Posts Tagged ‘midia’

Agora, estou de volta.

segunda-feira, março 26th, 2012

Não sei se ainda alguém têm lido artigos de blogs após o face. Mas parei de escrever por um bom tempo neste blog por motivos técnicos de reatualização de senhas, proposto pela CN. Quem sabe, depois deste tempo sem escrever, já não recupere pessoas que estavam entrando nos meus artigos com frequência. Mas sei que a mídia online é uma ferramenta que para a atual conjuntura parece não fidelizar ninguém a nada. Posso estar errado, mas tenho a percepção que ninguém lê nada de ninguém. Conversando com o Professor Pós Doutorado Edgard Rebolças, ele compartilhava dos mesmos sentimentos, tanto que revelou-me não ter nenhuma página de relacionamentos.

Agora vamos ver como este blog poderá contribuir com formação de opiniões para alguém,

BBB - 11 - Esta é a cara do brasileiro?

segunda-feira, fevereiro 28th, 2011

A cada edição do BBB vemos o Brasil sendo exportado para diversos países do planeta, vendendo um tipo de comportamento entre seus participantes, que dá a sensação de sermos um povo de banalidades, sexualidade genitalizada e povo manipulado por uma ordem global. Ordem esta esteriotipada em um apresentador.

Mas falar de BBB na atual conjuntura, é quase que um tradicionalismo, pois as famílias estão assistindo mesmo. Lógico que sim, do contrário não estaria na edição 11.

Pior e decepcionante, é ver pessoas e famílias inteiras, até que aparentam ter consciência de vida, muitos com prática religiosa e princípios morais, e até intelectuais, que no horário do BBB se rendem à mediocridade. Criticar este programa é ficar com fama de chato.

Gostei do alerta do Dunga (CN), de fazermos uma corrente para mostrarmos ao mundo que o Brasil não é o reducionismo do BBB.

Se você também é um dos que gostariam de somar à onda de críticas ao BBB, não fique parado, manifeste-se.

Debate sobre dependência eletrônica no "Minha família é assim"

terça-feira, fevereiro 15th, 2011

Nesta terça feira, dia 15 de fevereiro, às 15:30h, o Programa “Minha família é assim” da Canção Nova, debaterá o tema mais que atual – dependência eletrônica-.

Com apresentação do Diácono Nelsinho Corrêa e sua esposa Marcia, estarei conversando sobre as novas formas de dependência e como fazer para processos preventivos.

Quando pensamos a dependência, logo ligamos com drogas, bebidas alcoólicas, etc. Pouca referências temos sobre as dependências eletrônica.

Vale a pena conferir. Daqui a pouquinho estaremos no ar. Fique ligado

Daqui a pouco o Brasil vai parar...

segunda-feira, junho 28th, 2010
O time do Brasil é bom, mas não vestiu a camisa. Está faltando sangue!!!!

O time do Brasil é bom, mas não vestiu a camisa. Está faltando sangue!!!!

Hoje é segundona, e o time brasileiro entra em campo logo mais às 15:30H, contra o Chile. De irmãos latino americanos passaremos pelo menos por 90 minutos ,inimigos. Esta é a grande arma do esporte, deixamos manifestar nossas raivas, mas logo em seguida tudo segue seu curso normal.

Pela manhã já observamos a ansiedade dos trabalhadores para que a tarde chegue logo. Mas do outro lado a ansiedade dos patrões, com suas contas a pagar pelas duplicatas vencendo, e a produção e vendas caindo.

Se funcionários públicos podem continuar os trabalhos abertos hoje, para terminar amanhã, para muitos sim. Mas nos serviços privados e nas empresas, qualquer trabalho adiado hoje, gera mais trabalhos hoje mesmo, e uma dispensa para assistir ao Brasil jogar, só vai sobrecarregar os funcionários com horas de compensação.

