Confira as fotos das conferências e adoração

Confira as fotos da missa

Num forte momento de oração, direcionado aos sacerdotes, Matteo Calisi, presidente da Faternidade Católica das Novas Comunidades, e Michelle Moran, presidente do ICCRs, órgão responsável pela Renovação Carismática em todo o mundo, abriram este dia de retiro para o encerramento do Ano Sacerdotal.

A primeira palestra do dia, intitulada o “Dom do Sacerdócio”, foi proferida por Dom Joseph Grech, bispo de Sandhurst, na Austrália. Em um discurso emocionante, ele ressaltou que os sacerdotes foram ungidos e escolhidos por Deus independente de qualquer fraqueza.

O Bispo também destacou que cada ministro ordenado é chamado a levar o povo a querer ser de Jesus. Logo em seguida, Dom Mauro Piacenza, secretário da Congregação para o Clero, disse que é o Espírito Santo quem faz cada sacerdote participante do Sacerdócio de Cristo.

A primeira parte do retiro, que se estendeu até a 13h, terminou com a adoração ao Santíssimo Sacramento.

À tarde, com orações e testemunhos de sacerdotes sobre o tema “Efusão do Espírito Santo”, padre Kevin Scallon e irmã Briege Mckenna apresentaram aos sacerdotes algumas revelações particulares que os levaram a rezar pelo clero. O dia encerrou-se com uma Missa presidida pelo cardeal Peter Turkson, presidente do Pontifício Conselho para a Justiça e a Paz.

A segunda parte deste encontro, iniciou com muita alegria e louvor.

A presença de P. Kevin Scallon e Sr. Briege Mc Kenna, enriqueceu a parte da tarde com seus testemunhos pessoais, e oração clamando uma nova efusão do Divino Espirito Santo, sobre todos os presentes e sobre todos os sacerdotes do mundo inteiro.

Na celebração da santa missa, presidida por S.E. Card. Petre Turkson ( presidente do Pontificio Consilio para a Justiça e a Paz), focou em sua homilia tres direções na vivencia do ministério Sacerdotal.

Primeiro: ” Eu te dou o que recebi do Senhor”, o dom do sacerdocio recebido da parte do Senhor que se doa ao outro;

Segundo: ” A obediencia, deve ser uma obediencia docil”, a obediencia como a de Cristo que se entrega até morte de cruz;

Terceiro: ” Na Igreja devemos viver em serviço total e a compaixão com os irmãos”; de modo a ser modelo a ser seguido pelos outros;

Precisamos multiplicar a santidade de Jesus.

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Hoje dia 8 de Junho de 2010, estamos na Basílica de São João de Latrao , onde acontece o encontro com os padres, seminaristas e amigos da RCC, em virtude do termino do ano Sacerdotal.

Este foi promovido pela RCC e Fraternidade Católica das Novas Comunidades. Michelle Moran ( Presidente do ICCRS ) e Matheus Calise ( Presidente da Fraternidade Católica das Novas Comunidades) deram as boas vindas, aos presentes.

Michelle Moran, traz como intenção, que este encontro seja de profunda Renovação Espiritual, para os sacerdotes em seu ministério.

Já Matteo Calisi, fala que a presença e participação dos sacerdotes na vida comunitária é fundamental importância pois são indispensável ponto de referencia para a vivencia correta da fé.

Após oração das laudes, S.E. Mons. Joseph Grech, dirigiu-se aos sacerdotes presentes dizendo que Jesus lhes propõe serem sinais de contradição com a sua vivencia, sendo em primeiro lugar testemunho.

Alertou estes para a urgência da escuta de Deus, caminho essencial para serem melhores instrumentos para ajudar o povo, que lhes é confiado.

Estes procuram essa vida de Ressurreição e que precisam ser ministros desse mistério, ser instrumentos de transformação.

A manha findou com adoração ao Santíssimo Sacramento.

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Em Roma, um terço rezado a cada quinta-feira traz uma intenção bem especial: “Nos reunimos aqui para nos unirmos a toda a Igreja e sustentar com nossa humilde oração, os sacerdotes”, explica a responsável pelo terço, Ana Maria Scanamastra.

