ENQUETE SOBRE VENDA DE BEBIDAS ALCOÓLICAS EM FESTAS PAROQUIAIS TERMINA DIA 21/05

Estaremos fechando a enquete que lançamos na semana passada, nesta mesma categoria no dia 14 de maio, sobre a venda de cervejas em festas paroquiais. A participação me surpreendeu e colocaremos o resultado até dia 22, quinta feira.

Dê uma lida nos comentários que foram postados pelos leitores, há muitas idéias boas e com certeza ajudará muita gente a refletir sobre o tema, principalmente as lideranças paroquiais.

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VOCÊ É A FAVOR OU CONTRA A VENDA DE BEBIDAS ALCOÓLICAS EM FESTAS PAROQUIAIS? 

11 Responses to “ENQUETE SOBRE VENDA DE BEBIDAS ALCOÓLICAS EM FESTAS PAROQUIAIS TERMINA DIA 21/05”

  1. Ronni Madeira disse:

    Sou contra, pois não podemos incentivar algo que destrói trantas famílias.

  2. Carol Carolo disse:

    eu sou contra. Acredito que somos responsáveis por cada irmão que se acaba na bebibda que vendemos….

  3. Ulisses disse:

    Olá, Gerson!
    Bom, eu creio que esta questão é uma questão de coerência em primeiro lugar.

    Se a questão financeira levou as paróquias no geral, a apelarem por muitos anos para a venda de bebidas alcoólicas em suas festas, hoje já é mais que comprovado por várias paróquias e comunidades que os católicos não precisam, nem na ótica da dimensão financeira, apelar para tal venda.

    Por outro lado, a questão essencial é a coerência!
    O Fim não justifica os meios! Nunca!

    Se a Palavra de Deus ensina que é pecado, e é destrutivo o alcoolismo, e tantos movimentos e comunidades da Igreja se dedicam árdua e exclusivamente à recuperação de alcoólatras, como é que esta mesma Igreja que prega assim, que crê assim, que trabalha assim, vai se dar o papel de disponibilizar em seus eventos, o objeto do vício de tantos que sofrem deste mal??!!

    Em que paróquias encontramos resistências ao fim da venda de bebidas alcoólicas nas festas comunitárias???

    Naquelas onde se coloca a ambição financeira, e a falta de fé na Providência de Deus aliada a uma falta de confiança na própria criatividade e empenho da comunidade dos engajados daquela paróquia, acima da Palavra de Deus!

    Volta-se assim ao grande clamor que tem ecoado pela Igreja: Todo católico precisa ser discípulo e missionário!
    E o que isto tem a ver com a questão??

    Só os católicos não evangelizados, isto é, que não vivem como discípulos de Cristo ainda, é que defendem a venda de bebidas, por não terem ainda a consciência dos valores da Fé Cristã, e não enxergarem a grande incoerência que esta venda manifesta ao mundo.

    Deus abençoe a todos nós, e nos conduza, pelas mãos de Maria!

  4. Josie disse:

    Depende da administração e do público que vai estar no evento, se é criança, adolescentes, familiares.
    Não posso ser radical a ponto de ser contra ou a favor. Acho que quando se tem uma equipe bem direcionada, a bebida pode ser um elemento de descontração social. Mas se a paróquia perceber que não é conveniente a venda da mesma, cabe aos paroquianos respeitar a decisão, pois lazer, quem faz, somos nós mesmo, independente de se ter bebida ou não.
    Boas festas!

  5. Enquete disse:

    Sou contra a presença de bebida alcoólica em festas paroquiais pelo incentivo e respaldo, indireto, que as instituições estariam dando.

  6. Enquete disse:

    Sou contra porque infelizmente ainda não se possui auto-controle.

  7. Fernando Henrique Pereira disse:

    Sou 100% contra, porque na minha família há muitas pessoas que sofrem de alcoolismo e quando a Igreja abre a excessão da venda é como se o álcool não fosse uma coisa ruím. Famílias destruídas, casamentos desfeitos, adultérios, acidentes de trânsito, desvio de comportamento e mortes, fruto de bebidas alcoólicas. A nossa Igreja, que se diz tão a favor da vida, não pode continuar patrocinando empresas que são a favor, ou que trabalham pela morte.

  8. livia disse:

    sou completamente contra pois isso vai totalmente ao contrario do que a igreja prega,temos tantas coisas boas para ser comercializadas nestas festas,quem tiver boa intencao nem vai sentir falta da bebida.

