Archive for maio, 2009

PROGRAMA TROCANDO IDÉIAS

quarta-feira, maio 27th, 2009

* GERSON ABARCA

Acabo de chegar em casa, após o dia todo na estrada. Mas chego com a alma lavada. Ontem no Programa Trocando Idéias, com a apresentação do Ricardo Sá e participação do Prof. Felipe Aquino, pude contribuir com o tema estresse. Foi maravilhoso, e já estou com um amplo número de e-mails para responder, de todo o Brasil. Sinal que o Programa têm uma grande audiência.

A experiência de estar com o Ricardo Sá e o Prof. Felipe Aquino foi para mim uma verdadeira escola. Prof. Felipe é sem dúvida um enciclopédia ambulante, e o Ricardo sabe conduzir muito bem um programa de T.V.

Fiquei com um gostinho de quero mais… Como pediu-me o Professor Felipe: “você precisa vir mais neste programa”.

É isto aí, SER CANÇÃO NOVA É BOM DE MAIS.

* PSICÓLOGO PSICOTERAPAUTA

Brincar – o sintoma da independência

sexta-feira, maio 22nd, 2009

Gerson Abarca*

 

            O brincar é o elemento revelador do caminho que a criança faz rumo à independência. No brincar a criança revela a busca de autonomia, a capacidade de estar  só sem necessariamente ter a presença dos pais.

            É na fase da latência, quando termina todas as forças de dependência com a pessoa da mãe/pai, que a criança encontra consigo mesma na sua própria produtividade. Por isto mesmo que após os 7 anos aproximadamente que uma criança começa a ter o processo de aprendizado sistematizado. Ela sai do estágio de dependência absoluta, passa ao de dependência relativa e chega no caminho da independência.

            Quando a criança brinca espontaneamente e cria formas de brincar, sozinha ou em grupo, ela está revelando crescimento e autonomia. Ao contrário, quando uma criança está escrava de jogos eletrônicos, computador ou TV, revela incapacidade autônoma, pois não brinca, mas sim reproduz algo que já está pronto. O brincar no mundo da criança é aquilo que a potencializa para construir, elaborar e criar. Se for retirada esta condição de brincar livre da criança, estará sendo comprometida a capacidade de se construir nela uma pessoa autônoma.

            Sabemos que na vida humana, toda regra tem sua exceção. Mas não podemos negar a diferença na forma de ser de um adulto que teve espaço na sua infância para o brincar livremente, daqueles que não conseguiram ter espaço e ambiente para brincar. Os que aproveitaram ao máximo a infância para brincar, tendem na vida adulta a serem mais autônomos, independentes e consequentemente mais alegres. Já, aqueles que não puderam ter espaço para o brincar, na vida adulta tendem às posturas rígidas, controle e manipulação de terceiros e dificuldade autonomia.

            A busca das pessoas por auto-ajuda ou fórmulas mágicas de felicidade, em que nomeiam alguém para motivá-los de fora para dentro, é o resultado de infâncias roubadas no passado. São adultos que se estabelecem no mundo com muita dependência afetiva e intelectual, e por isto esperam muito dos outros.

*Psicólogo – Psicoterapeuta.  

Só aprende quem perde

sexta-feira, maio 22nd, 2009

Gerson Abarca*

          

          No desenvolvimento do vínculo estabelecido na simbiose (relação de dependência absoluta do bebê/ mãe/bebê) da-se a estrutura emocional na criança para a elaboração das primeiras perdas. A principal delas é a perda do vínculo exclusivo com a mãe. Winnicott (1963) nos apresenta uma cena ilustrativa de processo de perda/separação. A criança espera pela comida e na sala da casa, ouve os barulhos produzidos pela mãe na cozinha que revelam a possibilidade  de que a comida está sendo preparada, logo associa que poderá esperar por mais alguns minutos porque a comida vai chegar, e junto dela a pessoa da mãe, ou de quem cuida.

