Para Frankl (1991), o homem só se torna homem e só é completamente ele mesmo quando fica absorvido pela dedicação a uma tarefa, quando se esquece de si mesmo a serviço de uma causa, ou no amor a uma pessoa. É como o olho, que só pode cumprir sua função de ver o mundo enquanto não vê a si próprio. O sentido tem um caráter objetivo de exigência e está no mundo, não no sujeito que o experiência.

Ao falar de sentido, estamos fazendo referência ao significado, à coerência, à busca de propósito e finalidade.

Frankl nos expressa como o homem que perdeu o sentido cai em um vazio existencial e sofre; esta frustração existencial pode desembocar em uma sintomatologia neurótica.

O de que o ser humano realmente precisa não é um estado livre de tensões, mas antes a busca e a luta por um objetivo que valha a pena, uma tarefa escolhida livremente.

Nietzsche: “Quem tem um por que viver pode suportar quase qualquer como”

Levar o homem à consciência do seu ser-responsável, enquanto fundamento vital da existência humana. Essa responsabilidade, todavia, significa sempre responsabilidade perante um sentido. (Frankl)

“O que sacrifica dá ao sacrifício sentido, valor, preço. Dar sentido quer dizer entregar-se. Não é o que eu guardo comigo que retém valor; é o que eu sacrifico que adquire valor” (Frankl, 1978)

“O ser humano é o ser que decide o que vai se tornar” (Silveira, 2007)

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