será cada vez menor.
  9. Será possível proteger mais os idosos e doentes: os grupos de maior risco.
  10. Daremos tempo para que formas alternativas de economia se organizem.
  11. A ciência terá tempo para encontrar uma solução definitiva, seja uma vacina ou um medicamento antiviral.
  12. O teste poderá ser aplicado a um maior número de pessoas.
  13. Como isso será possível praticar o isolamento aos que testarem positivo.
  14. Os que tiverem desenvolvido a imunidade poderão ajudar muito no combate à pandemia.
  15. Na quarentena teremos tempo para viver e refletir em família. A casa é nossa Arca de Noé neste dilúvio.
  16. A ameaça da pandemia abre uma série de oportunidades, como o uso inteligente e responsável da Internet.
  17. Vamos desenvolver uma imunidade contra o vírus das Fakenews, mentiras insuportáveis e perigosas em tempo de pandemia.
  18. Polarizações e conflitos ideológicos serão atenuados, pois somente unidos poderemos vencer.
  19. Iremos adquirir novos hábitos de higiene, como lavar bem as mãos, cobrir o nariz e a boca aos tossir ou espirrar e em algumas situações utilizar máscara protetora.
  20. Aprenderemos a manter a higiene de lugares e objetos de uso comum, como é o caso das maçanetas e daquele corrimão.
  21. Teremos uma nova maneira de nos relacionar evitando aglomeração de pessoas.
  22. Gestos simples como um abraço serão muito mais valorizados após a pandemia.
  23. Vamos aprender a viver uma vida mais simples e sóbria.
  24. Será possível partilhar os excessos de nossos armários.
  25. Descobriremos o valor de rotinas saudáveis.
  26. Venceremos o vírus da pressa.
  27. Entenderemos o quanto faz bem tomar sol.
  28. Entenderemos a diferença entre o que é importante e aquilo que é essencial.
  29. Teremos uma oportunidade de superar o consumismo e aprender a arte do consumo responsável.
  30. Veremos claramente o quanto o mundo é pequeno e como o que um faz rapidamente atinge a todos.
  31. Encontraremos maneiras de manter a nossa mente ocupada e o corpo em atividade.
  32. Teremos o tempo que nunca tivemos para fazer aquele curso pela internet e ler aquele livro esquecido na estante.
  33. Quem não costuma tirar férias entenderá o quanto isso é saudável.
  34. Entenderemos o valor da ciência e seguiremos as suas recomendações.
  35. Saberemos por que a quase totalidade dos líderes mundiais recomenda e até exige a quarentena em tempos de pandemia.
  36. Será preciso se reinventar e refazer seus projetos de vida.
  37. Haverá mais tempo para meditar e rezar.
  38. Descobriremos o valor de emissoras de TV com conteúdo religioso e sites com conteúdo confiável.
  39. Aproveite para repousar.
  40. E mantenha acesa a chama da esperança; o momento é delicado, mas saiba que TUDO PASSA!

 

Pe. Joãozinho, scj

Teólogo e Comunicador

Conta o Evangelho de Mateus no seu capítulo 2, versículos 13-23 que São José foi advertido em sonho que o rei Herodes tinha planos de matar o menino-Deus. Diante dessa ameaça ele nem sequer esperou amanhecer, acordou durante a noite e IMEDIATAMENTE partiu para o Egito. A Sagrada Família ficou ali, em verdadeira quarentena, até o perigo passar. Somente após a morte de Herodes, São José tomou o menino e sua mãe e voltou para sua terra, indo morar em Nazaré. Foi uma atitude radical e imediata. Se ele tivesse esperado para o dia seguinte, poderia ter sido tarde demais.