            Da-se nesta cena o início da construção da dependência relativa, isto é, a criança já consegue elaborar a sua espera. Nesta perda ou início de perda de dependência absoluta, a criança começa a desenvolver sua capacidade intelectual onde relaciona a fome pessoal com os ruídos na cozinha e sua capacidade de estabelecer um tempo de espera (aprende esperar; associa imagens e relaciona sons).  

            Em um ambiente onde os pais conseguem ser eles mesmos com uma freqüência de ritmo e cotidianidade, isto é, freqüência e estabilidade nas ações, a criança se coloca na boa relação com sua perda inicial. Pois antes, sua necessidade era prontamente suprida na relação de dependência absoluta e agora não. Na dependência relativa, a criança começa a aprender a ver-se diferenciado de sua mãe/pai e consegue estabelecer uma relação de espera.

            O primeiro sinal que a criança dá que leva-nos a ter a certeza de suas percepções no mundo é a ansiedade. Pois a ansiedade nasce quando a criança necessita de ver realizar suas necessidades básicas e ao mesmo tempo a presença materna para suprir esta necessidade não vem no tempo esperado pela criança. E a criança percebe este distanciamento e inicia o processo de elaboração de perda com a figura materna. Este processo se dá entre 6 meses e dois anos, o que reafirma a necessidade da mãe estar com seu bebê nos meses iniciais de sua existência. Se este estágio for regido por um ambiente de presença afetiva estável, torna-se mais fácil a separação do bebê de sua mãe, liberando-na ao trabalho e a outras tarefas que a possibilitam de ficar distanciada do bebê por um período mais longo. Exatamente quando as mães voltam a trabalhar. 

* Psicólogo – Psicoterapeuta.

Preocupações maternas primárias – O vir a ser criança

sexta-feira, maio 22nd, 2009

Gerson Abarca*

Logo após o nascimento, a criança tem nos braços de sua mãe a continuidade de sua existência. E só uma mãe conhecedora das necessidades de seu bebê e identificado com ele na sua história, dará o colo tão esperado pelo bebê e tão desejado por ela. Ele entrega-se totalmente à mãe, sem insegurança. Pois a mãe encontra-se no estado de preocupação materna primária. Ela se antevê, prevê e se coloca por antecipação na vida da criança.

Imagine o momento de a mãe dar um banho na banheira com água quente, o bebê sente o vapor aquecido da água, mas confia. A mãe por sua vez, antes de mergulhar o filho na banheira, testa a temperatura da água – ela consegue identificar com um simples toque na água qual a temperatura ideal para o seu bebê.

Situação que provavelmente não será tão bem vivenciado por mulheres não identificadas com a criança, por exemplo, em uma creche, orfanato, etc., ou até mesmo por mulheres parentes ou amigos da família. Por isto que uma mãe fica ao redor do seu bebê como uma leoa fica vigiando sua prole recém nascida.

É nesta condição de entrega absoluta que a criança pode vir a ser no mundo e no seu futuro, e é por isto que as mães plenamente identificadas com seus bebês se colocam inteiramente à disposição deles. Pois para que o produto seja melhor que a fabrica (vir -a – ser) esta acolhida inicial de dependência absoluta do filho para com a mãe e vise-versa é primordial.

*Psicólogo – Psicoterapeuta.

Convencer Filhos na Educação Religiosa

quarta-feira, maio 20th, 2009

Gerson Abarca*

“… Há mais para ganhar do amor do que da educação”. (Winnicott).

Tenho recebido muitos casais, pais de filhos adolescentes, que estão preocupados com a escolha religiosa dos seus filhos.

Geralmente são pais que sempre tiveram atuação em comunidades religiosas, praticaram os caminhos de catequese com os filhos mas que se vêem perdidos quando na adolescência os filhos já não seguem os passos dos pais.

Imagine ouvir de um filho adolescente que não desejará seguir o caminho religioso dos pais porque os pais tinham muito tempo para a Igreja e pouco tempo para ele. Cruel, não?