Mas o Futebol é nossa maior reserva de mercado emocinal. Se tirarmos a possibilidade de nos esbaldarmos com o futebol, vai sobrar pouca coisa de orgulho da nação. Pelo menos é o que a mídia faz com o nosso imaginário. Nossos principais ídolos ainda são os futebolísticos, mesmo que esteja diretamente ligados ao narcotáfico, como alguns estão atualmente sob suspeita.

Tudo bem que na Alemanha, as praças de Berlim estavam super lotadas, mas era domingo. Tenho amigos, que moram por lá que dizem que o fanatismo é também no primeiro mundo, mas nem tanto. Com a diferença que nestes paises há mais eqüidade social. Aqueles que saem de casa para ir às praças  brasileiras vibrarem com a vitórias da seleção, não sabemos ao certo se estão estudando, trabalhando, comendo, ou se realmente possuem um teto.Mas com certeza estão usando os benefícios do bolsa família.

O certo é: antes que termine a copa do mundo, não vamos pensar em outra coisa, pelo menos é o que a mídia comercial brasileira quer nos fazer engolir.

MAS QUE O BRASIL GANHE LOGO MAIS… Vou ficar feliz, pois como bom corinthiano, gosto de futebol.

Propaganda e crianças, a lei da selva

sexta-feira, março 26th, 2010

A Suécia baniu, em 2004, a publicidade na TV dirigida às crianças, com apoio de 88% da população. Desde 1991 ela já não podia ser veiculada antes das 21 horas. As decisões estão fundamentadas em pesquisas conduzidas pelo sociólogo Erling Bjurström. Diz ele que “algumas crianças já aos 3 ou 4 anos de idade conseguem distinguir um comercial de um programa normal de televisão, mas que somente dos 6 aos 8 anos é que a maioria consegue fazer a distinção”.

Para o sociólogo, só aos 12 é que todas as crianças conseguem ter uma posição crítica em relação à publicidade ou discernir corretamente sobre os seus objetivos. No Brasil nunca se fez esse tipo de pesquisa, mas acredito que, apesar de todas as diferenças culturais e econômicas existentes entre os dois países, as respostas seriam semelhantes. Afinal não é justo impor pressões comerciais às crianças quando elas ainda não tem idade nem para diferenciar ficção da realidade.

Está mais do que provado o poder de indução da TV às diferentes formas de comportamento infantil, positivas e negativas. Infelizmente estas últimas são predominantes, variando apenas o grau de periculosidade. Desde amarrar um avental às costas e pular de alguns degraus da escada, imitando um herói de desenho animado, até esfaquear a coleguinha como fez um menino em Brasília, reproduzindo imagens vistas na televisão, como ficou comprovado.

Aprende-se com os anúncios que só através do consumo se chega à felicidade e que a posse de determinados objetos torna algumas pessoas diferentes e superiores a outras. Molda-se, dessa forma, toda uma vida. Os únicos antídotos existentes para esse envenenamento precoce são oferecidos pelo entorno familiar e pela escola, instituições capazes de relativizar o poder da televisão. Em reduzidos setores da sociedade brasileira isso é perceptível. Escolas com métodos pedagógicos modernos e competentes, país intelectualizados e com um nível de renda que permita o acesso a outras formas de conhecimento impedem que a televisão e a propaganda exerçam domínio absoluto sobre a cultura infanto-juvenil. Falamos, infelizmente, de uma minoria privilegiada. A maioria no Brasil têm na televisão sua única fonte de informação e entretenimento, tornando-se presa fácil da monopolização cultural.

Sobre as crianças mais velhas, há uma pesquisa da Unesco, realizada em 23 paises (entre eles o Brasil), com cinco mil jovens de doze anos, mostrando a importância dos heróis televisivos e “pop-stars” na imaginação infanto-juvenil. Eles são cada vez mais modelos de vidas consideradas bem sucedidas. Não é por acaso que astros da televisão, pelo menos aqui no Brasil, transfiguram-se em garotos-propaganda, usando para vender mercadorias a aura conquistada nos programas de entretenimento.