  9. debora disse:

    Sou Débora da Costa Pereira Gonçalves, tenho 15 anos, sou estudante de Escola de Rede Pública Estadual Francisco Bernardino – MG (primeiro ano ensino médio), me candidatei á vereadora mirim de Juiz de Fora representando minha escola e fui eleita por meus colegas. Hoje trabalho, aprendo junto com 19 vereadores mirins de outras escolas de Juiz de Fora, onde poderemos propor e criar projetos para contribuir numa elaboração de uma futura lei. Nosso único alvo é por uma cidadania segura, justa e desenvolvida.
    Venho lhes apresentar uma de minhas inúmeras propostas de projeto, com um único objetivo de ajuda e apoio, dentro das possibilidades é claro! Cito um problema grave, de saúde pública, o alcoolismo, onde recorro à ajuda, e apoio para aprovação das seguintes idéias:
    Proponho um projeto de lei, onde cada estabelecimento que se venda ou se consuma bebidas alcoólicas, contenha assim como vem nos maços de cigarros, obrigatoriamente cartazes com imagens tocantes e dizeres com letras legíveis e grandes, todos os grandes malefícios do álcool á saúde, a sociedade e principalmente a família de alcoólatras. Sendo também uma lei mais rígida a donos de estabelecimentos de vendas e consumo de álcool, proibidos de vender bebidas alcoólicas aqueles se encontram em estado de embriagues, havendo uma lei severa, como multa, até mesmo detenção para comerciantes que infrinjam tal lei, além de serem convocados a participarem de palestras de malefícios do álcool e valorização da família. Através de pesquisas encontrei que nos Estados Unidos é proibida à venda e consumo de bebidas alcoólicas para menores de 21 anos de idade, se possível aplicar tal lei aqui em nosso país, onde Juiz de Fora poderia dar um bom exemplo.
    As grandes indústrias de bebidas já julgam suficiente ao colocar em seus rótulos a seguinte frase ‘’ beba com moderação’’, mas aquele doente alcoólico não sabe moderar seu vicio e dependência, precisamos de mais rigidez contra esta doença social. Hoje existe o AA (Alcoólicos Anônimos), mas temos que ter um núcleo de ajuda ao alcoólatra e seus familiares, que também se tornam coo-depententes do alcoolismo, onde teríamos ajuda de especialistas, psiquiatras, médicos, psicólogos, assistentes sociais.
    -alem de oficina ocupacional para alcoolatra em tratamento e seus familiares
    A propaganda dirigida ao público jovem é mais intensa atualmente, e existem produtos dirigidos principalmente nesta faixa etária como sodas alcoólicas que apesar de ser aparentemente fraquinhas contem teor alcoólico muito mais elevado do que a cerveja hoje em dia se consume álcool muito mais cedo. Este consumo precoce do álcool facilita o uso de outras drogas, dando acesso há violência, aumentando a probabilidade de dependência no futuro. Os homicídios têm como foco principal o uso do álcool onde cerca de 70% dos crimes contra a vida são cometidos por pessoas alcoolizadas e geralmente quem perde a vida é quem se encontra em estado de embriaguez, que acaba ficando mais valente, desinibido e mais sensível, se envolvendo em brigas e tragédias.
    Temos também o fator familiar, atingida na segunda fase da doença, quando surgem os problemas paralelos como acidentes, violência doméstica, perda de emprego, decadência social financeira e moral. A família é uma das vítimas do alcoolismo, provocando decadência e inúmeros desajustes do lar, como exemplo, os filhos que convivem com algum parente alcoólatra no Brasil estarão mais sujeitos a problemas emocionais e psiquiátricos como a baixa estima, pouco rendimento escolar e as demais áreas do funcionamento mental, persistentes em mentiras, roubo, conflitos, brigas, vadiagem e as drogas.
    Coloco em pauta também um projeto, podendo ser este pioneiro em nosso país, que seja colocado rótulos contendo imagens e frases de malefícios do alcoolismo, em bebidas alcoólicas industrializadas em nosso Município.
    É importante ressaltarmos essa conscientização. Alcoolismo mata você! E mata família!
    O silêncio é cúmplice desta doença social, o alcoolismo, e já passou da hora de colocarmos em prática essa luta em favor da família e contra violência.
    Faço a observação aos gastos dos cofres públicos para o tratamento de doenças relacionadas ao álcool

    Vereadora mirim da Escola Estadual Francisco Bernardino de Juiz de Fora:

    Débora da Costa Pereira Gonçalves
    Rua Tenente Barroso n° 88
    Manoel Honório, Juiz de Fora MG
    (032) 32120851 / 32233271 / 99624961

    Juiz de fora-MG,14 de abril de 2009

  10. advogados disse:

    Muito bom esse post, Parabéns !

  11. Certamente é uma iniciativa elogiável, por evita desentendimentos causados pela bebida.

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