Archive for janeiro, 2008

O DIA DA FECUNDAÇÃO DE MEU PRIMEIRO FILHO

terça-feira, janeiro 29th, 2008

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Hoje comemoramos o dia em que fecundamos nosso primeiro filho Samuel Iauany.

Foi na cidade de Lima, Peru. A Celina chega até mim e diz: “Estou no meu ápice de fertilidade, se tivermos uma relação sexual hoje, vamos engravidar. Colocamos aquele momento em oração e vivenciamos um inesquecível sentimento de pertença a prazer.

Foi exatamente às 15: 20 h. , na Comunidade Missionárioa de Villaregia.

Celebrando os 500 anos de colonização da América Latina, Deus nos presenteou com este garoto, que está nesta foto, com 15 anos de idade, já apontando-nos que filho não é do casal, mas do mundo. “Olha pai, quando a gente vai surfar, tudo pode acontecer, por causa da imensidão do mar.”

NÓS PODEMOS FAZER A T.V. QUE QUEREMOS NO BRASIL!

sexta-feira, janeiro 25th, 2008

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                                                        SOCORRO! 

GENTE… NÓS ESTAMOS PRESTES A VERMOS REALIZAR NO BRASIL A CONFERÊNCIA NACIONAL DE COMUNICAÇÃO.

FICAMOS LAMURIANDO SOBRE A FALTA DE ÉTICA NOS M.C.S MAS POUCO FAZEMOS PARA INTERVIR, PRECISAMOS PARTICIPAR, DAR A NOSSA CONTRIBUIÇÃO.

A CAMPANHA CONTRA A BAIXARIA NA T.V. TÊM UM DISQUE DENÚNCIA QUE ESTÁ SENDO POUCO UTILIZADOS PELAS FAMÍLIA – www.eticanatv.org.br .

A MAIORIA DAS EMISSORAS DE RÁDIOS E T.V. DO BRASIL ESTÃO COM AS CONCESSÕES VENCIDAS E PERTENCEM A NÃO MAIS DO QUE 8 FAMÍLIAS.

A PUBLICIDADE INFANTIL NA T.V. FERE OS DIREITOS DAS CRIANÇAS.

E O PIOR DE TUDO, ESTAMOS VENDO TUDO E COMO SE ESTIVESSEMOS ANESTESIADOS, ACEITAMOS COMO CORDEIRINHOS .

LEMBRE-SE! SE A NÓS A OPORTUNIDADE FOI  DADA, MUITO NOS SERÁ COBRADA.

NOSSOS FILHOS ESTÃO SENDO VÍTIMAS, E MUITOS PAIS ESTÃO ENTREGANDO OS FILHOS PARA O SACRIFÍCIO. AO dEUS DO CONSUMO, ESTE SIM, O VERDADEIRO DEMÔNIO.

DIVULGUE,

ENTRE NESTA CAUSA,

ENTRE EM CONTATO COMIGO PARA FAZERMOS UMA CORRENTE E NOS FORTALECERMOS. – E-MAIL: psipensar@psipensar.com.br

A PUBLICIDADE INFANTIL NA T.V.

sexta-feira, janeiro 25th, 2008

publicidade-infantil.jpgNo Brasil a publicidade infantil ainda não está regulamentada. Tudo pode…

O impacto de uma ação de imagens no mundo da criança, vai refletir com muita força quando a publicidade trabalha seus efeitos para a vida adulta, isto é, quando a criança que recebe a publicidade hoje, tornar-se-a escrava do produto amanhã.

Lembro-me da propaganda do cigarro vila rica, quando o jogador de futebol Gerson foi o garoto propaganda após a conquista da copa do mundo de 70. Ele aparecia na câmara de t.v. e com um cigarro na boca, ou simulando estar fumando, diz: ” Eu gosto é de levar vantagem em tudo, por isto fumo vila rica.”Mas a geração que sem perceber foi depender do cigarro, estava para vir. As crianças da época, como eu, quando tornaram-se adultas, estavam na sua maioria com um um cigarro na boca e bancando o bacana. Hoje, as famílias das vítimas do cigarro estão processando as indústrias de cigarro por terem omitido a verdade sobre o produto.

