5 Maneiras de você manter sua memória em ordem

1- Administre seu estresse: As tensões diárias, tais como pressões para cumprir  prazos, metas etc., podem  afetar  a sua capacidade de se concentrar e, consequentemente de memorizar as coisas do dia a dia. A maior causa de perda de memória é a ansiedade! Tente encontrar uma  estratégia para gerir o seu estresse e assim proteger a sua memória. A respiração profunda, a meditação e a oração podem ajudar a reduzir os seus níveis de estresse.  Mais da metade dos adultos com mais de 60 anos ficam preocupados com lapsos de memória, que nem sempre são sinais premonitórios de quadros demenciais, como a Doença de Alzheimer. A ansiedade e o estresse podem ser a principal causa das falhas na memorização .

2- Tenha uma boa noite de sono: Pessoas que não dormem bem à noite tendem a ser mais esquecidas  do que as pessoas que dormem profundamente. Uma boa noite de sono é essencial para consolidar memórias. Infelizmente, muitos medicamentos usados para tratar a insônia também podem prejudicar a memória e função geral do cérebro, sendo assim, antes de usar os soníferos tente ajustar seu sono com medidas não medicamentosas, como evitar deixar a TV ligada no quarto, não tomar cafe ou chá após as 17 horas, não fumar, não praticar exercícios físicos antes de se deitar,etc.

3- Se você fuma, pare: Fumantes têm um maior grau de perda de memória relacionada com a idade e outros problemas de memória do que não fumantes. As pessoas que fumam mais de dois maços de cigarros por dia, têm mais que o dobro do risco de desenvolver demência na velhice em comparação com não fumantes. Este risco desaparece quando as pessoas param de fumar!

4- Se você beber álcool, faça-o com moderação: Beber muito álcool aumenta o risco de perda de memória e demência.  Outro tipo de perda de memória associada ao uso de álcool é chamado de síndrome de Korsakoff. Nesta condição, a deficiência de vitamina B1  a longo prazo combinada com os efeitos tóxicos do álcool sobre o cérebro pode desencadear amnésia (perda de memória) súbita e dramática. Em alguns casos esta perda é permanente.

5- Proteger seu cérebro de uma lesão: Trauma na cabeça é uma das causas principais da perda de memória e aumenta também o risco de desenvolver demência. Sempre use o equipamento adequado durante atividades de alta velocidade e esportes de contato. Use cinto de segurança durante a condução de veículos. Acidentes de carro são a causa mais comum de lesão cerebral, e o uso de  cintos de segurança reduz consideravelmente as chances de lesão grave na cabeça. Usar capacete ao andar de bicicleta, de moto , durante patinação, etc.

estou-deprimido-ou-tristeEstou deprimido ou triste?

 Esta é a grande questão, pois as pessoas geralmente confundem a depressão com a tristeza. A tristeza é um sentimento absolutamente normal e faz parte do nosso psiquismo sadio, assim como a alegria.

Dessa forma é muito comum passarmos por momentos tristes e alegres na nossa vida, sem ter a depressão como companheira. O que deixa de ser normal é essa tristeza ser permanente e vir acompanhada com alguns sintomas, como relato a seguir:

A depressão clínica ou maior é diagnosticada com a ocorrência de pelo menos 5 dos 9 sintomas seguintes, presentes por 2 semanas ou mais e responsáveis por interferência significativa no ambiente social (familiar e trabalho).

– mau humor constante, tristeza ou irritabilidade

– letargia ou fadiga

– perda do interesse de atividades que eram prazeirosas

– mudança súbita de apetite( pra mais ou menos)

– sentimento de culpa, de não ter valor algum

– lentidão, impaciência, ficar borocoxô

– dificuldade de pensar e de se concentrar

– pensamentos suicidas e de morte

 

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A caminhada diária nos faz bem poque:

1. Neutraliza os efeitos de genes responsáveis pelo aumento de  peso. Pesquisadores de Harvard estudaram  32 genes que promovem a obesidade em mais de 12.000 pessoas para determinar o quanto esses genes realmente contribuiriam  para o peso corporal. Descobriram que, entre os participantes do estudo que caminharam rapidamente por cerca de uma hora por dia, os efeitos desses genes foram reduzidos  pela metade.

2. Estudos da Universidade de Exeter descobriram que, uma caminhada de 15 minutos por dia, pode eliminar os desejos de chocolate e até mesmo reduzir a quantidade de chocolate que você come em situações estressantes. Além disso, estudos recentes confirmaram  que a caminhada pode reduzir a ansiedade de ingestão de uma variedade de lanches açucarados.

