Archive for outubro, 2007

INCLUSÃO EDUCACIONAL - MUITO DISCURSO E POUCA PRÁTICA

domingo, outubro 28th, 2007

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* Gerson Abarca

Chega o final de ano e muitos alunos começam a ficar desesperados ao verem que não conseguirão passar de ano sem ter que encarar uma recuperação.Pais desesperados, procuram Psicólogos para psicodiagnósticos, em busca de laudos que justifiquem uma avaliação diferenciada  por parte da escola.

Escolas, muitas delas, ou a quase totalidade, sem nenhum critério de monitoramento aos alunos com baixo desempenho educacional. Desde as escolas públicas até as  particulares.

As públicas geralmente caem no mito de que não funciona mesmo, e tendem a aprovar para se ver livre dos alunos e melhorar as estatísticas dos governos.

As particulares, neste final de ano, preocupadas em angariar novos alunos para o próximo ano letivo, tendem a gastar com as publicidades enfocando os alunos aprovados nos vestibulares. Se for em uma universidade pública, é sinal de mais sucesso.

Mas, em cada início de ano letivo, os pais prometem para si mesmos que irão acompanhar melhor os filhos na escola, principalmente aqueles com maior dificuldades. As escolas seduzem aos pais prometendo o mundo e o fundo, principalmente um olhar diferenciado ao aluno problema, ainda mais se este estiver saindo de uma outra escola cujo desempenho foi abaixo do esperado. Vão dizer: “-aqui nós somos diferentes, temos isto, temos aquilo-”. É uma maravilha.

Estabelece-se o dilema pais x escola:

A escola, se possui critérios de inclusão, procura os pais desde os primeiros sintomas de dificuldade do aluno, mas muitas vezes não recebem a devida atenção. Só no final do ano, que estes pais desligados vão procurar ajuda. Outras escolas, menos atentas e sem critérios de educação inclusiva, nas reuniões de pais, em época de entrega das notas do bimestre,  jogam toda responsabilidade na família, levando-nos ao sentimento de culpa e conseqüente tortura para com os filhos.

Os Pais, se atentos, estabelecem parcerias com a escola e rastreiam caminhos, transformando o que poderia ser um sério problema em uma solução, pela parceria. Mas os pais, menos preocupados, aqueles que acreditam que educação é problema da escola, tendem a atacar os professores e saem na defesa dos filhos.

Sabemos que escola é o espaço das neuroses partilhadas. Nela se encontram diferentes estruturas familiares com várias facetas culturais, religiosas e sociais. Escola é o campo das diferenças. Se este ambiente não é entendido como um mundo onde cabe muitos mundos, a zona de atrito no berço das relações humanas chega ao ponto da intolerância. Por isto que as reclamações são intensas e a sensação de que uma hora as escolas vão explodir. Não é a toa que o número de professores com sintomas emocionais e estresse é altíssimo.

O primeiro ato para se trilhar a educação inclusiva, é o caminho da percepção da cultura organizacional da comunidade escolar para se observar as diversidades que nela estão contidas.

O segundo ato para a inclusão, é o sentimento de solidariedade aos que possuem dificuldades para o processo educacional, principalmente dos mais vitimizados, as crianças e adolescentes. É preciso estar revestido de um profundo amor pelo ser humano e pela educação.

O terceiro ato inclusivo é sair da teoria e ir para a prática. A convenção internacional de Salamanca para a educação inclusiva, aponta caminhos claros e objetivos, cuja dificuldade de aplicação está na questão política, para as escolas públicas; e na necessidade da lucratividade para as redes particulares de ensino.

