sexualidade conjugal

Método Billings: Uma linda mensagem da Heloisa, presidente da CENPLAFAM

Fico feliz em comungar com cada casal que partilha o seu crescimento em relação a sexualidade, o Método de Ovulação Billings não é para qualquer um, é para aqueles que tem compromisso, fidelidade e que saibam superar as dificuldades que a vida a dois apresenta. Mas como o assunto deste comentário é sobre a vida de Dr. Brown, gostaria de partilhar um pouco da oportunidade que tive de conhecer esse GRANDE HOMEM, Deus se utiliza das pessoas para fazer muitas coisas importantes, Dr. Brown foi um dos maiores endocrinologista que já tivemos, em sua maneira simples, acolhedora e como toda pessoa que tem grande sabedoria de fácil acessibilidade. A última vez que o encontrei foi neste ano em maio, quando estive em Melbourne, quando ele me viu e falei do Brasil ele logo soltou um sorriso e grande exclamação, Brasil, São Paulo! Ele esteve aqui a convite da CENPLAFAM. Louvo e agradeço a Deus por usá-lo como instrumento, que necessitou ser trabalhado para entender a sua missão. Que o seu exemplo nos ajude, principalmente a buscar conhecimento SEMPRE, para que possamos ser não só bons mas ÓTIMOS instrutores do MOB!

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sexta-feira, dezembro 4th, 2009 planejamento-familiar, sexualidade conjugal 2 Comments

ATIVIDADE SEXUAL DOS CASAIS NO OLHAR DE SÃO PAULO

Caros leitores, estou meio sumido deste blog, mas com certeza a Maria Celina, minha querida esposa está sempre postando vários conteúdos, para o fortalecimento da vida conjugal.
Convido você a entrar no meu blog para pensar sobre a questão da atividade sexual no casamento, a partir do olhar de São Paulo. Vai lá e depois comente, Abraços,
GERSON ABARCA
www.blog.cancaonova.com/pensandobem

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segunda-feira, setembro 7th, 2009 sexualidade conjugal 1 Comentário

Contribuição do padre Ricci sobre o caso da menina violentada: questões éticas e bioéticas conexas

Excelente este artigo do meu amigo e Padre Luiz Antonio Lopes Ricci da Diocese de Bauru!

Estou registrando na íntegra para que você e sua família tenham o conhecimento e assim contribuir com a formação de uma consciência humana baseada nos valores do Cristianismo e da catequese da nossa Igreja Católica Apostólica Romana.

Vou apresentá-lo, o Pe. Luiz Antonio Lopes Ricci é Professor de Teologia Moral na Faculdade João Paulo II, em Marília/SP e Coordenador Diocesano de Pastoral da Diocese de Bauru/SP

Um caso dramático e complexo

O caso da menina de 9 anos, grávida de gêmeos, resultado de violência sexual, cuja gravidez foi interrompida por meio de aborto direto, faz alguns dias, tem suscitado debates e posicionamentos. Penso que este triste, comovente e dramático caso pode ser ocasião de aprofundar algumas questões éticas que dele emergiram. A minha intenção é apenas oferecer uma contribuição para o debate, respeitando as opiniões divergentes próprias de um contexto plural. Cabe recordar que a Igreja Católica, desde sua origem, sempre se posicionou contra o aborto (cf. Didaqué 2,2). A ética cristã católica parte do pressuposto de que nunca é lícito partir de um mal para se chegar a um bem. Mesmo nesse caso dramático e complexo, o aborto não deixou de ser um mal, pois duas vidas foram suprimidas. Esse fato, por si mesmo, deve colocar problemas para a consciência moral dos envolvidos, bem como dos cidadãos e formadores de opinião.

No caso concreto, o aborto, segundo parecer médico, foi realizado considerando que a situação da menina se enquadrava nos dois casos previstos pela legislação brasileira: risco de vida para a mãe e gravidez resultante de estupro. Contudo, parto da hipótese de que o fato tem mais implicações éticas do que jurídicas ou eclesiais. Penso que o caso em questão se enquadra naquilo que se convencionou chamar de “casos bioéticos de fronteira”. Sabe-se que várias questões morais e bioéticas não são pretas ou brancas, mas cinzentas e nebulosas, de difícil solução. Trata-se, portanto, de um caso de bioética clínica ou resolutiva, ou seja, aquela que examina na situação concreta da práxis médica e do caso clínico, quais são os valores em jogo e por quais caminhos se pode encontrar uma linha de conduta sem violar os valores e princípios morais. Não se pode negar que num caso como esse há uma pluralidade de aspectos que exigem uma abordagem multidisciplinar antes de qualquer decisão.