É o que vem acontecendo com movimentos espirituais onde a força está nos casais provocando um distanciamento dos filhos nas atividades religiosas. Casais muito dedicados às pastorais e ausentes do ambiente familiar e nos finais de semana sobrecarregados de atividades religiosas provocam um forte distanciamento dos filhos tanto nas atividades pastorais como no estabelecimento de vínculos afetivos.

O que vai garantir, ou pelo menos dar mais segurança aos pais, de que os filhos seguiram os mesmos passos da educação moral que possuem e que ensinaram, é a capacidade de vínculo afetivo estabelecido neste processo de ensinamento da moral, e ao mesmo tempo na capacidade dos pais mostrarem-se aos seus filhos dentro de uma carência moral.

Imagine o pai exigindo que os filhos participem da missa todos os domingos, mas ele mesmo não consegue ir à missa todos os domingos porque naquele horário é o futebol na TV. “Ta na hora de ir à missa, e rezem por mim”.

Imaginem a situação dos pais dizendo aos filhos que precisam rezar o Pai Nosso todos os dias antes de dormir e ao acordar pela manhã. E se não fizerem desta forma levarão uma surra na hora do almoço.

A melhor forma de educar para a moral religiosa, onde a criança fará uma estreita ligação com um ser superior em uma relação de bondade, troca e cumplicidade, é pela condição de ambientes afetivos e com estabilidade de presença afetiva.

A confiança e a crença em algo e nas noções de certo e errado se desenvolve na elaboração de componentes internos da criança.

Como vou convencer uma criança de que Deus é bom se ela não consegue identificar internamente processos de um bom vínculo afetivo com a pessoa do pai e mãe. Se pai e mãe recuperam internamente no filho memórias de um bom vínculo afetivo, a relação com o Deus de amor e bondade, o Deus que corrige e oferece caminhos, torna-se bem mais favorável. A identificação com um Deus pai, um Deus mãe, estará diretamente relacionado com as identificações com pai/ mãe favoráveis dentro de si mesmo.

Vamos observar processos de conversões em pessoas adultas que não tiveram ambiente afetivo e consequentemente não carregam memória de vínculo afetivo. Isto porque sabemos que na questão da Fé, tudo é possível. Porém observamos o quanto o caminho de uma prática religiosa por parte de um neo-convertido (conversão sem histórico religiosa) torna-se mais angustiante, instável.

Vemos o quanto os neo-convertidos, tendem a mudança de grupos religiosos com facilidade. Mudam de igrejas como se muda de roupa. Buscam se preencher na religião pelas necessidades afetivas que nunca foram preenchidas na história pessoal interior.

Educar para que os filhos tenham uma vivência moral, pratiquem uma religião e dêem preferência àquela a qual as introduzimos a fazer-se presença afetiva, é proporcionar ambiência boa e suporte nos momentos mais difíceis.

Educar para a fé, é fazer-se pai e mãe afetivos para que no futuro eles (filhos) possam identificar em Deus, a bondade e o amor que foi cultivado internamente dentro deles.

Por isto, aos casais muito apegados com suas missões religiosas, devem estar atentos da existência dos filhos ao seu redor. Se as atividades pastorais estiverem ocupando mais tempo na vida do casal do que as atividades educacionais familiares, o resultado da fé e moral dos filhos pode não ser o esperado. Depois não adianta reclamar.

Observem como que os movimentos tradicionais da Igreja Católica estão esvaziados de jovens, dos filhos de seus mentores e protagonistas.

Muitos destes movimentos estão envelhecidos, pouco revitalizados.

PRAZER SEXUAL CONJUGAL

sábado, maio 16th, 2009

Um dos presentes que Deus deu aos casais, é a potencialidade do prazer sexual. Sabemos que a relação sexual no casamento não é tudo, mas com certeza ajuda a manter o casal unido em 70% dos casos.

Atendo casais há 22 anos, e quase a totalidade dos que estão em crise conjugal, também estão apresentando dificuldades sexuais, e na maioria é pela dificuldade de adaptação sexual que surgem os problemas.

Os casais precisam aprender a descobrir este belo presente que é o ORGÁSMO.