Eu sou resultado de uma história educacional, que investiu tudo para que eu não fosse nada. Cenas como:

** passei de ano, da terceira série para a quarta. Entrei de férias, e no primeiro dia do ano letivo seguinte, chega uma senhora brava na porta da sala e pergunta sobre a minha pessoa à professora. Esta, também estressada, fala em voz alta: -“aquele magrelinho alí…”. Levam-me para uma outra sala. Depois de três dias, fiquei sabendo que estava novamente na terceira série. Ao chegar em casa chorando, meu pai pediu-me calma, e disse para ele o que estava acontecendo. Ele foi no outro dia comigo até a escola para que a diretora explicasse o ocorrido. A diretora falou que eu tinha passado de ano, mas era muito fraquinho para estar na quarta série. Meu pai, imediatamente exigiu que eu retornasse para a quarta série, se não ele iria acionar as autoridades, e ainda fez o seguinte comentário com a diretora: – “se ele estava tão fraco assim, o porquê deram notas azuis, seria mais fácil se realmente ele tivesse levado notas vermelhas.”

Fiquei aliviado, e com a certeza de que meu pai era meu herói. Pasmem, na primeira prova de matemática tirei 9,5. No português, tinha sempre as melhores idéias da sala, mas só tirava vermelho, pois nem eu mesmo entendia o que escrevia. Hoje, ao acompanhar crianças e adolescentes com dislexia, entendo que quando criança eu era portador de uma dislexia leve, e que a escola nem imaginava, mesmo na época ser um problema já tratável, pelo menos nos Estados Unidos e Europa. Pena que até hoje no Brasil,  muitas escolas estão dando cabeçada na questão da dislexia, e olha que já estou com 43 anos.

Mesmo assim, tornei-me Psicólogo, e pior ainda, escritor – é mole!-

Sabe como virei escritor? Quando descobri que nas editoras existem os revisores de textos. Aqueles que dificilmente vão escrever um livro, provavelmente poderiam ser bons professores de português. Conheço poucos professores de português que escrevem livros, é que as regras impedem a criatividade. Assim, pude perceber que se escrevesse ”nóis vai, nóis vamo, nóis fica”, alguém iria colocar em um português correto.

Hoje   sinto-me muito incluído, e por isto luto para incluir.

* É Psicólogo –  Especialista
em Psicologia Educacional pelo CFP.

MEU FILHO PODE REPETIR DE ANO - ELE É DIFERENTE E A ESCOLA NÃO ENTENDE

sábado, outubro 27th, 2007

Senhores pais, gostaria de saber se vocês estão com dificuldades em estabelecer diálogo com a escola sobre a dificuldade de seu filho em aprender.

Chegou o fim de ano, e com ele o anúncio do fracasso educacional de muitos alunos.

E agora, o que fazer?

PESQUISA:

Você acha que seu filho é discriminado e a escola não acolhe o problema dele como aluno inclusivo?

Se sim, envie um comentário para mim ou mande uma mensagem para o e-mail: abarca@psipensar.com.br .

Muitos alunos tornan-se violentos em sala de aula porque a escola não sabe entender o problema deles.

Em se falando de violência, entre em contato com o artigo da Psicóloga Mara Lourenço, no portalda Canção Nova( formação)… Está ótimo.

Pois é, não escrevi nada sobre o enunciado neste título, vou aguardar o primeiro que manifestar o desejo de saber minha posição sobre. Estou testando o poder do diálogo midiático.

Aguardo, com abraços…

Gerson Abarca, Psicólogo.

ANIVERSÁRIO DE 15 ANOS

sexta-feira, outubro 26th, 2007

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Neste domingo próximo, 28 de outubro, meu querido Samuel Iauany completa 15 anos.

A alegria de celebrarmos mais um ano de vida de um ser desejado e gerado entre as montanhas da cidade de Cusco-Peru, no dia 29 de janeiro às 15hs de 1992 …. Nossa! você pode me questionar, como você sabe? É graças ao método Billings de planejamento familiar*.

 Bom mesmo é ver crescer um ser que Deus nos presenteou para podermos viver um pedacinho da maravilha de se viver a paternidade e maternidade. Alegria, alegria.

 Tudo bem que dá um frio na barriga, só de pensar que agora o Samuel já começa querer voar, em busca de seus objetivos. Esta sensação, os casais mais velhos não nos ensinaram, e nem a psicologia consegue fazer-nos entender. Nosso conforto é a confiança em Deus e na percepção que estes 15 anos foram intensamente vividos afetivamente.