3. Reduz o risco de desenvolver câncer da mama. Já é de conhecimento científico que  qualquer tipo de atividade física atenua o risco de câncer de mama. Um estudo recente, da  American Cancer Society, revelou  que as mulheres que caminharam sete ou mais horas por semana tiveram um risco 14% menor de câncer de mama do que aquelas  que caminharam três horas ou menos por semana.

4. Vários estudos descobriram que a caminhada reduz a dor relacionada com a artrite, e que a caminhada de 8 a 10 quilômetros  por semana pode até mesmo prevenir a artrite. A caminhada protege as articulações – especialmente os joelhos e quadris, que são mais suscetíveis a osteoartrite – por lubrificação das mesmas e fortalecimento dos músculos que as suportam.

5.  Andar a pé pode ajudar a protegê-lo durante a temporada de gripes e resfriados. Um estudo de mais de 1.000 homens e mulheres descobriu que aqueles que caminharam pelo menos 20 minutos por dia, pelo menos 5 dias por semana, tinham 43% menos dias de doença do que aqueles que se exercitavam uma vez por semana ou menos. No caso de ficarem doentes, a duração da gripe foi menor nas pessoas que caminhavam regularmente.

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A menopausa é a parada total da menstruação decorrente da perda da função ovariana em produzir os hormônios femininos. Considera-se menopausada a mulher que permaneceu sem menstruação por 12 meses consecutivos. Perimenopausa é o período entre o inicio dos ciclos irregulares e a parada total da menstruação e a mulher pode apresentar:

–       Irregularidade menstrual

–       Menstruações prolongadas e com fluxos intensos intercaladas com períodos de Amenorreia (falta de menstruação)

–       Sintomas vasomotores (fogachos).

–       Insônia

–       Depressão, ansiedade, pânico, compulsões

Muitos desses sintomas se iniciam até 4 anos antes da parada menstrual e com  idade media das pacientes ao redor de 47,5 anos. Durante essa fase os níveis de estrógeno diminuem e o folículo estimulante( FSH) e o luteinizante ( LH) aumentam.

Nos Estados Unidos 1,3 milhões de mulheres entram em menopausa anualmente e cerca de 20% delas apresentam depressão em qualquer fase desse período. O maior preditor de risco é a historia pregressa de menopausa, ou seja, mulheres que apresentaram na sua vida fases de depressão tem risco maior de desenvolver essa doença na menopausa ou perimenopausa.

Insônia ocorre em 40 a 50% na perimenopausa e menopausa , esse sintoma pode vir junto com estresse, ansiedade, tensão e sintomas depressivos. Síndrome do Pânico é comum na menopausa e vem com os sintomas vasomotores que acompanham a síndrome, como fogachos , taquicardias, sensação de sufocamento etc.

Transtornos obsessivos compulsivos também podem ocorrer na menopausa, levando as mulheres a começarem ou piorarem suas obsessões por compras, por limpeza, etc.

Transtorno bipolar também pode se exacerbar na menopausa.

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Tenho gordura no fígado. Isso é ruim, doutor?

 

Muitos pacientes, ao abrirem o seu exame de ultrassonografia do abdômen solicitado durante consulta de rotina, são surpreendidos com o diagnóstico de infiltração gordurosa no fígado.

A esteatose hepática, também conhecida como infiltração gordurosa hepática não alcoólica, é uma alteração do metabolismo dos triglicérides, ocasionando acúmulo dessas gorduras nas células hepáticas. É a patologia hepática mais comum nos países industrializados do Ocidente, atingindo 20 a 40% da população geral. A maioria dos casos ocorre entre pessoas com idades de 40 a 60 anos e mais frequentemente no sexo masculino.

A esteatose hepática geralmente tem uma evolução clínica satisfatória, embora a maioria dos pacientes apresente exames funcionais do fígado alterados, como aumento das transaminases e da Gama-GT. Existem casos de mau prognóstico que podem evoluir para cirrose hepática de graus variados, mas felizmente são pouco frequentes.

A ocorrência de sinais de infiltração gordurosa hepática na ultrassonografia de abdômen não é dado específico para o diagnóstico da esteatose hepática, podendo apenas sugerir o aumento do percentual de triglicérides no fígado. O mesmo ocorre com os resultados da tomografia ou ressonância magnética de abdômen. O exame decisivo para o diagnóstico é a biópsia hepática, procedimento invasivo somente realizado em situações extremas.

O tratamento da esteatose hepática baseia-se em: redução de peso, dieta com baixa concentração de gorduras saturadas, exercícios físicos aeróbicos diários e uso de medicamentos com alguns antidiabéticos orais e ácido ursacólico, além de suplementos contendo ômega 3 e o chá verde, que tem ação sobre os fatores de transcrição do metabolismo hepático dos lípides.

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