No Brasil, os homens tendem a olhar para uma mulher loura, e as morenas , na sua maioria não ficam quietas enquanto não revestem-se de louras. Porém, esta busca pela imagem da mulher loura, foi construida no imaginário das crianças brasileiras desde o surgimento da Xuxa. As manhãs televisivas estavam contaminadas de apresentadoras louras. A Xuxa é da minha idade, e as mulheres adultas de hoje, crianças da época gloriosa das louras na t.v., após anos e anos vendo diariamente o referencial de beleza loura, acabaram sendo contaminadas pelo desejo de ser ou ter uma loura.

Se no passado, a publicidade era forte nos cigarros, hoje é forte nas cervejas. É brincadeira como que um programa esportivo é financiado por cervejarias. Daqui 20 anos, estaremos vendo o emergir de alcoólatras decorrentes da publicidade de hoje. E olha que o estatuto da criança preve a proibição de venda de bebida alcoólica para menores de idade, mas a publicidade é permitida.

Países  mais sérios que o nosso, juridicamente falando, que pelo menos fazem cumprir a constituição, já possuem critérios bem estabelecidos sobre os parâmentros para veiculação de publicidade para o público infantil na t.v.. Alguns paises Europeus, não permitem se quer que um apresentador de T.V. esteja associado a um produto comercial. Aqui, basta ter audiência que o apresentador incorpora a cara do produto, veja como exemplo as sandálias da… ( acertou?). Os jogos infantis com a cara do…( acertou?).

Neste ano temos a possibilidade de intervir diretamente nos caminhos dos meios de comunicação do Brasil. Estamos prestes a ter a Conferência Nacional de Comunicação. As famílias podem participar. Nós podemos dar força para a construção da T.V. que queremos. Visite o site www.proconferencia.com.br . Entre nesta luta. 

MUNDO ONLINE, A INVASÃO DO ABSURDO

quinta-feira, janeiro 24th, 2008

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Com  as recentes divulgações de jogos na internet que estão sendo rastreados pelo Governo Federal, por serem de extrema violência ao mundo infanto-juvenil, pergunto :quem vai conseguir controlar o quê neste mundo on-line?

Todos que temos computador plugado na internet, para lazer ou trabalho, constantemente temos que solicitar um técnico de T.I. para solucionar os problemas de vírus. Entram em nossas casas sem que os convidemos, invadem nossos territórios de forma assustadora.

Ontem, ao escrever um artigo, solicitei uma imagem em um site de busca, sobre hiperatividade, e apareceu várias imagens e sites com fotos de adolescentes meninas de seios de fora e meninos de pênis de fora. Pensar que estamos garantindo proteção aos nossos filhos, é uma grande ilusão.

Se o Governo Federal não consegue ter controle  dos desenhos animados que são veiculados na T.V. analógica, aquela comercial ou à cabo, imagine se vai conseguir controlar jogos on-line.

Cerca de 45% dos desenhos que veiculam na T.V. brasileira, não se sabe a origem do país na qual foi produzido. Em pesquisa nacional, detectou-se que a cada hora de desenho animado na T.V. brasileira, aparecem 12 crimes com morte. Se a média de T.V. da criança brasileira é de 4,5h/dia, elas estão cultivando nas suas mentes um amplo imaginário de violência.

Atualmente estou participando de um comitê nacional pela democratização dos meios de comunicação, como representante do CRP16-ES. O Conselho Federal de Psicologia está engajado nesta questão por entender que a comunicação social pelos M.C.S, é produtora da subjetividade e consequentemente pode conduzir-nos à sanidade mental ou à loucura.

Entre nos sites: www.eticanatv.org.br neste você terá informações sobre a campanha “Quem financia a baixaria é contra a cidadania”; www.proconferencia.com.br neste você se informará das complexidades do sistema de autorga sobre os canais de T.V. e rádios, e saberá da importância das famílias lutarem pala democratização dos M.C.S.

De imediato eu só posso afirmar que todo pai e mãe em sã consciência do papel da paternidade e maternidade responsável, não deixará os filhos diante da internet sem controle de carga horária. Eu e minha esposa decidimos que nossos filhos terão contato com a internet quando estamos em casa juntos com eles, e no máximo uma hora diária na telinha.