 *QUER SABER MAIS SOBRE MÉTODO BILLINGS ? Entre nos blogs: parceiros da vida ; vida em familia ; minha familia é assim – todos da Canção Nova

CORRA...VOCÊ AINDA PODERÁ CONTEMPLAR UM PÉ DE IPÊ FLORIDO!

segunda-feira, outubro 22nd, 2007

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* Gerson Abarca

A foto que você está contemplando , foi fotografada por mim no  domingo do dia 21 de outubro 2007,  quando retornava para São Mateus-ES, após uma semana colaborando no programa de Gestão de Pessoas da Canção Nova.

Gostou?

Quando era criança, adorava a chegada da primavera. No caminho que fazia para a escola, havia um enorme pé de Ipê amarelo. Que em setembro floria. Ficava imaginando: ” como pode uma árvore levar o ano todo para florir…e ficar só alguns dias encantando?”. BRINCAVA com aquele pé de Ipê: ” meu pé lindo, por que você não fica florido o ano todo?”.

Naquele tempo, pensava como criança, falava como criança e agia como criança. Depois tornei-me adulto, e descobri que o pé de Ipê só ficava florido na primavera, para causar muita saudade em quem o contemplava.

Pois depois de grande descobri também, que a saudade é coisa de quem AMA.

* É Psicólogo, diretor do Instituto Pensamento.

O Difícil Processo de Análise com Adolescentes...

quarta-feira, outubro 10th, 2007

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Gerson Abarca*

A análise para adolescentes é um processo árduo tanto para os pais como para o analista. Os pais, quando buscam a ajuda psicológica, geralmente já estão no limite  da relação com o filho – tanto menina como menino -. E o analista, psicólogo ou psicóloga, se estiver desatento do seu papel analítico, tenderá a assumir o papel de cura ou de ser o depositário de angústia familiar e do próprio adolescente.

A expectativa pelos pais em relação a análise do filho é a de cura de uma doença que eles mesmos não sabem qual é. E se o analista partir para a busca de resolução da doença, cairá no jogo dos pais, nomeando o adolescente como o patológico, sendo que provavelmente os comportamentos desviantes do adolescente está na ordem de uma “psicopatologia normal de adolescência” (Mauricio Knobel). O jogo dos pais em querer um depositário para aquilo no qual eles não conseguiram dar conta, pode encontrar uma acolhida na mão de um profissional de psicologia que provavelmente se fará curador, com boas intenções – por desconhecimento teórico -, ou para ganhar dividendos econômicos por algo que necessariamente não trará o resultado desejado pelos pais.

Os cuidados que os pais devem ter ao escolher profissionais de psicologia para o atendimento de adolescentes, é primeiro saber se o profissional tem formação e experiência para tal empreitada. Poderão receber às informações de famílias que já procuraram ajuda, ou até investigando se o profissional é especialista, possui publicações, presta serviços institucionais na área da adolescência , etc. Aí que mora o perigo, pois alguns profissionais que atuam de forma correta na análise de adolescentes, serão criticados por algumas famílias, principalmente aquelas que querem fazer do profissional de psicologia um mago curador. Se o profissional for idôneo, remeterá à família o que é obrigação dela e ao adolescente o que é função dele. Neste sentido, o profissional tende a perder pacientes, não entrando no jogo de patologisar o adolescente, livrando os pais da percepção da neurose coletiva familiar, o vilão da história passa a ser o profissional. São muitos os pacientes adolescentes que em tratamento no Instituto Pensamento, vêem o processo ser interrompido pelos pais, principalmente quando o adolescente enxerga que o problema não é só dele, ou que está mais na neurose dos pais; que o adolescente é um produto do meio e seus sintomas é resultado. Muitas vezes, a interrupção dos pais vem revestido de argumentos camuflados: – “é por que a grana está apertada”; ou por confronto ao analista: – “você está jogando nosso filho contra nós mesmos”.