Trata-se de uma violência praticada por adultos que seduzem as crianças e os jovens com seus encantos ficcionais, conseguindo estabelecer com eles uma relação fraternal e de confiança, mas ao mesmo tempo os traem, ao se apresentarem como vendedores de todo tipo de mercadoria. Fazem isso, muitas vezes, sem o mínimo pudor, inserindo o comercial no meio do programa infantil, impedindo a distinção entre o entretenimento e o comércio. É o tão decantado merchandising, xodó de publicitários e camelôs eletrônicos.

Não se respeita na TV nem a distinção que jornais e revistas responsáveis fazem entre anúncios e conteúdo editorial, separando-os muitas vezes com fios grossos e, se necessário, colocando em destaque a expressão “informe publicitário”. Não se respeita nem o artigo 36 do Código Brasileiro do Consumidor onde consta que “a publicidade deve ser veiculada de tal forma que o consumidor, fácil e imediatamente, a identifique como tal”. E nem mesmo o Código Brasileiro de Auto-Regulamentação Publicitária que também exige a identificação do anúncio em seu artigo 28.

Se de um lado a ofensiva publicitária é cada vez mais intensa, buscando conquistar corações e mentes desde o berço, de outro alguns governos começam a se sensibilizar para a questão, instituindo formas de proteger a infância da televisão. Aliás, a Constituição brasileira diz que a lei deverá criar mecanismos para proteger a família da TV, lei que até hoje inexiste. Mas na Europa, a década de 1990 mostrou avanços sensíveis, impulsionados pela Convenção da ONU de 1989 que preconizava a necessidade de “encorajar o desenvolvimento de orientações apropriadas para proteger a criança de informações e materiais prejudiciais ao seu bem estar”.

Colocando em prática essa orientação, França, Inglaterra, Alemanha e Itália estabeleceram regras de proteção à infância, entre elas a exigência de uma distinção clara por meio de sinais óticos ou sonoros das emissões publicitárias. É exatamente o oposto da confusão proposital efetivada pelo merchandising.

Além disso, a Diretiva Européia sobre Televisão sem Fronteiras, adotada por vários países do continente, indica que os anúncios não devem incitar diretamente as crianças a comprar, ou estimulá-las a persuadir seus pais para que comprem alguma coisa, valendo-se da inexperiência e da credulidade infantis. Nem pensar, por exemplo, a exibição do comercial que passou na TV brasileira, onde um jovem não queria chegar à festa trazido pelo pai, para não se sentir criança na frente dos amigos. Mas quando o pai trocava de carro e ele aparecia descendo de um modelo novo e caro, a vergonha era deixada de lado, superada pelo orgulho de possuir um carro último tipo.

Alguns países foram além do sugerido pela Diretiva Européia. A Alemanha proibiu a inserção de publicidade em qualquer programa infantil. Nos canais públicos italianos não pode haver propaganda em programas infantis e na França o merchandising é proibido. A decisão sueca é ainda mais avançada e se apóia, além da pesquisa, na constatação de que as crianças não nascem com anticorpos necessários para se defender das pressões comerciais e, por isso, têm direito a zonas protegidas.

Aqui continua imperando a lei da selva. Produtos para o público infantil são anunciados antes, durante e depois dos programas dirigidos a essa faixa etária. Qualquer tentativa de civilizar a televisão é apontada como censura ou obstáculo à livre iniciativa, sem que os autores dessas falácias se sensibilizem com as deformações culturais e psicológicas impostas pela propaganda. São os mesmos que se queixam da violência urbana, da brutalidade no trânsito, do mau comportamento das crianças e adolescentes, fechando os olhos para a relação desses fatos com a educação para o consumo e o individualismo, impostas incessantemente pela propagada na TV.

Laurindo Lalo Leal Filho*

* Laurindo Lalo Leal Filho é sociólogo e jornalista, professor de Jornalismo da ECA-USP.