O grupo de Nossa Senhora da Rosa Mística é uma resposta ao apelo do Papa Bento XVI que pede que todos os católicos rezem pelos sacerdotes este ano. “Se não existissem os padres, a paixão e morte de Cristo seriam vãs. Se não existissem os padres não haveriam os sacramentos. Os padres são importantíssimos na vida de cada cristão, desde o nascimento até a morte”, disse Ana Maria.

Seja colhendo limões, passeando pelo jardim ou concedendo uma entrevista, o padre Ugo Zagna expressa a alegria de ser sacerdote. “Antes de tudo, digo que sou verdadeiramente feliz por ser padre, se eu nascesse de novo, escolheria ser padre novamente. Naturalmente, com a graça do Senhor, porque a aventura na qual o Senhor nos chama no sacerdócio é maravilhosa e entusiasmante. É claro que existem dificuldades, sacrifícios, mas o Senhor nos dá força”, contou o sacerdote.

Este ano, padre Ugo completa 40 anos de sacerdócio, um caminho que, segundo ele, foi marcado por inúmeras renúncias. Apesar disso, será que ele estaria disposto a fazer tudo novamente? “A consciência de que nós no mundo continuamos o obra de Cristo, que somos sinal da presença de Cristo, nos deve encher de entusiasmo, alegria e de um certo orgulho”.

Já o padre colombiano, Inazio Sanchez, que tem apenas nove anos de sacerdócio fala da experiência de deixar o país onde nasceu para se aventurar em uma vida de missão. “Quando eu era seminarista, nos primeiros dias, quando comecei a me desapegar da minha casa, me custava muito. Mas desde o momento em que fui ordenado, sempre me coloquei à disposição do meu Deus”, disse.

Histórias diferentes que trazem uma satisfação em comum, a de conduzir pessoas para Deus.

Na Celebração da Paixão do Senhor no Vaticano, presidida pelo Santo Padre Bento XVI e com toda a cúria romana, o pregador da Casa Pontifícia, Frei Raniero Cantalamessa afirmou na homilia que Cristo é o melhor aliado das mulheres vítimas de violência.

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Silencio e o recolhimento fazem parte da Liturgia da Paixão do Senhor. Nem mesmo as luzes da Basílica Vaticana se acendem, sinal que nesta celebração o Filho de Deus è oferecido como vitima pelos pecados da humanidade.

Mesmos com os casos de pedofilia na Igreja divulgados pela imprensa nestes últimos tempos, Frei Raniero Cantalamessa se deteve em falar dos casos de violência contra a mulher.

Na primeira parte, ele refletiu sobre a lógica da violência e de como Cristo a superou com o seu sacrifício. Em Cristo disse ele, não é mais o homem que oferece o Sacrifício a Deus, mas é Deus que si sacrifica pelo homem.

O Sacrifício não serve mais a aplacar a divindade, mas sim para aplacar o homem e fazê-lo desistir da sua hostilidade no confronto de Deus e de Seu próximo.

O pregador, assinalou que per uma rara coincidência, este ano a Nossa Páscoa cai na mesma semana da Páscoa hebraica, origem da páscoa cristã.
Esta data nos impele a dirigir um pensamento aos irmãos hebreus. Esses sabem por experiência o que significa ser vitima da violência coletiva e também por isso são prontos a reconhecer os sintomas hodiernos.

Neste sentido, se referiu a uma carta de um amigo hebreu, no qual se solidariza com o Papa e com os católicos a propósito dos ataques recebidos dos meios de comunicação em todo o mundo.
O Uso de estereótipo, a passagem da responsabilidade e culpa pessoal à aquela coletiva me recorda os aspectos vergonhosos do Anti-semitismo, Le-se no texto. A Carta termina exprimindo ao Papa e a toda a Igreja a minha solidariedade de Hebreu do dialogo e todos aqueles que no mundo hebraico, e são muitos, que partilham destes sentimentos de fraternidade.

A liturgia deu prosseguimento com a oração Universal rezada em várias línguas, a Veneração da Cruz gloriosa do Senhor e a distribuição da Eucaristia a todos os fiéis.