Somos dotados de orgãos sexuais sensíveis para podermos pontuarmos o prazer sexual. O amor manifesto através do prazer sexual compartilhado no casamento, é como um bálsamo na alma dele e dela.

Se no casamento o casal sente que está em disfunção ou com pouca vivência sexual satisfatória, é preciso procurar ajuda, pois este sintoma pode ser um canal aberto para a destruição conjugal.

Casais que estão em plena satisfação sexual, tendem a estar mais protegidos de influências destruidoras do amor conjugal.

O prazer sexual na vida conjugal, é a prova legítima de que Deus têm um olhar especial para a família. Pois uma boa família começa com um bom casamento.

*Gerson Abarca – Psicólogo

Socialização, o Sintoma da Maturidade

quarta-feira, maio 13th, 2009

Gerson Abarca*

O processo de desenvolvimento humano se da desde a dependência absoluta, passando pela dependência relativa até à independência.

Até os sete anos de idade, observa-se a manifestação de dependência absoluta, onde os pais são os principais elementos de suporte da criança. Depois, com a entrada no processo de alfabetização inicia-se a dependência relativa, onde já conseguem ter estrutura para agirem em muitas situações por si mesmas e ao mesmo tempo são dependentes porque só na vida adulta a independência surge totalmente.

A busca pela independência é algo que o ser humano jamais vai conseguir atingir totalmente. Na medida em que o ser humano cresce, se estabelece a construção de sua maturidade pelo processo de socialização. Podemos identificar a maturidade de uma pessoa pela capacidade de estabelecer vínculos e relacionar-se com diferentes pessoas em seu ambiente.

Vejam como torna-se um estorno em um ambiente de trabalho, pessoas que não conseguem participar das atividades em equipe, que se fecham em seu mundo pessoal. Ao mesmo tempo em que estas pessoas imaginam que possuem independência, estão totalmente apegados ao seu próprio mundo, revelando-se a dependência absoluta.

A maturidade tem como seu principal elemento a capacidade de socialização. Por isto que nas avaliações da escola se a criança tem bom desempenho na área de socialização, é sinal de que está caminhando de forma madura dentro de sua faixa etária.

O Pecesso Maturacional

quarta-feira, maio 13th, 2009

* Gerson Abarca

Maturação emocional está diretamente relacionado com provisão do ambiente. Quanto mais ambiência protecional e afeto uma criança recebe, mais chance de obter sua maturidade ela terá.

                Os pais não fazem uma criança. Ela já está feita. Eles apenas emprestam as sementes e proporcionam o encontro do espermatozóide e óvulo, tendo na mão o útero como cama acolhedora desta união. Os caracteres genéticos da criança os pais pouco poderão fazer como tamanho, olhos, cabelo, tendências fisiológicas. Como um artista pode modelar um pote de barro ou conduzir a tinta sobre a tela, os pais não podem interferir na estrutura física do filho que eles não fizeram, mas apenas conceberam. Porém os pais podem proporcionar o maior legado na vida de uma pessoa, a maturidade. Neste campo, está nas mãos dos pais a arte. Para isto, damos o nome de provisão que em Winnicott veremos no “processo de maturação” (1963). A maturação completa só poderá ser vislumbrada na vida adulta, após os 22 anos.

                Por isto que na vida adulta dos seus filhos, muitos pais caem em angústias, pois a maturidade tão desejada pode não acontecer e surgem as dúvidas sobre onde erraram e com elas as culpas.

                Mas, se os pais entenderem que não fazem filho, mas que emprestam sementes; que não possuem poder para formatar a beleza dos mesmos, mas possuem mãos para estruturar processos de vínculos afetivos; saberão lidar com situações de frustração quando os filhos na vida adulta não atingirem a maturidade tão esperada. Principalmente se os pais souberem que o ambiente é a somatória das quatro mãos de um porto seguro que são os pais e ao mesmo tempo a comunidade que os cercam.

                A melhor forma de se criar ambiente para o processo maturacional de uma criança, é não esperar nada dela e nem fazer planos para ela, principalmente por que o futuro a ela pertence, dependendo das escolhas que fizer no futuro.