Juventude noveleira

sábado, março 13th, 2010

Aquilo que parecia mania de pessoas com mais de quarenta anos, parece que está virando costume também de adolescentes e jovens.

Se minha geração aprendeu a depender da programação da TV Globo, pois nossos pais assim nos ensinaram quando da emergência da teledramaturgia da TV brasileira, vemos o mesmo fenômeno acontecendo na atualidade. Adolescentes e jovens ficam na telinha da TV Globo na seguinte proporção: logo após o almoço vem a novela que ficou velha – no vale a pena ver de novo -. Depois têm a malhação, quase que sagrado. Mas como a galera diz que novela é coisa de gente velha, dizem que preferem esperar o BBB, mas até que este chegue, o melhor é acompanhar a mamãe nas suas novelas. Eles dizem: não ficamos assistindo, só passamos por perto. Mas pergunte a cada um deles quem são os personagens, sabem todos na ponta da língua.

O papai, lógico que não assiste novela, mas como todos que também dizem que não assistem, fica só esperando alí na sala o horário do jornal  nacional – uma outra novela -.

Interessante é que na atual conjuntura, muitas famílias possuem vários televisores espalhados pelos quartos além dos computadores é claro. Mas mesmo assim, no final das contas, todo mundo cai na tal da globo mesmo.

Caimos na mesma porque foram anos de uma carga horária  intensa de televisão para a família. Hábito este  que continua quase que no mesmo lugar, e em um único canal.

Como pode ? Com o avanço da tecnologia digital, onde podemos ter acesso a muitos canais  de TV  e diversificadas programações, vermos a juventude ligadona em novela e a maior novela delas o BBB ?

É que o poder da globo está associado com os poderes econômicos que ela foi construindo ao longo de décadas, com concessões, facilidades de financiamentos e atrelamento ao poder político governamental desde os militares até na atual democracia. Assim, por mais canais que tenhamos para acioná-los, ainda vemos que a globo é a que possui para a realidade brasileira a melhor qualidade tecnológica e diversidade, além de uma rede de distribuição e telejornalismo que está em todo o território nacional.

JUVENTUDE NOVELEIRA é sinônimo de sociedade alienada, sociedade que pensa com a cara de plim!plim! É certeza de uma nação sem perspectivas de mudanças e uma população que continuará deitada em berço esplêndido, acreditando na virada do Ronaldo no corinthias, torcendo pelo equilíbrio emocional do Adriano no flamengo e acreditando que Kaká é um menino muito bom.

Caros leitores, estou tentando nadar contra a correnteza, pelo menos em casa. Globo, só em algumas transmissões esportivas, que se for futebolística ainda temos que aguentar o bueno. Bem , ainda bem que quando começa a fórmula um, este se ausenta um pouco.

DIA DA MULHER - O olhar pouco diferenciado dos homens

segunda-feira, março 8th, 2010

Hoje é uma importante data no calendário mundial. É o Dia Internacional da Mulher.

Mais do que pensar nas mulheres em si, vou preferir neste momento falar de como o coletivo do masculino tem se portado e se comportado com a imagem da mulher.

Para isto, quero simplesmente fazer emergir o como a mídia está apresentando as mulheres hoje. E observando durante esta semana os conteúdos televisivos, os sites que polulam diante de nossos olhos quando estamos pesquisando e as manchetes dos grandes jornais de circulação, logo vou identificando uma triste realidade: Para o imaginário do masculino na nossa sociedade, mulher ainda está muito associado com “Objeto de cama, mesa e banho”.

Desde as publicidades de cervejas, até manchetes de jornais impressos para se ter atrativo de quem vai comprar o jornal; chegando às telinhas das telenovelas e dos BBBs, parece que não avançamos muito neste referencial.

Só para lembrar, metade do emprego gerado no mundo, é gerado por empresárias mulheres. Mas os empresários dos Meios de Comunicação e diretores de empresas de publicidade, nas sua esmagadora maioria, são homens.