Lembre-se, crianças e adolescentes precissam de regras claras para aprenderem a transitar no processo de crescimento pessoal. 

Quando sei que um filho é Hiperativo?

segunda-feira, janeiro 21st, 2008

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O transtorno de défict de atenção (TDA-H), virou moda diagnóstica.

Quando pais ou profissionais de educação, da psicologia ou da medicina, não fazem uma boa leitura do contexto em que está inserido a criança e o adolescente, a tendência é “taxar” com alguma patologia.

Antigamente , os problemas de dificuldade de aprendizado transformavam-se em quadros neurológicos com a tal da “disritimia”. Hoje a moda é dizer que o sujeito possui uma hiperatividade.

Como a internet abriu um leque enorme de possibilidades, todos que procurarem alguma patologia logo encontrarão. Nestes dias um adolescente me abordou dizendo que era hiperativo, tinha entrado num site que falava sobre o tema e identificou vários itens que dizia a seu repeito. Lembrei o garoto, que quando estudava psicologia, nas disciplinas de psicopatologia, sempre encontrava várias características de comportamentos desviantes em mim. Não que eu não tenha alguns, mas a ponto de enquadrarme em todas as patologias? uhmm…

Na verdade, desconfiem de diagnósticos de problemas de aprendizado que são concluido em consultas médicas ultra rápidas. Lembro-me de um diagnóstico neurológico que definia um adolescente com hiperatividade, e dentro de três mêses o sintoma havia desaparecido. Lógico que não era hiperatividade, pois se assim fosse, não conseguiríamos ver resultado em menos de dois anos de uma intervenção de pelo menos duas vezes por semana, com monitoramento medicamentoso neurológico, intensa orientação à família e muita presença de instrução junto à escola.

A hiperatividade é compostas por umas série de comportamentos que leva o portador a não fixar-se em atividades que requer concentração por períodos longo, aliás, por quase período nenhum. O sujeito nem se quer consegue ficar diante da T.V. ou computador por muito tempo, e desenvolve atividades multiplas sem parada. Não param e inclusive nem dormem direito. No consultório é fácil detectar um hiperativo, logo de cara derrama todos os brinquedos para brincar e não brinca com nenhum, mas temos que tomar cuidado na observação deste comportamento, porque ele deve ser constante.

Hiperatividade atinge um contingente de pessoas, aproximadamente 4% das crianças. Por isto temos que tomar muita cautela ao diagnosticar, pois podemos estar criando estígma em pessoas que as vezes o próprio ambiente familiar é desestruturante. Patologizar um no meio familiar ou escolar, é um mecaminho mais fácil para que o todo não veja os problemas de cada um envolvido. Cada um tenta tirar sua responsabilidade da reta. Por isto que é mais fácil o professor tirar o aluno da sala de aula, os pais medicarem o filho agitado e os profissionais de saúde se sujeitarem às condições impostas pelos pais.

Antes de dizer que seu filho é hiperativo, faça um bom diagnóstico, de preferência com um olhar interdisciplinar, tendo a posição do Neurologista e de um Psicólogo com experiência em Psicopedagogia.

Qualquer dúvida, pode comunicar comigo.

E-mail: psipensar@psipensar.com.br

SEU FILHO NÃO GOSTA DE LER?

domingo, janeiro 20th, 2008

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Existe uma grande fantasia na cabeça de muitos pais em torno da necessidade dos filhos lerem livros.

Com o processo educacional através da escola, criou-se a demanda de que ler um bom livro é fundamental.

Mas na verdade o que vemos na prática é uma baixa procura por livros e poucos momentos em que os jovens estão retirando do seu cotidiano para ler um livro.

Dizem que se está vendendo mais livros no Brasil, então consequentemente poderíamos imaginar que o brasileiro está lendo mais. Observo que os livros estão sendo comprados pelo Governo para distribuição em escolas, e feliz das editoras que conseguem cair na graça do Governo para processos licitatórios. Mas os livros adquiridos estão empilhados nas bibliotecas, muitos sem sequer terem saído das caixas.

Nas escolas, geralmente o estímulo para leitura surge das disciplinas de Português, Redação, Comunicação, etc. Os alunos são orientados à leitura para posterior prova de conhecimento do livro. A esperteza dos alunos está em ler rascunhos, muitos retirados da internet. Alguns alunos conversam com um ou outro que leu o livro indicado para a prova,  e na hora inventam algumas idéias, e por incrível que pareça, tiram nota.