A bioética clínica ou de decisão deve ser composta por três momentos conexos: momento empírico (o caso em si, os aspectos científicos, prognóstico, riscos etc), momento hermenêutico (mediação interpretativa a partir da ética, antropologia e ciências humanas) e momento resolutivo. Nunca se deve passar do momento empírico ao resolutivo sem antes acontecer a mediação interpretativa do caso. O momento hermenêutico é absolutamente imprescindível, deve preceder e acompanhar o desenvolvimento do caso, estabelecendo critérios éticos que possam orientar e presidir as escolhas, enfoques e alternativas. Penso que neste ponto reside o problema. Parece que o momento hermenêutico foi pouco considerado, evidenciando certo costume de agir seguindo o método pragmático: caso X solução Y. A violência do estupro e conseqüente trauma para a menina poderá ser cancelado pela violência do aborto que, como se sabe, é uma experiência traumática para a mulher? Como reparar o dano sofrido pela vítima? Trata-se de afirmar a misericórdia, pois não haverá uma cultura de paz sem justiça e sem reconciliação. Enquanto prevalecer o ódio e a vingança, dificilmente sairemos do círculo vicioso da violência.

A Igreja como mãe e educadora não pode negociar a verdade. Porém, procura buscar a verdade e o bom senso por meio do diálogo respeitoso. Ela tem o hábito de ouvir e isso a torna mais sensível ao sofrimento humano. A Igreja tem uma rica tradição humanista e ética. Logo, tem sempre algo a oferecer. Ela quer iluminar as consciências e oferecer uma contribuição, sem negociar aquilo que é inegociável: a vida humana. A radicalidade na defesa da vida humana, da concepção à morte natural, não significa fechamento ou fundamentalismo. A Igreja quer dialogar com o mundo plural, laico e científico, por meio da reta razão e da reciprocidade das consciências (cf. Gaudium et Spes, n. 16).

O dramático e complexo caso exigia um tempo maior de reflexão que denominei de momento hermenêutico. Uma possível saída, se as condições clínicas fossem favoráveis, seria o acompanhamento multidisciplinar da menina gestante e a antecipação do parto entre a 24ª e 26ª semana. Essa escolha, caso fosse plausível, reduziria o risco de morte para a mãe-menina e contemplaria uma considerável possibilidade de sobrevivência para os gêmeos que poderiam ser destinados à adoção. Trata-se de buscar o maior bem possível e de vencer o mal com a prática do bem. Nem sempre o caminho mais fácil é o mais ético. O fato é que, se formos sinceros, todos sofremos com o caso, não apenas pela menina violentada e grávida, mas também pelas crianças inocentes que não tiveram a chance de viver neste mundo, dramático, porém belo e bom.

Fonte: Informativo On Line – Diocese de Bauru 17/03/2009‏

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quarta-feira, março 18th, 2009 religiao-e-familia, saude, sexualidade conjugal 2 Comments

Celebrando os 17 anos de fecundação do primogênito. Glória e Louvoures a Deus!

Hoje é dia de Ação de Graças aqui em casa! Estamos celebrando os 17 anos de fecundação do nosso filho primogênito – Samuel Iauany .
Ao acordarmos pela manhã, Samuel já estava em pé se preparando para ir Surfar com os amigos, mas antes de sair nos deu um forte abraço agradecendo pela nossa abertura a vida e nos lembrando com alegria o seu grande dia.Oramos juntos pedindo a Benção de Deus e da Virgem Maria!
Como é bom começar o dia assim, agradecendo e celebrando este Dom Sagrado que é a Vida!
Oxalá que o maior número de casais possa vivenciar esta maravilhosa experiência. E por isso não cansamos de nos unirmos a outros casais que desejam divulgar o máximo possível o Método da Ovulação Billings – o MOB, pois através deste Método Natural de Planejamento Familiar podemos valorizar o Dom da Fecundidade e dignificar nossos corpos como imagem e semelhança de Deus.
Acesse o site: www.woomb.org e conheça melhor este Método maravilhoso e que a nossa Igreja aprova e indica para os casais como uma opção saudável e que está de acordo com a moral cristã.
Nos seguintes Blogs você encontrará mais artigos a respeito do Método: Minha Família é Assim, Ser Mulher e Vida em Família.
Comunique conosco e continuaremos assim a esclarecer dúividas e oferecer informações sobre ele.
Deus vos abençoe como toda a sua família!