A atual pandemia pelo Coronavírus também nos obriga a uma atitude radical e imediata: o isolamento em casa para evitar o contágio em massa. Esse é o forte grito de alerta de todos os responsáveis pela segurança sanitária: FIQUE EM SUA CASA! Para os que ainda não sentiram a gravidade da situação é bom lembrar que quando Noé começou a construir a Arca, não estava chovendo. Os que ridicularizaram sua atitude radical pereceram, quando o dilúvio chegou. Lembre-se das três características desse vírus que podem gerar uma situação fora de qualquer controle. Primeiro: a facilidade do contágio, segundo: a baixa letalidade, terceiro o grande número de pessoas assintomáticas que tornam-se propagadores silenciosos do vírus. Não sabemos quanto tempo deverá durar essa atitude radical. Mas sabemos que quando mais imediata e radical, menos tempo durará. Se estivéssemos todos em quarentena, em 14 dias teríamos um mapa mais preciso da propagação do vírus e seria possível atender os casos mais urgentes e minimizar a mortalidade. Não espere começar o dilúvio em seu bairro, rua ou casa. Isole-se imediatamente. Aproveite o tempo para melhorar o relacionamento com Deus e com as pessoas de sua casa. É possível que a distância dos corpos aproxime nossos corações. É um tempo para transformar a quarentena em quaresma, tempo de conversão e revisão de vida. Não diga: amanhã de manhã vou resolver o que farei. Comece imediatamente. Com isso minimizaremos o risco também dos profissionais que não podem entrar em quarentena pois estão a serviço da comunidade em farmácias, mercados e hospitais. É hora de nos unirmos e mostrar que juntos somos mais. E que o protetor de Jesus nos proteja também juntamente com Maria, a serva do Senhor. VALEI-NOS, SÃO JOSÉ.

Pe. Joãozinho, scj

Teólogo e Comunicador

O Natal é uma festa que ultrapassou os limites da cristandade. O conhecido “espírito natalino” toma conta do mundo inteiro nos últimos dias de cada ano. Chineses e africanos, canadenses e russos, europeus e asiáticos, gente de todas as línguas, povos e nações param para comprar um presente, contemplar uma árvore iluminada e cantar “noite feliz”. Muitos destes sequer saberiam dizer quem é o dono da festa. Para alguns seria um simpático velhinho de barbas brancas que viria mitologicamente do céu com seu trenó e suas renas para trazer a solução mágica para todos os problemas: o Papai Noel. Mal imaginam que este personagem foi criado nos Estados Unidos na metade do século 19 como uma versão comercial de um generoso bispo do século 4º que viveu na atual Turquia e que costumava dar presentes para os pobres: São Nicolau.

Qual seria, então o verdadeiro sentido do natal? Qualquer cristão praticante responderia a esta pergunta sem pensar duas vezes: celebramos o nascimento do nosso salvador, Jesus Cristo. Segundo os evangelhos ele nasceu há dois mil anos no seio de uma família, Maria e José, na cidade de Belém, em um lugar muito simples, uma estrebaria; foi saudado pelos anjos e recebeu presentes de sábios vindos do oriente, que chegaram até o lugar do seu nascimento guiados por uma estrela. Esta cena é retratada todos os anos na cenografia do “presépio”, que teria sido criado pela primeira vez por São Francisco de Assis no século 13 como um recurso de catequese popular. Mas sabemos que já nos primórdios do cristianismo a cena impactava o imaginário dos cristãos e chegou a ser pintada nas catacumbas de Roma. Mas e o boi e o jumento que aparecem no presépio? Eles não estão nos evangelhos de Mateus e Lucas que narram a cena! Certamente a sua origem está no Antigo Testamento em textos como o do profeta Isaías (1,3) que afirma que até o boi e o burro são capazes de perceber o seu proprietário, mas o povo de Deus nem sempre reconhece o Messias.  Seguindo na mesma linha o profeta Habacuc situa a manifestação do Messias entre os animais. Alguém poderia dizer: mas nos presépios originais não havia o pinheiro iluminado. De onde teria vido esta tradição? Ele surge apenas no século 11 nos teatros populares europeus que procuravam contar o nascimento de Jesus. Era uma alusão à árvore do paraíso, carregada de frutos. A forma como conhecemos hoje, inclusive com neve, surgiu no século 16 na região da Alsácia, entre a Alemanha e a França. Os frutos foram substituídos por outros ornamentos e a árvore foi completamente iluminada. É claro que o comércio se encarregou de sofisticar este símbolo popular. Em 1912, em Boston, nos Estados Unidos, uma grande árvore de natal foi ornamentada e iluminada em praça pública. Rapidamente o costume se espalhou por todo o planeta.