Tempos atrás, um garoto disse-me que tinha certeza que o professor não sabia nada do livro que caia na prova de livros, pois inventou um punhado de baboseiras na prova e tirou 10. Outro aluno disse-me que tinha certeza que a professora não lia nada mesmo, porque cada aluno tinha que escolher um livro, “já pensou, ela ter  lido todos?”, conclui o aluno.

Ler livro é sem dúvida uma das melhores maneiras de se forjar um excelente aluno. Há alguns anos um estudante pré-vestibulando, proveniente de uma pequena escola de Goiás, passou nas três principais escolas de engenharia do Brasil, lembro-me de duas – Unicamp e  Ita – . Ao ser entrevistado em um programa televisivo, para falar de sua proeza, o rapaz disse que o segredo do seu sucesso educacional estava no hábito de ler livros com freqüência. Relatou que chegava a ler de 5 a 6 livros por mês. Este hábito, adquiriu por ver seus pais lerem muito também, desde pequeno.

Olha aí, enquanto os pais estão preocupados em fazer os filhos lerem, nesta experiência citada, os pais já eram leitores. Desta forma, a melhor forma de se fazer um filho ter o hábito de ler, é serem leitores, independentemente se o filho está sendo. Ambiente de pais leitores, nascem filhos leitores.

Da mesa forma, com os professores. Acredito que são poucos os professores que lêem como hábito pessoal – como se estivesse escovando os dentes -. Não convence ninguém a uma prática, se não  possue a prática. Muitos professores vão dizer, “não tenho tempo, dou muita aula…”, os que têm o hábito de leitura, lêem de qualquer forma, em qualquer lugar.

Minha irmã Janete, tinha as manias educacionais dela, nas férias escolares, separava livros para cada filho ler e fazer um rascunho para ela. Lembro-me que alguns familiares e até professores vinham com o discurso para ela de que a leitura tinha que ser introduzida de forma construtiva e prazerosa. Ela retrucava dizendo que ai! se eles não lessem. Hoje, todos os filhos dela estão ou passaram por Universidade Pública, a minha sobrinha Ana Alice está cursando Psicologia em Londrina, e ao conversar com ela observo que é uma excelente estudante, está lendo muito mais do que o próprio curso propõe.

Tenho insistido com as escolas para deixarem de lado as múltiplas tarefas e trabalhos educacionais para a casa. Se no lugar colocassem muitos livros para os alunos lerem, com mecanismos inteligentes de se medir o nível de leitura desenvolvida pelos alunos, com certeza o resultado educacional dos alunos seria bem melhor. Vemos a prova do ENEM, nela o aluno precisa interpretar as questões, e muitas respostas estão na própria questão. Os vestibulares inteligentes, estão exigindo muita interpretação dos candidatos, mais do que conhecimento e decoreba. Só alunos com muita leitura de livros conseguirão ter proeza nos resultados de grandes vestibulares.

O Brasil é sem dúvida subdesenvolvido no item livros. E subdesenvolvido está no incentivo à leitura. Nas casas dos brasileiros de classe alta, pouco se vê espaço para biblioteca, mas vemos muitos banheiros e cozinhas grandes; imaginem como é nas casas das camadas populares, onde nem espaço para dormir se têm.

Ver pais leitores em uma população de aproximadamente 70% de leitores funcionais, que só entendem a leitura básica, é um caminho longe de se ver resultados. Conseqüentemente, a cultura de cidadãos leitores é um processo para outros 500 anos.

Mesmo assim é possível fazermos desabrochar leitores em condições desfavoráveis para isto. É o caso de Dona Rosinha, mãe analfabeta, que pedia para os filhos lerem livros de história para ela, também romances e enciclopédias. Os seus quatro filhos são doutores formados em Universidades públicas, e com certeza ela é uma analfabeta só de conceito.

A PAIXÃO QUE VIROU AMOR

sábado, janeiro 19th, 2008

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Hoje comemoro 17 anos de casamento com Maria Celina – INA -.

Se a amo, ou se estou apaixonado por ela, posso dizer que ambos.

