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Sem dúvida, as experiências que vivi na Casa de Maria, estão entre as mais brilhantes que já vivi nesses anos de Canção Nova. Foi na Casa de Maria que verdadeiramente descobri o meu chamado a ser missionária, totalmente de Deus.

Conheci a Casa de Maria em 1994. Logo já senti ali um pedacinho do céu. Eu estava sentada em uma das mesas do refeitório, e em meio a tantas conversas, a tantas pessoas diferentes, sentou uma pessoa extraordinária com seus olhos azuis fitando os meus, e perguntou: Você é de onde? Está nos visitando? Eu inocentemente comecei a falar de mim relatei toda minha história. E a pergunta foi: Por que você não faz um caminho vocacional com a Canção Nova?

No mesmo instante o meu coração disparou, eu senti no mais profundo do meu ser:  “aqui eu posso doar a minha vida para sempre, até a morte”. E como ficará, Senhor, a minha família? Eles não entenderão nada do que eu vivi aqui nesse lugar, Casa de Maria – Queluz!

Essa era a pergunta que ressoava dentro de mim, pois o meu único apego era os meus familiares, minha linda família que tanto amo. Resumindo… isso foi em junho/1994, e já em agosto/1994 escrevi minha primeira carta, onde fiz um acompanhamento por carta, em março/1995 iniciei meu caminho vocacional, em janeiro/1996 eu estava entrando na Comunidade Canção Nova na Casa de Maria em Queluz.

Tive a graça de  minha família prestigiar todo o primeiro momento da minha entrega, minha consagração de vida a esta Obra de Deus.

As experiências vividas lá, nesse um ano, foram de conversão. Descobri verdadeiramente, a partir do momento que fui trabalhando minha história de vida, quantas curas eu precisava deixar que o Senhor operasse em minha vida, enquanto isso Nossa Senhora passava a frente e esclarecia tudo. Ela foi a luz, para que eu conversasse com Jesus e deixasse Ele me curar e me converter.

Posso dizer com propriedade: eu nasci de novo. Lá me fiz uma nova mulher. Mulher que morreu para o pecado e nasceu para a vida nova. Mulher nova, para formar um mundo novo.

E na Casa de Maria a dona deste lar apresentou-me o meu esposo Lúcio Domício, Familia do Lúcio Domícioe foi realizado o batizado do meu primeiro filho Gabriel Domício, onde nasceu para Deus.

Sabe aquela pessoa que contei que se sentou na mesa comigo de olhos azuis? Era o meu pai-fundador Monsenhor Jonas Abib. E posso dizer que Deus deu minha família de sangue, meu fundador, me deu uma nova família Eto, Luzia e Filipe: COMO É LINDA A NOSSA FAMÍLIA!

A mensagem para você que lê, hoje, “A PESSOA É O MAIS IMPORTANTE” (Monsenhor Jonas Abi) – eu vivi essa experiência, e se o Monsenhor Jonas Abib, não estivesse feito aquele apelo, aquele convite, eu não seria uma consagrada. Mas naquele momento, naquele lugar, naquela situação ele me viu como “A PESSOA É O MAIS IMPORTANTE”! E agora eu estou na luta diária de aprender os passos do meu fundador!

Rezemos uns pelos outros!

Andréia Gisélia
Missionária Canção Nova

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