Mais uma vez, acontece o mesmo tipo de tragédia nos Estados Unidos da América: Adam Lanza, um jovem desequilibrado, de 20 anos, matou cerca de vinte crianças e pelo menos seis adultos numa escola primária do Estado norte-americano do Connecticut, colégio Sandy Hook.

Diante de um fato como esse, muitas pessoas se desesperam e outras querem culpar Deus por tal fato. Como Ele pode permitir isso? Ora, Ele não tem culpa alguma disso, pois quer a paz, o amor, a verdade, a justiça e a liberdade. Esse é o Reino d’Ele. A culpa é do homem que se deixa guiar por filosofias e ideologias erradas e se afasta do Senhor e de Suas leis.

Deus nos fez belos, criados à Sua “imagem e semelhança” (Gn 1,26), por isso temos inteligência, liberdade, vontade, memória, consciência, etc., que os animais não têm. Eles não sabem o que fazem, mas nós sabemos. Com esses atributos, podemos dirigir este mundo na paz, no amor e na harmonia seguindo as leis do Senhor. More »

“Meu cansaço que a outros descanse…”

Essa frase, na clássica da canção católica “A Barca”, cantada tantas vezes, em celebrações eucarísticas ou retiros, sempre me chamou a atenção. Como missionária da Canção Nova que sou há 11 anos, essa frase sempre me trouxe um consolo diante das lutas e desafios que vivo em minha vida missionária.

Um cansaço fecundo

Quando vi essa foto da minha irmã de comunidade @clarissacn, remeti-me, automaticamente, a essa frase: “O cansaço do missionário, que doa sua vida voluntariamente na missão de evangelizar, traz descanso a muitas almas.” Meu Deus, que nobre missão poder, de alguma forma, contribuir para a evangelização com a minha vida doada e entregue a Cristo na Santa e amada Igreja Católica!

Senhor, neste Ano da Fé, peço-te a graça de ter renovada e alicerçada a minha fé em Ti e nas bases fundamentais da Santa Igreja.”

Quando me decidi pela Canção Nova como ideal de vida para mim, antes já tinha me decidido por Jesus Cristo. Minha família foi minha primeira Igreja e cresci assim, aprendendo a amar e respeitar Deus e Suas coisas dentro de casa. Eu já era missionária em minha paróquia Nossa Senhora de Fátima; e mesmo trabalhando lá, eu sentia que Deus me queria mais perto, mais junto d’Ele. Não somente para trabalhar para Ele, mas com Ele, dividindo a missão de evangelizar os povos. Percebi, assim, que o Senhor me chamava e contava comigo.

Eu já me sentia feliz em poder trabalhar para Deus em minha cidade, mas a dedicação lá, por mais que eu quisesse, era parcial. Foi, então, que decidi me entregar por essa causa tão nobre de forma integral na evangelização. Assim, cheguei à Canção Nova, lugar que Deus me plantou para continuar anunciando Seu nome a todos os povos e poder, com minha pequena oferta, construir um mundo novo.

Alegro-me por essa escolha que fiz na minha vida. E quando o cansaço chega, eu canto: “…meu cansaço que a outros descanse, amor que almeja seguir amando…”

Que Deus o abençoe neste Ano da Fé e que seja uma ótima oportunidade para você se encontrar com Jesus.

Um ótimo Ano da Fé para você!

Cristiane Viana @vianacn
Missionária Comunidade Canção Nova

De muitas partes, solicitam-nos que expressemos nossa opinião sobre o que está acontecendo em Gaza. Nada dissemos até agora, pois, honestamente, não sabemos o que dizer. As instituições eclesiais são informadas e se expressam a respeito, por isso não nos parece necessário repetir o que outros publicam no rito já costumeiro de declarações equilibradas e corretas. Em certas ocasiões, as costumeiras exortações de cessar as hostilidades, que convidam ao diálogo, mesmo sendo verdadeiras e necessárias, parecem longe da realidade, a ponto de parecer mensagens hipócritas. Sobre esse enésimo e inútil banho de sangue, porém, devemos fazer algumas considerações.

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Hoje, é um dia de festa para os norte-americanos, trata-se de 04 de julho, Dia da Independência dos Estados Unidos da América. Quem conhece um pouco da história norte-americana, sabe da importância deste dia para eles. Pessoas saem às ruas com bandeiras, há desfiles militares, fogos de artifícios… Enfim, tudo isso para manifestar o orgulho de ser americano na pátria da liberdade.

Os Estados Unidos da América, desde a declaração da independência, procurou alicerçar-se sobre valores como a liberdade, igualdade e democracia, tanto que, para alguns estudiosos, a cultura deste país procura levar estes valores ao mundo. Para você ter uma ideia, este valor é tão forte que os estudiosos comparam as missões religiosas de evangelização promovidas, principalmente, pelos católicos do século XVI à defesa americana destes valores, por isso, para eles é uma honra lutar pela liberdade em todo o mundo.