No princípio, uma aproximação que virou paixão. Depois com os anos de conhecimento, cinco anos e meio de namoro, e os dezessete anos de casados, com certeza o sentimento primeiro posso descrevê-lo como amor.

Por várias situações de prova passamos. Mas a mais terrível sempre foi o discrédito da sociedade sobre a longevidade do casamento, “…vocês verão com o tempo, as coisas mudam e os sentimentos somem”.

Ano após ano, a vida foi nos envolvendo e fomos envolvendo-nos um ao outro.

Hoje, com clareza, vemos o amor manifestado na cumplicidade, nos sonhos e projetos partilhados, nos filhos – Samuel, Davi, Helder -, e no desejo de estarmos juntos.

Podemos ter certeza, a partir de nossa experiência de casamento, que os pessimistas sobre a instituição do casamento falam a partir dos fracassos pessoais. Seria melhor que as pessoas na sociedade, antes de construirem conceitos sobre determinadas questões a partir de suas próprias vivências, olhassem as diferentes formas de se viver, saissem de seu próprio umbigo.

Assim como não poderei bater no peito vangloriando-me por estar celebrando 17 anos de casado, com muita felicidade, acreditando que a minha forma é a melhor. Também, aos pessimistas em relação à instituição casamento, não podem atacar uma instituição só pelo fato de não terem se dado bem nela.

Se apenas apaixonado tivesse ficado na relação com Celina, com certeza não estaria celebrando mais um aniversário junto dela, com tanta felicidade. O amor nos preservou de todos os olhares de inveja, o amor nos preservou de todas as imagens negativas construidas pela sociedade de consumo sobre o casamento.

A paixão que move minha relação com Maria Celina hoje, é o substrato do perfume que exala da vivência do amor partilhado em nossa relação.

Casamento também faz bem!

SEPARAÇÃO CONJUGAL - 30 ANOS DE TORTURA

sexta-feira, janeiro 18th, 2008

separacao.jpg* Gerson Abarca

A separação conjugal quando imatura, leva de 25 a 30 anos para ser elaborada emocionalmente pelos parceiros envolvidos. Parece que os fantasmas do período em que estavam vivendo juntos revitalisam-se. Não se preocupe com a idéia de fantasmas, eles não existem. Mas a INTERFANTASMATIZAÇÃO existe. Ela é um fenômeno psicológico que revela as fantasias existentes na pessoa a partir de seu histórico de vida. No caso dos casais separados, a interfantasmatização revela as fantasias do casal que ficam fixadas em cada parceiro após a separação, de fatos e experiências vividas juntos.

A separação conjugal imatura, aquela tocada a pleno processo de crise e ataques, fica rondando a mente por muito tempo, até os filhos do casal separado recebem influência sobre esta história vivida, muitas vezes e na maioria dos casos pelo desejo dos filhos de verem seus pais se reestabelecendo no casamanto, com o intuito de que vivenciem uma edição conjugal sem conflitos. Há muitos casos em que as crianças ficam fantasiando que o motivo da separação são elas, ai patologisam comportamentos provocando o encontro dos pais.

O pior, é que 99% das separações conjugais são imaturas. Tocadas a um longo período de sofrimento após separação – lembre-se, de 25 a 30 anos – .

A separação conjugal é tão complicada, que levou uma das maiores Psicoterapeutas familiar no mundo, a Psicóloga Forence – USA -, a afirmar em um congresso no Rio de Janeiro, na qual eu estava presente: “… separação é tão complicado que as vezes é melhor viver o conflito conjugal e buscar caminhos de resolução dos problemas. muitas vezes, separar é padecer no paraiso…”

Psicoterapia conjugal é um dos melhores caminhos para casais reencontrar os motivos de se terem escolhidos, mas dificilente os casais em separação procuram ajuda.

Outro dado interessante, é que quando um casal está e crise conjugal, os amigos conjugues se afastam do casal, eles ficam solitários na crise. Sabe por que?

Simplesmente porque a crise de determinado casal leva a fazer emergir a crise dos casais que estão ao redor, ai o melhor caminho é se afastar daqueles que estão e crise.