Podemos observar que o Natal é um evento de grande impacto fora das igrejas, nas famílias e nas praças. Mas dentro das celebrações cristãs oficiais, como teria surgido o Natal? No início do cristianismo o ano litúrgico era marcado apenas por uma grande festa: a Páscoa. Seguindo a tradição judaica os cristãos calculavam a sua data a partir do calendário lunar. Enquanto os judeus comemoravam a libertação do Egito com a Ceia Pascal, os cristãos celebravam a ressurreição de Jesus, com a vigília Pascal. Ao terminar esta vigília a aurora era celebrada como a chegada do “sol nascente a luz do alto que veio nos visitar” (Lc 1, 78). Aos poucos a páscoa cristã começou a ser preparada por quarenta dias de penitência, a Quaresma, e depois dela vinham cinquenta dias de espera pela vinda do Espírito Santo, o Pentecostes. Esta arquitetura do Mistério Pascal celebrado no tempo cronológico, porém, tinha uma falha. O início do ano era marcado pela Páscoa, mas o final do ano era habitado por uma série de festas pagãs. Em Roma, por exemplo, o dia mais longo do inverno, em dezembro, era celebrado em honra ao “deus sol”. A partir do século 4º o cristianismo começa a dar um sentido cristão a estas festas do sol, entendendo que Jesus Cristo é o verdadeiro “sol nascente”. A primeira notícia que temos da celebração do natal cristão no dia 25 de dezembro vem do ano 354, em Roma. Nos anos seguintes esta data começou a ser celebrada de modo fixo no dia 25 de dezembro pelos cristãos ocidentais e no oriente no dia 06 de janeiro. Este costume rapidamente foi assimilado também pelo ocidente e o Natal recebeu, assim como o ciclo pascal, um tempo de preparação, chamado advento e um tempo de repercussão, chamado “epifania”, que significa manifestação. Devemos grande parte desta arquitetura do Natal ao Papa São Leão Magno (440-461) que nos deixou belíssimas homilias natalinas. Este é o grande teólogo do Natal.

O Natal, portanto, é uma festa da prece e da praça, da Igreja e da sociedade, dos que creem e dos que preferem não crer, mas não resistem a cantar o “noite feliz”, render-se ao espírito natalino e dar um presente para alguém. É uma festa contagiante que nos coloca em torno de uma criança, que é a nossa salvação. Isto nos enche de esperança e nos faz parar para pensar. Se a páscoa é a festa da lua, o natal é a festa do sol. As duas nos resgatam do ritmo cronométrico do relógio e nos colocam no ritmo humano da natureza. Viver o natal é sair da sofisticação complicada e assumir a cultura da vida simples e sóbria. O messias no presépio entre anjos e animais é um grito contra a complicação da vida moderna que sequestrou nossa felicidade. É tão simples, tão silencioso, tão fácil… parar um dia e eternizar o natal. Todo dia podemos renascer como faz o sol. O Sol Nascente, a Luz do Alto nos visitou para dizer que a noite pode ser feliz se acreditarmos que depois dela, um novo amanhecer virá. O natal, enfim, é a festa da esperança. Nosso forte e infinito Deus assume fragilidade e a simplicidade de uma criança. Será necessário cuidar deste menino que é o nosso Salvador. Este Menino-Deus mora no coração de cada um e precisa de cuidados. Até os animais já perceberam: Deus está no meio de nós. Feliz Natal.

 

 

Em 2013 comecei a publicar diariamente no Twitter um sermão com 140 caracteres sobre o Evangelho do dia. Algum tempo depois, como a popularização do WhatsApp comecei a divulgar o mesmo minisermao em uma versão ampliada para 1 Minuto em áudio. Resultado: viralizou! Hoje estima-se que cerca de dois milhões de pessoas recebam diariamente a mensagem. Se você quiser receber existem diversos caminhos.

Pode curtir minha página no Facebook onde posto diariamente em formato de vídeo:

https://www.facebook.com/PadreJoaozinhoscj/

A outra alternativa é inscrever-se em meu canal no Youtube:

https://www.youtube.com/channel/UCgM8t1WtNYw832_qQcQawBQ

Outra alternativa para quem usa o Telegram é se inscrever diretamente no canal de transmissão pelo celular:

https://telegram.me/minisermao

Outra alternativa é visitar meu Instagram:

Pe. Joãozinho, scj ou #minisermao

 

“Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Amós 5,24). Eis o desejo de Deus, pela boca do Profeta Amós. E isso é possível? Sim, é possível! Deus nos criou, criou a Mãe Terra capaz de alimentar todos os seus filhos, e com saúde. Parece-me que nós, pessoas, estamos vivendo contra a lógica da vida: não cuidamos do mundo, nossa casa comum, não cultivamos o jardim de Deus.