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PENTECOSTES E O QUARTO DE CASAL

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Hoje é dia do sopro divino do Espíorito Santo.
Na praia rezando o terço, e caminhando contra o vento sul. Forte vento, frio mas inspirador. Pensando, o Epírito me conduziu ao quarto de casal, principalmente pelo fato de estar procurando uma resposta aos casais para a vivência de Pentecostes, para além do sim matrimonial.
Se somos templo do Espírito Santo, nossa mais direta manifestação desta verdade está no corpo humano. Daí emerge sentidos diversos, desde o cuidar da qualidade de vida corpórea, até a condução da sexualidade, como expressão do corpo como templo do Espírito Santo.
Neste sentido, os casais unidos em matrimônios e juramentados pela prática da fidelidade, terão na expressão do desejo corpóreo mútuo, o sopro do Espírito Santo, que revela o quanto a união dos corpos no matrimônio é abençoada. A castidade conjugal não é a ausência da atividade sexual, mas sim a potencialização do prazer. Isto é tão bom e saudável, que casais que mantém média de relação sexual de duas a três vezes por semana, rejuvenescem até 15 anos. É o presente de Deus para se fazer cumprir: “O que Deus uniu, o homem não separe”.
É o resultado favorável do sopro do Espírito Santo na vida conjugal, o desejo emanado dos sentimentos de amor um para com o outro.
Durante muitos anos, se escrevessemos sobre o Espírito Santo associando com os desejos da carne, seriamos condenados por heresias.
Estamos ligando os dons do Espírito Santo, dentro da perspectiva matrimonial. Como presente de Deus. Por isto o quarto conjugal, espaço da manifestação carnal do amor mútuo, é um templo a ser cuidado, protegido e carinhosamente decorado. Como é bom chegar em casa, após período de viagem à trabalho, principalmente ao pensarmos que teremos o leito conjugal a possibilidade de revitalizarmos o afeto diante da pessoa amada, a parceira, o parceiro.
Deixar preservado o quarto de casal, utiliza-lo como manifestação e troca de sentimentos amorosos, é permitir a pentecostes no casamento, dia após dia.
Nos lares cujo casais valorizam a união dos corpos, no respeito às diferenças, no respeito aos limites, mas principalmente na busca da troca do prazer corporal, haverá longevidade de pratas e ouros, e os filhos saberão que casamento vale a pena, que família ainda é espaço onde acontece a alegria.
Os filhos, mesmo resistindo as particularidade do quarto de casal, verão neste movimento de intimidade dos pais a certeza de que aquela casa possue alicerce profundo e solidificado sobre rocha. Aliás, quem veio primeiro, os filhos ou o casal? Quem sairá primeiro, os filhos ou o casal? Que eu saiba, os filhos chegaram pelo resultado de uma pentecostes no quarto de casal; foram educados na alegria de um casal unido e feliz;saem para o mundo, pois ao mundo voltam; fica o casal. Com a diferença, que nos casais que conseguiram cultuar o amor conjugal, mantendo viva a chama do amor romântico desde o namoro, não sofrerão o vasio do ninho. O casal estará junto para assumirem outras empreitadas que a vida lhes colocar, ou que o Espírito Santo soprar.
Mas para isto, como disse Mons.Jonas Abib em entrevista coletiva à C.N. no acampamento de Pentecostes em Cachoeiro Paulista-SP: “É preciso ser vigilante no Senhor, e movidos pelo Espírito Santo de Deus…”

domingo, maio 11th, 2008 Sem Categoria, sexualidade conjugal 2 Comments

Vivência sexual na vida conjugal.

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Temos recebido emails de mulheres ou mesmo de casais que estão com algumas dificuldades de vivenciar com alegria, prazer e qualidade as suas atividades sexuais.
Este tema não é dos mais fáceis de ser discutido, porque depende de uma série de fatores relacionados com a história pessoal de cada um, do tipo de método de planejamento familiar escolhido, da escolha do casal de acordo com a sua crença religiosa , do vínculo afetivo do casal e a própria dinâmica da vida de cada um e a organização dentro do ambiente familiar.
A vivência sexual na vida conjugal deve ser experimentada de forma muito saudável, afetiva, criativa e como forma de expressão do amor mútuo.
Quando referimos sobre esta questão, não estamos dando enfâse somente no aspecto genital da vivência sexual, mas fazemos o casal entender que toda a forma de carícia, de carinho e afeto fazem parte desta vivência.
A cama do casal é um “templo sagrado”, onde naquele lugar o casal fortalece o seu sacramento matrimonial, dignifica a criação humana porque valoriza o corpo masculino e feminino na sua diferenciação, na sua capacidade amorosa ( por isso se distingue de outras espécies) e acima de tudo é através deste lugar que a vida humana pode ser concretizada através do dom da fecundação, como colaboradores da criação.
Se uma das partes não estiver convencida destas maravilhas, fica difícil o casal experimentar uma vivência sexual plena. O dia a dia dos afazeres relacionado ao trabalho, aos cuidados com as crianças, a rotina de casa e outros não podem ser obstáculos que interfiram na vivência plena da sexualidade conjugal. É necessário que ambos ajudem-se mutuamente para enfrentar estes desafios propondo novas atitudes como reorganização da rotina interna dentro de casa para um tempo mais disponível para o casal; que a mulher em especial reconheça o valor e os benefícios do ponto de vista físico e emocional na vivência sexual do casal combatendo o cansaço e o desânimo que é uma forte tendência da mulher; que o homem se reeduque sexualmente aprendendo que a relação genital não é a única forma de expressão de amor na vida a dois e que ambos se coloquem diante de Deus e ofereça os seus corpos como instrumento de serviço ao Reino de Deus.
Outro aspecto importante: alguns casos requer um suporte, pois os mesmos não conseguem por si mesmo realizar as superações e mudanças necessárias. Então, é muito importante neste momento o casal reconhecer que necessitam de ajuda específica e não se acomodarem para não piorar ainda mais a situação.
Procurar ajuda com pessoas e profissionais indicados para isto, é uma atitude sábia e imprescendível para que aconteça as mudanças necessárias e assim o casal fazer a sua vivência sexual como expressão de um Sacramento Matrimonial onde a base principal é contruído por uma sentimento chamado AMOR.