Será que este imaginário de “Cama, mesa e banho”, é uma produção inconsciente negativa, de uma classe que não está suportando a ascenção feminina na sociedade?

Ainda bem que as mulheres por si, estão se superando, em uma proporção que os ataques da subjetividade midiática não conseguirá atingir tal proporção de crescimento da Mulher.

DECLARAÇÕES DE ROBERTO CARLOS ACENTUA GENITALIZAÇÃO DA SEXUALIDADE

sábado, fevereiro 6th, 2010

Nesta semana o cantor Roberto Carlos concedeu entrevista que virou notícia nos grandes jornais do Brasil. Nesta ele afirma que o que ele mais gosta na vida é sexo com amor, em segundo lugar é sexo.

Quando li sobre, logo pensei: “nossa ,isto parece fixação sexual.”

Mas entendo que na fala dele temos um reflexo exato do que a sociedade pensa sobre sexualidade. No fundo a maioria só pensa “naquilo”.

Mas só para lembrar, sexo é o que está seccionado, masculino e feminino. Sexo a gente não faz, já está feito, o ser humano simplesmente une o que está seccionado: XX; XY.

Amor a gente não faz, amor a gente vive.

Sexualidade é a integração bio-psico-social do ser humano. Sexualidade é expressão de vida.

A massa faz o conceito para um ídolo, ou o ídolo faz a massa engolir um conceito?

FIM DA PUBLICIDADE DIRIGIDA ÀS CRIANÇAS E ADOLESCENTES É CONQUISTA NA CONFECOM EM BRASÍLIA

sexta-feira, dezembro 18th, 2009
Gerson Abarca com os Psicólogos do CFP na CONFECOM em Bras�lia

Gerson Abarca com os Psicólogos do CFP na CONFECOM em Brasília

Psicólogos de todo o Brasil, em conjunto com a sociedade civil, conseguem fazer passar uma grande conquista para a qualidade da mídia brasileira: Proibição da publicidade dirigida às crianças e adolescentes.

Estou nesta luta há tempo, e foi uma felicidade enorme poder ter estado nesta CONFECOM e contribuir para este momento histórico brasileiro. As famílias podem começar a se articular para conseguirmos a próxima conquista: fazer a letra virar realidade.

Todos vamos ganhar

CONFECOM - GERSON ABARCA ESTARÁ COMO DELEGADO

terça-feira, novembro 24th, 2009
Celso Schröder, Sueli, Gerson Abarca e Giovani César

Mesa Redonda Produção de Contéudo - Composição: Celso Schröder, Sueli, Gerson Abarca e Giovani César

Gerson Abarca e Celso Schröder

Gerson Abarca e Celso Schröder

A primeira Conferência Nacional de Comunicação, que acontecerá nos dias 11, 12, 13 de dezembro 2009 em Brasília, contará com delegados de todos os estados brasileiros eleitos nas etapar regionais. Conquistamos uma vaga para o Conselho Regional de Psicologia – ES (CRP16), dentre outras 11 entidades representantes do setor da sociedade civil. Também estarão delegados da sociedade civil empresarial e do governo.

Em Brasília estarei representando o CRP16, após intenso processo de participação nos movimentos pela democratização da comunicação. Na Conferência do Espírito Santo pude participar como debatedor na mesa redonda em que  o Jornalista Celso Shoröder (FNDC), um dos ícones pela democratização da mídia brasileira, realizou a conferência sobre o eixo temático produção e conteúdo. Foi um momento impar, coroando um envolvimento nesta temática desde 1995, quando lancei pela Editora Paulus o livro ” O poder da TV no mundo da criança e adolescente”.

Esta primeira Confecom, que têm sido ameaçada pelos empresários que até hoje tiveram muitos dividendos com a não regulamentação de critérios reguladores da Mídia, será o início para uma Comunicação Social que respeita os Direitos Humanos, e que garanta a informação verdadeira à todos.

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