Ao profissional de psicologia, caberá um domínio amplo sobre as fases do desenvolvimento da adolescência para saber diagnosticar onde está o problema e saber ser instrumento articulador para que a família, por ela mesma encontre os caminhos para o auto gerenciamento da crise. O profissional deverá estar revestido de uma postura muito ética para não assumir papéis de que não pode dar conta, como: o pai e a mãe ausente; o curandeiro; o leva e trás recados aos pais; etc. É preciso o profissional estar muito atento para não fazer o jogo dos pais patológicos. Esta atenção profissional e ética, é possível ser construída na forma de grupo de estudo entre especialistas da área, supervisão, cursos e congressos do gênero. No Instituto Pensamento com os psicólogos que estão atuando, temos um processo de formação contínua, de estudos em grupo e supervisão, para que o sucesso das intervenções que realizamos aos adolescentes, sejam resultado de um processo que tem suas turbulências, faz sofrer, tem altos e baixos e possa vislumbrar alta. A alta de um processo para adolescentes, não estará no resultado esperado inicialmente pelos pais – da formatação do filho em alguém “equilibrado” e que se comporte conforme eles querem-. A alta acontece quando no processo, o profissional de psicologia, em conjunto com os pais e adolescente, conseguem observar que os problemas existirão sempre, porém com a diferença que o núcleo familiar saberá enfrenta-los e não evita-los. Os problemas familiares e comportamentais são parecidos com fonte de água, não para de jorrar. Se um dia cessar, é sinal de que a vida familiar está morrendo.

Por isto, enfrentar um processo analítico para filhos adolescentes é um caminho árduo e a longo prazo, requer abertura de todos para aprenderem onde cada um tem parte no processo. Vale a pena trilhar. Melhor do que não  enfrentar, pois  um problema não esclarecido hoje poderá tornar um vulcão destrutivo no amanhã.

O melhor caminho diante de situações cujo a família não está dando conta, é procurar ajuda, é fazer diagnóstico. Quem procura ajuda, revela-se forte, ao contrário do que muitas famílias imaginam, que buscar ajuda é sinônimo de fracasso. Reconhecer-se limitado é um bom princípio de sabedoria. Somos uma espécie que precisa do outro. Procurar uma ajuda é assumir-se humano. Nega-la é assumir-se onipotente.

*É Psicólogo. Autor do livro “O Poder da TV no Mundo da Criança e do Adolescente”. Ed. Paulus-SP.

ERA UMA VEZ ROSINHA

quarta-feira, outubro 10th, 2007

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* GERSON ABARCA

ESTE TEXTO REFLETIRÁ SOBRE A DOR POR ESCOLHAS QUE CONDUZEM À MORTE, PROVOCADAS POR INDUÇÕES PRECONCEITUOSAS E DISPUTA DE CLASSES.

Senhor Maneco, operário de uma metalurgia média, cujo patrão religioso Cristão mas com uma séria dificuldade adiministrativa – não gostava de pagar justamente seus funcionários -.

Dona Flôr, mulher trabalhadeira, lavadeira, e muito dedicada à sua filha Rosinha. Esta, uma adolescente encantadora, cuja educação que recebeu dos pais a transformou em uma liderança de sua comunidade religiosa. Dona Flôr e Sr. Maneco, viviam um matrimônio com muita felicidade, tementes à Deus, conduziram a educação de Rosinha com muito zelo, e o resultado já estáva colhendo, ao ver que Rosinha era feliz e rodeada de amigos.

Mas a vida levou Sr. Maneco em um acidente de trabalho. Dona Flôr, viúva e com muita dor, teve que assumir a educação de Rosinha, tanto na condução espiritual como educacional e financeira, pois Rosinha entregou-se à depressão, afastou-se da Igreja e amigos e passou a criticar Deus:  – ” Por quê Ele foi ingrato conosco. Deu-nos a alegria de vivermos em família e agora tira o grande valor de minha vida”. Reflexão esta, até comum para uma adolescente cuja fé ainda estava em construção. Estando entristecida em uma praça, conheceu Bebeto, jovem sarado, bem cuidado e educado.