Sem querer me aprofundar nas particularidades da política norte-americana, não precisamos ir longe para encontrar sinais desta “missão” pelo mundo. Em nome do expansionismo dessa liberdade, constatamos que, nas últimas guerras, os Estamos Unidos foram os grandes protagonistas. O certo é que, em nome dela, muitos, conscientemente, deram ou tiraram a vida.

Tendo em mãos estas informações, somos chamados a refletir sobre a liberdade, anunciada no Dia da Independência dos EUA. O que ela é? Quais os seus limites? Como estamos gozando deste tal sublime valor?

Para fundamentar nossa resposta, recorremos ao Catecismo da Igreja Católica, o qual nos ensina que a liberdade é a possibilidade, concedida por Deus, de podermos agir totalmente por nós mesmos. Desta forma, o Senhor nos criou como pessoas livres e nos deu a liberdade para podermos optar, de todo o coração, pelo bem, pelo mais alto bem, ou seja, por Ele. (cf. CIC 1731) More »

Infelizmente, já se tornou comum a prática de ofender a fé católica com protestos, propagandas e comerciais usando os símbolos católicos e as igrejas.

A Benetton, por exemplo, no ano passado, lançou um comercial intitulado “Unhate” (sem ódio), no qual manipulou as imagens do Papa Bento XVI e de um líder muçulmano – o imã do Cairo – com uma montagem. Nesta, ambos se beijavam na boca para uma campanha de marketing.

A imagem foi lançada, no dia 16 de novembro, em vários lugares de Roma, incluindo a ponte do Castelo Sant’Angelo a poucos metros do Vaticano.

A Santa Sé emitiu, no mesmo dia, uma dura declaração, anunciando que “tomaria as medidas necessárias para proteger, adequadamente, a imagem do Santo Padre de tal abuso”, mas não quis pedir uma indenização de natureza econômica.

Os “espertalhões” sabem chamar a atenção do público para seus produtos, mexendo com a fé católica, causando escândalo e sensacionalismo.

Agora, o Grupo Benetton divulgou uma nota, na qual expressa “pesar por ter ofendido a sensibilidade de Sua Santidade Bento XVI e dos crentes católicos”. Ela, agora, garante que “todas as imagens fotográficas da pessoa do Santo Padre foram retiradas do circuito comercial e não fará qualquer uso futuro da imagem de Bento VXI sem autorização prévia da Santa Sé”.

Só agora? Será que não daria para perceber que isso iria acontecer antes de lançarem a maldosa propaganda? Que direito tem uma empresa de zombar dos líderes religiosos das duas religiões que mais têm adeptos no mundo hoje? É falta de educação, de civismo, de respeito, de amor ao próximo.

Agora, vemos uma propaganda da marca “Melissa”, a qual usa o interior de uma igreja para a campanha de publicidade dos seus produtos. Ora, convenhamos, a igreja é um templo sagrado, abençoado pelo bispo para a celebração dos sacramentos e uso dos fiéis nas orações; não para ser profanada com campanhas de marketing.

Notamos, com frequência, que muitos atacam a Igreja, mas exigem respeito dos católicos; no entanto, não se comportam da mesma maneira com estes.

Outro fato escandaloso contra a fé católica foi o concurso gay realizado nos Estados Unidos da América para eleger o “Jesus Cristo mais sensual”. O evento ocorreu, no domingo de Páscoa, 8 de abril de 2012, em São Francisco, Califórnia. A ideia debochada extravasava o sentimento dos militantes gays contra o Cristianismo. O concurso escolheu a imitação mais sensual de Jesus Cristo.

O encontro é organizado há 33 anos pelo grupo gay “The Sisters of Perpetual Indulgence” (As Irmãs do Vício Perpétuo), os quais querem ser respeitados, mas não respeitam os católicos nem mesmo o Deus deles.

O Deputado Pastor Marco Feliciano fez um pronunciamento, na Câmara dos Deputados, na Sessão de 9 de maio de 2012, para manifestar sua indignação quanto a atitude de um apresentador de TV, em São Paulo. O homem, no seu programa levado ao ar em rede nacional, incitou seus telespectadores a pichar paredes de igrejas com a frase: “Deus é gay”. O parlamentar pediu providências ao Ministério Público de São Paulo.

Eu poderia citar, ainda, muitos outros fatos como esses acima, mas creio que os leitores já os tenham notado.

Vale a pena recordar o que disse São Paulo: “De Deus não se zomba” (Gálatas 6,7). Ele não é vingativo, mas se retirar de nós Sua bênção, pereceremos nos perigos desta vida.

Quem não é cristão e não aceita a moral que Jesus Cristo deixou com a Igreja, tem todo o direito de viver de acordo com sua crença e ser respeitado, mas precisa também respeitar a fé dos cristãos. Ninguém é obrigado a viver a moral cristã, mas que não transforme em zombaria aquilo que, para a maioria do povo brasileiro, é sagrado. Além do mais, de acordo com nosso Código Penal, tal atitude constitui crime.

Professor Felipe Aquino

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