UM CASO DE AMOR COM A CANÇÃO NOVA - O NAMORO

Depois do encontro veio o namoro, é que tenho muito mais a falar deste namoro. Entre as muitas idas e vindas, estávamos hospedados na residência da Bia e Marquinho da C.N. O Marquinho insistia conosco de que deveríamos ter nossos blogs no site da C.N. Falava com ele que não tinha tanto domínio assim de T.I, e ele dizia que era muito fácil. Colocou-nos com o Paulinho que nos deu verdadeira aula de como manusear o blog, e logo de cara já nos colocou na rede com três blogs : Parceiros da vida(eu e Celina); Ser Mulher(Celina); Pensando bem (meu). No começo levei até umas chamadas de atenção, a correção fraterna, pois escrevia livremente sem me preocupar muito se ia agradar ou não, mas esta é uma outra característica da C.N. – ir lapidando com generosidade -. Sabiam do nosso potencial, mas sabiam também que eramos pedras brutas a ser lapidadas.

Fomos nos propondo a estar nesta caminhada de blogueiros da C.N. como um serviço. De início achava que isto não iria dar muito trabalho. Mas ao contrário, a internet é canal aberto de comunicação. Um espaço  de evangelização fabuloso. Quando cheguei a 700 pessoas visitando o pensandobem  por dia, e com um enorme número de emails para responder, aí foi cair a fixa do motivo da insistência do Marquinho para termos os blogs.

Interessante, que uma sobrinha minha que faz Psicologia, questionou-me que estava louco de ter um blog na C.N. “O que os profissionais de psicologia irão dizer de você tio?”. Respondi que estava pouco importando com ataques preconceituosos. Pois eu mesmo já havia realizado muitos ataques sem ter conhecimento de causa. Reforcei meu argumento com esta sobrinha dizendo que Deus estava me usando como instrumento, pois quem da categoria de psicólogos conhece minha carreira profissional começarão a entender que a C.N. é um espaço da ética e da moral,  valores tão respeitados no meio do sistema conselho de psicologia. Isto porque sou Conselheiro no CRP do Espírito Santo.

Até que chegou uma hora que alguém da Comunidade C.N. nos colocou diante da parede e perguntou quando que iriamos começar nossa caminhada vocacional. Já aos 44 anos, começar uma caminhada vocacional de pelo menos dois anos, seria uma decisão que não poderia deixar dúvidas. Seria um grande investimento emocional, temporal e de comprometimento. Mas levamos um tempo para degustar esta idéia e buscando sinais de Deus para nossa decisão. O sinal mais forte era o arder de nossos corações sempre que estávamos ligados a algum serviço para a C.N. O derradeiro foi quando nos oferecemos a realizar um trabalho voluntáriao de gestão de pessoas para o setor callcenter, onde pudemos estar bem mais enraizados na dinânmica da vida em comunidade da C.N enquanto organização e enquanto vida religiosa. Estar envolvido com a C.N parece que não nos fazsentir cansaço. Tudo bem que Celina e eu somos meio tratores para trabalhar, Deus nos deu muito pique; mas pela C.N. a energia parecia se redobra

Daí nasceu o noivado, mas depois eu te conto mais…

One Response to “UM CASO DE AMOR COM A CANÇÃO NOVA - O NAMORO”

  1. Maria Inês disse:

    Estou “gostando de conhecer mais da aventura divina” na vida de voces Celina e Gerson!

    Rezo por voces!

    Maria Inês

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