Neste ano de 2016, celebramos uma Campanha da Fraternidade Ecumênica, com o tema “Casa Comum: nossa responsabilidade” e o lema “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”. O objetivo geral desta Campanha da Fraternidade é “assegurar o direito ao saneamento básico para todas as pessoas e empenhar-nos, à luz da fé, por políticas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro de nossa Casa Comum” (TB, 26).

O saneamento básico é um direito humano fundamental, e requer a união de esforços de todos; inclui os serviços públicos de abastecimento de água, o manejo adequado dos esgotos sanitários, das águas pluviais, dos resíduos sólidos, o controle de reservatórios e dos agentes transmissores de doença (TB, 32).

Alguns dados para você se sensibilizar, buscar mais informações e criar novos hábitos:

– O maior problema do saneamento básico, hoje, é a fome;

– Uma criança morre a cada 2,5 minutos por não ter acesso à água potável, por falta de redes de esgotos e por falta de higiene;

– 18% da população brasileira ainda não têm acesso à água tratada. Mais de 100 milhões de brasileiros não possuem coleta de esgotos;

– No mundo, um bilhão de pessoas fazem suas necessidades a céu aberto;

– Na América Latina, as pessoas têm mais acesso aos celulares do que aos banheiros.

O saneamento básico não é um detalhe na vida. É necessidade imperativa para que nós, filhos de Deus, possamos ter a vida saudável que Deus quer para todos. Por isso, nosso Papa Francisco insiste tanto no direito aos três “T”: terra, trabalho e teto.

A Campanha da Fraternidade 2016 propõe um olhar mais amoroso para o planeta e para a natureza, criando assim uma consciência fraterna e lembrando que nossos recursos são limitados e precisamos cuidar bem deles para que possamos viver bem. Cuidemos do ambiente e das pessoas!

 

Dom João Inácio Müller – Bispo da diocese de Lorena(SP) e articulista da Revista Canção Nova.

 

DE VOLTA AO PRIMEIRO AMOR

diego_fernandes_volte_ao_primeiro_amorDiego Fernandes sabe exatamente o que quer dizer ao cantar… e diz! Consegue a difícil química de unir o conteúdo denso com linhas melódicas não convencionais que grudam no ouvido e letras que ecoam nos lábios da juventude de maneira quase “viciante”. O resultado é a capacidade de um encantador da massa sem perder a capacidade de falar para cada um e provocar um avanço reflexivo para águas mais profundas. É dançante e reflexivo. É movimentado e extasiante. É metálico e romântico. É gritado e sussurrado. É uma pedra rolando em câmera lenta. É pesado e leve. É rock e toque. É sujo como ao vivo e sofisticado como de estúdio. É repleto de gírias e tem português bem corrigido na norma culta. É carismático e libertador. É pé-no-chão com o coração no céu. Convenhamos que esta alquimia não é fácil nem frequente. “Volta ao primeiro amor” não é um pouco mais do mesmo, apesar de Diego Fernandes se dar ao luxo de navegar no limite do senso comum. O que o salva de ter feito apenas mais um produto ao gosto do mercado é o carisma que o move unido ao estudo intenso que precede cada uma de suas composições. Por isso, apesar do som redondo e agradável, da mixagem esperada, nos instrumentos bem colocados e das vozes extremamente estudadas, o CD do Diego é, na verdade, um instrumento de catequese. Prova disso é que se distingue cada palavra. A voz do cantor em primeiro plano é para poucos. A ordem das músicas conduz da rua para a intimidade do coração; do encontro com os irmãos para o sacrário interior onde o “Deus é mais íntimo a nós que nós mesmos” (Santo Agostinho). Mas após este repouso musical Diego reaparece tirando todos da catarse e levando de volta para a luta, ou seja, para a missão. Porque se faltar o pão a fé me anima a lutar para que a salvação comece já na mesa dos famintos. Bem… nem tudo é perfeito. No próximo CD teremos um pouco mais de Doutrina Social da Igreja. Diego é um jovem inquieto e carismático e minha missão é também pro-vocar. #ProntoFalei.

Pe. Joãozinho, scj

Teólogo e comunicador