* Psicólogo, desenvolve Psicoterapia conjugal pelo método que criou e leva o nome de Psicanálise Contextualizada. Autor do livro: ” Prazer sexual na vida conjugal”, Ed Paulus-SP. E-mail para contato: psipensar@psipensar.com.br

O BEIJO E SUAS 400 BACTÉRIAS

quarta-feira, janeiro 16th, 2008

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Os que não querem namorar pra valer, isto é , levar a sério, vivem desesperados a procura de beijos.

Se frequentam grandes eventos ou carnavais fora de época, ficam disputando entre amigos quem bateu recordes de beijos, tanto eles como elas.

Mas se a cada beijo, cruzamos 800 bactérias, dele e dela, pois são em média 400 bactérias que frequentam nossas bocas no proceso salivar, quantas bactérias incorpora-se nas bocas dos bejoqueiros.

Tudo bem que beijar é muito bom, principalmente se beija-se por sentimento.Mas o ato de beijar já é uma declaração de confiabilidade, de cumplicidade.

O beijo pelo beijo, é parecido com bala com casca, fica sem graça, a pessoa acredita que está chupando a bala.

Imagine os que beijam dezenas numa noite. Quantas porcarias estão ingerindo…ah!

Existe uma brincadeira entre casados, onde se mede o nível de envolvimento do casal pela capacidade até de se trocar as escovas de dentes. Esta simbologia carrega em si a magia do romance, do envolvimanto de corpo e alma. O beijo também é sinal de entrega, tanto, que quando bem vivenciado, não da vontade de parar.

Para se envolver com tanta bactéria alheia, é melhor que seja por um grande amor.

DÊ VALOR AO SEU BEIJO. ESCOLHA A BOCA DA ALMA QUE TE ENCANTA. BEIJE POR ENCANTAMENTO.

HOJE , BATI MEU RECORD!

segunda-feira, janeiro 14th, 2008

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Uma das minhas neuroses é bater meus recordes.

Hoje consegui correr 5,5km em 30 minutos. Reiniciei nas atividades de corrida rústica, há dois anos, após delicada cirurgia do joelho direito(ligamento cruzado). Após processo de recuperação, e depois de ter conseguido deixar a cerveja, fui gradativamente aumentando as distâncias mantendo o tempo. Minha meta é correr uma prova na categoria 45 anos, e para isto quero chegar a manter uma média de 3’30” por km.

Tenho manias ou neurose de bater recordes. Também já consegui chegar a rodar 74000km com os mesmos pneus do carro, sendo a média de 35000km. E olha que não cheguei nesta marca correndo riscos, pois os pneus estavam inteiros.

Gosto também de desafiar-me a ler sempre mais livros.Quero superar o Ricardo Semler que diz ler uma média de 200 livros por ano. Neste ano, vou ler menos que isto, mas pretendo pelo menos ler 6 livros por mês.

Brinco com meus recordes na clínica psicológica. Pelo Instituto Pensamento, a cada ano tenho sempre um maior número de clientes em atendimeto, e para manter a qualidade, disputo comigo mesmo sobre os atendimentos que conseguimos caminhar até o processo de alta. E olha que não temos parcerias fixas com empresas ou orgãos públicos. A cada ano para nós é uma caixinha de surpresas. Meu recorde de atingir maior números de empresas para assessoria em Gestão de Pessoas, está difícil de alcançar, acho que nosso método não agrada a muitas empresas que só querem treinamentos para ISO ver, e papagaios repetirem.

Também tento superar-me na presença de tempo com minha família, e esta busca é um artifício para não ficar viciado em trabalho, e lógico, estar próximo daqueles que amo muito.

Depois que parei para pensar nesta coisa de ir superando recordes, fui perceber que estáva criando uma brilhante lição para os treinamentos empresariais que ministramos pelo Instituto Pensamento. Exercícios de superação de recordes pessoais, não como fórmulas ‘mágicas’ de se atingir metas de produtividade, mas como hábito pessoal.

Treinamentos que não levam as pessoas nas empresas a se identificarem com motivos e práticas pessoais no cotidiano, não transformam colaboradores em parceiros. Só atingiremos metas ditadas por terceiros se formos acostumados a buscar as superações das metas que traçamos para nós mesmos no cotidiano.

O resto, é formulário neurolinguístico para papagaios humanos .

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