                Assim, a maturidade é a capacidade de lidar com os limites e desejos que o cotidiano nos impõe. As chaves de uma pessoa lidar com estes limites está diretamente ligada com a capacidade que adquiriu de estabelecer vínculos afetivos e consequentemente parcerias 

 

 

 

 

 

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PAULO, O PRIMEIRO MISSIONÁRIO DA INCULTURAÇÃO

sábado, maio 2nd, 2009

A palavra inculturação muitas vezes soa na cabeça de muitos como algo de difícil compreensão. Dependendo da forma de viver a fé, se for por exemplo um neo-convertido (convertido de uma hora para outra sem muita história de caminhada religiosa), que tende a radicalizar a vivência da fé para superar dificuldades de um passado  recente tenebroso; a palavra inculturação soa como uma possibilidade de abertura à diferentes realidades que pode abalar a fé.

Mas na verdade, o Evangelho chegou à todas as nações graças a INCULTURAÇÃO ( ato de adentrar-se a uma cultura diferente da nossa, sem fazer dela juizo de valores). E foi São Paulo nosso primeiro professor.

Em Atos dos Apóstolos capítulo 13, Saulo, nome de origem judaica, tendo que adentrar em território pagão ( Gregos), se intitula de Paulo, nome mais inculturado aos pagãos. Não foi simplesmente uma troca de nome, mas sim uma forma de se aprofundar em uma cultura. Pois é assim a ação missionária, fazer-se um com o povo na qual pretende-se evangelizar. A maturidade de Saulo, não deixaria-no perder a identidade pela simples mudança de nome. Mas com certeza aos pagãos, que receberiam Saulo e ouviriam palavras até então desconhecidas deles, o nome implicaria em motivos de distanciamento, dúvidas.

A inculturação é um caminho que exige desfazer-se de si para se fazer com o que o outro têm.

Na sociedade das intransigências culturais, onde mede-se poder pela qualificação de quem tem mais ou menos cultura, pensar a inculturação é algo inadmissível. Como vemos que por exemplo  quando pensamos que os italianos possuem mais cultura que os brasileiros, ou que nos Estados Unidos as pessoas tem mais cultura que no Afeganistão. Na verdade, não existe mais ou menos cultura, existem culturas diferentes.

Um missionário só poderá exercer sua missão se for capaz de adentrar a culturas diferentes sem querer muda-las. É como Monsenhor Jonas Abib nos ensina:”Evangelizar na cultura”.

Em São Paulo temos nosso melhor exemplo de inculturação. Para ir mais a fundo, é só estudar o livro do Ato dos Apóstolos.

* Gerson Abarca Psicólogo e Diretor do Instituto Pensamento

NO DIA DO TRABALHO, O TRABALHADOR É UM DETALHE EM TEMPOS DE CRISE

sexta-feira, maio 1st, 2009

Enquanto vermos trabalhadores desempregados e as crises priorizando demissões em massa, estaremos longe de vivermos a Justiça. E é pela Justiça que seremos confirmados na fé ( Romanos 6,18).

O primeiro ponto de ação quando uma empresa está com dificuldades financeiras, é demitir pessoas. Justo ou injusto? Esta medida da justiça muitas vezes queremos toma-la para práticas de uma espiritualidade alienante. Mas a prática da justiça cabe em qualquer situação. Pois a Justiça é a vivência no coletivo das regras sociais, é o exercício da cidadania.

No dia do trabalho, quando milhares de trabalhadores perdem o emprego, por uma crise provocada por especulação financeira, podemos ter a confirmação que ainda temos muito puco a comemorar.

VIRÁ UM DIA, QUANDO TODOS OS POVOS E NAÇÕES TERÃO MUITO O QUE COMEMORAR. SENDO O DIA DO TRABALHO UMA DATA UNIVERSAL, PODEREMOS BRINDAR A FELICIDADE DE TODOS OS TRABALHADORES ENFIM EMPREGADOS. ONDE A OFERTA DE TRABALHO SEJA MAIOR QUE A PROCURA.

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