eucaristia.jpgQuem não compreende a dinâmica do amor de Deus se revolta” (Pe. Reinaldo)

Como entender esta dinâmica do amor de Deus? Será que temos resposta para esta pergunta? Mas será que Deus nos amo como entendemos e compreendomos? É um questão meio difícil, porém vamos tentar entender este amor de Deus, que as palavras não conseguem dizer mais se aproximam.

Deus nos ama de forma que nos surpreende. Não há como definir este amor. Por que o amor de Deus não se define. Não tem como compreender o Amor de Deus. Ele é infinito. A nossa capacidade é pequena demais diante da Grandeza deste Amor.

Certamente do jeito que nós pensamos é muito pouco. O amor de Deus por nós ultrapassa nossa imaginação. Nós temos a tendência em assumir as coisas por aquilo que conhecemos ou ouvimos falar, porém a experiência de ser amado por Deus vai além das capacidades intelectuais do ser humano. Por mais que nos esforcemos em acreditar, o amor de Deus é incondicional. Muitas vezes, limitamos o amor de Deus ao amor humano que as vezes não é um amor gratuito. O amor de Deus vai muito além do que possamos entender ou pensar, quando imaginamos que Deus nos ama de uma determinada forma, Ele nos surpreende e nos mostra como nos ama de forma infinita e incondicional, para isso, temos que estar atentos e abertos a aprender a amar como Ele ama, mesmo sabendo que nunca chegaremos ao amor Agapal com o qual Ele tem por nós.

“Deus nos ama com amor infinito…, Deus nos ama de verdade, que alegria, que contentamento…” (São Leonardo Murialdo)

Deus nos ama com um amor incalculável, algo que não pode ser medido, nem imaginado pelo homem, tamanho é esse amor.

“ É por amor que Deus deve decidir-se eternamente a agir, mas como seu amor é a causa, seu amor deve também ser o fim. Deus quer restabelecer a igualdade entre Si e o homem (discípulo), assim com um rei que se apaixona por uma plebéia. Tal idéia per si é incongruente, mas o rei é o rei, acima de tudo. Deus encontra sua alegria em vestir ao lírio com mais esplendor que Salomão. O amor de Deus não somente ensina, mas também leva a um novo nascimento do discípulo, passando do não ser ao ser, pois o fazer nascer pertence a Deus cujo amor é regenerador”. (Segundo Kierkegaard).

 

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