{"id":721,"date":"2008-04-09T08:28:14","date_gmt":"2008-04-09T11:28:14","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.cancaonova.com\/redacao\/2008\/04\/09\/escrevendo-para-o-mundo\/"},"modified":"2012-07-24T15:14:33","modified_gmt":"2012-07-24T18:14:33","slug":"escrevendo-para-o-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/redacao\/escrevendo-para-o-mundo\/","title":{"rendered":"Escrevendo para o mundo"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/redacao\/files\/2008\/04\/escrever.jpg\" alt=\"escrever.jpg\" width=\"180\" height=\"118\" align=\"left\" \/><\/p>\n<p>De poeta e louco, todo mundo tem um pouco.<\/p>\n<p>Talvez, este trocadilho tamb\u00e9m pudesse ser usado para os escritores, pois h\u00e1 pessoas que, mesmo n\u00e3o gostando de escrever, j\u00e1 ousaram faz\u00ea-lo atrav\u00e9s de algumas linhas adocicadas de ternura em longas cartas para a namorada \u2013 tempo em que n\u00e3o havia e-mails ou messengers. Outros continuam escrevendo e, pouco a pouco, com maior capacidade, v\u00e3o apresentando suas id\u00e9ias de maneira clara e objetiva. Vale lembrar que as mensagens instant\u00e2neas limitaram a capacidade de as pessoas se expressarem atrav\u00e9s das letras.<!--more--><\/p>\n<p>Todo mundo j\u00e1 escreveu alguma coisa para algu\u00e9m, mesmo n\u00e3o gostando. \u00c9 interessante lembrar que, quando escrev\u00edamos nossas cartas apaixonadas para a namorada, sab\u00edamos que somente ela iria ler nossas &#8220;mal tra\u00e7adas linhas&#8221; e, se acontecesse de haver alguma d\u00favida no entendimento do conte\u00fado, certamente, ela nos telefonaria para ter maiores esclarecimentos.<\/p>\n<p>A cada dia, novos &#8220;blogueiros&#8221; surgem na internet. Eles escrevem desde suas tarefas cotidianas at\u00e9 assuntos mais relevantes. O famoso &#8220;eu queria dizer isso ou aquilo\u201d n\u00e3o tem espa\u00e7o num artigo que, em poucos segundos, \u00e9 lido por centenas de milhares de pessoas.<br \/>\nImaginemos o caos que seria &#8211; para quem escreve na inten\u00e7\u00e3o de apresentar suas id\u00e9ias ao mundo &#8211; se tivesse de enviar um e-mail para cada leitor que acessasse seu artigo, explicando o que realmente pretendia dizer&#8230; Essa pessoa passaria o resto do dia reescrevendo o que j\u00e1 tinha escrito, infelizmente, de maneira n\u00e3o t\u00e3o precisa.<br \/>\nCertamente, o objetivo inicial que voc\u00ea tinha, quando come\u00e7ou a escrever, foi perdido em longos par\u00e1grafos, id\u00e9ias mal conclu\u00eddas ou em leituras cansativas que diziam a mesma coisa em outras linhas.<\/p>\n<p>Desta forma, gostaria de partilhar uma dica muito legal que aprendi num post de Stephen Kanitz e, agora, apresento-o a voc\u00eas, de maneira bem resumida:<\/p>\n<p>1. Tenha em mente o p\u00fablico-alvo para quem voc\u00ea pretende escrever;<br \/>\n2. O objetivo de um artigo \u00e9 convencer algu\u00e9m de uma nova id\u00e9ia, n\u00e3o convencer algu\u00e9m da sua intelig\u00eancia;<br \/>\n3. Reescreva e releia o artigo, v\u00e1rias vezes, antes de public\u00e1-lo. Voc\u00ea perceber\u00e1 que, de repente, um par\u00e1grafo ficaria bem melhor se precedesse um outro, ou se frases, sem nenhuma conex\u00e3o com o conte\u00fado, fossem eliminadas;<br \/>\n4. Dedique-se, ao m\u00e1ximo, na corre\u00e7\u00e3o. \u00c9 claro que alguns erros s\u00e3o cometidos, mas n\u00e3o exagere.<br \/>\nDentro do seu pr\u00f3prio estilo, com algumas dicas e perseveran\u00e7a, seus artigos v\u00e3o ganhar maior clareza e cada vez mais leitores.<\/p>\n<p>Um abra\u00e7o,<br \/>\nDado Moura<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De poeta e louco, todo mundo tem um pouco. 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