sábado, abril 26th, 2008 sexualidade conjugal Nenhum Comentário

O ORGASMO CONJUGAL ESTÁ EM BAIXA

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*GERSON ABARCA

Por mais que se fale sobre sexualidade conjugal,ou por mais que a sociedade de consumo apele para a genitalização sexual, a verdade é que os casais estão sofrendo pela ausência de orgasmo em suas atividades sexuais.
O discurso machista de muitas rodas masculinas, que enfatizam a disputa de quem está ¨transando mais¨, parece esconder uma triste realidade – o prazer sexual está em baixa na vida conjugal -. Mas, para não assumir o baixo desempenho sexual, é melhor o discurso da potência sexual.
Os dados sobre a disfunção erétil masculina, chega na casa dos 40% dos homens com comprometimento direto sobre a ereção peniana. Porém, este dado assusta mais ainda, quando acrescido a disfunção pela ejaculação precoce, que atinge diretamente 30% dos homens. Assim, sabendo que a ejaculação precoce é uma etapa prescedente à disfunção erétil – isto é, com a ejaculação precoce os homens já estão na porta de entrada para a disfunção erétil -;podemos concluir que 70% do mundo masculino está em sofrimento de ordem sexual.
Já as mulheres apresentam sintomas diversos de disfunção sexual,que as impossibilitam do orgasmo. Dentre várias queixas, a frigidez é a mais pontuada. Na mesma proporção que os homens, as mulheres também estão sofrendo, sendo estimado que em torno de 70% delas apresentam alguma disfunção sexual que impede a pontuação do orgasmo.
Caminhos para superar problemas sexuais existem,mas é preciso ter coragem para se buscar ajuda. Geralmente nasce das mulheres a iniciativa, principalmente se o problema está no companheiro. Os homens ainda carregam sintomas do machismo cultural, e sentem-se atingidos em sua honra quando o assunto é sua impotência sexual. Com muito carinho, a mulher poderá ¨fazer um homem gemer sem sentir dor¨, pois só com muito tato e sentimento de amor e proteção ao casamento, que uma mulher conseguirá levar seu companheiro a uma ajuda profissional.
Já as mulheres tendem a se acomodar diante de uma disfunção sexual pessoal, transferindo suas energias na família para a educação dos filhos. Aliás, muitas mulheres iniciam suas disfunções sexuais com a chegada dos filhos. Incorporam apenas o papel materno, deixando de lado o papel de mulher, esposa.
Mesmo que para alguns casais a vivência do prazer sexual não seja o mais importante, é sempre bom lembrar que a constituição fisiológica do masculino e do feminino foi organizada para pontuar prazer corporal e genital. Vamos dizer que Deus presenteou os casai para que através dos corpos pudessem vivênciar de forma palpável as energias do amor partilhado no casamento.
A ausência de orgasmo é um sintoma que pode levar ao distanciamento afetivo do casal e abrir portas e caminhos destrutivos para a vida conjugal. Lembro-me de uma palestra que assisti do Pe. Léo da Canção Nova, em que ele pedia para os casais beijarem-se fervorosamente, pois a ausência deste vínculo corpóreo poderia abrir espaço para o ¨demônio¨ no casamento. Sabemos que é comum o aparecimento de fantasias por terceiros quando o encontro sexual do casal está em baixa.
Precisando de uma ajuda, entre em contato comigo:psipensar@psipensar.com.br Com muita abertura poderemos indicar caminhos sérios e éticos para a superação de problemas sexuais.

* É Psicólogo, autor do livro: Prazer sexual na vida conjugal – Ed Paulus, S/P

sábado, setembro 8th, 2007 sexualidade conjugal 3 Comments