Ao observar aquela linda moça triste em um banco da praça, aproxima-se, estabelece um diálogo de acolhida e cativa Rosinha. Em poucos dias Rosinha lá estava apaixonada. Recupera seu brilho e volta a colocar sentido em sua vida. Recebia muitos presentes de Bebeto. Dona Flôr, feliz da vida com o enamoramento da filha, ao conhecer Bebeto, ficou entusiasmadissima: – ” Acho que Deus reservou um presente para recompensar  a minha querida Rosinha”.

Em uma bela noite, dia dos namorados, Bebeto chega com o belo carro do pai com o convite a Rosinha de comemorarem em um motel, com direito a jantar e tudo mais:- ” Meu pai ofereceu-nos este pacote para comemorarmos “. Rosinha não pensou duas vezes, pois já estava esperando pela oportunidade de ter a primeira relação sexual pois com Bebeto a vida tinha retomado seu encanto. A vida de Rosinha passou a ser um constante pensar em Bebeto.

Quando  parecia que Rosinha poderia pensar em casamento, mesmo nova e sem estar estudando, observa alterações fisiológicas semelhantes a sintomas de gravidez. “Tiro e queda”, primeira noite, única relação, gravidez! Parecia outra ironia do destino, mas o fato é que adolescentes caem nesta trama da fertilidade, que sem conhecerem, acreditam que é impossível de acontecer com elas.

Ao anunciar o fato para seu príncipe Bebeto, pois era assim que sua mãe comentava, Rosinha se deparou com o semblante de decepção de Bebeto. É como se tivessem tirado o chão de seus pés. Rosinha tinha certeza que ao dar a notícia a Bebeto,  ficaria super entusiasmado, pois  ele já havia comentado que desejaria casar logo e ter um filho dela.

Movido pela pressão dos pais, Bebeto solicitou que Rosinha abortasse, pois seus pais eram membros de uma Igreja Cristã e participavam de um clube de serviços sociais na cidade, o que levaria o episódio a um escandalo. Bebeto ofereceu dinheiro e convenceu Rosinha a executar o aborto em uma clínica clandestina. “- Depois, nós vamos continuar nosso namoro.

Eu tenho que me formar primeiro. Mas fique tranquila porque te amo.” Declarou Bebeto à Rosinha, que ficou consolada. Dona Flôr precisava ver a filha que  há dois dias não dava  um sinal. Ela estava preocupada com o namoro, pois descobriu que Bebeto era filho do patrão de Sr. Maneco. O advogado trabalhista que estava gerenciando a ação contra a empresa que vitimisou Sr. Maneco à morte, informou sobre este detalhe. O patrão não queria pagar as custas trabalhistas, e pior, não estáva depositando os impostos trabalhistas de Sr. Maneco. Segundo o Advogado, este patrão era famoso na região por não respeitar direitos trabalhistas, mas ninguém tinha coragem de denunciá-lo, por que era muito poderoso.

Um telefonema invade a residência de Dona Flôr, que desesperada, recebe a notícia de Bebeto que Rosinha estava morta. “- Ela não resistiu ao aborto, a estrutura do local era muito precária.” Falou Bebeto.

Em prantos, Dona Flôr pensou – ” Maneco, a roseira que cultivamos gerou Rosinha… que se depedaçou”.

ESTA ESTÓRIA NÃO PODERÁ SER TRANSPORTADA PARA A HISTÓRIA, PRINCIPALMENTE PORQUE ESTES FATOS NUNCA ACONTECERÃO…ESTE É O DESEJO DE QUALQUER PAI E MÃE.

* É PSICÓLOGO. COMO PSICOTERAPEUTA HÁ 18 ANOS, ESCUTOU MUITAS HISTÓRIAS, MAS NENHUMA PARECIDA COM A DE ROSINHA.

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